Cidades mineiras: melhores em saúde e educação

Cidades mineiras: melhores em saúde e educação. São Lourenço e Turmalina foram destaques na lista as cidades brasileiras com os melhores indicadores de desempenho.

Cidades mineiras: melhores indicadores

Fonte: Revista Época

Revista Época destaca cidades mineiras entre as melhores em saúde e educação

Clique nas imagens para ampliar

Em edição especial, São Lourenço e Turmalina ficaram entre as mais bem classificadas nestas áreas; cultura e gastronomia mineiras também são destaques

Em uma edição especial denominada “Cidades”, a revista Época desta semana lista as cidades brasileiras com os melhores indicadores de desempenho em diversas áreas. Neste levantamento, os municípios mineiros de São Lourenço e Turmalina foram destaques em educação e saúde, respectivamente.

De acordo com a publicação, São Lourenço, no Sul de Minas, faz parte do seleto grupo de cidades brasileiras que conseguem oferecer educação pública de qualidade com equidade entre todas as escolas. Todas as instituições de ensino do município – ao todo são 10, com 1.750 alunos matriculados – foram bem avaliadas. A distância entre a melhor (nota 6,9 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, Ideb) e a pior escola (nota 5,1) é pequena, e o índice de abandono é de 0,2%, contra 1,7% registrado no país. Além da cidade mineira, apenas quatro outras, de 929 avaliadas em todo o Brasil, conseguiram alcançar a façanha. “Apenas cinco, num total de 929 cidades, têm 100% das escolas com nota média igual ou superior à recomendada. São elas: Sertãozinho e Lençóis Paulistas, ambas em São Paulo, Foz do Iguaçu, no Paraná, São Lourenço, em Minas Gerais, e Sobral, no Ceará”, diz a reportagem.

Por sua vez, Turmalina, no Vale do Jequitinhonha, foi uma das cinco cidades brasileiras campeãs em saúde, segundo ranking citado pela Época. De 2008 para cá, “a cobertura populacional das equipes de saúde básica cresceu de 60% para 100%”, afirma a reportagem. Em Turmalina, 27 dentistas atendem a cidade e a zona rural, a fila de espera nos seis postos de saúde é pequena, os idosos, em casos específicos, recebem atendimento em domicílio, e as consultas são agendadas por agentes de saúde e técnicos de enfermagem que vistam as casas.

Gastronomia e cultura

Mencionado pela Época como um dos setes melhores chefs do país, Guilherme Melo, do restaurante Hermengarda, em Belo Horizonte, foi convidado a criar uma receita com ingredientes típicos de Minas combinados com arroz, feijão e café, os três alimentos mais consumidos no Brasil. Deste desafio, o chef criou uma deliciosa receita: o Bolinho de queijo canastra com calda de café.

As diversas atrações culturais do Estado não foram esquecidas. Ouro Preto e seu vasto calendário de eventos que engloba festivais de inverno, jazz e cinema ficou em evidência. Tiradentes (Mostra de Cinema, Festival de Fotografia e Festival Cultura e Gastronomia), Poços de Caldas (Festival Literário) e Juiz de Fora (Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga) também foram citados.

Veja e compare

O banco de dados da epoca.com.br permite pesquisar e comprar informações sobre qualquer um dos 5.564 municípios brasileiros. São informações levantadas pelo governo e por organizações independentes, totalizando mais de 30 fontes. Acesse e compare os dados da sua cidade.

http://revistaepoca.globo.com/especial-cidades/banco-de-dados/noticia/2012/09/saiba-mais-sobre-sua-cidade.html

Cidades Mineiras: saúde e educação – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/revista-epoca-destaca-cidades-mineiras-entre-as-melhores-em-saude-e-educacao/

IDEB: Veja destaca Educação em Minas

IDEB: Especialista afirma que Minas faz a “lição de casa” em matéria de Educação e que segue “a receita de estruturar o ensino”.

IDEB 2011: Educação em Minas

Fonte: Agência Minas

VEJA destaca excelência da educação pública de Minas e os bons resultados do Estado no IDEB

Entrevistado da publicação declara que municípios mineiros estão fazendo a “lição de casa”; escolas públicas de Minas são citadas como exemplo

 IDEB: Veja destaca educação em Minas

IDEB: Especialista afirma que Minas faz a “lição de casa” em matéria deEducação e que segue “a receita de estruturar o ensino”.

A edição nacional da revista VEJA desta semana destaca em duas matérias os bons resultados alcançados pelas escolas públicas mineiras no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), divulgado na semana passada pelo Ministério da Educação.

Na entrevista de Páginas Amarelas, o especialista João Batista Araujo e Oliveira, presidente do Instituto Alfa e BetoONG dedicada a estudos educacionais – afirma que vários municípios de Minas Gerais, de São Paulo e do Ceará estão fazendo a “lição de casa” em matéria de Educação. “Elas seguem a receita de estruturar o ensino, de cuidar de questões que realmente fazem a diferença”, pontua o educador. Clique aqui para ler a íntegra da entrevista.

As escolas públicas mineiras também são destacadas na reportagem em que a VEJA analisa especificamente os resultados do IDEB. A matéria utiliza o exemplo de Minas Gerais para afirmar que “mais dinheiro não é condição necessária para alcançar excelência” no ensino.

“O estado é campeão nacional no primeiro ciclo do ensino fundamental – com IDEB 5,9 em contraste com o IDEB 5 da média brasileira –, mas no ranking dos gastos por aluno está em apenas 14º. Em contraponto, a revista cita o caso do Amapá, que tem IDEB 4,1 (30% menos que o de Minas) mas aparece na terceira colocação entre os estados mais gastadores.

 IDEB: Veja destaca educação em Minas

IDEB: Veja destaca educação em Minas

De acordo com a especialista Maria Helena Guimarães, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira(INEP), citada na matéria, a explicação é que a educação em Minas está fundada sobre as bases da continuidade nas políticas públicas e na articulação entre estado e municípios.

“Além disso, o estado – que ainda emplacou em primeiro lugar a Escola Municipal Carmélia Dramis Malaguti, de Itaú de Minas – tem dado relevante ênfase aos programas de alfabetização”, conclui a reportagem.

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem da VEJA.

IDEB: educação em Minas – Link para matéria – http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/veja-destaca-excelencia-da-educacao-publica-de-minas-e-os-bons-resultados-do-estado-no-ideb/

Read more: http://www.jogodopoder.com/blog/politica/ideb-veja-destaca-educacao-em-minas/#ixzz24OpmZ16W

Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão

Ideb 2011: Bom desempenho nacional de Minas é explicado pelo foco em políticas de alfabetização infantil com o Ensino Fundamental de 9 anos.

Ideb 2011: Gestão Aécio e Anastasia em Minas

 Ideb 2011: Minas avança   Educação e Gestão

Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão – gráfico mostra a liderança de Minas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Infográfico: O Estado de S.Paulo.

Este é a segunda avaliação positiva do Ideb para Minas Gerais. Não é por acaso que se chega a estes resultados. Vale lembrar que Minas foi o primeiro estado do país a oferecer Ensino Fundamental de nove anos. A medida é uma consequência do Choque de Gestão criado por Aécio Neves que estabelece metas com acompanhamento rigorosos dos resultados.

O governador Antonio Anastasia mantém a gestão eficiente e o compromisso de melhorar a qualidade da Educação em Minas. “Os resultados são fruto de planejamento e de programas como o PIP (Programa de Intervenção Pedagógica) e da inserção das crianças aos seis anos na Escola, da qual Minas foi pioneira”, lembrou Anastasia.

“Os resultados do Ideb demonstram que a política mineira para com a educação tem compromisso com a qualidade e vem sendo desenvolvida de forma muito séria nos últimos anos. Os projetos e investimentos do Governo, o compromisso dos nossos profissionais e a qualidade do nosso alunado são fatores que resultaram nesses bons índices”, comentou a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola.

Fonte: Luciano Máximo – Valor Econômico

País tem avanço muito tímido na educação

 Ideb 2011: Minas avança   Educação e Gestão

Ideb 2011: Minas avança – Educação e Gestão

O fraco desempenho do ciclo final do fundamental e do ensino médio manchou o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011, divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). Enquanto todo o país cumpriu e superou suas metas de qualidade nos primeiros anos do ensino fundamental, sete Estados ficaram aquém de seus objetivos no final do ciclo, principalmente na região Norte (RO, RR, PA, AP, SE, ES e RS). A realidade no ensino médio é ainda pior: a meta não foi alcançada no Distrito Federal e em outros dez Estados, concentrados no Norte e Nordeste (AC, RR, PA, AP, RN, AL, MG, ES, RS e MT).

O Ideb geral nos anos iniciais do ensino fundamental passou de 4,6 em 2009 para 5 na edição do ano passado, superando a meta de 2011 em 0,4 ponto. A nota do segundo ciclo do fundamental subiu apenas um ponto no período, para 4,1, ficando acima da meta proposta para o ano, de 3,9. No ensino médio a variação da nota do Ideb entre as duas últimas edições foi de 3,6 para 3,7, resultado que garantiu o cumprimento da meta nacional na risca.

Com resultado estatístico extraído das notas da Prova Brasil (português e matemática) feita por alunos de 4ª e 5ª séries e 8ª e 9ª séries do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio, cruzado com o fluxo de aprovação de toda a educação básica, o Ideb, divulgado de dois em dois anos, é o maior indicador de qualidade da educação brasileira e principal instrumento de avaliação e proposição de políticas educacionais para redes municipais, estaduais, federal e particulares.

Nos anos iniciais do fundamental, as redes escolares de dois Estados nordestinos se destacam com as notas mais folgadas em relação às metas propostas para 2011. Respectivamente, o Ideb dos sistemas municipais, estaduais e privados de Ceará e Piauí foi 4,9 (0,9 ponto acima da meta) e 4,4 (0,8 acima da meta). Minas Gerais registrou o Ideb mais alto para a etapa: 5,9.

Para especialistas, o bom desempenho nacional do ciclo inicial é explicado pelo foco em políticas de alfabetização infantil. Para os casos específicos de Ceará, Piauí e Minas, o avanço se deve à melhoria de gestão e de práticas pedagógicas, incrementadas por parcerias entre prefeituras e governos estaduais. “Minas já tem uma política consolidada. No Ceará e Piauí é a mesma coisa, houve pactuação entre as Secretarias Estaduais e os municípios. Os resultados saltam aos olhos porque perceberam que educação não é uma prova de passar o bastão no final de cada ciclo, mas uma responsabilidade coletiva”, avalia Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos pela Educação.

A secretária estadual de Educação do Ceará, Izolda Cela, confirma que a cooperação é estratégica. “Não inventamos a roda, apenas obedecemos os preceitos constitucionais de cooperação federativa. Não há repasse de um centavo, tudo se baseia em organização de gestão, treinamento de funcionários e professores pago pelo Estado, adoção de material estruturado [apostilas] e metas simples.”

Segundo Izolda, o avanço no Ideb do Ceará e dos municípios cearenses começou com a política de alfabetização infantil em Sobral, quando ela era secretária municipal de Educação, em 2001. “Ao assumir o Estado levamos a política para os municípios em forma de parceria. Em 2005, tirando Sobral, os 184 municípios tinham Ideb abaixo da média nacional. Em 2011, 178 cidades alcançaram média adequada”, acrescenta ela.

A secretária acredita que o segredo para avançar no final do fundamental é reforçar as parcerias prefeituras-Estado. “Daqui duas edições do Ideb, teremos resultados melhores, como já pode ser visto em alguns municípios.”

A resposta para o ensino médio é um mistério. Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP), recomenda esforços de aprendizagem e melhoria da condição de trabalho e oferta para o ciclo mais problemático da educação brasileira. “O Rio Grande do Sul, por exemplo, tem a insatisfação dos professores com baixos salários. Se durar muito tempo pode influenciar tanto no fluxo de aprovação como no aprendizado, que tem oscilado bastante. Por isso é importante focar o ensino e condições de trabalho, com salários dignos e ação de formação docente.”

O Ideb do Rio Grande do Sul para o ensino médio caiu de 3,6 em 2009 para 3,4 no ano passado, deixando o Estado abaixo da meta de 3,7. O secretário de Educação, José Clóvis de Azevedo, admite que não teve tempo para aplicar mudanças. “Encontramos altos índices de repetência e desmotivação grande dos nossos jovens. Propomos mudanças curriculares que começaram este ano, assim como ações ligadas ao mercado de trabalho e à universidade para tornar o ensino médio mais atraente. Mas elas só surtirão efeito no próximo Ideb, em 2013″, resumiu Azevedo.

O secretário estadual de Educação de Goiás, Thiago Peixoto, disse ao Valor que a realização de diagnósticos, criação de políticas de bônus por mérito e de um sistema de avaliação interno ajudaram o Estado a melhorar o Ideb do ensino médio. Goiás teve um dos melhores desempenhos do país para essa etapa da educação. “No começo houve muita gritaria, mas com bons resultados acredito que podemos avançar mais.”

Ideb 2011: gestão eficiente da educação em Minashttp://www.valor.com.br/brasil/2789168/pais-tem-avanco-muito-timido-na-educacao

Ideb 2011: gestão eficiente da Educação em Minas é destaque

Ideb 2011: Gestão de Aécio e Anastasia com foco na qualidade consolidou modelo de Educação Básica e garantiu o 1ª lugar no ranking nacional.

Ideb 2011: gestão eficiente da educação e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

Fonte: Agência Minas

Minas Gerais tem a melhor educação básica do país, revelam dados do Ministério da Educação

Resultados do IDEB divulgados nesta terça-feira indicam que alunos mineiros atingem padrões de países desenvolvidos nos anos iniciais do ensino fundamental

Minas Gerais tem a melhor educação básica do país. É o que revelam os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2011, divulgados, nesta terça-feira (14), pelo ministro da Educação, Aloízio Mercadante. Nas séries iniciais do ensino fundamental os alunos da rede estadual mineira alcançaram índice 6, comparável à qualidade do sistema educacional dos países desenvolvidos.

O levantamento do Ministério da Educação indica que, em relação à medição anterior, o sistema estadual de ensino de Minas evoluiu em todos os níveis.

Em comparação com outros estados, a rede estadual mineira também se destaca, mantendo a primeira colocação nos anos iniciais do ensino fundamental. Além disso, Minas subiu do 3º para o 2º lugar nos anos finais e ficou na 3ª posição no ensino médio. Seguem abaixo os rankings nacionais em cada um desses níveis de ensino:

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Ideb 2011: Minas 1ª lugar no ranking nacional

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Diante dos resultados, o governador do Estado, Antonio Anastasia, parabenizou toda a comunidade escolar e ressaltou que os números são fruto dos “esforços realizados pela sociedade mineira” e de um trabalho que vem sendo realizado com competência e comprometimento na educação mineira nos últimos anos.

O governador lembra que a boa escola qualifica o capital humano, facilitando a atração de investimentos e a geração de emprego e renda. “Cumprimento os professores, alunos, servidores da educação e pais. O Governo de Minas tem orgulho dos esforços de todos. Os resultados são fruto também de planejamento e de programas como o PIP (Programa de Intervenção Pedagógica) e da inserção das crianças aos seis anos na Escola, da qual Minas foi pioneira”, afirma Anastasia.

A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, apontou o comprometimento de professores e demais servidores da educação como fundamental para os bons resultados e destacou a importância de projetos desenvolvidos pelo Governo de Minas. “Os resultados do Ideb demonstram que a política mineira para com a educação tem compromisso com a qualidade e vem sendo desenvolvida de forma muito séria nos últimos anos. Os projetos e investimentos do Governo, o compromisso dos nossos profissionais e a qualidade do nosso alunado são fatores que resultaram nesses bons índices”, afirma.

A secretária também destaca o Programa de Intervenção Pedagógica. “Este é um dos instrumentos que possibilitaram diretamente os avanços nos anos iniciais do ensino fundamental, a partir do acompanhamento direto dos resultados das escolas e propostas de programas e ações com foco na qualidade”, completa.

Minas melhora índice e mantém liderança nos anos iniciais do Ensino Fundamental

Os alunos mineiros alcançaram nota média 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, de acordo com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011. Como este resultado, a rede estadual mineira mantém o primeiro lugar no ranking nacional. O índice, segundo o próprio Ministério da Educação, é equivalente à média da educação em países desenvolvidos. No último Ideb, medido em 2009, a rede estadual mineira já era a primeira colocada, com índice de 5,8.

Com Ideb de 6,0, a rede estadual mineira não só deixou para trás a meta estabelecida para 2011, que era de 5,7, como ultrapassou antecipadamente a meta estipulada para 2013, que é de 5,9. No total, 767 escolas estaduais mineiras apresentaram Ideb igual ou superior a 6,0 nos anos iniciais em 2011.

Considerando o Ideb de todas as redes — estadual, municipais e privadas — Minas Gerais também conseguiu destaque. O índice alcançado foi de 5,9 e também ultrapassa antecipadamente a meta estipulada para 2013, que é de 5,7.

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Nos anos finais, Estado subiu do terceiro para o segundo lugar no ranking nacional

Nos anos finais do ensino fundamental, a rede estadual mineira também apresentou evolução. No Ideb 2011, as escolas dos anos finais alcançaram a média de 4,4. Esse índice fez com que a rede estadual mineira fosse classificada na segunda posição em relação a todas as redes estaduais do país, atrás apenas de Santa Catarina, que ficou com 4,7.

Com Ideb de 4,4, a rede estadual mineira alcançou antecipadamente a meta estipulada para 2013, que é justamente de 4,4. Em relação ao último índice apurado, em 2009, a rede estadual apresentou evolução, passando de 4,1 para 4,4. Considerando todas as redes de ensino, Minas Gerais tem um Ideb de 4,6 e também alcançou antecipadamente a meta estipulada para 2013.

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

No ensino médio, índice mineiro é o terceiro melhor do país

A rede estadual mineira é a terceira melhor do país, de acordo com o Ideb 2011. Os alunos mineiros alcançaram o índice de 3,7 e cumpriram a meta estipulada para o período. Com essa nota, a rede estadual cresceu em relação ao Ideb 2009, quando alcançou um índice de 3,6.

Nesta etapa, a rede estadual mineira ficou atrás apenas de Santa Catarina, que está na primeira posição com Ideb de 4,0 e de São Paulo, que ficou em segundo lugar, com Ideb de 3,9.

 Ideb 2011: Minas tem a melhor Educação do país

Ideb 2011: gestão da educação em Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-tem-a-melhor-educacao-basica-do-pais-revelam-dados-do-ministerio-da-educacao/

Entrevista do governador Antonio Anastasia sobre os resultados do Ideb

Gestão Pública:“PSDB tem que ser o partido do carinho e da equidade”, diz FHC

Gestão Pública, Combate à Corrupção,  Administração Pública

Fonte:  Marcelo Mota e Guilherme Serodio – Valor Econômico

“PSDB tem que ser o partido do carinho e da equidade”, diz FHC

Nenhum candidato foi lançado, nenhum novo manifesto foi escrito, mas os tucanos presentes ao evento promovido ontem pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV) saíram de lá com a sensação de que algo novo aconteceu. O que era para ser um evento alheio à agenda partidária, promovido por um órgão de difusão da doutrina social-democrata, acabou se tornando uma grande consagração entre tucanos que nem sempre se bicam, mas que ainda sonham com uma revoada de volta ao Planalto.

“Nós estamos começando a falar com uma nova voz. Agora é a voz dos que querem vencer”, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aplaudido de pé por uma plateia eufórica após o seu discurso de encerramento. FHC falou em união do partido, e tinha ao seu redor alguns dos principais nomes do PSDB, como o senador Aécio Neves, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ex-governador do Estado José Serra, o presidente do partido, Sérgio Guerra e o presidente do ITV, Tasso Jereissati.

A montagem do evento havia sido confiada por Tasso a Elena Landau. Primeiro, subiram ao palco alguns dos pais do Plano Real, como Armínio Fraga, Gustavo Franco, Persio Arida e Edmar Bacha. Pouco a pouco, os políticos converteram o tablado em tribuna.

“Um partido existe quando tem capacidade de se antecipar, de reinventar o futuro”, disse FHC. Depois de ter seu legado defendido pelos que o antecederam no palco e por uma cartilha distribuída na entrada, rechaçou “a pecha de que o PSDB não quer desenvolvimento” e conclamou seus correligionários a fazerem oposição e a pensarem o país.

Para Aécio, pensar o Brasil é essencial, mesmo que não seja “pensar sempre na mesma direção”. Falando em união e reconhecendo que a atual administração tem seus méritos, o presidenciável tucano procurava um tom de conciliação, depois de muita especulação sobre rusgas que dominaram os bastidores do partido às vésperas do evento. Boa parte delas dava conta de que José Serra evitaria comparecer. Entre os rumores para a ausência, desde uma suposta frustração de Serra por ter sido preterido para o ITV, que acabou nas mãos de Tasso, até possíveis divergências quanto à política econômica.

“Foi tudo futrica”, afirmou Serra, que alegou ter enfrentado dificuldade para encontrar um voo que o trouxesse de Londres a tempo e por isso não havia confirmado sua participação até a última hora. Chamado ao palco por Aécio, Serra ocupou a tribuna com um discurso de oposição que, em alguns pontos, foi mais ferrenho até do que se via em sua campanha à Presidência. “Trata-se de um governo de factóides, de salamaleques”, disse.

A esta altura, FHC já havia subido ao palanque, chamado também por Aécio, cujo papel seria de apresentar o ex-presidente. Esse arranjo deu conta do improviso necessário para encaixar Serra na programação. O senador mineiro, por sua vez, havia sido chamado efusivamente ao palco por Guerra, que discursara depois de Tasso, o anfitrião da festa. Em vez de mineiro, foi chamado por Guerra, em tom de brincadeira, de “o único senador carioca do PSDB”, em alusão à sua presença frequente no Rio. A brincadeira servia para legitimar o destaque que caberia a Aécio no evento, se não tivesse acabado dividindo a cena com Serra.

Imbuído do espírito de reunião partidária, FHC lançou um novo mote para o PSDB: “Tem que ser o partido do carinho e da equidade”. Mas o carinho embutia um ataque ao governo petista, que o ex-presidente acusa de não ter estratégia e pecar pela gestão. A equidade também carregava uma crítica ao que FHC chamou de um coletivismo do PT que “não respeita as pessoas”. “Não é só querermos mais, é querermos melhor”, arrematou.

Melhor em termos de juros, inclusive. O aperto monetário, que foi severo no governo FHC, foi combatido até por aqueles que ocupavam a presidência do Banco Central naquela gestão, como Gustavo Franco e Armínio Fraga. Outro vilão apontado por todos os palestrantes foi a política industrial da administração petista. Fraga atacou a atuação de órgãos do governo em fusões e aquisições, como o Cade e o BNDES.

Tomando o cuidado de não confundir sua crítica ao ataque desferido por Fraga, já que seu banco, o BTG Pactual, apoiou com veemência a tentativa de fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour defendida pelo BNDES, Arida se ateve a combater a tática de financiar setores da economia, discricionariamente, por meio de crédito subsidiado. Sua palestra surpreendeu pelo apelo político e foi encampada pelos caciques do partido que o sucederam no púlpito. Arida disse que, se BNDES e Caixa operassem com juros de mercado, a taxa básica seria menor para todos, enquanto os rendimentos da poupança e do FGTS seriam maiores.

O tipo de carinho ao qual FHC se referiu em seguida. Animado com a ideia de Arida, que considerou “revolucionária”, o ex-presidente chegou a arriscar um trocadilho em dois idiomas. A partir do mote de campanha de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, “Yes, we can [sim, nós podemos]“, lançou o “Yes, we care [sim, nós cuidamos]“.

Gestão da Educação, Gestão Publica, redução da evasão escolar

Gestão da Educação, Gestão Publica, redução da evasão escolar

Fonte: Junia Oliveira – Estado de Minas

Mais qualidade no ensino público

Secretaria amplia para 100 escolas de todo o estado projeto Jovem de futuro, que aumentou em 25% desempenho em matemática e português e reduziu em 40% evasão de alunos de 20 colégios da Grande BH

A diretora entra na sala de aula para anunciar o início de um novo projeto. Da parceria, novas portas se abrem, mas, para isso, é fundamental o envolvimento dos alunos para cumprir metas e melhorar as notas em português e matemática. Numa das carteiras, brilham os olhos do jovem Douglas William de Oliveira Lopes, hoje com 19 anos. Há três anos, mal ele podia imaginar que, de oportunidade em oportunidade, a formatura do ensino médio numa escola estadual seria coroada com a aprovação em cinco instituições de nível superior, entre elas a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Assim como Douglas, milhares de alunos da rede pública de ensino poderão ter a chance de investir nos conhecimentos e melhorar o desempenho escolar a partir do ano que vem, quando a Secretaria de Estado de Educação (SEE) assumirá a gestão do projeto Jovem de futuro, coordenado atualmente pelo Instituto Unibanco.

O programa teve início em 2008 em 20 escolas da rede estadual da capital e Região Metropolitana de Belo Horizonte. Desenvolvido em parceria com a SEE, uma das metas era aumentar em 25% a média de desempenho em português e matemática, além de diminuir os índices de evasão. As escolas atendidas receberam apoio técnico e financeiro, equivalente a R$ 100 por aluno/ano, para desenvolvimento de um plano estratégico de resultados, com duração de três anos. Em contrapartida, as escolas se comprometeram a melhorar as médias da escola no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) em português e matemática e a diminuir em 40% os índices de evasão. Quem descumprisse o combinado seria retirado do programa.

Diante de resultados positivos, os gestores do programa autorizaram a SEE a usar o modelo no restante da rede estadual. De acordo com a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação, Audrey Regina Carvalho, até o fim do ano será definida a aplicação do projeto. A expectativa é de que ele seja ampliado para até 100 escolas em todo o estado – as regiões e instituições a serem atendidas estão sendo estudadas. “São metodologias inovadoras e práticas pedagógicas que transformam o ensino na escola. Estamos apostando na expansão e, com certeza, teremos avanço nas técnicas e projetos. Embora sejam impactos positivos, precisamos ainda definir como se dará a parceria com o gestor atual”, afirma.

RESULTADO Além de Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Ceará e Pará vão implantar o programa em 2012, com o objetivo de melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) até 2014. Segundo a superintendente do Instituto Unibanco, Wanda Engel, a ideia é antecipar para três anos os resultados que seriam obtidos em cinco.

Quem já participa torce para que outros colégios tenham a mesma chance, como a Escola Estadual Presidente Dutra, no Bairro Cidade Nova, na Região Nordeste de BH. Cumprida as metas de melhorar em 25% o desempenho nas disciplinas e ampliar a permanência dos alunos na instituição, ela foi convidada a participar dos projetos do instituto numa outra experiência, que terá ênfase no desempenho e na presença dos alunos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Vamos pegar a nota da avaliação deste ano e estabelecer objetivos para melhorar até 5%. Se batermos esse percentual, continuamos com o selo do instituto e estabeleceremos mais metas no ano que vem. Educação é assim: continuar com o que se conquistou e crescer em cima desses resultados”, afirma a diretora da escola, Sandra Riul.

Mudança de postura
As conquistas fizeram o universitário Douglas Lopes se encher de orgulho e entusiasmo. Aluno do 2º período de sistemas de informação da UFMG, ele fez parte do Jovem de futuro e abraçou cada oportunidade. Ganhador de diversos prêmios do programa, participou de vários projetos, que incluíram gincanas de conhecimento e viagens para cidades históricas. Pela Estrada Real, visitou um mundo diferente. Em Ouro Preto, na Região Central, pôde ver de perto o que estava nos livros, conhecer casas de fundição, lugares por onde passaram personagens importantes e se encantar com as riquezas das Gerais.

“Sabíamos do tamanho do investimento, que havia retorno e que a escola nunca tinha visto aquilo. Percebemos as mudanças e o quanto os alunos se comprometiam. Tudo envolvia estudo e conhecimento, mas sempre de forma muito interessante. Muita gente que não gostava de determinadas matérias mudou de postura”, conta. O resultado do esforço e da dedicação não podia ser outro: “Todas as experiências contribuíram, com certeza, para o meu sucesso no vestibular”.