Educação: universidade mineiras se destacam

Minas tem quatro das 10 melhores universidades públicas brasileiras

Segundo o Estado de Minas, estudo do MEC avaliou 134 instituições pelo Índice Geral de Cursos (IGC)

Quatro universidades mineiras estão entre as 10 que receberam nota cinco dentre as 134 instituições avaliadas avaliadas pelo Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC).

As informações são do jornal Estado de Minas. As instituições mineiras são a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Univerdidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Minas Gerais tem quatro das 10 melhores universidades públicas brasileiras, mostra IGCInstituições receberam conceito máximo em avaliação do Ministério da Educação

Emerson Campos

Publicação: 06/12/2012 20:28 Atualização: 06/12/2012 20:49

Mercadante considerou números positivos (Elza Fiuza/ABr)
Mercadante considerou números positivos

Entre as 134 universidades públicas avaliadas pelo Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC), apenas dez receberam nota 5, que é o conceito máximo de qualidade que pode ser atribuído. Destas, quatro são mineiras: a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM); a Universidade Federal de Lavras (UFLA); a Univerdidade Federal de Viçosa (UFV); e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Considerando universidades, faculdades e centros universitários, o IGC 2011 avaliou 2.136 instituições públicas e privadas. Neste universo, 27 conseguiram o conceito máximo. Entre elas estão as mineiras Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e Escola de Governo Paulo Neves de Carvalho (Fundação João Pinheiro).

Saiba mais…
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Do total observado pelo MEC, 50,6% tiveram conceito 3, considerado satisfatório. No entanto, os dados divulgados mostram que 27% das instituições de ensino superior tiveram conceito insuficiente. O índice, que vai de 1 a 5, leva em conta o desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a infraestrutura das faculdades e a formação do corpo docente.

Durante a divulgação dos números, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou os dados positivos. “Cai o número de instituições que estavam no nível 1 e cai fortemente o número de instituições que estavam em nível 2, o que é um ótimo indicador”, ponderou. Segundo Mercadante, em todos os casos houve melhora significativa nos cursos de ensino superior. “A curva toda se desloca em direção à melhora na qualidade. Há uma série de medidas que estão surtindo efeito”, finalizou.

Confira quais são as dez universidades públicas que conseguiram conceito máximo:

Minas Gerais

Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Univerdidade Federal de Viçosa (UFV)
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

São Paulo

Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)

Outros estados

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Governo de Minas: novos membros da Academia Brasileira de Ciências tomam posse

Secretário-adjunto de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais é um dos novos integrantes da Academia Brasileira de Ciência

Osvaldo Afonso/Secom
Evaldo Vilela durante pronunciamento no  1º Fórum para Internacionalização do Ensino Superior de Minas Gerais
Evaldo Vilela durante pronunciamento no 1º Fórum para Internacionalização do Ensino Superior de Minas Gerais

A cerimônia de posse dos novos membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) será na terça-feira (8) durante a Reunião Magna. Entre os membros quer irão tomar posse está o secretário-adjunto de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evaldo Ferreira Vilela, que foi pela Seção “Ciências Agrárias”, representando a Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde foi reitor. Esta foi a segunda indicação para ABC que Vilela recebeu.

“É uma honra pertencer à ABC, onde nós temos grandes cientistas e pessoas experientes na condução da ciência no país. Cada dia mais, a Associação se projeta no cenário nacional, auxiliando o governo federal e os estados a implementar a economia do conhecimento com base no desenvolvimento científico e tecnológico”, comenta Vilela.

Sobre a importância da indicação para Minas, Vilela destacou o reconhecimento do trabalho feito a favor do desenvolvimento inovador, onde teve forte participação no processo de transferência de tecnologia das universidades para o setor industrial por meio do Sistema Mineiro de Inovação (Simi). “No Brasil ainda não existem muitas pessoas que buscam ter uma ideia mais detalhada do mercado, ou seja, das necessidades de avanços tecnológicos e inovações, e levar isso para as universidades. A Academia Brasileira de Ciências me incluiu nesse perfil e eu estou muito feliz. Agora vamos trabalhar dentro de uma programação estabelecida pela ABC em prol da inovação no Brasil”, destaca.

Vilela é mineiro de Campo Belo, formou-se em Agronomia pela UFV, é Mestre em Entomologia pela USP e Ph.D em Ecologia pela Universidade de Southampton, Inglaterra. Realizou pós-doutoramentos nas Universidades da Califórnia-Berkeley (EUA), de Nuremberg-Erlangen (Alemanha) e Tsukuba, Japão. É Pesquisador 1A do CNPq, com mais de cem artigos científicos referenciados e 38 mestres e doutores orientados. Vilela também é o atual presidente da Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA).

A lista completa dos novos membros para as diversas seções da ABC pode ser acessada no link: http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=1768

Reunião Magna

A Reunião Magna é uma das grandes reuniões científicas anuais da ABC. No encontro, jovens cientistas e grandes nomes da ciência nacional e internacional se reúnem para discutir as mais recentes pesquisas das grandes áreas do conhecimento.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/novos-membros-da-academia-brasileira-de-ciencias-tomam-posse/

Governo Anastasia: Minas Gerais se tornará exportador de banana a partir do segundo semestre

 

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento aponta crescimento na produção

Divulgação/Emater
Norte de Minas lidera o ranking de produção de banana, com um volume de 328 mil toneladas por ano
Norte de Minas lidera o ranking de produção de banana, com um volume de 328 mil toneladas por ano

A safra mineira de banana deve somar 657 mil toneladas neste ano, segundo previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a previsão corresponde a um aumento próximo de 1% sobre a safra anterior, seguindo a série histórica de pequenos avanços anuais da produção. Além deste incremento, os produtores do Estado poderão ter um novo estímulo para investir na atividade, já que está previsto para o segundo semestre deste ano o início de exportações regulares da fruta.

As perspectivas de uma nova situação para o setor foram confirmadas pela Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte), sediada em Janaúba, na região Norte do Estado. De acordo com o presidente da entidade, Jorge Luiz Raymundo de Souza, apesar da crise econômica mundial, os agricultores apostam na organização da atividade para colocar grandes volumes de banana prata no mercado internacional, já que está sendo elaborado um protocolo para a exportação da fruta.

“O protocolo é um conjunto de normas ou boas práticas para todos os estágios da atividade, desde o plantio até o transporte para os destinos internacionais”, explica o dirigente. Os estudos são desenvolvidos em parceria pela Abanorte, Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Universidade Federal de Lavras (Ufla), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MG) e a Central Exporta Minas, que é ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede).

Na definição dos padrões para a banana de exportação, acrescenta Jorge Luiz, será dada atenção especial às condições de preservação da qualidade do produto nos contêineres, como os cuidados com a embalagem da fruta, a temperatura e o nível de oxigênio, entre outros fatores. O empresário enfatiza que esses aspectos são de fundamental importância para a manutenção das condições da banana até seus destinos no mercado internacional.

As boas práticas a serem seguidas nas propriedades e em todos os estágios seguintes, até a entrega da banana nos portos estrangeiros, devem ser definidas até meados do segundo semestre. De acordo com a previsão da Abanorte, até novembro, o primeiro contêiner com banana prata de Minas segue para a Europa ou Oriente Médio. Souza considera que a prata tem condições de competir com as demais variedades conhecidas pelos europeus porque é a mais adequada para ser incluída em saladas de fruta. “Após ser cortada, a fruta mantém durante maior tempo o sabor original e não fica escurecida”, explica.

As exportações da fruta deverão ser feitas rotineiramente a partir de 2013, porque, de acordo com Souza, alguns mercados demonstram interesse especial pela fruta. “Principalmente a Alemanha, onde a degustação da banana prata foi incluída nas edições dos três últimos anos da Feira Frutilogística, realizada em Berlim”, acrescenta. O produto também foi apresentado, com apoio da Exportaminas, nas três últimas edições da Gulfood, feira de alimentos realizada em Dubai, no Oriente Médio.

Mercado em expansão

Para o secretário da Agricultura, Elmiro Nascimento, os produtores mineiros de banana, bem como os das demais frutas, devem investir na busca da qualidade para expandir sua atuação também ao mercado interno. “Embora apenas 6% das famílias consumam frutas atualmente na quantidade recomendada, conforme dados da Abanorte, esse quadro deve mudar com uma campanha nacional que está programada com base na recomendação do consumo dos produtos dos nossos pomares. As frutas, além de ser saborosas, contribuem para uma vida saudável”, destaca.

A região Norte de Minas lidera o ranking estadual de produção, com um volume da ordem de 328,6 mil toneladas em bananais espalhados por 41,4 mil hectares, sendo 90% ocupados pela variedade prata e o restante pela banana caturra. O Sul de Minas ocupa a segunda posição, com 115,5 mil toneladas de banana em cerca de 11 mil hectares. Em seguida estão as regiões do Rio Doce e da Zona da Mata, com safras estimadas de 45,3 mil toneladas e 41,1 mil toneladas, respectivamente. As áreas plantadas em cada uma dessas regiões são da ordem de 3,9 mil hectares.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-se-tornara-exportador-de-banana-a-partir-do-segundo-semestre/

Gestão Anastasia: governo de Minas promove fórum com universidades mineiras e australianas

O evento visa à internacionalização das instituições mineiras, incrementando as parcerias para o desenvolvimento da ciência e da inovação

Divulgação/Sectes MG
Secretário Narcio Rodrigues durante pronunciamento no encerramento do fórum
Secretário Narcio Rodrigues durante pronunciamento no encerramento do fórum

O ensino superior público de Minas Gerais tem se destacado cada vez mais pela sua excelência. Contudo, apesar de parcerias isoladas com diversas universidades do mundo, há a necessidade de inserção efetiva, ou seja, tornar as instituições mineiras internacionais. Com esse foco, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), realizou, nesta terça-feira (20), na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, em Belo Horizonte, o 1º Fórum para Internacionalização do Ensino Superior de Minas Gerais, Missão Group of Eight Austrália.

O evento, realizado em parceria com o Fórum das Instituições Públicas de Ensino Superior (Ipes), que reúne 14 universidades públicas de Minas Gerais, atraiu reitores, pró-reitores, professores e pesquisadores mineiros e australianos. Para o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, Mário Neto Borges, o conhecimento não tem fronteiras, razão pela qual a interação das instituições mineiras com as australianas é fundamental para o crescimento dos dois lados. Ele aproveitou para dizer que o Governo de Minas, por meio da Fapemig e Sectes, já tem parceria concreta com a Universidade de Queensland na área de mineração.

O diretor-executivo do Group of Eight, Austrália, Michael Gallagher, ressaltou a importância da cooperação nas diversas áreas de interesse das universidades. “São acordos reais do que pretendemos fazer”, afirmou Gallagher. O Group of Eight (Go8) é um consórcio das principais e melhores universidades australianas. Juntas, elas representam 80% das pesquisas em universidades do país, recebendo financiamentos governamentais e da indústria para pesquisa. Integram o grupo: University of Queensland, The University of Melbourne, The University of Sydney, University of Western Australia, Monash University, Australian National University, The University of Adelaide e The University of New South Wales.

As áreas de excelência das oito universidades são abrangentes. Entre as que convergem com Minas Gerais, destacam-se: exploração mineral, tecnologia da informação, biotecnologia (vacinas e estudos com células-tronco), meio ambiente, água e energias limpas. O embaixador da Austrália no Brasil, Brett Hackett, disse que as instituições de Minas estão entre as melhores da América Latina e do mundo, e que há grande interesse do seu país na interação e na cooperação entre as universidades.

O presidente do Fórum das Ipes e reitor da Universidade Federal de Alfenas (Unifal), Paulo Márcio Faria e Silva, fez uma exposição do perfil de todas as 14 instituições públicas mineiras, sendo 11 universidades federais, duas estaduais e o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MG). Elas possuem 150 mil alunos matriculados, com cerca de 500 cursos de graduação. São ofertadas 36 mil vagas anualmente nos cursos presenciais dessas instituições.

O secretário-adjunto de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evaldo Vilela, manifestou o desejo de intensificar as parcerias entre Minas e Austrália no campo acadêmico. Reforçou, ainda, a ideia do consórcio de universidades como algo facilitador, mesmo que cada uma mantenha suas especificidades. “Nossas universidades são unidas, mas podemos focar mais”, afirmou Vilela, com a experiência de reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), período em que firmou diversas parcerias internacionais.

Ao encerrar o evento, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, falou da importância da cooperação internacional para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia. Ele destacou, entre outros, o projeto Cidade das Águas, em Frutal, no Triângulo Mineiro, que já conta com a adesão de oito universidades mineiras para integrar o Condomínio Temático de Empresas e Instituições.

Narcio Rodrigues também explicou a proposta feita ao Ministério da Educação e ao CNPq sobre o programa Ciência sem Fronteiras para as águas, que pode facilitar a internacionalização com as universidades, contribuindo para a melhoria da gestão dos recursos hídricos. Quanto ao seminário, ele concluiu como um marco para as universidades avançarem, tanto as federais quanto as estaduais.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-promove-forum-com-universidades-mineiras-e-australianas/

Blog do Anastasia – Governo de Minas: força-tarefa no município de Guidoval ganha reforço do Exército Brasileiro

GUIDOVAL (06/01/12) – A força-tarefa criada para minimizar os efeitos da chuva em Guidoval, na Zona da Mata, e coordenada pela Defesa Civil Estadual (Cedec), ganhou nesta sexta-feira (6) o reforço de 37 homens do Exército Brasileiro. Uma equipe do 4º Batalhão de Engenharia de Combate de Itajubá foi deslocada para montar uma passarela flutuante sobre o rio Xopotó, que transbordou na segunda-feira passada. Equipes médicas, policiais e voluntários se revezam no atendimento à população da cidade, que conta duas mil pessoas desalojadas e 96 desabrigadas.

O secretário-executivo da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG), coronel Eduardo Reis, explica que a montagem da passarela foi uma das 17 ações previstas para o dia. “A prefeitura, em parceria com cidades vizinhas, começou o serviço de limpeza da cidade. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) continua o trabalho de melhoria dos acessos a Guidoval, via Rodeiro e Visconde do Rio Branco. A Copasa mantém o esforço de garantir o abastecimento de água para 100% da população. Aos poucos, as condições para o funcionamento da cidade estão sendo restabelecidas”, disse.

A missão do Exército é uma das diversas ações coordenadas pela força-tarefa, formada pela Cedec-MG, Prefeitura de Guidoval, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, DER-MG, Copasa e Gerência Estadual de Saúde.

De acordo com o tenente Diniz, engenheiro responsável pelo trabalho, a estrutura permite a passagem, ida e volta, de até 120 pessoas por minuto. “Acredito que será suficiente para atender à população, que se encontrava ilhada”, disse. A cheia do rio acabou destruindo a ponte, que era o principal acesso do município a Ubá. Agora, a redução das chuvas e a baixa do nível das águas do rio permitiram a abertura da travessia.

Integração

Tenente Diniz ressalta que a integração é fundamental para que a normalidade seja restabelecida. “Fizemos essa mesma operação ano passado, em Sabará, por causa da cheia do Rio das Velhas”, lembrou.

Além da montagem, o efetivo ficará responsável pelo controle da passagem de pedestres e ainda por possíveis serviços de manutenção. “Vamos ficar no local o tempo necessário para atender à população de Guidoval”, afirmou.

Voluntariado

Um grupo de estudantes, que pertencem à Ordem Demolay de Viçosa, também está dando sua contribuição a Guidoval. Munidos de pá, rodos, vassouras e mangueiras, eles ajudam na limpeza de casas e ruas atingidas pelas chuvas. “Nós sempre praticamos a filantropia”, disse o coordenador do grupo, Luiz Augusto Aguiar, doutorando em Ciência e Tecnologia de Alimentos, na Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ele explica que a Ordem Demolay de Viçosa existe há 20 anos e é uma confraria ligada à maçonaria.

O tenente da PM Maury Arthur, responsável pela organização da logística de recebimento e distribuição de donativos, destacou a importância do voluntariado neste momento de crise. “O que chama a atenção é a solidariedade do povo mineiro, que vem respondendo às demandas dos mais necessitados em Guidoval”, disse.

Banco do Brasil

O início da limpeza da cidade permitiu a chegada de uma unidade móvel do Banco do Brasil para fazer o atendimento a aposentados, servidores públicos e correntistas de Guidoval. Por meio do posto, instalado na rua Padre Baião, região central do município, a população pode realizar saques de até R$ 500, pagar contas, consultar extratos e saldos. O chamado Comércio Eletrônico Fácil (Comef) ficará na cidade por um período de 15 dias.

Ex-servidor da prefeitura, o aposentado Celso Luiz da Silva ficou aliviado, pois depende de seu benefício para sobreviver. “Se não fosse esse banco, teria que ir até Ubá ou Rodeiro para receber minha aposentadoria”, disse.

Fonte: Agência Minas