Governo de Minas: Secretaria de Cultura realiza eleição presencial para o Conselho Estadual de Política Cultural

Integrantes do setor elegeram seus representantes no Consec

Osvaldo Afonso / Imprensa MG
Votação ocorreu nesta segunda-feira na Cidade Administrativa
Votação ocorreu nesta segunda-feira na Cidade Administrativa

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) realizou nesta terça-feira (17), na Cidade Administrativa, a eleição presencial para a escolha dos representantes da sociedade civil que vão compor o Conselho Estadual de Política Cultural (CONSEC). Participaram os eleitores indicados pelas entidades civis que fizeram cadastramento prévio junto à SEC e que apresentaram documentação de acordo com as exigências do Edital de Convocação. O resultado será divulgado no dia 23 de abril, com a totalização dos votos enviados por entidades do interior.

A eleição ocorreu nos 8º e 9º andares do prédio Gerais com absoluta tranqüilidade. Com o apoio do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), a votação foi realizada por meio de 11 urnas eletrônicas, uma para cada seguimento que terá representação do conselho.

Muita gente optou por comparecer logo no início do horário de votação. Foi o caso de Rosalba Lopes, representante do Instituto Inhotim. Ela destacou a importância da criação do Conselho e da participação da sociedade na eleição dos integrantes. “A importância principal desse Conselho está vinculada à presença da sociedade civil nas decisões da cultura. Essa abertura indica uma tentativa de democratizar esse campo no Estado”, considerou.

O presidente do Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Simparc-MG), Rômulo Duque, considera essa eleição uma vitória histórica da classe artística. “São quase trinta anos de uma reivindicação do setor cultural que se realiza hoje. O Conselho Estadual de Política Cultural é um instrumento que nos permite participar lado a lado com o Governo de Minas na elaboração de uma política pública de Cultura”, comemorou.

Bete Arenq, da Associação Será Quê Cultural, destacou o fato de o Conselho ser composto por representantes de entidades que estão atuando no cenário cultural. “Por haver em sua composição pessoas do meio artístico, tem uma possibilidade maior de que as políticas culturais estejam de acordo com as demandas da classe. É importante ter pessoas conversando e interagindo com o governo sobre as demandas da área cultural”, destacou.

Interior

A votação de ontem foi presencial, no entanto, representantes das entidades do interior que não tiveram condições de se deslocar para a Cidade Administrativa puderam votar por carta.

Paulo Henrique Valadares Neves, representante da Associação Fundamental Cidade Feliz, preferiu se deslocar de Sabará para escolher o representante do setor de produção cultural. Ele destacou a ação da SEC no incentivo à participação das entidades do interior no Conselho. “O que acho bastante interessante é a questão da interiorização. Minas Gerais é um estado muito grande e cada região tem uma particularidade cultural que difere da outra. A existência de um Conselho como possibilidade para a sociedade participar de forma mais ativa das decisões que o governo precisa tomar poderá beneficiar e valorizar muitas regiões”, analisa.

Após a apuração dos votos, a Comissão Eleitoral do Consec vai elaborar as listas tríplices de cada segmento, compostas pelos três primeiros colocados em cada votação. Em seguida, a Secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, encaminha essas listas ao governador do Estado, Antonio Anastasia, que designará e nomeará os membros da sociedade civil que irão compor o Conselho Estadual de Política Cultural.

O Consec

O Conselho Estadual de Política Cultural representa o empenho do Governo de Minas para modernizar a administração pública estadual. Entre as diversas atribuições do Consec estão auxiliar a Secretaria de Estado de Cultura na elaboração do Plano Estadual de Cultura, bem como manifestar-se a respeito de programas e projetos de incentivo a artistas e demais representantes do setor cultural, da gestão de acervos culturais, de campanhas de divulgação, conscientização e defesa do patrimônio cultural, entre outras funções.

Também compete ao Consec manter instâncias de discussão com as associações representativas de artistas e produtores culturais, contribuir para integração entre os órgãos públicos e entidades da iniciativa privada do setor cultural, bem como elaborar seu regimento interno e respectivas alterações. O conselho é composto por 11 representantes do Poder Público e 11 representantes da sociedade civil organizada, e será presidido pela SEC-MG.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-cultura-realiza-eleicao-presencial-para-o-conselho-estadual-de-politica-cultural/

Gestão da Educação: em Minas, primeiro contato com mercado de trabalho ocorre já no ensino médio

Em 2011, Minas Gerais foi o segundo Estado que mais contratou menores e jovens aprendizes no país

Divulgação/Sete
Durante a audiência na Assembleia, o secretário Carlos Pimenta ressaltou a relevância do debate
Durante a audiência na Assembleia, o secretário Carlos Pimenta ressaltou a relevância do debate

O secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, e o coordenador do Observatório do Trabalho da Sete, Igor Coura, participaram de uma audiência pública, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que teve como objetivo a discussão da inclusão do estágio na grade curricular do ensino médio da rede pública de educação e a inserção dos estudantes no mercado de trabalho. O autor do requerimento desta discussão, realizada pela Comissão do Trabalho, da Providência e da Ação Social da Assembleia, foi o deputado estadual Doutor Viana. A sessão foi presidida pela deputada Rosângela Reis.

Durante a audiência, o secretário Carlos Pimenta ressaltou a relevância do debate. “Essa é uma temática de suma importância para ser discutida, pois trata dos nossos jovens, do mercado de trabalho e do desenvolvimento do Estado. A taxa de desemprego entre os jovens não é satisfatória, bem como o rendimento e o tempo médio que eles ficam em uma empresa. Todos esses dados são inferiores quando comparados aos números gerais. Temos que mudar esse cenário, e, para isso, o Governo de Minas desenvolve várias ações voltadas para esse público”, destacou. “A inserção do estágio na grade curricular do ensino médio é um desafio necessário, pois o mercado de trabalho é dinâmico e exigente. Esse primeiro contato com o mercado, por meio do estágio, pode abrir muitas portas”, completou o secretário.

Igor Coura apresentou os dados sobre desemprego e ocupação dos jovens, com idade entre 16 e 29 anos, no mercado de trabalho e destacou as principais ações do Governo de Minas voltadas para as pessoas desta faixa etária, como o ProJovem Trabalhador, da Sete; o Programa de Educação Profissional (PEP) e o Reinventando o Ensino Médio, da Secretaria de Estado de Educação (SEE); o Poupança Jovem, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese); o PlugMinas, da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Secretaria de Estado de Esportes e Juventude (Seej); e o Aliança pela Vida, que têm ações coordenadas pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) e envolve diversos outros órgãos do Estado.

Destaque nacional

Minas Gerais foi o segundo Estado que mais contratou menores e jovens aprendizes no ano de 2011. Foram 32 mil admitidos. Configura-se como menor ou jovem aprendiz cidadãos com idade entre 14 e 24 anos que estejam matriculados, seja no ensino fundamental, médio ou algum outro curso de aprendizagem. Já em relação aos jovens que ingressaram no mercado de trabalho em seu primeiro emprego, o Estado admitiu cerca de 270 mil. O setor que mais contratou esse público foi o comércio, com 76.106 contratações, seguido pelo de serviços (70.510); indústria da transformação (66.673); construção civil (37.162).

De acordo com dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios (PAD), da Fundação João Pinheiro, a taxa de desocupação entre os jovens, com idade entre 16 e 29 anos, no ano de 2009 (ano que foi realizada a última pesquisa com esse foco), foi de 12,8%, muito acima do índice de desemprego total apresentado no período que foi de 8%.

Já em relação ao rendimento desses jovens, pesquisa mais recente, divulgada pelo Ministério do Trabalho, por meio Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), em 2011, aponta que o valor médio pago por hora é de R$3,80, enquanto a média geral é de R$4,90.  A mesma pesquisa aponta que o tempo médio que os jovens ficam em determinada empresa é de 8,9 meses. Já o dado do mercado em geral é de 15 meses.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/em-minas-primeiro-contato-com-mercado-de-trabalho-ocorre-ja-no-ensino-medio/

Governo Anastasia: gestores de Juventude de Curitiba e de Alagoas vêm a Minas conhecer programas

Visita teve como objetivo conhecer de perto as ações desenvolvidas pelo Governo de Minas

Leonardo Távora
Representantes de outros estados estão em Minas para conhecer programas voltados para a juventude no Estado
Representantes de outros estados estão em Minas para conhecer programas voltados para a juventude no Estado

secretário de Estado de Esportes e da Juventude, Braulio Braz, juntamente com o secretário-adjunto da Pasta, Rogério Romero, e os subsecretários de Esportes, Adenilson Sousa, e da Juventude, Gabriel Azevedo, receberam nesta quinta-feira (22) o secretário municipal de Esportes, Lazer e Juventude de Curitiba (PR), Marcello Richa, e o Superintendente da Juventude de Alagoas, Leonel Teotônio.

O objetivo foi conhecer de perto os programas e as ações desenvolvidos pelo Governo de Minas nas áreas de esporte e juventude e estudar a possibilidade de implantá-las em seus respectivos estados. “Reconheço o pioneirismo e a iniciativa deste Governo e, por isso, assim que assumi minha gestão na prefeitura de Curitiba, vim a este Estado conhecer as experiências exitosas aqui adotadas. Nos sentimos tão interessados, que agora retornamos com técnicos da área para conhecer a dinâmica de funcionamento do programa Plug Minas”, disse o secretário de Juventude de Curitiba.

“Para o secretário Braulio Braz, ser referência em políticas públicas de juventude e despertar o interesses destes estados é uma importante sinalização de que estamos no caminho certo. Minas é mais uma vez vanguardista e tem trabalhado de maneira contínua para melhorar a vida de seus cidadãos”, declarou o secretário.

Os representantes dos dois estados continuaram a agenda, com audiência no gabinete do governador Antonio Anastasia e visita às instalações do Plug Minas– Centro de Formação e Experimentação Digital. Inaugurado em junho de 2009, beneficia jovens de 14 a 24 anos que estudam ou se formaram em escolas públicas de Belo Horizonte e Região Metropolitana. Foi criado pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Secretaria de Estado de Esportes e Juventude, e a gestão do projeto é feita pela OSCIP Instituto Cultural Sérgio Magnani.

No programa, os jovens participam de atividades nas áreas da cultura digital, arte, empreendedorismo e idiomas. A ideia do projeto é ajudar o jovem a construir um caminho colocando em prática o seu direito à educação e à participação.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/gestores-de-juventude-de-curitiba-e-de-alagoas-vem-a-minas-conhecer-programas/

Governo de Minas: novos instrumentos beneficiam 11 bandas da região do Campo das Vertentes

Governo de Minas entregou em todo o Estado 802 instrumentos a 126 corporações musicais

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), entregou 802 instrumentos de sopro, metal e percussão a 126 corporações musicais contempladas por meio do Edital 2011 do programa “Bandas de Minas”. Na região do Campo das Vertentes, 11 bandas foram beneficiadas, com a entrega de 71 instrumentos musicais.

Além da doação de instrumentos musicais, o Programa Bandas de Minas vai realizar cursos/oficinas de capacitação e aperfeiçoamento artístico e o lançamento de um CD, que será gravado com a participação de bandas agraciadas nesta edição.

As bandas civis representam uma instância de valorização da cultura popular e contam com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, por meio de convênio com a Codemig, que garante a doação de instrumentos musicais e a democratização do acesso a diferentes repertórios.

Novidade

Uma das mudanças implementadas em 2011 foi a criação de um edital específico para o programa. Segundo a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, este é um mecanismo que favorece o relacionamento institucional entre os grupos e a secretaria, estimula o cadastramento das bandas, democratiza o processo de seleção, entre outros benefícios. “A criação do edital foi uma maneira de estabelecer um relacionamento formal entre essas corporações e a Secretaria de Estado de Cultura, para detectarmos o número de bandas existentes em Minas, se elas estão ou não ativas, e se representam instituições jurídicas ou não”, explica.

Nesta edição, o programa recebeu 350 projetos de 323 municípios mineiros. De acordo com Eliane Parreiras, o sucesso do número de inscrições ocorreu graças ao estreito diálogo entre a SEC e as corporações musicais. “A equipe técnica da secretaria realizou um atendimento minucioso, auxiliando desde a emissão de documentos e certidões, até no esclarecimento de dúvidas sobre registros”, comenta. “O processo foi extremamente democrático, justamente por levar em conta as limitações de cada corporação, bastando a elas apenas estarem devidamente legalizadas junto à secretaria”, completa.

Investimento crescente

Minas Gerais é um dos estados brasileiros que abriga o maior número de corporações musicais e, a cada ano, novas instituições participam do programa. Das cerca de 800 bandas civis distribuídas pelo território mineiro, 753 estão cadastradas na Secretaria de Estado de Cultura, sendo que 537 delas já foram beneficiadas com a entrega de 7.435 instrumentos musicais, nos últimos oito anos (2003 a 2011). Os recursos destinados ao programa ultrapassam a soma de R$ 5,67 milhões.

Tradição das bandas em Minas

De caráter popular e espontâneo, as corporações musicais são consideradas patrimônio do povo mineiro, por serem guardiãs de uma tradição que data do século 18, no período aurífero. As bandas civis no Estado agregam cerca de 30 mil músicos.

A importância das bandas em Minas também se dá pelo fato de que essas corporações desempenham ações de caráter técnico-musical e comunitário, atraindo em torno de si a formação de verdadeiras escolas de música, oferecendo a todas as comunidades a oportunidade de exercitar talentos e descobrir vocações artísticas transmitidas há gerações.

Justamente por entender que as bandas são elementos primordiais de construção de relações culturais e históricas nas comunidades, o Governo de Minas reserva atenção especial a esse segmento da cultura, por meio do Programa Estadual de Apoio às Bandas de Música.

Relação das bandas contempladas no Campo das Vertentes pelo Edital 2011:

Caranaíba                                 Sociedade Musical Gloriense

Conselheiro Lafaiete                  União Musical Nossa Senhora das Graças

Coronel Xavier Chaves               Banda de Música Municipal Santa Cecília

Cristiano Otoni                          Sociedade Musical Barão do Rio Branco

Ibertioga                                  Sociedade Musical Lira Santo Antônio

Jeceaba                                    Corporação Musical N. S. da Conceição

Prados                                     Lira Ceciliana

Resende Costa                          Lira São Sebastião

São Brás do Suaçuí                    União Musical Santa Cecília

São João del-Rei                       Sociedade Musical Lira Santa Cecília

São João del-Rei                       Banda de Música Teodoro de Faria

Fonte: Agência Minas

Governador Anastasia entrega 802 instrumentos para bandas de música mineiras

Iniciativa faz parte do Programa Bandas de Minas, criado para apoiar uma das mais importantes e tradicionais manifestações culturais do Estad

Wellington Pedro/Imprensa MG
Foram distribuídos instrumentos de sopro, metal e percussão para 126 bandas civis de 118 cidades
Foram distribuídos instrumentos de sopro, metal e percussão para 126 bandas civis de 118 cidades

O governador Antonio Anastasia entregou, nesta quarta-feira (08), em solenidade no Palácio Tiradentes, 802 instrumentos de sopro, metal e percussão para 126 bandas de música de 118 cidades mineiras. A entrega dos instrumentos faz parte do Programa Bandas de Minas, criado pelo Governo de Minas com o objetivo de apoiar as corporações musicais, uma das mais importantes e tradicionais manifestações culturais do Estado.

O governador destacou que, além de ser uma manifestação cultural, as bandas refletem o significado da mineiridade. Segundo ele, valorizá-las representa a preservação da história e da cultura de Minas.

“Quero fazer uma pergunta clássica a nós mineiros: o que é ser mineiro? Poderia dizer que ser mineiro, indubitavelmente, é amar e aplaudir nossas bandas. Uma banda musical, interpretando os mais vibrantes dobrados, as músicas românticas ou clássicas, ou o repertório tão rico que temos, está interpretando a alma de Minas. Por isso, esse projeto tem o nosso maior apreço. É função do Governo prestigiar, manter e colaborar na manutenção da tradição com essa doação de equipamentos. As bandas em Minas Gerais representam um valor histórico e cultural muito forte. Eu acho que não há um só mineiro que não se emocione quando vê a banda passar”, disse Antonio Anastasia.

Das 126 bandas, 41 estão sendo contempladas pela primeira vez. As demais já participaram do programa pelo menos uma vez. Os instrumentos são distribuídos de acordo com a necessidade de cada banda. Este ano, estão sendo entregues flautas, clarinetas, requintas, sax sopranos, sax altos, sax tenores, sax horn, trompetes, trompas, trombones de vara, trombones de pisto, bombardinos, bombardões, sousafones, pratos, caixas de guerra, bumbos e surdos.

A secretária de Cultura, Eliane Parreiras, destacou a importância de fortalecer e preservar uma das mais antigas tradições culturais de Minas.

“O Programa Banda de Minas tem revelado, ao longo dos anos, sua fundamental importância na preservação, qualificação e registro desta importante tradição cultural mineira que vem sendo transmitida por gerações ao longo dos séculos. As bandas são um verdadeiro patrimônio vivo de Minas Gerais. O Governo de Minas fica realmente muito feliz de poder contribuir com o fortalecimento das bandas no Estado. Registro nosso reconhecimento e agradecimento aos maestros, músicos e coordenadores das bandas, verdadeiros guardiões deste patrimônio de Minas”, disse.

Oficinas e cursos

O governo mineiro investiu R$ 600 mil na compra dos instrumentos. Os recursos são do orçamento do Estado e da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). Além dos instrumentos, foram entregues kits com partituras, que permitirá o acesso das corporações a grandes obras da música popular e erudita. Incluirá obras de Vila Lobos, Marcus Viana, Arthur Bosman, Pinxinguinha, John Lennon e Roberto Carlos, entre outros, com arranjos assinados por compositores mineiros.

Os músicos também poderão participar de oficinas e cursos gratuitos de capacitação, a serem oferecidos pelo Governo de Minas, a partir do mês de abril. A proposta inicial é trazer representantes das bandas para fazer os cursos em Belo Horizonte. As bandas contempladas pelo programa participarão de um CD, cujo lançamento está previsto para outubro deste.

O presidente da Sociedade Musical Carlos Gomes, Geraldo Manoel Pereira, representando os demais músicos, recebeu medalha, certificado, partituras e um instrumento musical das mãos do governador. Antonio Anastasia e a secretária Eliane Parreiras também assistiram à apresentação da Corporação Musical Lira São José, do município de Ervália.

Também compareceram à solenidade o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Dinis Pinheiro, o secretário de Governo, Danilo de Castro, o presidente da Codemig, Oswaldo Borges da Costa Filho, além de secretários de estado, prefeitos e integrantes de bandas musicais.

Processo democrático

Em 2011, o Governo de Minas criou um edital específico para o programa Bandas de Minas com o objetivo de democratizar o processo de seleção. Podem se inscrever e participar bandas civis que tenham cadastro atualizado na Secretaria de Estado de Cultura (SEC). Das 800 bandas civis atuantes em municípios de todas as regiões do Estado, 755 estão cadastradas na Secretaria. Minas Gerais é um dos estados brasileiros que abriga o maior número de corporações musicais.

No ano passado, o Governo de Minas entregou 773 instrumentos para 67 bandas. Entre 2003 e 2011, foram beneficiadas 496 corporações musicais, de 397 municípios, com a entrega total de 7.435 instrumentos. Os recursos destinados ao programa neste período chegam a R$ 5,6 milhões.

Clique aqui para ver os municípios beneficiados.

Fonte: Agência Minas