Governo de Minas: Secopa participa de reunião do Ministério da Saúde em Porto Alegre

Foram debatidas as ações de saúde em planejamento para a Copa do Mundo

A Secretaria de Estado Extraordinária da Copa (Secopa) participou da VII Reunião da Câmara Temática de Saúde para a Copa do Mundo Fifa Brasil 2014, realizada pelo Ministério da Saúde, em Porto Alegre. Representantes das 12 cidades-sede, da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos e, pela primeira vez, do Comitê Olímpico Local (COL) debateram sobre as ações em planejamento do setor durante o evento esportivo, com destaque para a articulação dos serviços públicos de saúde.

Para o representante da Secopa presente no encontro, Marcelo Neves, a reunião reforçou a importância do alinhamento entre as cidades que vão sediar a Copa. “O trabalho conjunto é fundamental porque o país tem dimensão continental. Nossa missão é zelar pela saúde de todos. Recentemente, o COL criou um setor específico sobre saúde para ajudar a cumprir esse objetivo”, adiantou.

A programação incluiu palestra do representante do departamento médico da Fifa, Efraim Kraemer, sobre as experiências durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. “A fala dele foi enriquecedora. O atendimento médico e hospitalar em estádios será também prioridade entre as várias ações em defesa da saúde e bem-estar dos brasileiros e estrangeiros na Copa”, acrescenta Marcelo Neves.

A estruturação da área de saúde em Minas Gerais para a Copa do Mundo da tem dois focos principais: vigilância em saúde e assistência à saúde. O primeiro deles diz respeito à preparação do Estado para a prevenção da ocorrência de eventos que venham a ameaçar a saúde da população em todo território mineiro, como disseminação de doenças infecciosas e enfrentamento de epidemias. Com relação à assistência à saúde, as intervenções visam preparar os pontos de atendimento de urgência e emergência e, principalmente, criar um plano de contingência para atendimento a múltiplas vítimas. Também está prevista a qualificação de pessoal e de serviços de saúde para atendimento aos turistas, como a preparação de materiais bilíngues e melhoria de sinalização em pontos de atendimento.

Os hospitais públicos de referência para atendimento a múltiplas vítimas selecionados pela Secretaria de Estado de Saúde e que serão estruturados para responder ao plano de contingência, são: Hospital João XXIII, Hospital Risoleta Tolentino Neves, Hospital Odilon Behrens e Hospital Eduardo de Menezes.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secopa-participa-de-reuniao-do-ministerio-da-saude-em-porto-alegre/

 

Gestão Anastasia: governador participa de lançamento do Banco de Empregos

Ferramenta disponibilizada na internet pelo Sistema Fecomércio tem o objetivo de facilitar processos de seleção para empresas e pessoas que buscam trabalho

Osvaldo Afonso/Imprensa MG
Para Antonio Anastasia, iniciativa da Fecomércio coincide com esforço do Governo de Minas na geração de empregos
Para Antonio Anastasia, iniciativa da Fecomércio coincide com esforço do Governo de Minas na geração de empregos

O governador Antonio Anastasia participou, nesta sexta-feira (13), do lançamento do Banco de Empregos do Sistema Fecomércio Minas, Sesc, Senac e Sindicatos Filiados. Trata-se de uma plataforma on line de cadastramento de currículos de profissionais que procuram vagas nas empresas dos segmentos comerciais de bens, serviços e turismo em todo o Estado.

O Banco de Empregos foi criado pelo Senac e já começou a funcionar pelo endereço  www.bancodeempregos.org.br. O serviço vai ajudar as empresas a encontrar os profissionais de que precisam, de forma mais dinâmica e segura. Também contribuirá para a geração de empregos no comércio das cidades mineiras.

“Essa iniciativa da Federação do Comércio, de lançar esse Banco de Empregos, é muito positiva porque está permitindo o acesso a informação, inclusive, nos municípios pequenos, onde não tem jornais locais e as pessoas, às vezes, nem ficam sabendo das oportunidades de emprego. Hoje, o mundo virtual é muito grande, é uma ferramenta de muito auxílio”, destacou Anastasia, lembrando que a geração de empregos é a prioridade absoluta do governo dele.

O funcionamento do Banco de Empregos é semelhante a um banco de currículos, via internet, e gratuito, tanto para os profissionais que buscam uma oportunidade, quanto para os empresários. Os candidatos cadastram seus currículos e optam por uma ou mais ocupações de seu interesse. As informações dos candidatos são disponibilizadas para consulta das empresas, que poderão pré-selecionar candidatos e convidá-los a participar de seus processos seletivos. As empresas ativas do segmento do comércio de bens, serviços e turismo poderão visualizar os currículos, de acordo com a área de interesse.

“Fico muito feliz em perceber que esse instrumento vem coincidir com esse grande esforço que estamos fazendo em Minas Gerais, governo, empresários, sociedade civil, para gerar empregos de qualidade. São esses empregos que vão possibilitar a inclusão social plena, a paz social, as possibilidades cada vez maiores de desenvolvimento. A Fecomércio tem sido uma parceira fundamental, excepcional, do povo de Minas Gerais”, afirmou o governador.

O presidente do Sistema Fecomércio Minas, Lázaro Luiz Gonzaga, acredita que a nova ferramenta vai facilitar processos não só para quem está em busca de trabalho, mas também para as empresas, que poderão ter economia de tempo e dinheiro em seus processos de seleção. “Aproveitando a tecnologia, estamos estendendo o banco para todo o Estado, o que antes era oferecido apenas para os alunos do Senac”, disse.

Emprego em Minas

Minas possui 750 mil microempresas e empresas de pequeno porte, que correspondem a 99% do total de organizações existentes no Estado. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, nos dois primeiros meses deste ano, foram criados, no Estado, 40.488 novos postos de trabalho (o que corresponde a um crescimento de 1% em relação ao mesmo período do ano passado).

Em 2011, o Estado gerou proporcionalmente mais empregos que a média do país, segundo o Caged. O saldo entre número de admissões e demissões foi de 206.402 postos, com crescimento de 5,42%.

A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte permanece em 5,1%, mesmo resultado de janeiro. É o menor índice da série histórica desde 1996. Também é o menor índice entre as sete regiões metropolitanas pesquisadas – Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Salvador e São Paulo, segundo pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Fundação João Pinheiro (FJP), Dieese e Fundação Seade.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-participa-de-lancamento-do-banco-de-empregos/

Governo Anastasia: taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte cai para 4,7%

Rendimento médio do trabalhador mineiro apresentou crescimento, segundo dados do IBGE

Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (22), aponta taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) de 4,7%,  o que representa uma queda, comparado ao mesmo período do ano passado (6,3%). Em comparação ao mês de janeiro deste ano, a taxa apresentou relativa estabilidade, variando em 0,2% (4,5%).

A taxa de desocupação na RMBH apresentou aumento em relação ao mesmo período de 2011, passando de 56,1%, para 57,3% em fevereiro deste ano. Em relação ao rendimento médio real habitual, a taxa apresentou melhoria aos trabalhadores. O valor passou de R$ 1.487,95, em fevereiro de 2011, para R$ 1.592,00 no mesmo período deste ano.

“Estamos fazendo políticas públicas, incansavelmente, para que possamos levar mais e melhores empregos para a população mineira. Para este ano, a meta é qualificar cerca de 30 mil trabalhadores. Com isso, serão 30 mil pessoas com competência para realizar serviços nas mais diversas áreas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, avaliou o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta.

Dados nacionais

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seis regiões metropolitanas do Brasil, sendo elas Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

De acordo com os resultados da PME, apurada em fevereiro de 2012, no conjunto das seis regiões, o contingente de desocupados foi estimado em 1,4 milhão de pessoas, resultado considerado estável em relação a janeiro último. Quando comparado com fevereiro de 2011, essa estimativa recuou 8,6% (menos 130 mil).

A população ocupada, estimada em 22,6 milhões em fevereiro de 2012 no agregado das seis regiões, não se alterou frente a janeiro. No confronto com fevereiro de 2011 registrou aumento de 1,9%, o que representou uma elevação de 428 mil ocupados no intervalo de 12 meses.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em fevereiro de 2012 em R$ 1.699,70, no conjunto das seis regiões, subiu 1,2% em relação a janeiro último. Frente a fevereiro de 2011, o poder de compra dos ocupados aumentou 4,4%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/taxa-de-desocupados-na-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte-cai-para-47/

Governo de Minas: exposição Marc Riboud estreia em março no Palácio das Artes

Mostra possui 51 fotos datadas de 1953 a 2009, registradas pelo importante fotógrafo francês que dá nome à exposição

Estreia em 2 de março, no Espaço Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, a exposição Marc Riboud, realizada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) em parceria com a Aliança Francesa de Belo Horizonte. Com curadoria da Delegação Geral da Aliança Francesa no Brasil, a exposição fica em cartaz até 11 de abril e tem entrada gratuita.

Marc Riboud é composta por 51 fotos, de tamanhos variados, datadas de 1953 a 2009, registradas por este importante fotógrafo francês que dá nome à mostra. Apelidado de “andarilho do vento” pelo diretor-geral da Aliança Francesa no Brasil, Yann Lorvo, suas fotos são um testemunho diferenciado dos grandes eventos e de lugares diversos, do Oriente ao Ocidente.

“De Washington ao Vietnã, do Nepal às Ìndias, da China à África, ou no Brasil, ele colecionou as imagens como se colecionam borboletas, com cuidado, prazer e paixão. Sua capacidade de se surpreender, seu amor pela vida, pelo próximo, aparecem na sua maneira de descobrir as culturas distantes e de voltar várias vezes aos países que visitou”, explica Yann Lorvo.

Além dessas fotos, também estarão expostas 10 montagens de fotografias feitas por Riboud no Brasil, em 2009, durante suas visitas a Porto Alegre e Rio de Janeiro. “Lá, como no Rio, cada dia de minha viagem foi um encanto. Mais ainda do que a beleza das paisagens e das cidades, pude apreciar o calor e a elegância das relações humanas; este sentimento que, tão longe da França, a compreensão é imediata, profunda, assim como é imenso o apetite pelos intercâmbios culturais”, declarou o fotógrafo, que esperou 85 anos para vir ao Brasil.

Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg, “a exposição reafirma as parcerias estabelecidas pela FCS com diversas instituições e tem por objetivo promover a circulação de conteúdos relevantes para a compreensão da arte mineira, brasileira e internacional contemporânea, valorizando as diversas linguagens artísticas”.

Desde 2010, a exposição passou por diversas cidades do Brasil, como Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Belém e Curitiba, e foi vista por aproximadamente 100 mil pessoas.

Sobre Marc Riboud

Marc Riboud nasceu em 1923, na cidade de Lyon. Durante a Exposição Universal de Paris, em 1937, ele realizou suas primeiras fotografias com o pequeno Vest-Pocket que seu pai lhe deu por ocasião de seus 14 anos. De 1945 a 1948, estudou engenharia na Ecole Centrale de Lyon e trabalhou em uma fábrica antes de resolver dedicar-se à fotografia.

Em 1953, conseguiu publicar na revista Life a foto de um pintor da Torre Eiffel. Convidado por Henri Cartier-Bresson e Robert Capa, integrou a equipe da agência Magnum. Em 1955, passando pelo Oriente Médio e o Afeganistão, foi por terra até a Índia, onde ficou um ano antes de ir para a China. Depois de uma estada de três meses na antiga URSS, em 1960, fez a cobertura das independências na Argélia e na África negra.

Entre 1968 e 1969, realizou reportagens no Vietnã do Sul e também no Vietnã do Norte, onde foi um dos poucos fotógrafos a poder entrar. Nos anos 1980, viajou regularmente pelo Oriente e pelo Extremo Oriente e realizou exposições em Paris, Londres, Nova Iorque, Beijing, Hong Kong e Bilbao.

Além de fotografias, publicou vários livros sobre a China, o Tibete e o Camboja. Seu trabalho foi exposto em diversos museus. Riboud recebeu, entre outras recompensas, dois prêmios do Overseas Press Club, o Time-Life Achievement, o Lucie Award, o ICP Infinity Award e, recentemente, o Sony World Photography Award.

Sobre a Aliança Francesa

A Aliança Francesa é uma associação sem fins lucrativos, constituída livremente por pessoas que têm o objetivo de divulgar a língua e a cultura francesas no seu país de origem. Fundada em Paris, em 1883, está presente em 135 países, possui 1016 estabelecimentos e tem cerca de 490 mil estudantes no mundo inteiro.

No Brasil, a rede das Alianças Francesas conta, atualmente, com 40 associações e nove centros correspondentes, estando presente em praticamente todos os estados brasileiros e formando, assim, uma ponte entre o Brasil e a França. Em Belo Horizonte, a Aliança Francesa foi fundada em 14 de julho de 1944 e está situada em um agradável casarão na região da Savassi.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: comunidades terapêuticas serão mapeadas em censo estadual e nacional

O censo será realizado com o objetivo de identificar essas comunidades, conhecer sua distribuição, estrutura de funcionamento e capacidade de atendimento

Bernardo Carneiro/Seds
A capacitação dos 22 pesquisadores aconteceu na Cidade Administrativa
A capacitação dos 22 pesquisadores aconteceu na Cidade Administrativa

Os primeiros passos para o início do Censo das Comunidades Terapêuticas, em Minas Gerais, foram dados nesta quarta-feira (8) na Cidade Administrativa, com a capacitação de 22 pesquisadores. O trabalho tem o apoio da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), por meio de suporte técnico e logístico da Subsecretaria de Políticas sobre Drogas (Supod). O censo será realizado em todo o país com o objetivo de identificar essas comunidades, conhecer sua distribuição, estrutura de funcionamento e capacidade de atendimento em todo o território nacional.

A iniciativa é da Secretaria Nacional sobre Drogas (Senad), em parceria com as Federações das Comunidades Terapêuticas, com a participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Os resultados obtidos no censo servirão de base na definição de estratégias para o fortalecimento e a integração da rede de atendimento a usuários de álcool e outras drogas.

O subsecretário de Políticas sobre Drogas, Cloves Benevides, avalia o trabalho como um “esforço entre a Senad e o Governo de Minas que pode auxiliar as políticas públicas de combate e prevenção às drogas no estado”. Em Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins a supervisão do censo ficará sob a responsabilidade da Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil (Feteb).

Responsabilidades

A Secretaria Nacional sobre Drogas é responsável pelo financiamento do projeto, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre cuida de toda a parte administrativa, como contratações e repasses de recursos, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul é responsável pelo processamento das informações. Nos estados da Região Norte e Nordeste a supervisão ficará a cargo da Federação Norte e Nordeste das Comunidades Terapêuticas (Fennoct), no Rio de Janeiro e São Paulo pela Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas (Febract) e nos estados da Região Sul pela Cruz Azul no Brasil. A coordenadora do projeto, Andreia Diel, destaca que o Censo das Comunidades Terapêuticas será viabilizado graças “a uma aliança de competências de profissionais e instituições de todo país”.

As Federações das Comunidades Terapêuticas devem, entre outras atribuições, treinar e supervisionar os coletadores de informações, produzir relatórios semanais sobre o andamento do censo e enviar os dados para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “No censo as comunidades terapêuticas não serão avaliadas. A intenção é divulgar para as famílias e técnicos, instituições governamentais e não governamentais onde estão e que tipo de atendimento realizam as comunidades de todo o país” enfatiza a psicóloga e técnica do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), Eliana Berger.

Fonte: Agência Minas