Educação: universidade mineiras se destacam

Minas tem quatro das 10 melhores universidades públicas brasileiras

Segundo o Estado de Minas, estudo do MEC avaliou 134 instituições pelo Índice Geral de Cursos (IGC)

Quatro universidades mineiras estão entre as 10 que receberam nota cinco dentre as 134 instituições avaliadas avaliadas pelo Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC).

As informações são do jornal Estado de Minas. As instituições mineiras são a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Univerdidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Minas Gerais tem quatro das 10 melhores universidades públicas brasileiras, mostra IGCInstituições receberam conceito máximo em avaliação do Ministério da Educação

Emerson Campos

Publicação: 06/12/2012 20:28 Atualização: 06/12/2012 20:49

Mercadante considerou números positivos (Elza Fiuza/ABr)
Mercadante considerou números positivos

Entre as 134 universidades públicas avaliadas pelo Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC), apenas dez receberam nota 5, que é o conceito máximo de qualidade que pode ser atribuído. Destas, quatro são mineiras: a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM); a Universidade Federal de Lavras (UFLA); a Univerdidade Federal de Viçosa (UFV); e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Considerando universidades, faculdades e centros universitários, o IGC 2011 avaliou 2.136 instituições públicas e privadas. Neste universo, 27 conseguiram o conceito máximo. Entre elas estão as mineiras Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e Escola de Governo Paulo Neves de Carvalho (Fundação João Pinheiro).

Saiba mais…
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Do total observado pelo MEC, 50,6% tiveram conceito 3, considerado satisfatório. No entanto, os dados divulgados mostram que 27% das instituições de ensino superior tiveram conceito insuficiente. O índice, que vai de 1 a 5, leva em conta o desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a infraestrutura das faculdades e a formação do corpo docente.

Durante a divulgação dos números, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou os dados positivos. “Cai o número de instituições que estavam no nível 1 e cai fortemente o número de instituições que estavam em nível 2, o que é um ótimo indicador”, ponderou. Segundo Mercadante, em todos os casos houve melhora significativa nos cursos de ensino superior. “A curva toda se desloca em direção à melhora na qualidade. Há uma série de medidas que estão surtindo efeito”, finalizou.

Confira quais são as dez universidades públicas que conseguiram conceito máximo:

Minas Gerais

Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Univerdidade Federal de Viçosa (UFV)
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

São Paulo

Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)

Outros estados

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Gestão Antonio Anastasia: Minas se destaca em vários setores da administração pública

Minas Gerais tornou-se uma referência nacional graças ao desenvolvimento de políticas públicas inovadoras e a um moderno e eficiente modelo de gestão

Nos últimos nove anos, Minas Gerais tornou-se uma referência nacional em várias áreas de administração pública, graças ao desenvolvimento de políticas inovadoras e a um moderno e eficiente modelo de gestão. Além de estar melhorando a cada ano seus indicadores sociais e econômicos, o Estado tem ganhado posição de destaque em diversos levantamentos que comparam o desempenho das 27 unidades da Federação nos diversos setores.

Na área da educação, as ações e atividades desenvolvidas por diversas iniciativas, como o Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), trouxeram resultados expressivos e significativos para o setor, tornando o Estado referência no país. As iniciativas contribuíram para que a rede estadual de Minas conquistasse, dentre outros, o primeiro lugar no ranking dos estados brasileiros, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Ministério da Educação (MEC), nos indicadores dos anos iniciais do ensino fundamental.

As políticas de geração de emprego promovidas pelo Governo de Minas também são atestadas por vários indicadores. Segundo dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, a região metropolitana de Belo Horizonte registrou a menor taxa de desemprego do país em 2011, dentre as áreas pesquisadas. Nos últimos oito anos, a queda no índice de desemprego é ainda mais expressiva, passando de 10,8% da população economicamente ativa em 2003, para 4,9% em 2011.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2011 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Minas é, proporcionalmente ao orçamento, o Estado que investe mais em segurança pública no país, ao lado de Alagoas: 13,4% do total dos recursos. Já o Mapa da Violência – estudo comparativo sobre a violência nos Estados, publicado este ano pelo Ministério da Justiça em parceria com o Instituto Sangari – aponta que, em 2010 (último ano da série analisada), Minas ocupava a 4ª melhor posição do ranking dos estados relativo às taxas de homicídios, atrás apenas de Santa Catarina, Piauí e São Paulo. Entre 2003 e 2010, o índice de crimes violentos no Estado sofreu uma redução de 43%.

O saneamento básico também é tratado com prioridade em Minas Gerais. O número de domicílios, no Estado, com acesso à rede de esgoto ou fossa séptica subiu de 74,9% em 2003 para 78,6% em 2010. Minas possui a quinta maior rede de cobertura de abastecimento de água no país e o quarto maior sistema de rede de esgoto ou fossa séptica entre os estados da Federação.

O quadro a seguir mostra a boa performance de Minas em alguns desses rankings:

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-se-destaca-em-varios-setores-da-administracao-publica/

Gestão Anastasia: paralisação nacional não afeta funcionamento da rede estadual de Educação em Minas

Quase 99% dos professores cumpriram a jornada de trabalho normalmente nesta quarta-feira (14)
Divulgação/SEE MG
A secretária apresentou levantamento que constata que mais de 90% das escolas estão funcionando normalmente
A secretária apresentou levantamento que constata que mais de 90% das escolas estão funcionando normalmente

Professores, estudantes e demais servidores da educação tiveram uma quarta-feira de normalidade na rede estadual de ensino. No primeiro dia da paralisação nacional organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o impacto em Minas Gerais foi pequeno.

Em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (14), na sede do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, apresentou levantamento que constata que mais de 90% das escolas estão funcionando normalmente e quase 99% dos professores da rede cumpriram a jornada de trabalho.

De acordo com o levantamento feito pela secretaria, das 3.779 escolas da rede estadual, 30 pararam totalmente e outras 212 foram afetadas parcialmente pela paralisação, o que corresponde a percentuais de 0,79% e 5,6%, respectivamente. Dos 188.938 professores da rede, 2.187 — ou 1,16% do total — aderiram à paralisação. Mesmo as escolas afetadas, contudo, receberam normalmente os estudantes.

“O Governo de Minas mantém abertas todas as escolas da rede. Nós respeitamos o direito de greve, mas garantiremos as condições de trabalho aos professores que quiserem dar aulas. Além disso, a paralisação nacional foi chamada pelos professores, portanto os demais servidores trabalham normalmente”, explica Ana Lúcia Gazzola.

Governo garante acesso de alunos e professores às escolas

Nesta semana, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) recorreu ao Ministério Público para impedir crianças e adolescentes de terem acesso à escola em todas as regiões de Minas Gerais durante os três dias de greve convocada pela entidade.

Como o governo mantém todas as escolas abertas durante esse período, fica garantido, por exemplo, o direito à merenda, refeição fundamental para muitas dessas crianças, além do acolhimento dos alunos no espaço escolar. “É obrigação do governo acolher os alunos em todas as escolas, em todos os espaços escolares”, completou a secretaria.

Jornada extraclasse

Sobre a implantação do 1/3 da jornada para atividades extraclasse, a secretária afirmou que as medidas necessárias já estão sendo tomadas. “Para a implantação é necessário completar a enturmação. Como o sistema é dinâmico e grande e nós tivemos um processo de reposição de aulas, a enturmação não acabou. Estamos terminando o processo de enturmação e vamos implantar o 1/3 o mais rápido possível”, explicou a secretária.

Atualmente, os professores cumprem 25% da jornada nessas atividades, como determina a Lei de Diretrizes e Bases, e os estudos para acrescentar os 8% restantes já estão sendo providenciados.

Uma questão nacional

Durante a entrevista, a secretária ressaltou a importância de discutir a questão do piso em nível nacional. Mesmo sendo Minas Gerais um dos estados que já cumpre a Lei do Piso, Minas Gerais irá participar de um fórum de negociações, em nível nacional, a ser liderado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Na I Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), realizada na semana passada em Natal, os secretários de Estado reafirmaram ao ministro serem favoráveis a medidas que valorizem o professor, mas destacaram que, no momento, a questão é de ordem orçamentária e financeira, além da necessidade de observação da Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Ressaltamos a necessidade da consolidação de um pacto federativo para garantir aos entes federados as condições para o pagamento do piso nacional e implantação do 1/3 da jornada. Minas Gerais já paga, mas vários estados da federação estão com problemas orçamentários sérios e isso também afeta inúmeros municípios”, explicou.

“É necessário que o ministro da educação assuma a coordenação de uma negociação nacional para que essa questão possa ser equacionada. Essa discussão precisa envolver a todos”, completou a secretária, afirmando que entidades como o Ministério da Educação (MEC), Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) devem ser convidadas para a discussão.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: capacitação vai preparar diretores para os desafios da gestão escolar

Nomeados no início deste ano, diretores das escolas estaduais vão passar por treinamentos nas áreas administrativa, financeira e pedagógica. Inscrições para o Progestão vão até 17 de fevereiro

Divulgação/SEE MG
Diretores da rede estadual na última edição do Progestão
Diretores da rede estadual na última edição do Progestão

Com a volta às aulas, estudantes da rede estadual de ensino retornaram na última segunda-feira (06) aos estudos e, junto com eles, os 3.490 diretores nomeados este ano também iniciaram a rotina de trabalho para cumprimento do calendário letivo de 2012. Entre os diretores nomeados, 2.327 foram reconduzidos ao cargo e 1.163 são novatos.

A rotina de trabalho desses gestores exige que eles garantam o cumprimento do calendário escolar estabelecido conforme as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação (SEE) e que eles representem a escola, tornando-a aberta aos interesses da comunidade e estimulando o envolvimento dos alunos e de toda comunidade escolar. Para isso, a Secretaria está organizando uma capacitação com todos os gestores, que terá por objetivo apresentar e discutir com os gestores os principais pontos das áreas de gestão, administrativa, financeira e pedagógica.

A diretora de Gestão e Desenvolvimento de Servidores Administrativos e de Certificação Ocupacional da SEE, Éder Quintão, ressalta a importância da capacitação para o desenvolvimento do trabalho dos diretores. “Considero a capacitação de fundamental importância para que os objetivos da Educação sejam alcançados, porque o gestor é responsável pelo sucesso da escola”. A capacitação terá duração de 40 horas e será aplicada na modalidade presencial, no município sede de cada uma das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs) do Estado.

Cláudia Mendes Bastos assumiu a direção da Escola Estadual Helena Pena, em Belo Horizonte, este ano e mesmo já conhecendo a rotina da escola, a gestora não abre mão de usufruir de todas as oportunidades. “Eu já fui diretora de uma escola particular durante quatro anos e meio e, por isso, já tenho uma pequena base. Mesmo assim, considero importantíssimo participar de todos os cursos, pois é uma forma de atualizar os conhecimentos”, afirma ela.

Inscrições para o Progestão terminam esta semana

Os diretores também participarão do Projeto de Capacitação a Distância para Gestores Escolares (Progestão), curso de formação continuada e em serviço, que tem por finalidade desenvolver as competências necessárias aos gestores de escolas públicas, para promoção da melhoria dos resultados educacionais. O curso, que está com inscrições abertas até do dia 17 de fevereiro, é oferecido em duas modalidades: uma com encontros presenciais e outra totalmente a distância. As duas modalidades têm por objetivo formação em gestão administrativa e pedagógica de gestores de escolas públicas.

De acordo com o edital, no Progestão online podem se inscrever os servidores de escolas estaduais da região metropolitana de Belo Horizonte pertencentes às Superintendências Regionais de Ensino Metropolitanas A, B e C. Já na modalidade de EAD podem se inscrever  diretor ou coordenador de escola, vice-diretor, de secretários municipais educação, especialista em educação básica, entre outros, de todas as 47 SREs.

Os formulários de inscrição referentes ao Progestão EAD e online deverão ser encaminhados ao tutor responsável na SRE à qual pertence o município. Cabe às Superintendências receber os formulários dos candidatos ao Progestão EAD, conferir os dados e inseri-los no sítio eletrônico, até 29 de fevereiro. Já os formulários do Progestão online deverão ser encaminhados à Diretoria de Gestão e Desenvolvimento de Servidores Administrativos e de Certificação Ocupacional da Secretaria de Estado de Educação.

“Todos os diretores que ainda não passaram pelo Progestão irão participar da capacitação, que irá ajudá-los a lidar com os mais diferentes aspectos da gestão escolar, como a gestão de pessoas que é uma das competências mais importantes”, afirma Éder Quintão.  O primeiro encontro presencial do Programa está previsto para março.

Diretora mineira foi destaque em prêmio nacional

Entre os gestores que participaram do Progestão e utilizam o curso na rotina escolar está Adriana Lemos Caixeta Vieira, diretora da Escola Estadual Dom Pedro I, no município de Machado. A diretora foi reconduzida ao cargo este ano e já está há quatro anos e meio como gestora da escola.

Adriana comenta o papel do Projeto na melhoria de sua gestão. “Eu participei do Progestão em 2006. O projeto é excelente. Durante a capacitação tratamos de todos os tipos de gestão, como a participativa e a de resultado. Ele me deu clareza de cada área da gestão. Além disso, é um momento muito rico para troca de experiências e o material de consulta é tão bom que utilizo até hoje”, diz a diretora.

Finalista, em 2011, em um prêmio que reconhece méritos na gestão escolar, Adriana dá dicas aos novos colegas sobre o que faz diferença na gestão de uma escola. “Eu acho que os gestores devem investir no pedagógico da escola. É importante monitorar o aprendizado dos alunos, entrar na sala de aula e estar sempre junto com a supervisão e professores”. A escola de Adriana Lemos foi uma das finalistas do Prêmio Gestão Escolar do Conselho Nacional de Secretarios de Educação (Consed).

Processo de indicação de diretores

Apesar de ser um cargo de confiança, cuja nomeação é de competência exclusiva do governador, a comunidade escolar teve a oportunidade de indicar os nomes de servidores de sua preferência que atendiam às normas estabelecidas pela SEE para a direção de sua escola. Em processo de consulta, organizado pela Secretaria de Estado de Educação, servidores das escolas, pais e alunos deram suas sugestões por meio do voto.

O resultado do processo de indicação foi apurado pelas comissões organizadoras de cada escola, encaminhado às Superintendências Regionais de Ensino e inseridos em sistema online da Secretaria. Pela 7ª vez, a comunidade escolar foi consultada e teve a opção de sugerir os nomes de preferência, antes da nomeação oficializada pelo governador.

Prêmio Gestão Escolar

O prêmio estimula iniciativas exitosas na educação básica pública. Cada unidade da federação seleciona seu destaque estadual/distrital. Posteriormente, uma comissão formada por representantes dos parceiros do prêmio escolhe seis finalistas, que concorrem ao título de “Destaque Nacional”. Em todas as etapas, são avaliadas cinco dimensões: gestão pedagógica, gestão participativa, gestão de serviços e recursos, gestão de resultados e gestão de pessoas.

Criado em 1998, o Prêmio Gestão Escolar é uma iniciativa conjunta do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Ministério da Educação (MEC), da  Fundação Roberto Marinho, da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, do Instituto Unibanco, da Fundação Itaú Social, da Fundação Victor Civita, da Gerdau e da Fundação SM.

Fonte: Agência Minas

Blog do Anastasia – Gestão em Minas: Universidade Estadual de Montes Claros amplia qualificação do corpo docente

MONTES CLAROS (23/01/12) – A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) alcançou o índice de 45,15% do seu corpo docente com a titulação de mestre ou doutor. A instituição conta com um total de 1.362 professores, dos quais 452 são mestres e outros 163 já concluíram o doutorado. Os dados foram divulgados pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da instituição.

“Os números demonstram que a universidade está em franca melhoria, obtendo resultados extremamente positivos na capacitação do seu corpo docente. Devemos enaltecer o esforço e a dedicação de nossos professores, que enxergaram a necessidade de se qualificarem, fazendo com que a nossa instituição viesse alcançar níveis de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão”, assegura o reitor da Unimontes, João dos Reis Canela.

“Devemos lembrar que o aumento da qualificação docente está diretamente vinculado ao próprio crescimento institucional da universidade nos últimos 10 anos. Por exemplo, alcançamos 451 projetos de pesquisa – todos em andamento – e os mestres e doutores também contribuíram para isso”, avalia.

Investimentos

O reitor destaca que o índice obtido resulta da prioridade dada pela Universidade Estadual de Montes Claros à capacitação docente. Em 2011, a Unimontes investiu R$ 11.685.765,45 na área de pesquisa e na pós-graduação. Foram aplicados R$ 7.117.086,10 na investigação tecnológica e científica e outros R$ 4.568.679,35 na pós-graduação. Os investimentos foram viabilizados com o apoio de organismos de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e o Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC.

Conforme João Canela, a perspectiva da Unimontes é elevar mais ainda a capacitação docente nos próximos anos diante do número de outros profissionais que buscam titulação. Atualmente, a Unimontes conta com 116 professores matriculados em cursos de mestrado e outros 116 cursam doutorado.

O pró-reitor de Pós-Graduação Osmar Pereira Oliva afirma que a qualificação docente teve um crescimento significativo na última década. Ele ressalta que os investimentos no setor refletem não somente no aumento da quantidade de mestres e doutores, mas também na melhoria das aulas ministradas e no surgimento de novos grupos de pesquisa, “envolvendo cada vez mais alunos da graduação e da pós-graduação”.

Ele também salienta que a elevação do número de professores com títulos de mestre e doutor resulta em melhorias para toda a universidade. “A titulação docente desencadeia melhores oportunidades de avanços no conhecimento, na pesquisa e na extensão e envolve toda a comunidade acadêmica, com a atuação mais expressiva de professores e alunos”, afirma.

Osmar Oliva frisa que o processo de titulação envolve a qualificação tanto de professores quanto de alunos da instituição e motiva, ainda, a produção intelectual e científica e as relações nacionais e internacionais. “Pois alunos e professores participam de grupos de pesquisa em outras universidades brasileiras e estrangeiras. Eles também comparecem aos eventos científicos e publicam livros e ensaios/artigos em periódicos especializados, como resultados parciais ou finais de suas investigações”, relata.

O pró-reitor lembra que, além da articulação junto aos órgãos de fomento e a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, oferecidas pela Fapemig e pela Capes/MEC, a Unimontes contribui para a qualificação docente por meio dos seus programas pós-graduação Stricto sensu. Desta forma, a Universidade possibilita que os seus professores possam fazer os cursos na própria instituição onde atuam.

Pós-graduação Stricto Sensu

Atualmente, a Unimontes oferece um curso de doutorado (em Ciências da Saúde) e nove mestrados próprios, nas áreas de Biotecnologia, Desenvolvimento Social, Ciências Agrárias (Produção Vegetal no Semiárido), Ciências Biológicas, Ciências da Saúde (um profissional e outro acadêmico), Zootecnia e Letras (Estudos Literários) e História.

A universidade também conta com os mestrados interinstitucionais em Direito e Geografia e o Doutorado Interinstitucional em Letras e Geografia, todos viabilizados a partir de parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas (PUC Minas). São ofertados, ainda, os doutorados interinstitucionais (Dinter) em Ciências Econômicas – em convênio com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) –; em Ciências Sociais através de parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Ciências da Religião, com a PUC/SP; Odontologia Restauradora, com a Universidade de São Paulo (USP – Ribeirão Preto); e o mestrado interinstitucional em Artes Cênicas, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Fonte: Agência Minas

Blog do Anastasia – Governador Antonio Anastasia anuncia liberação de R$ 70 milhões para financiamento de pesquisas

 

BELO HORIZONTE (17/01/12) – O governador Antonio Anastasia anunciou, nesta terça-feira (17), a liberação de R$ 70 milhões para financiamento de pesquisa voltada para a educação básica, bolsas de pós-doutorado, cursos de pós-graduação em universidades sediadas em Minas Gerais e compra de equipamentos para pesquisa.

Desse total, R$ 24 milhões são recursos do Governo de Minas, repassados por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), e R$ 46 milhões pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC). Os editais para a seleção serão lançados em março.

O objetivo da parceria é contribuir para elevar o padrão de excelência dos cursos de pós-graduação em Minas, para que se tornem referência no país. Visa também promover a melhoria das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas instituições de ensino superior do Estado e melhorar as atividades de ensino e a formação de professores da rede pública estadual.

Anastasia destacou que o investimento do Governo de Minas em pesquisa e educação tem por meta acelerar o crescimento econômico e o desenvolvimento social do Estado.

“Em Minas Gerais temos buscado transformar essas pesquisas também em utilidades e desenvolvimento para nossa sociedade naqueles nichos onde isso é possível, transformando-as em patentes, em empregos e geração de riqueza, em um esforço continuado. Tenho certeza de que cada real investido em ciência e tecnologia são vários reais que vamos gerar, no futuro, desenvolvimento para o Estado”, disse o governador.

Os novos recursos representam a segunda fase da parceria entre a Fapemig e a Capes. Na primeira fase, foram investidos R$ 10 milhões. De acordo com o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, os bons resultados alcançados estimularam a instituição a renovar e ampliar as ações conjuntas com a Fapemig.

O presidente da Fapemig, Mário Neto Borges, destacou a importância e o pioneirismo da inclusão do apoio à pesquisa para educação básica nas modalidades contempladas nessa etapa.

“Esse tipo de apoio é inédito e muito significativo, porque sabemos que a educação básica é universalizada, mas a qualidade ainda precisa melhorar e essa iniciativa conjunta da Capes e da Fapemig irá ajudar nesse ponto e formar material humano para a graduação e pós-graduação”, explicou ele.

A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, afirmou que a melhor qualificação de professores terá reflexos importantes no ensino público no Estado.

“Os resultados de programas como esse são imediatos, porque o professor que participa de um projeto fica altamente motivado, se sente valorizado, a sua auto-estima cresce. Além disso, ele vai trabalhar com o apoio das universidades onde se produz conhecimento mais avançado e poderá socializar as boas práticas com que terá contato e conviver com pessoas que têm soluções diferentes para cada questão a ser trabalhada com os alunos”, comemorou a secretária. Clique aqui para acessar quadro sobre destinação dos recursos (arquivo word).

Fonte: Agência Minas

Blog do Anastasia – Gestão Anastasia: novo edital destinará R$ 500 mil para apoiar programas de Educação Tutorial

BELO HORIZONTE (17/01/12) – Financiar projetos temáticos de Programas de Educação Tutorial (PET) que envolvam a articulação entre ensino, pesquisa e extensão e contribuam na resolução de problemas sociais. Este é o principal objetivo do mais novo edital lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). O Edital Programas de Educação Tutorial (PET), da Fapemig, funcionará como um recurso extra, destinando R$ 500 mil para os grupos mineiros inseridos no programa.

O PET é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), financiado pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), criado para apoiar atividades acadêmicas que integram ensino, pesquisa e extensão. Formado por grupos tutoriais de aprendizagem, o PET propicia aos alunos participantes, sob a orientação de um tutor, a realização de atividades extracurriculares que complementem a formação acadêmica do estudante e atendam às necessidades do próprio curso de graduação. O estudante e o professor tutor recebem apoio financeiro de acordo com a Política Nacional de Iniciação Científica.

O novo edital da Fapemig é uma iniciativa inédita, que vai oferecer um custeio adicional de até R$ 15 mil a cada grupo aprovado com o objetivo de fortalecê-los. “Com o lançamento do edital, a Fapemig busca contribuir para a elevação do nível de qualificação dos estudantes de graduação, com foco na multidisciplinaridade e na formação de lideranças e ainda estabelecer uma relação de diálogo entre pesquisadores e sociedade”, pontua o presidente da Fapemig, Mario Neto Borges.

Para o professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e tutor do programa há mais de 20 anos, Francisco José Gomes, a iniciativa da Fapemig fortalece a base da formação dos futuros cientistas do país. “Não há desenvolvimento científico e tecnológico sem educação e formação de qualidade”, afirma.

Sobre o edital

São consideradas elegíveis as propostas que atendam a alguns requisitos. A Instituição Proponente, por exemplo, deve estar sediada em Minas Gerais; se comprometer a propiciar condições adequadas de espaço, infraestrutura, pessoal de apoio técnico e administrativo para o desenvolvimento do projeto proposto; possuir experiência em educação tutorial. O coordenador do Grupo PET deve ter vínculo com a Proponente, e com um programa de educação tutorial; ter produção científica ou tecnológica relevante, nos últimos  três  anos, na área específica do projeto, entre outras atribuições. A proposta deve estar claramente caracterizada como Projetos de Educação Tutorial; prever a articulação entre ensino, pesquisa e extensão e ser originária de Grupo PET aprovado e vinculado à Sesu/MEC.

As propostas serão recebidas até 15 de maio. Elas devem ser submetidas eletronicamente, por meio do sistema AgilFAP (HTTP://agilfap.fapemig.br). Outras informações podem ser obtidas com a Central de Informações da Fapemig, pelo e-mail ci@fapemig.br .