Inclusão Digital: BH está entre os 4 do Brasil

Inclusão Digital: BH está entre os 4 do Brasil 

Inclusão Digital: Belo Horizonte está entre os 4 do Brasil – Pesquisa da FGV mostra um retrato do acesso às tecnologias digitais no mundo.

Inclusão Digital: Belo Horizonte

Fonte: Sérgio Matsuura – O Globo

Brasil ocupa 72ª posição em ranking global de inclusão digital

Pesquisa destaca importância do celular no combate à exclusão tecnológica

 Inclusão Digital: BH está entre os 4 do Brasil

Entre as capitais brasileiras, Florianópolis lidera o ranking, com índice de 77,06%, seguida por Vitória, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, São PauloRio de Janeiro e Brasília.

Inclusão Digital – O Brasil ocupa a 72ª posição no ranking global de conectividade, de acordo com o Índice Integrado de Telefonia, Internet e Celular (Itic), elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Fundação Telefônica/Vivo. O indicador compara o acesso a celular, telefone fixo, computador e internet em 156 países, com base em estatísticas do Instituto Gallup e do IBGE. O índice do país é de 51,25%, pouco acima da média global, de 49,1%.

– O Brasil está no meio do mundo, não só em inclusão digital. Estamos com o copo meio cheio e meio vazio, mas a taxa de evolução está forte no mundo, e cabe ao país acompanhar esse crescimento – afirmou Marcelo Neri, coordenador do estudo e pesquisador da FGV.

pesquisa “O início, o fim e o meio digital”, apresentada ontem, mostra um retrato do acesso às tecnologias digitais no mundo. O Itic é uma média entre os percentuais das populações com telefonia móvel, fixa, computador e internet nos países pesquisados. Sobre o estudo, Neri destaca a percepção do celular como ferramenta mais eficiente que outras no combate à exclusão digital.

– O celular está onde a pobreza está. Temos de desenvolver estratégias para levar conteúdos para essa plataforma, porque ela já está na mão de quem você quer incluir – avaliou Neri, lembrando que em 2003 apenas 15,3% da população brasileira da classe E possuía celular, número que pulou a 62,8% em 2009.

Na América Latina, o Brasil está atrás de Venezuela, Chile, Costa Rica, Argentina, Uruguai e Colômbia. Também fica atrás de Rússia e China, que com Brasil e Índia formam o Bric. A Suécia lidera o ranking, com 95,8%, seguida por Islândia, Cingapura, Nova Zelândia e Holanda. Os Estados Unidos ocupam a 31ª posição, com 79,25%. Na lanterna estão República Centro Africana (5,5%), Burundi (5,75%) e Etiópia (8,25%).

Entre as capitais brasileiras, Florianópolis lidera o ranking, com índice de 77,06%, seguida por Vitória, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, São PauloRio de Janeiro e Brasília. No pé da lista está Macapá, com 45,71%. O município com a maior taxa de inclusão digital é São Caetano do Sul (SP), com 82,6%, seguido por Santos.

No Rio, a pesquisa ainda destrinchou o acesso às ferramentas digitais por região administrativa. No topo da lista, com 86,65%, está a Lagoa, que engloba os bairros de Ipanema, Arpoador, Leblon, Gávea, São Conrado, Jardim Botânico e Lagoa. Esse resultado coloca a conectividade da região com índice acima de países como Japão (85%) e Alemanha (83%). No fim da lista está o Complexo do Alemão, com 50,83%, ainda acima da média mundial.

– O Complexo do Alemão está situado numa cidade rica, que tem economia de escala – explicou Neri.

Inclusão Digital: Belo Horizonte Link do artigo:  http://oglobo.globo.com/tecnologia/brasil-ocupa-72-posicao-em-ranking-de-conectividade-5641734-

 

Governo de Minas: pesquisas da Epamig consolidam sistema de produção eficiente de leite

Na última década, Epamig foi a empresa de pesquisa agropecuária que mais gerou tecnologias para o sistema de produção de leite em gado F1

José Reinaldo Mendes Ruas/EPAMIG

O Brasil é o sexto maior produtor mundial de leite. Minas Gerais destaca-se por ter o maior rebanho bovino leiteiro, além de ser o maior produtor nacional. O Estado produz 8,4 bilhões de litros, representando 27,3% do total produzido no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma das principais características do rebanho bovino no Brasil é sua composição: 74% das vacas são mestiças e produzem 1.276 kg de leite por lactação. Minas possui 7,4 milhões de fêmeas, sendo 5,4 milhões cabeças em lactação, o maior plantel do país.

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) desenvolve pesquisas para o sistema de produção de leite com vacas mestiças há 14 anos. Esse sistema utiliza fêmeas F1 (cruzamento de Holandês e Zebu – HZ), mantidas em regime de pasto durante o verão e suplementadas em cocho com volumoso (tais como silagens de milho, sorgo e capineiras; os fenos, a cana-de-açúcar e as palhadas) durante o inverno. Na última década, a Epamig foi a empresa de pesquisa agropecuária que mais gerou tecnologias para o sistema de produção de leite em gado F1. As pesquisas têm como base animais mestiços, que têm proximidade maior com a realidade do produtor mineiro e brasileiro.

Embora seja o maior estado produtor de leite, Minas Gerais ainda apresenta baixos índices de produtividade. Segundo o pesquisador da Epamig, José Reinaldo Mendes Ruas, a pecuária é uma atividade desenvolvida, principalmente, em sistema de pasto e este pasto está hoje com alto nível de degradação. “A Epamig, responsável pela pesquisa agropecuária de Minas Gerais, tem a oportunidade de contribuir para a mudança deste quadro”. O pesquisador conta que desde 1998 são desenvolvidas pesquisas em sistema de produção de leite na Fazenda Experimental de Felixlândia (FEFX), no Centro-Oeste do Estado, e, atualmente, a fazenda é referência devido aos diversos projetos desenvolvidos – em parceria com universidades e com apoio de diversas fontes fomentadoras estaduais e federais. A Fazenda de Felixlândia possui área de 890 hectares, com solos de cerrados em sua maior extensão.

Além das pesquisas, são realizados na FEFX cursos, treinamentos, dias de campo e visitas técnicas. Através do Programa Estadual da Cadeia Produtiva do Leite (Minas Leite), lançado em 2005 e coordenado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), foram capacitados na FEFX mais de 500 participantes, dentre eles técnicos, produtores rurais, estudantes e, principalmente extensionistas.

“A integração com a extensão é muito positiva, pois os profissionais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater) têm mais contato com o produtor rural, que será o grande beneficiado com a utilização dessas novas técnicas”, afirma o gerente da FEFX, Arismar de Castro.  O Minas Leite já atende a 1.036 propriedades de agricultores familiares do Estado. Em 2011, houve um crescimento de 62% em relação ao volume de fazendas incluídas até o ano anterior, segundo o coordenador do programa pela Seapa, Rodrigo Puccini Venturin.

De acordo com o pesquisador José Reinaldo, nesses anos de pesquisa as avaliações econômicas apontaram que é possível produzir leite com rentabilidade. “Quando iniciamos as pesquisas em gado de leite F1, na FEFX, as vacas produziram em torno de 2.000 kg por lactação na primeira cria. Com a adoção das tecnologias geradas pelo próprio sistema – aumento de peso, amansamento, frequência de ordenha – essa produção ultrapassou 3.000 kg na primeira cria”, explica Ruas. Os resultados demonstraram que vacas F1 foram capazes de produzir bezerros de qualidade, quando considerados o ganho médio diário e o peso do desmame, podendo contribuir para a sustentabilidade da produção. “A venda desses bezerros pode complementar a receita da propriedade”, explica o pesquisador.

José Reinaldo afirma que o Sistema desenvolvido pela Epamig demonstra que fêmeas F1 HZ mostraram-se eficientes para produzir bezerro e leite em sistema de pastagens nas condições do Brasil Central. Quando o produtor chega na Fazenda Experimental de Felixlândia ele se identifica com o modelo de produção da Epamig e vê a possibilidade de adotá-lo em sua propriedade”, ressalta.

Segundo o pesquisador, as tecnologias geradas permitem flexibilidade e oferecem vantagens econômicas, além de serem de fácil aplicabilidade e de administração simples. “Fatores como localização da propriedade, processos gerenciais adotados, tamanho de rebanho e qualidade da mão de obra podem causar diferenças, portanto, é importante o acompanhamento zootécnico e financeiro do Sistema de Produção”, alerta.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/pesquisas-da-epamig-consolidam-sistema-de-producao-eficiente-de-leite/

Governo Anastasia: taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte cai para 4,7%

Rendimento médio do trabalhador mineiro apresentou crescimento, segundo dados do IBGE

Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (22), aponta taxa de desocupados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) de 4,7%,  o que representa uma queda, comparado ao mesmo período do ano passado (6,3%). Em comparação ao mês de janeiro deste ano, a taxa apresentou relativa estabilidade, variando em 0,2% (4,5%).

A taxa de desocupação na RMBH apresentou aumento em relação ao mesmo período de 2011, passando de 56,1%, para 57,3% em fevereiro deste ano. Em relação ao rendimento médio real habitual, a taxa apresentou melhoria aos trabalhadores. O valor passou de R$ 1.487,95, em fevereiro de 2011, para R$ 1.592,00 no mesmo período deste ano.

“Estamos fazendo políticas públicas, incansavelmente, para que possamos levar mais e melhores empregos para a população mineira. Para este ano, a meta é qualificar cerca de 30 mil trabalhadores. Com isso, serão 30 mil pessoas com competência para realizar serviços nas mais diversas áreas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, avaliou o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta.

Dados nacionais

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seis regiões metropolitanas do Brasil, sendo elas Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

De acordo com os resultados da PME, apurada em fevereiro de 2012, no conjunto das seis regiões, o contingente de desocupados foi estimado em 1,4 milhão de pessoas, resultado considerado estável em relação a janeiro último. Quando comparado com fevereiro de 2011, essa estimativa recuou 8,6% (menos 130 mil).

A população ocupada, estimada em 22,6 milhões em fevereiro de 2012 no agregado das seis regiões, não se alterou frente a janeiro. No confronto com fevereiro de 2011 registrou aumento de 1,9%, o que representou uma elevação de 428 mil ocupados no intervalo de 12 meses.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em fevereiro de 2012 em R$ 1.699,70, no conjunto das seis regiões, subiu 1,2% em relação a janeiro último. Frente a fevereiro de 2011, o poder de compra dos ocupados aumentou 4,4%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/taxa-de-desocupados-na-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte-cai-para-47/

Governo de Minas: produtor mineiro de coco-da-baía aposta na recuperação do preço

Cotação atual do fruto no Estado é 44,0% superior à registrada no ano passado

Divulgação/Seapa
Segundo a Secretaria de Agricultura, Minas deve colher 45,6 milhões de cocos em 2012
Segundo a Secretaria de Agricultura, Minas deve colher 45,6 milhões de cocos em 2012

Minas Gerais deve colher 45,6 milhões de cocos-da-baía em 2012, informa a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento estimado da produção, comparado à safra anterior, é apenas de 1%, mas os produtores acreditam que a renda do setor vai aumentar, principalmente como consequência da recuperação dos preços do fruto registrada desde a última semana de fevereiro.

Arlim Maria Ribeiro Neto, administrador da Fazenda Coqueiro Verde, no município de Várzea da Palma (Norte do Estado), diz que o preço líquido do coco ao produtor em Minas oscila atualmente entre R$ 0,70 e R$ 0,75 a unidade. “Caso este valor seja mantido, o produtor poderá garantir a sua renda. Nesta situação, mesmo considerando que houve retração dos preços de janeiro até a terceira semana de fevereiro, a média atual será cerca de 44% superior à registrada em 2011.

De acordo com o administrador, o mercado de coco, em Minas Gerais, sempre tem boas condições de recuperação, porque o produto é de alta qualidade e disputado inclusive por outros estados, sendo o consumo crescente principalmente no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.

“O produtor precisa ter certeza de que venderá grandes volumes para investir no aumento da produção e na melhoria da qualidade do coco”, explica Neto. ”A Fazenda Coqueiro Verde acredita na recuperação do mercado e vem obtendo safras cada vez maiores, sendo a de 2012 estimada em 4 milhões de frutos. O volume é 14,2% superior ao registrado no ano passado e corresponde a 30% da produção prevista este ano para a região Norte.”

Atividade sustentável

A área plantada com coco na Coqueiro Verde é de 180 hectares, a maior do Estado, representando 26,2% da área total ocupada pela cultura na região. “O trabalho na fazenda é orientado por práticas recomendadas para a obtenção da sustentabilidade. Utilizamos processos automatizados de irrigação que controlam o volume de água para cada área de plantio, conjugando a prática com a adubação, principais responsáveis pela produtividade da ordem de 36 mil frutos por hectare. O volume equivale ao dobro do rendimento médio das áreas de coco de todo o Estado, conforme a previsão do IBGE para 2012.

Um dos projetos da Coqueiro Verde para este ano é a implantação de mais 150 hectares de coqueiros, que devem começar a produzir até 2016. Segundo Neto, a boa localização de Várzea da Palma em relação principalmente aos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte é um fator importante para a decisão de manter o plano de expansão do plantio.

Além da região Norte, que responde por cerca de 19,1 milhões de frutos ou 42,0% da colheita de coco no Estado prevista para este ano, a produção do fruto é expressiva também no Rio Doce (11,6 milhões de frutos), Jequitinhonha/Mucuri (5,7 milhões de frutos), Zona da Mata (5,7 milhões de frutos), e Triângulo (2,3 milhões de frutos).

“O destaque do Norte de Minas e especialmente do município de Várzea da Palma na produção de coco é uma prova do papel transformador da irrigação na agricultura”, diz o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento. “Conjugados com a adubação orientada por técnicos, os programas de irrigação ampliam os períodos de produção dos alimentos, como no caso da Fazenda Coqueiro Verde, onde coco de qualidade é colhido em grande volume o ano inteiro. Segundo estimativa da FAO, nos próximos vinte anos, cerca de 40% do aumento da produção de alimentos deverão ser gerados pelas áreas irrigadas”, finaliza.

Fontehttp://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/produtor-mineiro-de-coco-da-baia-aposta-na-recuperacao-do-preco/

Gestão Anastasia: Noroeste deve manter liderança na safra mineira de grãos

Região deve produzir 2,8 milhões de toneladas em 2012

Com uma safra estimada de 2,8 milhões de toneladas de grãos para 2012, volume 8,5% maior que o do ano anterior, a região Noroeste segue liderando a produção em Minas Gerais. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a região responde por 24,7% da safra mineira, com cultivos espalhados por 642,4 mil hectares.

Márcia Aparecida de Paiva Silva, assessora técnica da Subsecretaria do Agronegócio, esclarece que o aumento do rendimento médio das lavouras do Noroeste, devido à utilização de tecnologia e aplicação de boas práticas de produção em geral, beneficia a produção regional, sobretudo de soja. Os números do IBGE não incluem a produção de feijão terceira safra, girassol e trigo.

“O Noroeste é o maior produtor de soja do Estado, com safra estimada de 1,2 milhão de toneladas, variação positiva de 7% em relação ao período anterior. Neste caso, a região responde por 39% da produção estadual”, explica a assessora.

Para o milho, está prevista uma safra de 1,3 milhão de toneladas na região Noroeste. O volume é 13,1% superior ao registrado em 2011 e equivale a uma participação de 17,3% na safra estadual do grão. À frente do Noroeste, na produção de milho, estão o Alto Paranaíba e o Sul de Minas, que respondem por 24,8% e 18,8% da produção mineira, respectivamente.

“Já a produção de sorgo, apesar da estimativa de uma pequena redução, também contribui para a manutenção do Noroeste como líder da safra mineira de grãos”, observa Maria Aparecida. “A região responde por 42,5% da produção total de sorgo do Estado, pois as colheitas previstas para 2012 devem resultar em 159,5 mil toneladas. O município de Unaí, maior produtor de sorgo de Minas, deve responder por 23,5% da safra estadual.”

Além disso, para manter a posição de destaque na produção estadual de grãos, o Noroeste conta também com o feijão, sendo a safra estimada para 2012 da ordem de 36,6 mil toneladas. O volume equivale a 20,5% da colheita total de feijão de Minas, que deve alcançar 178,5 mil toneladas. A liderança de produção regional, neste caso, é do Alto Paranaíba, responsável por 24,5% da safra mineira de feijão (excluindo a terceira safra).

Segundo e terceiro

O Alto Paranaíba continua no segundo lugar do ranking estadual da produção de grãos. “A safra prevista é de 2,5 milhões de toneladas ou participação de 22,3% do total de Minas. A progressão do volume em relação ao período anterior será de 9,8%, consequência principalmente da melhora do rendimento das lavouras.”, ressalta a assessora técnica.

A terceira posição no ranking dos maiores produtores de grãos de Estado fica com o Triângulo Mineiro, que me 2012 deverá produzir 2,4 milhões de toneladas. Um crescimento de 11,6% em relação a 2010.

Safra mineira de grãos – estimativa 2012

Total do Estado: 11,4 milhões de t (+9,2%)

Safra do Noroeste: 2,8 milhões de toneladas (+8,5%)

Milho no Noroeste: 1,3 milhão de t (+13,1%)

Soja no Noroeste: 1,2 milhão de t (+7,0%)

Participação do Noroeste : 24,7% da produção estadual

Fonte: Agência Minas

Gestão Antonio Anastasia: vendas no comércio em Minas crescem acima da média nacional

Com um aumento de 10% , Minas Gerais foi um dos estados que se destacaram no levantamento

As vendas no comércio varejista no Brasil cresceram pelo quarto mês consecutivo em dezembro do ano passado. Com isso, o setor fechou o ano de 2011 com elevação de 6,7% no volume de vendas, segundo dados do IBGE, divulgados nesta terça (14). Com um aumento de 10% , Minas Gerais foi um dos estados que se destacaram no levantamento.

A matéria completa pode ser lida no site da Agência Brasil

Fonte: Agência Minas

Antonio Anastasia inaugura novo centro de distribuição supermercadista na Zona da Mata

Governador destacou empreendimento como demonstração do crescimento da economia de Minas Gerais
Carlos Alberto/Imprensa MG
Governador Anastasia inaugura as instalações do novo centro de distribuição do Grupo Bahamas em Juiz de Fora
Governador Anastasia inaugura as instalações do novo centro de distribuição do Grupo Bahamas em Juiz de Fora

O governador Antonio Anastasia participou, neste sábado (11/02), em Juiz de Fora, na Zona da Mata, da inauguração do novo Centro de Distribuição do Grupo Bahamas, 3º maior grupo do setor supermercadista mineiro. Com investimentos de R$ 23 milhões, a nova unidade irá gerar 500 novos empregos diretos e resultará em redução de custos e maior agilidade para o abastecimento das lojas do grupo no Estado.

Durante seu pronunciamento Antonio Anastasia apontou o crescimento do grupo Bahamas como símbolo do desenvolvimento da região da Zona da Mata e de Minas Gerais, destacando os índices econômicos estaduais como fundamentais para a indústria brasileira.

O governador citou dados divulgados, nesta sexta-feira (10/02), pelo IBGE que apontam Minas Gerais como principal responsável pelo aumento de 4,2% na remuneração dos empregados da indústria nacional em 2011, em comparação a 2010.

“A indústria brasileira só atingiu esse índice porque em Minas Gerais a remuneração subiu 10%. Da mesma forma a balança comercial brasileira tanto de 2010, como de 2011, só teve superávit graças às exportações de Minas Gerais. O superávit mineiro foi exatamente o superávit nacional. Portanto, é esse reconhecimento da nossa economia que nós precisamos cada vez mais ter”, afirmou o governador.

De acordo com Jovino Campos, diretor do Grupo Bahamas, o novo centro de distribuição, localizado às margens da BR-040, no trevo para Caxambu, irá sustentar a expansão do grupo, que pretende dobrar de tamanho até 2015, alcançando um faturamento de R$ 2 bilhões. Atual 20ª empresa do ranking nacional de supermercados, o Bahamas quer chegar ao primeiro lugar em Minas e estar entre os dez primeiros do Brasil.

Com 29 anos de atividade, o Bahamas emprega 5 mil pessoas e conta 28 lojas – 19 em Juiz de Fora, duas em Cataguases, duas em Barbacena, uma em Viçosa, Ponte Nova, Ubá, Além Paraíba e São João Del Rei. A intenção é chegar a 50 lojas até 2016.

O centro de distribuição ocupa área total de 380 mil m², com 25 mil m² de área construída. No prédio funciona o centro de distribuição, escritório central, departamentos comercial e financeiro. A capacidade de carregamento é de 100 caminhões diários.

Estiveram presentes à cerimônia de inauguração o secretário de Defesa Social, Lafayette Andrada, o secretário de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, além do prefeito de Juiz de Fora, Custódio Mattos, e autoridades da região.

Fonte: Agência Minas