Governo de Minas: pesquisa vai apontar as condições da saúde bucal em municípios do Sul de Minas

 

Exames clínicos e questionários vão permitir a caracterização do nível de utilização de serviços odontológicos e dos riscos à Saúde Bucal da população mineira

Pedro Cisalpino
Projeto será realizado em cinco cidades sul-mineiras
Projeto será realizado em cinco cidades sul-mineiras

Os moradores de Boa Esperança, Guaxupé, Santa Rita do Sapucaí, Turvolândia e Varginha estão incluídos na pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que vai mapear as condições da saúde bucal da população mineira. O inquérito epidemiológico está sendo feito desde o final de abril e vai permitir a identificação dos problemas bucais mais freqüentes, a fim de diagnosticar as necessidades e, assim formular ações de prevenção, tratamentos e reabilitação adequados à realidade das comunidades.

A pesquisa abrange outros 55 municípios mineiros. Em cada um deles serão feitos cerca de 100 exames, totalizando, aproximadamente, seis mil exames no Estado. De acordo com a diretora de Saúde Bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal, a pesquisa vai fortalecer a Política de Saúde Bucal, que vem sendo delineada no estado.

“O projeto Saúde Bucal Minas Gerais vai trazer como resultado o diagnóstico epidemiológico de Saúde Bucal da população mineira, a partir do qual serão formuladas ações que contemplem esta população com o desenvolvimento de programas de âmbito estadual”, explica.

Durante a pesquisa, além dos índices tradicionais de aferição das doenças bucais, será aplicado, também, um questionário aos indivíduos examinados. Dessa forma, serão analisados problemas como cárie, doença periodontal, oclusopatias, fluorose (intoxicação pelo flúor e seus derivados), dentre outras, no sentido de se verificar, além da prevalência, a extensão da gravidade dos problemas.

Segundo a diretora, Daniele Leal, a Política Nacional de Saúde Bucal determina a realização de estudos epidemiológicos desse porte como parte componente da Vigilância em Saúde. “A nossa proposta é realizar pesquisas desse tipo a cada 10 anos, com o intuito de avaliar as alterações no quadro epidemiológico da população”, afirma.

O projeto terá financiamento da SES-MG, por meio da Diretoria de Saúde Bucal, no valor de R$168 mil, sendo que cada município participante vai receber R$ 2.800,00 para pagamento de pessoal e ressarcimento de despesas de deslocamento, além de receber todo o material para realização dos exames.

“Os municípios investem disponibilizando os profissionais para a pesquisa. E o Ministério da Saúde é parceiro no processo, uma vez que toda a metodologia do projeto é do Ministério”, acrescenta a diretora de Saúde Bucal, Daniele Leal.

Participação dos municípios

Para que houvesse representatividade em todo o território do estado de Minas Gerais, os municípios participantes do projeto Saúde Bucal Minas Gerais foram sorteados, seguindo um processo de amostragem probalística.

Nesse processo, foram considerados os grupos etários e o fator de alocação dos municípios, definidos a partir da associação dos índices de Necessidade em Saúde e de Porte econômico, que levam em conta variáveis epidemiológicas e socioeconômicas, além da capacidade do município financiar, com recursos próprios, os cuidados com a saúde dos cidadãos.

Para execução do projeto, os municípios participantes contam com um examinador, um anotador e um coordenador municipal, sendo que os exames epidemiológicos são realizados por Cirurgiões Dentistas e os anotadores são profissionais de nível médio, geralmente técnico em Saúde Bucal (TSB) ou auxiliar em Saúde Bucal (ASB), das Secretarias Municipais de Saúde dos próprios municípios.

“As equipes de campo foram treinadas, em oficina com duração de 24 horas, onde foi possível discutir a operacionalização das etapas do trabalho e as atribuições de cada participante, a fim de assegurar um grau aceitável de uniformidade nos procedimentos”, esclarece a diretora de Saúde Bucal da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Daniele Leal.

Metodologia de pesquisa

Durante a pesquisa, o cirurgião dentista vai percorrer a cidade e examinar, em domicílio, o morador que se interessar em participar voluntariamente do Projeto, sendo aptas a participar da pesquisa, pessoas com idades de 05 e 12 anos e das faixas etárias de 15 a19, 35 a 44 e 65 a74 anos.

O voluntário deverá, também, responder um questionário, composto por perguntas subjetivas que vão ajudar na compreensão do processo saúde/doença bucal. “O questionário vai contribuir para a avaliação das condições socioeconômica e de utilização dos serviços, sendo fundamental para a estruturação da Rede Assistencial em Saúde Bucal”, afirma Daniele Leal.

Projeto

O projeto segue a metodologia do SB Brasil 2010, do Ministério da Saúde, e conta com a colaboração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que vai avaliar os resultados por meio do Conselho de Ética em Pesquisa. Outra instituição a avaliar o resultado da pesquisa será o Comitê de Ética em Pesquisa cadastrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

Fonte: www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/pesquisa-vai-apontar-as-condicoes-da-saude-bucal-em-municipios-do-sul-de-minas/

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Governo de Minas: cidades do Centro-Oeste de Minas são beneficiadas por programa de saúde bucal

Em Divinópolis, Lagoa da Prata e Onça de Pitangui, pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde apontará condições de cada cidade

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Pedro Cisalpino
Ações voltadas para a saúde bucal irão beneficiar moradores do Centro-Oeste
Ações voltadas para a saúde bucal irão beneficiar moradores do Centro-Oeste

Os moradores de Divinópolis, de Lagoa da Prata e de Onça de Pitangui estão incluídos na pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que vai mapear as condições da saúde bucal da população mineira. O inquérito epidemiológico está sendo feito desde o final de abril e vai permitir a identificação dos problemas bucais mais frequentes, a fim de diagnosticar as necessidades e, assim formular ações de prevenção, tratamentos e reabilitação adequados à realidade das comunidades.

A pesquisa abrange outros 57 municípios mineiros. Em cada um deles serão feitos cerca de 100 exames, totalizando, aproximadamente, seis mil exames no Estado. De acordo com a diretora de Saúde Bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal, a pesquisa vai fortalecer a Política de Saúde Bucal, que vem sendo delineada no estado.

“O projeto Saúde Bucal Minas Gerais vai trazer como resultado o diagnóstico epidemiológico de Saúde Bucal da população mineira, a partir do qual serão formuladas ações que contemplem esta população com o desenvolvimento de programas de âmbito estadual”, explica.

Durante a pesquisa, além dos índices tradicionais de aferição das doenças bucais, será aplicado, também, um questionário aos indivíduos examinados.  Dessa forma, serão analisados problemas como cárie, doença periodontal, oclusopatias, fluorose (intoxicação pelo flúor e seus derivados), dentre outras, no sentido de se verificar, além da prevalência, a extensão da gravidade dos problemas.

Segundo a diretora, Daniele Leal, a Política Nacional de Saúde Bucal determina a realização de estudos epidemiológicos desse porte como parte componente da Vigilância em Saúde. “A nossa proposta é realizar pesquisas desse tipo a cada 10 anos, com o intuito de avaliar as alterações no quadro epidemiológico da população”, afirma.

O projeto terá financiamento da SES-MG, através da Diretoria de Saúde Bucal, no valor de R$168 mil, sendo que cada município participante vai receber R$ 2.800,00 para pagamento de pessoal e ressarcimento de despesas de deslocamento, além de receber todo o material para realização dos exames.

“Os municípios investem disponibilizando os profissionais para a pesquisa. E o Ministério da Saúde é parceiro no processo, uma vez que toda a metodologia do projeto é do Ministério”, acrescenta a diretora de Saúde Bucal, Daniele Leal.

Participação dos municípios

Para que houvesse representatividade em todo o território do estado de Minas Gerais, os municípios participantes do projeto Saúde Bucal Minas Gerais foram sorteados, seguindo um processo de amostragem probalística.

Nesse processo, foram considerados os grupos etários e o fator de alocação dos municípios, definidos a partir da associação dos índices de Necessidade em Saúde e de Porte econômico, que levam em conta variáveis epidemiológicas e socioeconômicas, além da capacidade do município financiar, com recursos próprios, os cuidados com a saúde dos cidadãos.

Para execução do projeto, os municípios participantes contam com um examinador, um anotador e um coordenador municipal, sendo que os exames epidemiológicos são realizados por Cirurgiões Dentistas e os anotadores são profissionais de nível médio, geralmente técnico em Saúde Bucal (TSB) ou auxiliar em Saúde Bucal (ASB), das Secretarias Municipais de Saúde dos próprios municípios.

“As equipes de campo foram treinadas, em oficina com duração de 24 horas, onde foi possível discutir a operacionalização das etapas do trabalho e as atribuições de cada participante, a fim de assegurar um grau aceitável de uniformidade nos procedimentos”, esclarece a diretora de Saúde Bucal da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Daniele Leal.

Metodologia de pesquisa

Durante a pesquisa, o cirurgião dentista vai percorrer a cidade e examinar, em domicílio, o morador que se interessar em participar voluntariamente do Projeto, sendo aptas a participar da pesquisa, pessoas com idades de 05 e 12 anos e das faixas etárias de 15 a19, 35 a 44 e 65 a74 anos.

O voluntário deverá, também, responder um questionário, composto por perguntas subjetivas que vão ajudar na compreensão do processo saúde/doença bucal. “O questionário vai contribuir para a avaliação das condições socioeconômica e de utilização dos serviços, sendo fundamental para a estruturação da Rede Assistencial em Saúde Bucal”, afirma Daniele Leal.

O projeto segue a metodologia do SB Brasil 2010, do Ministério da Saúde, e conta com a colaboração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que vai avaliar os resultados através do Conselho de Ética em Pesquisa. Outra instituição a avaliar o resultado da pesquisa será o Comitê de Ética em Pesquisa cadastrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cidades-do-centro-oeste-de-minas-sao-beneficiadas-por-programa-de-saude-bucal/

Gestão da Saúde: SES promove pesquisa para mapear a saúde bucal da população do Estado

Exames clínicos e questionários vão permitir a caracterização do nível de utilização de serviços odontológicos e dos riscos à Saúde Bucal dos mineiros

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Pedro Cisalpino
SB Minas Gerais mapeia a condição da saúde bucal da população mineira
SB Minas Gerais mapeia a condição da saúde bucal da população mineira

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) está realizando uma pesquisa que tem como objetivo mapear as condições de saúde bucal da população mineira, o SB Minas Gerais. Por meio do projeto, a SES-MG pretende identificar os problemas bucais mais frequentes na população, a fim de diagnosticar as necessidades e, formular ações que contemplem prevenção, tratamentos e reabilitação adequados à realidade das comunidades.

Desde o final de abril, moradores de 60 municípios mineiros estão participando do inquérito epidemiológico. Em cada município serão feitos cerca de 100 exames, totalizando, aproximadamente, seis mil exames no Estado. De acordo com a diretora de Saúde Bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal, a pesquisa vai fortalecer a Política de Saúde Bucal, que vem sendo delineada no estado.

“O SB Minas Gerais vai trazer como resultado o diagnóstico epidemiológico de Saúde Bucal da população mineira, a partir do qual serão formuladas ações que contemplem esta população com o desenvolvimento de programas de âmbito estadual”, explica.

Durante a pesquisa, além dos índices tradicionais de medição dos agravos bucais, será aplicado, também, um questionário aos indivíduos examinados.  Dessa forma, serão analisadas as condições de problemas como cárie, doença periodontal, oclusopatias, fluorose (intoxicação pelo flúor e seus derivados), dentre ouras, no sentido de se verificar, além da prevalência, a extensão da gravidade das doenças bucais.

Segundo a diretora, Daniele Leal, a Política Nacional de Saúde Bucal determina a realização de estudos epidemiológicos desse porte como parte componente da Vigilância em Saúde. “A nossa proposta é realizar pesquisas desse tipo a cada 10 anos, com o intuito de avaliar as alterações no quadro epidemiológico da população”, afirma.

O projeto terá financiamento da SES-MG, através da Diretoria de Saúde Bucal, no valor de R$168 mil, sendo que cada município participante vai receber R$ 2.800,00 para pagamento de pessoal e ressarcimento de despesas de deslocamento, além de receber todo o material para realização dos exames.

“Os municípios investem disponibilizando os profissionais para a pesquisa. E o Ministério da Saúde é parceiro no processo, uma vez que toda a metodologia do projeto é do Ministério”, acrescenta a diretora de Saúde Bucal, Daniele Leal.

Participação dos municípios

Para que houvesse representatividade em todo o território do estado de Minas Gerais, os municípios participantes do projeto SB Minas Gerais foram sorteados, seguindo um processo de amostragem probalística.

Nesse processo, foram considerados os grupos etários e o fator de alocação dos municípios, definidos a partir da associação dos índices de necessidade em saúde e de porte econômico, que levam em conta variáveis epidemiológicas e socioeconômicas, além da capacidade do município financiar, com recursos próprios, os cuidados com a saúde dos cidadãos.

Para execução do projeto, os municípios participantes contam com um examinador, um anotador e um coordenador municipal, sendo que os exames são realizados por Cirurgiões Dentistas e os anotadores são profissionais de nível médio, geralmente técnico em Saúde Bucal (TSB) ou auxiliar em Saúde Bucal (ASB), das Secretarias Municipais de Saúde dos próprios municípios.

“As equipes de campo foram treinadas, em oficina com duração de 24 horas, onde foi possível discutir a operacionalização das etapas do trabalho e as atribuições de cada participante, a fim de assegurar um grau aceitável de uniformidade nos procedimentos”, esclarece a diretora de Saúde Bucal da SES-MG.

Metodologia de pesquisa

Durante a pesquisa, o cirurgião dentista vai percorrer a cidade e examinar, em domicílio, o morador que se interessar em participar voluntariamente do Projeto, sendo aptas a participar da pesquisa, pessoas com idades de 05 e 12 anos, 15 a19 anos, 35 a 44 anos e 65 a74 anos.

O voluntário deverá, também, responder um questionário, composto por perguntas subjetivas que vão ajudar na compreensão do processo saúde/doença bucal. “O questionário vai contribuir para a avaliação das condições socioeconômica e de utilização dos serviços, sendo fundamental para a estruturação da Rede Assistencial em Saúde Bucal”, afirma Daniele Leal.

O projeto segue a metodologia do SB Brasil 2010, do Ministério da Saúde, e conta com a colaboração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que vai avaliar os resultados através do Conselho de Ética em Pesquisa. Outra instituição a avaliar o resultado da pesquisa será o Comitê de Ética em Pesquisa cadastrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

Municípios Participantes

Guaxupé, Conselheiro Lafaiete, Capela Nova, Betim, Contagem, Itabirito, Sabará, Igarapé, Coronel Fabriciano, Pingo-D’água, Naque, Diamantina, Jenipapo de Minas, Serro, Divinópolis, Lagoa da Prata, Onça de Pitangui, Governador Valadares, Central de Minas, Peçanha, São José da Safira, João Monlevade, Virginópolis, Centralina, São Romão, Varzelândia, Juiz de Fora, Arantina, Cataguases, Simonésia, Pedra Bonita, Montes Claros, Janaúba, Monte Azul, Capitão Enéas, Padre Carvalho, Rio Pardo de Minas, Piumhi, Patos de Minas, João Pinheiro, Águas Vermelhas, Santa Maria do Salto, Santa Fé de Minas, Paula Cândido, Santa Rita do Sapucaí, Turvolândia, Piedade do Rio Grande, Sete Lagoas, Teófilo Otoni, Machacalis,Crisólita,Malacacheta, Ubá, Rosário da Limeira, Araxá, Perdizes, Uberlândia, Unaí, Boa Esperança e Varginha.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ses-promove-pesquisa-para-mapear-a-saude-bucal-da-populacao-do-estado/

Governo de Minas: SES recebe comitiva de Santa Catarina

Técnicos da Fundação Catarinense de Municípios conhecem experiências exitosas da saúde de Minas

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) recebeu uma visita técnica de colaboradores da Fundação Catarinense de Municípios (FECAM), no Sul do país, nesta terça-feira (8), para uma apresentação do modelo de gestão pública em saúde adotada por Minas, visando a consolidação intermunicipal em saúde dos dois estados.

Na reunião estiveram presentes o Secretário Adjunto da SES, Breno Henrique Avelar de Pinho Simões, a chefe de Gabinete, Martha de Souza Lima e os técnicos responsáveis pela Assessoria de Cooperação Intermunicipal em Saúde (ACIS), Darlan Venâncio Pereira e Lenira de Araújo Maia. De Santa Catarina participaram doze representantes, dentre Secretários, Prefeitos e demais autoridades locais. Durante o encontro, o secretário adjunto apresentou um desenho detalhado do planejamento e gestão em saúde e suas demais especificidades.

Minas, que é um dos maiores Estados do Brasil em extensão territorial, busca oferecer uma assistência à saúde de qualidade e que englobe os quase 20 milhões de habitantes, por meio da implantação de novas diretrizes que vão de acordo com a aplicação e desenvolvimento de redes de atenção à saúde e o incentivo da auto-gestão intermunicipal.

Consórcios

Segundo a Chefe de Gabinete da SES-MG, Martha Souza Lima, a assistência em saúde fornecida pelo Estado, atende grande parte da população, na medida em que diretrizes, como a criação de redes de atenção e o incentivo dos consórcios intermunicipais, são fomentados pelo governo. “Em Minas, os consórcios se consolidam como importantes parceiros, associados a importantes instrumentos de economia de recursos e racionalização dos custos na área da saúde, em especial para os municípios de menor porte”, disse.

O Estado conta atualmente com 65 consórcios intermunicipais, podendo variar de tamanho, nível de gestão, cultura, perfil epidemiológico e condições assistenciais. Um consórcio pode abranger de 4 a 35 municípios, dependo da necessidade da região.

Troca de Experiências

A reunião teve como objetivo promover um intercâmbio de informações entre Minas e Santa Catarina, já que no estado do Sul, o projeto de consorcialização municipal ainda é recente e não possui uma estrutura completa que atenda boa parte da região. O Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste de Santa Catarina, integrado aos SUS funciona como elemento integrador que possibilita o remanejo de pacientes a atendimentos clínicos em outros locais.

Em Minas Gerais, a consorcialização municipal está ligada há vários fatores, alguns exemplos são o transporte de pacientes, a realização de exames, atendimentos especializados e distribuição de medicamentos. O Estado incentiva a criação de consórcios intermunicipais, por meio do repasse de verbas, fazendo com que os municípios tenham autonomia para definir as principais diretrizes que melhor atendam a região como um todo.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ses-recebe-comitiva-de-santa-catarina/

Gestão da Saúde: população de Ipatinga será beneficiada com UPA

O investimento irá beneficiar mais de 200 mil habitantes da região

O Governo de Minas irá investir mais de R$2,3 milhões na construção de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e compra de equipamentos. Isso foi definido por um acordo entre prefeitura de Ipatinga e o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.

“Estamos dando um passo importante para a melhoria dos serviços de saúde, que são prestados no município. A efetivação da proposta será possível graças à parceria do Governo Federal e da prefeitura de Ipatinga. É um trabalho em conjunto”, afirmou o secretário Antônio Jorge.

A unidade, que será construída no terreno doado pela prefeitura, beneficiará cerca de 240 mil habitantes da região, podendo atender até 450 pacientes por dia. Para isso, ela contará com uma equipe de profissionais de no mínimo seis médicos por plantão, além de enfermeiros, farmacêuticos, técnicos de enfermagem e radiologia, entre outros.

Segundo o coordenador da Rede de Urgência e Emergência da SES-MG, Rasível dos Reis, a UPA é um estabelecimento de saúde de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Saúde da Família e a Rede Hospitalar. “A principal missão da UPA é atender aos Usuários do SUS portadores de quadro clínico agudo de qualquer natureza, dentro dos limites estruturais da unidade, durante 24 horas, 7 dias da semana em caráter de urgência, com atendimento nas especialidades de clínica médica”, explicou.

A estrutura física da unidade segue o padrão estipulado pela SES-MG, apresentando como diferencial a tecnologia de gestão da clínica, padrões de sustentabilidade e a agilidade na construção. Ela contará com setores como pronto atendimento, atendimento de urgências, apóio diagnóstico e terapéutico e sala de observação.

“Essa unidade será um ganho imensurável para a saúde do município, portanto, não mediremos esforços para que aconteça o mais breve possível”, finalizou o secretário municipal de saúde de Ipatinga, Arlen Ferreira.

Mais investimentos

Desde 2011, o governo de Minas já investiu mais de 20 milhões na construção de nove UPAs nos seguintes municípios: Varginha, Vespasiano, Sabará, Sete Lagoas, Patos de Minas, Diamantina, Divinópolis e Barbacena.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/populacao-de-ipatinga-sera-beneficiada-com-upa/

Gestão Anastasia: até domingo, Caravana Mães de Minas mobiliza moradores de Juiz de Fora

Objetivo do evento é promover a redução da mortalidade materna e infantil no Estado

Luisa Pinha
Gestantes, mães com crianças de até um ano de idade e familiares podem participar das oficinas
Gestantes, mães com crianças de até um ano de idade e familiares podem participar das oficinas

Foi iniciada, nesta sexta-feira (04), a 4ª parada da Caravana Mães de Minas, na cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata. A Caravana, parte do Programa Mães de Minas, é uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com o objetivo de promover a redução da mortalidade materna e infantil no Estado. O evento será realizado até domingo (06), na quadra da Escola de Samba Feliz Lembrança, bairro Barbosa Lage, em Juiz de Fora.

Gestantes, mães com crianças de até um ano de idade e familiares podem participar de diversas oficinas e atividades de formação e sensibilização voltadas ao acompanhamento da gravidez e da criança. A Caravana é um espaço composto por nove estandes, nos quais o público tem acesso ao cadastramento no 155; oficina de aleitamento materno; oficina de cuidados com o bebê e com a gestante; oficina sobre o parto normal; oficinas de brinquedos; cabine de vídeo e foto; roda de memória e a exposição do “túnel da vida”.

Para o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, a Caravana será fundamental para unir esforços que garantam a prioridade da causa em Minas. “Ao cuidarmos da concepção ao primeiro ano de vida, buscando mobilizar a sociedade para transformar a maternidade no maior patrimônio dos mineiros, nós estamos plantando uma infância mais saudável. E quem planta uma infância mais saudável, terá adiante uma sociedade mais saudável”, destacou.

A gestante Lilian Aparecida Pires, 33, grávida de oito meses participou de todas as oficinas e se divertiu na cabine de foto e vídeo, “Achei esta iniciativa muito boa. Pois mesmo não sendo minha primeira gestação, aprendi muitas coisas que ainda não tinha conhecimento. E além de aprender coisas novas nas oficinas, conversei com outras mães e trocamos muitas experiências. No mais, me diverti muito com a cabine foto e vídeo, foi bom porque eu não havia tirado fotos desta gestação e todas ficaram lindas”, disse.

A colaboradora, que ministra a oficina sobre o aleitamento materno, Patrícia Sezário, disse que a caravana é muito importante em todos os períodos de gestação. “Funciona como um grande curso de gestantes, porém mais completo. Pois aqui as mães e gestantes ainda podem gravar vídeos com depoimentos e tirar fotos”, disse.

No ano de 2003, a cada mil crianças que nasciam em Juiz de Fora, cerca de vinte morriam antes de completar um ano de vida. Ano passado este número reduziu para treze. A expectativa é que com o Programa Mães de Minas as estatísticas reduzam ainda mais. Neste domingo (06, a partir das 10h, o secretário Antônio Jorge de Souza Marques participará da caravana.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ate-domingo-caravana-maes-de-minas-mobiliza-moradores-de-juiz-de-fora/

Gestão Anastasia: Caravana Mães de Minas mobiliza população da Zona da Mata

Programa de atenção integral às mulheres e crianças do Governo de Minas estará em Juiz de Fora

Henrique Chendes
Caravana Mães de Minas visitará 12 municípios mineiros no período de 16 de março a 26 de setembro
Caravana Mães de Minas visitará 12 municípios mineiros no período de 16 de março a 26 de setembro

A partir desta sexta-feira (04), Juiz de Fora, na Zona da Mata, recebe a 4ª parada da Caravana Mães de Minas, parte do Programa Mães de Minas, realizado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

A iniciativa conta com a parceria da Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, Pastoral da Criança, Polícia Militar de Minas Gerais, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e a Unimed para redução da mortalidade materna e infantil no Estado. O evento ocorrerá de 9h às 17h30, até o próximo domingo (06), na quadra da Escola de Samba Feliz Lembrança, avenida Antônio Guimarães Peralva, nº126, Bairro Barbosa Lage.

Para o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, a caravana será fundamental para unir esforços que garantam a prioridade da causa em Minas. “Ao cuidarmos da concepção ao primeiro ano de vida, buscando mobilizar a sociedade para transformar a maternidade no maior patrimônio dos mineiros, nós estamos plantando uma infância mais saudável. E quem planta uma infância mais saudável, terá adiante uma sociedade mais saudável”, destacou.

Gestantes, mães com crianças de até um ano de idade e familiares poderão participar de diversas oficinas e atividades de formação e sensibilização voltadas ao acompanhamento da gravidez e da criança. A caravana é um espaço composto por estandes, nos quais o público terá acesso ao cadastramento no 155;  oficina de aleitamento materno; oficina de cuidados com o bebê e com a gestante; oficina sobre o parto normal; oficinas de brinquedos; cabine de vídeo e foto; roda de memória e a exposição do “túnel da vida”.

Caravana

A ação constitui importante frente de mobilização do Programa Mães de Minas e visitará 12 municípios mineiros no período de 16 de março a 26 de setembro, permanecendo em cada cidade durante três dias. A caravana que já passou por Belo Horizonte, Ribeirão das Neves e Divinópolis e visitará outros nove municípios: Juiz de Fora, Varginha, Diamantina, Governador Valadares, Montes Claros, Teófilo Otoni, Patos de Minas, Uberaba e Uberlândia.

A caravana é formada por uma equipe de 15 pessoas, entre técnicos da área de saúde, lideranças comunitárias e profissionais com experiência em trabalhos voltados para a mulher. A capacitação foi acompanhada pela SES e pelo Unicef, instituição que também desenvolve ações em parceiras com o Governo de Minas no combate à mortalidade infantil e materna no Norte e Nordeste do Estado.

Mães de Minas

Em 2003, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais implantou a Rede Viva Vida, que reúne uma série de medidas com a finalidade de oferecer atenção integral às mulheres e crianças e, também, reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna neste Estado.

Para o ano de 2012, foi estruturado o Programa Mães de Minas, que é um recorte da rede Viva Vida de Atenção Integral à Saúde da Mulher e da Criança e, como tal, deverá estimular um processo de mobilização social que contemple monitoramento e acompanhamento das mães e de seus filhos até um ano de idade, pelo sistema telefônico. Esse processo deverá envolver Estado e sociedade civil para reunir esforços com vistas à redução da mortalidade infantil e materna.

Serviço 155

Para ser acompanhada e garantir uma gravidez saudável, a gestante assistida pela rede pública e particular deve ligar para o call center 155 e se cadastrar no Sistema de Identificação da Gravidez. Já foram cadastradas 9996 gestantes e mães, em 647 municípios mineiros. Feito o cadastro, as mulheres passam a ser acompanhadas.

A equipe de atendentes é formada por avós e mães treinadas para oferecer atendimento humanizado. Elas checam se a gestante foi à consulta agendada; ligam para saber sobre o parecer médico e resultado de exames, se foram diagnosticadas com gravidez de alto risco.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/caravana-maes-de-minas-mobiliza-populacao-da-zona-da-mata/

Gestão da Saúde: vacinação contra a Influenza começa dia 5 de maio em todo o Estado

A meta é imunizar 80% do público alvo, o que representa 2.522.623 milhões de mineiros

André Btant/SES-MG
A meta é, durante as três semanas da campanha, imunizar 80% do público alvo
A meta é, durante as três semanas da campanha, imunizar 80% do público alvo

Começa no dia 5 de maio e se estende até o dia 25 a campanha de vacinação contra a Influenza. Trata-se de uma vacina trivalente, que protege contra três vírus diferentes, incluindo gripe sazonal e Influenza A H1N1.

Em todo o Estado, serão imunizados idosos, gestantes, crianças com idade entre seis meses e dois anos, trabalhadores da área de saúde e indígenas que vivem em aldeias. Este ano, ainda irá receber a vacina, a população carcerária. A meta é, durante as três semanas da campanha, imunizar 80% do público alvo, o que representa 2.522.623 milhões de mineiros.

“Nosso objetivo é proteger a parcela da população que corre mais risco de ter a doença na forma mais grave. Com isso, vamos evitar as internações e, principalmente, a mortalidade em virtude da doença. A meta é vacinar pelo menos até 80% da população alvo”, afirma a coordenadora Estadual de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Tânia Brant.

Com o slogan “Proteger é Cuidar”, a campanha envolverá cerca de 13 mil profissionais de saúde em Minas Gerais. Haverá ainda 5.500 postos fixos e volantes, além de 1.525 veículos. Foram investidos R$ 2.696.972,91, sendo R$ 804.960,51 provenientes do tesouro estadual. Outros R$ 1.891.967,40 serão repassados aos Fundos Municipais de Saúde para operacionalização da campanha.

A vacina contra a influenza é composta por diferentes cepas do vírus Myxovirus influenza e inativados, fragmentados e purificados. A composição e concentração das substâncias que compõem a vacina são atualizadas a cada ano, levando em consideração os dados epidemiológicos e as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A vacina é contra indicada para pessoas que têm alergia grave a ovo de galinha e a seus derivados, bem como para aquelas que apresentaram reações anafiláticas graves a doses anteriores. “A contraindicação é válida somente nos casos de alergia grave. Ou seja, são aquelas pessoas que não podem comer sequer alimentos feitos que levem ovo”, explica Tânia.

Além disso, pessoas que estiverem com doenças agudas febris moderadas ou graves devem adiar a vacinação até o desaparecimento dos sintomas.

Doença

Os sintomas da Influenza Sazonal e da H1N1 costumam ser parecidos, sendo  que as duas são caracterizadas por febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações e coriza (nariz escorrendo). Elas, no entanto, são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza.

A Influenza ou Gripe A (H1N1) é uma doença respiratória aguda, altamente contagiosa de pessoa para pessoa, causada por um novo subtipo do vírus Influenza, que teve origem na recombinação genética do vírus de origem suína, humana e provavelmente aviária.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/vacinacao-contra-a-influenza-comeca-dia-5-de-maio-em-todo-o-estado/

Governo de Minas: Fapemig realizará Oficina de Prioridades de Pesquisa do Edital PPSUS Redes

Comunidade científica poderá contribuir para a definição dos cinco temas prioritários

Uma edição especial do Edital PPSUS, que será lançado em breve e contemplará a área de Gestão em Saúde, receberá R$ 8 milhões. A comunidade científica poderá contribuir para a definição dos cinco temas prioritários. Para isso, será organizada nesta sexta-feira (27) a Oficina de Prioridades de Pesquisa – Edital PPSUS Redes, promovida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e o Ministério da Saúde. O evento acontece, a partir das 9h, no auditório Carlos Ribeiro Diniz, rua Raul Pompéia, 101, bairro São Pedro, Belo Horizonte.

Durante todo o evento os pesquisadores terão a oportunidade de debater com as equipes técnicas das três instituições e contribuir para a definição das linhas de pesquisas do edital PPSUS Redes. Além disso, será ministrada a palestra: “Desafios do SUS em Minas gerais: uma visão a luz dos instrumentos de gestão e da legislação vigente.”

O programa

O PPSUS é um programa de incentivo à pesquisa, viabilizado por meio da parceria entre instâncias estaduais e federais de saúde e de ciência e tecnologia. O seu principal objetivo é financiar pesquisas referentes a temas considerados como prioridades para a saúde, cujas estratégias desenvolvidas sejam capazes de dar resposta aos principais problemas de saúde da população que necessitam do conhecimento científico para sua resolução.

A cada dois anos, um edital é lançado no Estado para financiamento de pesquisas conforme a temática definida para aquele período. Para o ano de 2012, foi definida a temática: Redes de Atenção à Saúde.

Serviço:

Oficina de Prioridade Científica

Data: 27/04/2012

Local: Auditório Carlos Ribeiro Diniz, Rua Raul Pompéia, 101, São Pedro, Belo Horizonte.

Informações e confirmação de presença (31) 3280 2102 / (31) 3916 0684

flaviafaria@fapemig.br / helton.barros@saude.mg.gov.br

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fapemig-realizara-oficina-de-prioridades-de-pesquisa-do-edital-ppsus-redes/

Gestão da Saúde: Tumiritinga encerra ações da Força Tarefa de combate à dengue

Os moradores da cidade puderam trocar materiais recicláveis que podem servir de focos para o mosquito por materiais escolares

Fotos: Frederico Bussinger
953 pneus foram recolhidos pela Força Tarefa em Tumiritinga
953 pneus foram recolhidos pela Força Tarefa em Tumiritinga

A Força Tarefa de combate à dengue esteve entre os dias 16 e 20 de abril, em Tumiritinga, município que pertence à Regional de Saúde de Governador Valadares. A equipe da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) atuou em parceria com a prefeitura no controle vetorial para a  eliminação de criadouros do mosquito nas residências. Também desenvolveram ações de mobilização social, através do Dengue Móvel que promoveu a troca de material escolar como lápis, borracha e caderno por materiais recicláveis, garrafa pet, lata e pneu.

A estratégia faz parte do Programa Estadual de Controle Permanente da Dengue do Governo de Minas, cujo objetivo é a diminuição do risco de epidemias em municípios com maior índice de infestação e notificação, somando força aos agentes municipais e mobilizando a população sobre a necessidade de evitar a doença.

O prefeito de Tumiritinga, Luiz Denis Alves Temponi, destacou a atuação conjunta entre estado e município no combate à dengue. “Esta parceria da Força Tarefa com os agentes municipais foi muito importante na mobilização dos moradores. A ação executada em várias frentes proporciona um resultado melhor”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Maicon José Francisco Gonçalves, endossou as palavras do prefeito, acrescentando que “a conscientização e ação foram fundamentais para dar uma sacudida nos moradores, contribuindo para diminuir os  possíveis focos do mosquito da Dengue”, analisou.

Antes de Tumiritinga, as equipes atuaram  no Vale do Rio Doce, nos  municípios de Governador Valadares, Aimorés, Sobrália, Fernandes Tourinho, Engenheiro Caldas e São José da Safira.

A moradora Ana Helena Ferreira dos Santos compareceu para a troca com centenas de garrafas pet. “Foi ótimo essa idéia da troca porque fiz uma limpeza  geral nos fundos da minha casa e pude levar material escolar para minha família”, frisou.

O farmacêutico e  dono de uma drogaria do centro do município, Jacinto José Sales prontamente autorizou a afixação em seu estabelecimento de um cartaz da campanha contra a Dengue “Apoio este trabalho porque conscientiza e envolve todas as pessoas na luta  contra o mosquito”, comentou.

Balanço

No município foram recolhidas 10.2540 garrafas pet, 8.627 latas e 953 pneus que foram trocados por 8.640 lápis, 6.000 borrachas e 1.521 cadernos.

Todo o lixo recolhido pelo Dengue Móvel em Tumiritinga foi encaminhado para ecopontos em Governador Valadares. No caso dos pneus, o destino foi o Galpão  da Companhia de Armazéns e Silos de Minas Gerais (CASEMG) e as garrafas pet, latas e vasilhas plásticas para a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Natureza Viva (ASCANAVI).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/tumiritinga-encerra-acoes-da-forca-tarefa-de-combate-a-dengue/