Gestão da Educação: Fórum de educadores avalia o panorama do ensino médio noturno no país

Grupo de trabalho formado para discutir e planejar ações para o ensino médio noturno se reúne em Brasília

Os coordenadores do ensino médio nos estados brasileiros e Distrito Federal estão reunidos em Brasília, nesta sexta-feira (11), para uma apresentação das ações desenvolvidas em cada estado com foco no ensino médio noturno. Os educadores compõem o grupo de trabalho criado pelo Ministério da Educação para planejar ações com foco nesse nível de escolaridade. Formado no ‘Fórum Técnico de Ensino Médio’, realizado em abril. A representante da região sudeste é a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, Audrey Regina Carvalho Oliveira.

“Nós, coordenadores do ensino médio na região sudeste do Brasil, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, faremos uma apresentação das ações desenvolvidas em nossos estados que têm sido bem sucedidas”, adianta Audrey Regina.

Discutir para aprimorar

A ideia do grupo de trabalho é que ao final do ano seja feito um relatório com as ações e os encaminhamentos voltados para o ensino médio no noturno. Essas medidas integram o ‘Ensino Médio Inovador’, programa do Ministério da Educação, que busca fortalecer o desenvolvimento de propostas curriculares inovadoras nas escolas de ensino médio, como a capacitação de educadores. Minas Gerais fará adesão ao projeto em 2013 e ele será complementar às ações desenvolvidas pelo Estado como foco no ensino médio.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/forum-de-educadores-avalia-o-panorama-do-ensino-medio-noturno-no-pais/

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Gestão da Educação: escola em Juiz de Fora lança campanha “Tolerância urgente: respeite o diferente”

Palestras, apresentações de trabalhos e discussões em sala de aula incentivam os alunos a respeitar o próximo

divulgação SEE
Monitores ajudam a a boa convivência na hora do recreio
Monitores ajudam a a boa convivência na hora do recreio

Tolerância, esse é o tema trabalhado por alunos, professores e funcionários da Escola Estadual Bernardo Mascarenhas em Juiz de Fora, Zona da Mata. A escola que é vinculada a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, lançou a campanha “Tolerância urgente: respeite o diferente”, que foca na necessidade de respeitar o próximo e suas diferenças. Diversas atividades sobre o tema estão sendo realizadas na primeira quinzena deste mês.

“No dia-a-dia percebemos a banalização da vida, em que atos fúteis acabam em ações violentas, simplesmente pela falta de tolerância das pessoas. Com base nessas observações e, em conversa com a direção da escola, pensamos em montar um projeto sobre o tema”, explica a supervisora da escola, Tânia Aparecida Moreira.

O programa de atividades da campanha inclui palestras sobre as diferentes culturas, a discriminação racial, a opção sexual, o deficiente visual, físico e auditivo, o idoso e o soro positivo que são conduzidas por especialistas e profissionais no assunto. Após as palestras, alunos e professores continuam as discussões em sala, com a produção de textos, cartazes e desenhos que serão expostos no encerramento da campanha. A exposição será aberta a toda a comunidade.

O projeto ganhou a adesão de parceiros como a prefeitura municipal, defensores e estudiosos dos temas transformando assim, o ‘Tolerância urgente: respeite o diferente’ em uma campanha na cidade. “Quando começamos a desenvolver o projeto ganhamos a simpatia da prefeitura e de parceiros. Sabemos que tudo começa pela escola, nós somos os grandes responsáveis pela mudança. É um trabalho de formiguinha, mas se cada um fizer a sua parte seremos um batalhão. É uma semente que vai inchando até germinar”, avalia Tânia Aparecida.

Para Paula da Silva Oliveira, estudante do 9º ano do ensino fundamental, a campanha é uma forma de motivar a mudança de hábitos entre as pessoas. “Tanto na escola, como na rua, há muitas pessoas diferentes convivendo. Muitas vezes julgamos as pessoas pela aparência e não pelo o que ela é, e o projeto ajuda a valorizar a pessoa pelo o que ela é”, lembra.

De estudante para estudante

Saber respeitar e conviver com as diferenças não é o único gesto de cidadania que uma pessoa pode exercer. A Escola Estadual Bernardo Mascarenhas, também promove outro projeto chamado ‘Representante de Turma e Monitor da Escola 2012’. Por meio dessa ação, os alunos elegem os colegas que vão auxiliar no monitoramento do recreio, na representação das turmas em eventos internos e externos e na liderança frente à turma.

Para a supervisora da escola, a ideia de colocar estudantes para orientar os colegas na adoção de boas práticas dentro do ambiente escolar tem apresentando bons resultados. “Mensalmente fazemos um lanche com todos os representantes para conversar e avaliar as ações do projeto. Percebo que os nossos representantes estão satisfeitos com isso. Eles falam a linguagem dos outros alunos, então, a comunicação fica muito mais fácil. Com o projeto deixamos de ter desentendimentos entre os alunos no recreio”, ressalta a professora.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/escola-em-juiz-de-fora-lanca-campanha-tolerancia-urgente-respeite-o-diferente/

Gestão da Educação: fórum Técnico de Ensino Médio elege Minas para representar o Sudeste em grupo de trabalho

Representantes das cinco regiões brasileiras discutem melhoras na qualidade do ensino médio noturno

SEE / Divulgação
Audrey Regina Carvalho Oliveira é a representante da região sudeste em grupo de trabalho para melhora do ensino médio noturno
Audrey Regina Carvalho Oliveira é a representante da região sudeste em grupo de trabalho para melhora do ensino médio noturno

Para aprimorar a qualidade de ensino dos alunos do período noturno do ensino médio, o Ministério de Educação, criou um grupo de trabalho composto por educadores que lecionam para estes adolescentes nas cinco regiões do Brasil. Na região Sudeste, a representante eleita durante o “Fórum Técnico de Ensino Médio”, realizado em Brasília, é a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE), Audrey Regina Carvalho Oliveira.

Segundo a superintendente, é necessário haver um Fórum Nacional para o estudo do ensino médio noturno. “Por esse motivo, foi instituído um grupo de trabalho. A nossa primeira reunião será em maio. Depois teremos outros encontros para fazer um diagnóstico, debater as ações, contribuir com nossos relatos de experiências desenvolvidas e propor medidas para a qualidade de ensino no atendimento desses estudantes”, explica Audrey Oliveira.

A ideia é que no final do ano seja feito um relatório com as ações e os encaminhamentos voltados para o ensino médio no noturno, resultantes do Fórum. Essas medidas integram o ‘Ensino Médio Inovador’, do Ministério da Educação, que tem como objetivo fortalecer o desenvolvimento de propostas curriculares inovadoras nas escolas de ensino médio, como a capacitação de educadores. Minas Gerais fará adesão ao projeto em 2013 que será complementar às ações desenvolvidas pelo Estado como foco no ensino médio.

Exemplo mineiro

No Estado, estudantes desse nível de escolaridade contam com o ‘Reinventando o Ensino Médio’, projeto desenvolvido pela SEE em 11 escolas da região Norte de Belo Horizonte. O projeto começou em 2012 e a expectativa é ampliar para 120 escolas no próximo ano. No ‘Reinventando o Ensino Médio’, o foco está em tornar o currículo mais completo e atrativo, além de gerar competências e habilidades focadas na empregabilidade.

“Essas ações que desenvolvemos com os alunos do ensino médio, inclusive do noturno, serão apresentadas na reunião de maio e acredito que serão contempladas e muito bem aproveitadas pelo grupo de estudos”, avalia a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio da SEE.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/forum-tecnico-de-ensino-medio-elege-minas-para-representar-o-sudeste-em-grupo-de-trabalho/

Gestão Antonio Anastasia: Folha de São Paulo e Agência Brasil mostram que Minas paga um dos melhores salários do país para professores

Agência de notícias do Governo Federal revela que salário inicial pago a profissionais do magistério no Estado é o segundo maior entre as 27 unidades da Federação

Mesmo após o MEC reajustar em 22% o valor do piso salarial nacional da educação básica – que passou de R$ 1.187,00 para R$ 1.451,00, para uma jornada de 40 horas semanais – Minas Gerais é o Estado que paga o segundo melhor salário para professores no país.

É o que revela levantamento divulgado nessa quinta-feira (8) pela Agência Brasil, a agência de notícias do Governo Federal. A pesquisa ganhou destaque nos principais órgãos de imprensa do país.

De acordo como o levantamento, que foi feito a partir de informações repassadas pelas secretarias estaduais de Educação das 27 unidades da Federação, o Governo de Minas paga uma remuneração inicial equivalente a R$ 2.200,00 aos professores da rede pública estadual, se considerada a proporcionalidade para a jornada de 40 horas semanais prevista na lei do piso nacional.

No ranking divulgado pela Agência Brasil, Minas fica atrás apenas do Distrito Federal, onde a remuneração inicial dos professores é de R$ 2.134,00 para jornada de 40 horas semanais (Veja tabela).

Na última segunda-feira (5), outro levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo já tinha destacado Minas Gerais como um dos estados brasileiros que paga melhores salários aos professores da educação básica.

Modelo unificado viabiliza reajuste de 5% em abril

Importante ressaltar que, atualmente, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE) só recruta professores com nível superior de escolaridade. O salário inicial desses professores é de R$ 1.320,00 para uma jornada semanal de 24 horas semanais. Aplicada a proporcionalidade para a jornada de 40 horas semanais, este valor corresponde a R$ 2.200,00, conforme divulgou a Agência Brasil. Trata-se, portanto, de uma remuneração 52% superior ao piso nacional estabelecido e já reajustado pelo MEC, que é de R$ 1.451,00.

Além disso, no próximo mês de abril, todos os profissionais da Educação de Minas Gerais terão um reajuste de 5% em seus salários, conforme estabelecido no projeto que instituiu o modelo unificado de remuneração dos professores e que entrou em vigor em janeiro deste ano. Com este reajuste, os professores de Minas Gerais terão salários praticamente idênticos aos do Distrito Federal, primeiro colocado no ranking de remuneração.

Gestão Anastasia: concurso público da educação movimentou escolas e candidatos em todas as regiões de Minas

Busca pela estabilidade está entre os principais motivos apontados pelos candidatos às 21 mil vagas. Índice de participação foi de quase 90%
Divulgação/SEE
Concurso público da educação movimentou escolas e candidatos em Minas
Concurso público da educação movimentou escolas e candidatos em Minas

O domingo foi sinônimo de compromisso para os quase 263 mil candidatos que concorrem a uma vaga no concurso público da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Nas 49 cidades mineiras nas quais as provas foram aplicadas, candidatos empunharam suas canetas para responder as 60 questões de prova e tentar obter o melhor resultado possível.

Na busca pela vaga, houve quem aproveitou até os últimos momentos anteriores à prova para relembrar o conteúdo. Foi o caso de Fernanda Rocha Moreira, que fez prova na Escola Estadual Maurício Murgel, no bairro Nova Suiça, em Belo Horizonte, e levou a apostila para resolver alguns exercícios antes da prova.

“Para me sair bem na prova vale dar uma passada no conteúdo até o último minuto”, afirma a candidata. Professora designada em uma escola estadual de presídio, em Ribeirão das Neves, Fernanda busca a vaga para garantir estabilidade. “Gosto muito da área de educação, desde pequena eu demonstro vocação. Minha experiência na escola de presídio está sendo muito gratificante para minha vida profissional e quero poder ingressar na carreira para ter estabilidade e tranquilidade para trabalhar”. Ela concorre a uma vaga como professora de Biologia e fez sua prova no período da tarde deste domingo.

Pela manhã, foram aplicadas provas para os cargos de Professor Educação Básica – Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Assistente Técnico Educacional e Assistente Técnico de Educação Básica. Júlia de Fátima Carvalho fez a prova para assistente e saiu do local de provas animada com o seu desempenho.

“A prova estava dentro do que eu esperava. Eu trabalho como designada e já participo do dia a dia da educação e as questões abordaram coisas que eu uso no trabalho”, explica. “Gosto muito da área em que eu atuo e espero passar para poder contar com a estabilidade do cargo público”, completa Júlia.

José Carlos Lúcio Filho também fez a prova para o cargo de Assistente Técnico de Educação Básica. Ele já trabalha na secretaria da Escola Estadual José Miguel Nascimento, no bairro das Indústrias, e quer se efetivar na educação estadual. Segundo ele, algumas questões de Matemática estavam difíceis, mas o saldo da prova foi positivo.

“A parte de Matemática me complicou um pouco, pois eu estou meio enferrujado, mas acho que fui bem na prova. Fiquei bem tranquilo e acho que tive um bom desempenho. Agora é só aguardar o resultado”, afirma.

Das 21.377 vagas disponíveis no concurso público da Secretaria de Educação, a maioria delas é destinada aos cargos de professores do ensino fundamental e médio. São 13.993 oportunidades oferecidas, que atrairam mais de 50% dos inscritos, ou 140.624 candidatos. Renata Aparecida Ferreira Barbosa tentou uma vaga para professora dos anos iniciais do ensino fundamental. Formada em pedagogia, Renata estudou por conta própria e garante que não encontrou dificuldades na prova.

“Os conteúdos de Português e Matemática estavam fáceis. Se eu perdi alguma coisa na nota foi na parte de legislação”, conta. “Um dos motivos que me levou a escolher o concurso foi a minha vocação. Lecionar é o que eu mais gosto de fazer. Tenho uma tia e uma prima que também vão tentar o concurso, então é uma coisa de família. Sem o professor não há formação de uma sociedade pensante e eu quero passar para exercer minha vocação”, completa.

Diego Lima Barros Silva é outro candidato que não tem experiência na rede estadual. Formado há pouco mais de um ano, Diego concorre há vagas para professor de Geografia. Atualmente, ele leciona na rede particular, em Belo Horizonte, e quer ingressar na rede estadual também para retribuir a educação que recebeu nos tempos de estudante.

“O que mais me atraiu foi a possibilidade profissional. Eu formei, estou dando aula meio horário e quero completar essa carga dando aula no Estado. Além disso, eu sempre penso muito em contribuir. Eu sempre estudei em escola pública e quero contribuir para a melhoria do ensino público”, explica.

Diego fez prova na tarde deste domingo, na Escola Estadual Professor Leon Renault, no bairro Gameleira, em Belo Horizonte, assim como os candidatos a vagas nas carreiras de Professor Educação Básica (Arte/Artes, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia,História, Língua Estrangeira Moderna -Espanhol, Língua Estrangeira Moderna-Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química, Sociologia); Analista Educacional; Analista Educacional – Inspeção Escolar; Especialista em Educação Básica – Orientação Educacional; e Especialista em Educação Básica – Supervisão Pedagógica, que também fizeeram provas na parte da tarde.

90% de participação

No período da manhã de domingo, 128.931 estavam sendo aguardados para as provas do concurso público da Educação e a participação foi de quase 90%. Estiveram presentes 111.861 candidatos, o que equivale a um percentual de participação de 86,76%. O número de candidatos ausentes é de 17.070, ou 13,24% do total. Já nas provas para professores dos Colégios Tirantes, que integram a rede estadual de ensino, mas são administrados pela Polícia Militar, eram esperados 23.250 mil candidatos e o índice de presença foi de 67,71%, o que equivale a 15.742 presentes.

As cidades nas quais as provas foram aplicadas são os municípios-sede das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). A exceção ficou por conta da SRE de Nova Era, que, além da cidade sede, também tem como locais de prova os municípios de Itabira e João Monlevade. No caso das Metropolitanas A, B e C, da Região Metropolitana de Belo Horizonte, as provas foram aplicadas na capital.

Divididas entre os turnos da manhã e tarde, de acordo com os cargos, as provas foram aplicadas em quase 600 locais de provas em Minas Gerais. No turno da manhã, foram 305 locais de prova com o acompanhamento de 9.328 fiscais. Já no período da tarde, foram 9.459 fiscais para 294 locais de aplicação. As provas foram aplicadas em escolas estaduais, municipais e instituições de ensino técnico e superior. O concurso foi aplicado pela Fundação Carlos Chagas e coordenado pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag).

Os candidatos inscritos fizeram provas com 60 questões, sendo 20 de conhecimentos gerais e 40, por conhecimentos específicos. Será considerado aprovado na primeira etapa o candidato que obtiver o mínimo de 50% de acertos nas questões de conhecimentos gerais e 50% nas questões de conhecimentos específicos. Será divulgado no endereço eletrônico www.concursosfcc.com.br, no primeiro dia útil após a aplicação da prova objetiva, a data da divulgação dos gabaritos.

O resultado final da prova objetiva, assim como a lista de classificação dos candidatos aprovados, será divulgado no Diário Oficial dos Poderes do Estado, após o julgamento de eventuais recursos interpostos contra as questões das provas e gabaritos preliminares. A segunda etapa do concurso é de caráter eliminatório e será destinada a avaliação de títulos.

Concorrência acirrada

A média de candidatos por vagas no concurso é de 12,3. O cargo que registrou o maior número de inscritos no concurso público foi o de Assistente Técnico de Educação Básica, que irá cumprir a função de apoio técnico nas escolas estaduais. Foram 60.279 candidatos inscritos para concorrera uma das 4.401 vagas.

A concorrência, contudo, é maior no cargo de Analista Educacional. Foram 29.181 para uma das 378 vagas, uma média de 77 candidatos por vagas. Já entre os professores a maior procura é registrada no cargo de professor dos anos iniciais do ensino fundamental. Foram quase 59 mil inscritos para uma das 3.551 vagas.

Fonte: Agência Minas