Governo de Minas: safra de grãos em Minas cresce e deve bater novo recorde

Produção estadual aumenta 10,7%, enquanto a média nacional cai 1,7%

Divulgação / New Holland
Produção de milho deve crescer 15,4%
Produção de milho deve crescer 15,4%

Os produtores mineiros deverão atingir um novo recorde na colheita de grãos na safra 2011/2012. Com base em levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira (10), a expectativa é de que sejam colhidas 11,8 milhões de toneladas, cerca de 1,1 milhão de toneladas a mais do que o maior volume registrado até agora, na safra 2010/2011, segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Os números anunciados indicam que a safra de grãos de Minas deve crescer 10,7%, enquanto a produção estimada para o Brasil (160 milhões de toneladas) terá uma retração de 1,7%.

Milho e soja

A produção estimada de milho em Minas, nesta safra, é de 7,5 milhões de toneladas, um aumento de 15,4% na comparação com o período anterior. A área plantada do grão corresponde a 1,3 milhão de hectares, portanto, uma expansão de  8%. O rendimento médio das lavouras é de 5,8 toneladas, ou 6,8% maior que o obtido na safra 2010/2011.

De acordo com os dados da Seapa, o milho responde por 63,8% da safra total prevista para o Estado. O superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, explica que, embora as vendas do produto no exterior tenham registrado retração nas avaliações mais recentes, a demanda continua em ascensão no mercado interno.

“A expansão das vendas do milho no país está relacionada com o aumento da produção de frango, peru, suínos e bovinos, que dependem da ração formulada a partir do grão”, analisa.

No caso da soja, embora a área plantada (cerca de 1 milhão de hectares) tenha apresentado redução de 1,8%, a produção deve aumentar como consequência dos investimentos em tecnologia e por causa das condições climáticas nas áreas tradicionais de cultivo. “A previsão de uma safra da ordem de 3 milhões de toneladas, aumento de 2,9%, confirma as expectativas dos analistas”, diz Albanez. “Enquanto isso, houve uma quebra expressiva, por causa de problemas climáticos, no Paraná e Rio Grande do Sul, bem como na Argentina, que respondem por grande volume de produção”, conclui Albanez.

Sorgo e feijão

As perspectivas para a safra de sorgo também são boas, com produção estimada em 419,6 mil toneladas, aumento de 14,1%. A área plantada nesta safra alcança 134,8 mil hectares, aumento de 6,3%. O rendimento das lavouras é de 3,1 toneladas por hectare, uma progressão de 7,3%, que também indica que foram feitos investimentos em tecnologia estimulados pela possibilidade de boas vendas, pois o sorgo vem ganhando espaço como alternativa na formulação de ração animal, sobretudo para aves.

Albanez ainda considera positivas as previsões para as lavouras de feijão, que na segunda safra devem registrar uma colheita de 208,1 mil toneladas, volume 17,6% superior ao registrado no período anterior. “Os resultados do feijão estão relacionados com o momento favorável do mercado, pois os bons preços do produto estimularam os agricultores mineiros a aumentar em 10,9% as áreas de cultivo na segunda safra, alcançando 152,1 mil hectares. Com a utilização de tecnologia e boas práticas de produção, aliadas a condições climáticas favoráveis, eles vêm obtendo também índices expressivos de produtividade”, finaliza.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/safra-de-graos-em-minas-cresce-e-deve-bater-novo-recorde/

Governo de Minas: Instituições estaduais se unem na luta pelo patrimônio cultural

Educação, transversalidade, leis e distribuição de recursos foram alguns dos temas discutidos

O I Encontro Nacional das Instituições Estaduais de Preservação do Patrimônio Cultural teve um saldo muito positivo. O encontro realizado em Recife durou três dias e possibilitou conversas e debates que resultaram na decisão de dar continuidade à troca de informações e à construção de uma política comum, pautadas no diálogo entre as instituições. Essa decisão deverá ser fortalecida com a criação do fórum Nacional das instituições Estaduais de Preservação do Patrimônio Cultural, de caráter permanente, que terá sua primeira reunião ainda este ano.

No encontro, o presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas gerais (Iepha/MG), Fernando Cabral leu a carta elaborada por ele, “Carta do Recife”. O documento explicita o intuito da construção dessa rede, fazendo ainda considerações, recomendações e proposições relacionadas à atuação dos órgãos e à política pública de preservação. Educação, transversalidade, exigência de uma nova postura, recomendações acerca de elaboração de novas leis e distribuição de recursos foram algumas das questões pactuadas.

Participaram do Encontro representantes de 13 estados, Amapá, Ceará, Goiás, Santa Catarina, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Distrito Federal, Maranhão, Sergipe, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul.

Fernando Cabral, um dos idealizadores do encontro, junto a Severino Pessoa (Fundarpe/PE) e a Frederico Mendonça (Ipac/BA), apresentou um painel sobre a atuação do Iepha/MG e os desafios enfrentados, colocando ainda algumas questões comuns a todas as instituições presentes, como fontes de financiamento, especulação imobiliária, depredação, furtos, vandalismo, mineração e legislação sobre crimes contra o patrimônio cultural.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/instituicoes-estaduais-se-unem-na-luta-pelo-patrimonio-cultural/

Gestão Anastasia: Minas inicia implantação de Territórios de Agricultura Irrigada

Primeira etapa do plano está definida com a participação de três regiões

Divulgação/Seapa
Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos
Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos

Os três primeiros Territórios de Agricultura Irrigada de Minas Gerais deverão ser implantados a partir de julho de 2012. De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), até o fim do primeiro semestre serão definidas as ações necessárias para a ampliação e aprimoramento da agricultura irrigada nesses territórios, que abrangem as bacias dos rios Paranaíba e Jequitinhonha e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Território de Agricultura Irrigada é uma região geográfica delimitada por uma bacia hidrográfica, ou parte de uma bacia hidrográfica, tendo como base as Unidades de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRH). O Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos.

De acordo com o secretário adjunto de Agricultura, Paulo Romano, o passo seguinte à definição dos três primeiros Territórios de Agricultura Irrigada de Minas será a busca de financiamento para projetos.

“Esses territórios estão sendo delineados como novo conceito de gestão territorial proposto pelo Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais, que integra o Programa Estruturador Sustentabilidade e Infraestrutura no Campo, instituído em 2010 e cuja responsabilidade é da Seapa”, explica.

Com base no diagnóstico da irrigação no Estado, a Seapa e os parceiros no plano (Ministério da Integração Nacional por meio da Secretaria Nacional de Irrigação, e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA) analisaram propostas de ação governamental que possam ampliar a área irrigada e ao mesmo tempo aprimorar o manejo da água na agricultura estadual.

“Trata-se de um desafio, porque há limites de acesso à água e os produtores rurais mineiros, em algumas sub-bacias, já atingiram o limite para outorga. Entretanto, a ampliação da irrigação é cada vez mais necessária e possível, conforme as análises desenvolvidas”, diz Romano.

Ele observa também que “as mudanças climáticas, que causam aumento das incertezas, as necessidades crescentes de alimentos e energia da biomassa, juntamente com as restrições ao desmatamento, tornam indispensável a expansão da agricultura irrigada.”

Condições específicas

Os estudos que compõem o Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais  detalham as condições socioeconômicas, ambientais e culturais de cada território, município por município. Um grupo gestor integrado por representantes dos agricultores e demais usuários da água foi constituído para garantir a sustentabilidade da irrigação nos territórios já definidos. De acordo com Romano, essas pessoas participam da definição dos projetos de solução coletiva para a irrigação nas áreas, de acordo com as condições específicas das regiões.

“São processos inovadores em que o governo (Agricultura e Meio Ambiente) e produtores buscam o mesmo objetivo, o desenvolvimento sustentável”, acrescenta o secretário adjunto.

Na bacia do Paranaíba, que tem tradição na agricultura irrigada, é grande a organização dos usuários. Um exemplo é o município de Araguari, onde 90% da cafeicultura depende de irrigação. A região lidera o ranking da produção  de milho, com estimativa de uma safra de 1,8 milhões de toneladas em 2012, além de produção expressiva de soja e algodão.

“A função dos territórios de irrigação é substituir o modelo da busca de soluções individuais pelas coletivas, ou seja, criar condições para a reunião de todos os usuários da água para agricultura irrigada e outros, numa mesa de negociação, buscando soluções sustentáveis específicas para a bacia”, ressalta Romano.

Já para a bacia do Jequitinhonha,  região do semiárido, segundo Romano, “o foco é a reservação de água com prioridade para as necessidades do consumo humano e animal. O volume excedente de água deve ser destinado à produção agrícola e piscicultura em pequenas áreas para a  geração de renda. No caso desse território de irrigação, o Plano Diretor prevê também o desenvolvimento de projetos para a utilização da água dos reservatórios já existentes na região, principalmente aqueles sob administração da Ruralminas, vinculada à Secretaria da Agricultura.

Romano observa que, “para o território de irrigação da Região Metropolitana de Belo Horizonte, predominam projetos voltados à qualidade da água que é usada em grande volume para a diluição e transporte de esgoto e processos de mineração”.  Nesse caso, ele explica, as ações propostas pelo Plano Diretor têm por objetivo melhorar as condições da irrigação das lavouras do Cinturão Verde. O projeto inclui negociações a fim de conciliar o processo de produção com a expansão imobiliária.

Segundo o secretário adjunto, os projetos dos três territórios deverão ser apresentados a instituições nacionais, como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB) e Banco do Nordeste do Brasil (BNB).  Ele prevê a apresentação de propostas para a concretização de mais seis territórios de irrigação até 2014. De acordo com o Plano Diretor, o Estado terá um total de 16 territórios, todos coincidindo com as Unidades de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos (UPGRHs) do Estado definidas pela  Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, por meio do Igam.

Modelo mineiro

Minas Gerais tem uma área irrigada de 525 mil hectares e capacidade para irrigar 3 milhões de hectares, de maneira sustentável, respeitando as condições topográficas, climáticas e socioambientais e de acordo com o uso adequado das águas para as diversas finalidades. Já o Brasil possui área irrigada de aproximadamente 5 milhões de hectares, mas tem potencial para irrigar cerca de 30 milhões de hectares.

Por isso, segundo Romano, o Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais está despertando o interesse de outros Estados, como Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará e Paraná. Além disso, ele acrescenta, o Ministério da Integração Nacional considera o plano como projeto piloto para implantação do Plano Diretor Nacional de Agricultura Irrigada.

“É uma nova visão em que diretrizes estratégicas e gestão integrada valem mais do que as grandes obras físicas”, finaliza.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-inicia-implantacao-de-territorios-de-agricultura-irrigada/

Governo de Minas: expositores ampliam participação na Expocafé 2012

As atividades da Expocafé terão início no dia 19 de junho, com a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira

Samantha Mapa/Epamig
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas

Cento e dezoito empresas já confirmaram participação na Expocafé 2012. A exposição, promovida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), será realizada entre os dias 19 e 22 de junho, na Fazenda Experimental de Três Pontas, no Sul de Minas.

Neste ano, a Expocafé contará com uma área de exposição de 12,3 mil m² e 193 estandes; em 2011, a área ocupada foi de 10 mil m². “Já iniciamos os estudos de viabilidade para garantirmos a ampliação da feira em 2013”, afirma o coordenador do evento e chefe do Departamento de Eventos Tecnológicos da Epamig, Mairon Mesquista.

A maior parte das empresas que vão participar desta 15ª edição da Expocafé tem sede na região Sudeste do país, sendo 60 do estado de São Paulo e 42 de Minas Gerais. Também estão garantidos na feira expositores dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Distrito Federal.

“A tendência nesta edição está sendo a ampliação dos estandes. Temos casos de empresas que irão ampliar em quatro vezes a área de exposição em relação ao anopassado”, informa Antônio Augusto Braighi, integrante da Comissão de Organização e Comercialização.

As atividades da Expocafé terão início nodia 19 de junhocom a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira. O Simpósio é exclusivo para participantes previamente inscritos. A partir dodia 20, a feira será aberta ao público, com a realização da exposição de equipamentos, máquinas e insumos e de eventos paralelos, como as dinâmicas de campo, os cursos de capacitação para operadores de máquinas e oevento Café com Saúde, promovido pela Epamig em parceria com a UniversidadeFederal de Lavras.

Dinâmicas de Máquinas

A Epamig iniciou as inscrições das empresas interessadas em participar das Dinâmicas de Máquinas durante a Expocafé 2012. É uma ótima oportunidade para os expositores demonstrarem em campo o funcionamentode máquinas e implementos agrícolas a cafeicultores e operadores.

O regulamento das Dinâmicas está disponível no site da Expocafé e as inscrições de expositores podem ser feitas até o dia 30 de maio pelos telefones: (31) 3489-5001 e 3489-5078 ou pelo e-mail expocafe@epamig.br. O número de empresas participantes é limitado (30 vagas), sendo que cada expositor pode utilizar no máximo três máquinas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas é o melhor estado do Sudeste e o 4º do País no índice de desempenho do SUS

Indicador criado pelo Ministério da Saúde mede qualidade e acesso aos serviços públicos do setor
Ramon Jader/SES-MG
Em Guarani, os serviços de saúde apostam nas visitas domiciliares, principal estratégia do Saúde da Família
Em Guarani, os serviços de saúde apostam nas visitas domiciliares, principal estratégia do Saúde da Família

O sistema público de saúde de Minas Gerais ocupa lugar de destaque no Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), lançado nesta quinta-feira (1º), em Brasília, pelo Ministério da Saúde. Com índice de 5,87 – numa escala de zero a dez – Minas é o Estado melhor colocado do Sudeste e o 4º melhor entre as 27 unidades da Federação, atrás apenas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. (Veja tabela abaixo)

O IDSUS 2012 avaliou os diferentes níveis de atenção à saúde (básica, especializada ambulatorial e hospitalar e de urgência e emergência), verificando como está a infraestrutura de saúde para atender as pessoas em todos os estados e se os serviços ofertados têm capacidade de dar as melhores respostas aos problemas de saúde da população.

“Recebemos esse resultado como um estímulo, pois ele demonstra que estamos no caminho certo,  graças ao pioneirismo de algumas ações desenvolvidas pelo Governo de Minas nos últimos anos nessa área, sobretudo o processo de regionalização e de interiorização dos serviços públicos de saúde”, afirma o Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais”, Antônio Jorge de Souza Marques.

Choque de gestão na Saúde

Nos últimos anos, o sistema público de saúde de Minas Gerais tornou-se uma referência no país. Destacam-se os programas estruturadores que, com ações coordenadas e planejadas, que sempre levam em conta as especificidades de cada região do Estado. Alguns exemplos são o Programa Saúde em Casa, o Viva Vida, o Sistema Estadual de Transporte Sanitário, o Hiperdia, o Farmácia de Minas, o Mais Vida e o Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp).

De acordo com o Secretário Antônio Jorge, o Choque de Gestão em seus vários componentes e todo o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), garantem uma gestão bastante arrojada e inovadora.

O secretário destaca também a implantação simultânea de diversas redes de atenção à saúde que levam promoção e prevenção à saúde, como na urgência e emergência, no materno-infantil, na atenção ao idoso e no tratamento de hipertensão e diabetes.

“Todas as ações já implantadas – acrescidas, neste momento, da nossa grande prioridade, que é a otimização da rede de Saúde Mental e de álcool e drogas – só poderiam impactar favoravelmente no acesso à saúde de qualidade para o povo mineiro”, conclui o Secretário.

Como foi feita a avaliação

Com pontuação que varia de zero a 10, o IDSUS 2012 avalia informações de acesso, que mostram como está a oferta de ações e serviços de saúde, e de efetividade, que medem o desempenho do sistema, ou seja, o grau com que os serviços e ações de saúde estão atingindo os resultados esperados. São cruzados dados de 24 indicadores, sendo 14 que avaliam o acesso e outros 10 para medir a efetividade dos serviços.

No quesito acesso, é avaliada a capacidade do sistema de saúde em garantir o cuidado necessário à população em tempo oportuno e com recursos adequados, como exemplos a cobertura estimada de equipes de saúde e a realização de exames preventivos de cânceres de mama, em mulheres entre 50 e 69 anos, e de colo do útero, na faixa de 25 a 59 anos, bem como internação para tratamentos clínicos e para cirurgias de média e alta complexidade.

Já na avaliação de efetividade, ou seja, se o serviço foi prestado adequadamente, encontram-se itens como a cura de casos novos de tuberculose e hanseníase, a proporção de partos normais, o número de óbitos em menores de 15 anos que foram internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e o número de óbitos durante internações por infarto agudo do miocárdio.

O IDSUS 2012 utilizou como fontes o Projeto Desenvolvimento de Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro (PRO-ADESS) – projeto da Associação Brasileira de Pós Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além disso, foi empregada uma série de métodos estatísticos como os utilizados nas avaliações e pesquisas realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).

De acordo com o Ministério da Saúde, o levantamento de dados para divulgação do IDUS 2012 será realizado a cada três anos, servindo de base para que as administrações federal, estadual e municipal possam aprimorar as ações de saúde pública.

ÍNDICE DE DESEMPENHO DO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – 2012

ESTADOS

IDSUS 2012

  1. Santa Catarina

6,29

  1. Paraná

6,23

  1. Rio Grande do Sul

5,90

  1. Minas Gerais

5,87

  1. Espírito Santo

5,79

  1. Tocantins

5,78

  1. São Paulo

5,77

  1. Mato Grosso do Sul

5,64

  1. Roraima

5,62

  1. Acre

5,44

  1. Alagoas

5,43

  1. Rio Grande do Norte

5,42

  1. Bahia

5,39

  1. Sergipe

5,36

  1. Piauí

5,34

  1. Pernambuco

5,29

  1. Goiás

5,26

  1. Maranhão

5,20

  1. Ceará

5,14

  1. Distrito Federal

5,09

  1. Mato Grosso

5,08

  1. Amapá

5,05

  1. Amazonas

5,03

  1. Paraíba

5,00

  1. Rio de Janeiro

4,58

  1. Rondônia

4,49

  1. Pará

4,17

Média Brasil

5,47

Fonte: Ministério da Saúde