Governo de Minas: pesquisa vai apontar as condições da saúde bucal em municípios do Sul de Minas

 

Exames clínicos e questionários vão permitir a caracterização do nível de utilização de serviços odontológicos e dos riscos à Saúde Bucal da população mineira

Pedro Cisalpino
Projeto será realizado em cinco cidades sul-mineiras
Projeto será realizado em cinco cidades sul-mineiras

Os moradores de Boa Esperança, Guaxupé, Santa Rita do Sapucaí, Turvolândia e Varginha estão incluídos na pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que vai mapear as condições da saúde bucal da população mineira. O inquérito epidemiológico está sendo feito desde o final de abril e vai permitir a identificação dos problemas bucais mais freqüentes, a fim de diagnosticar as necessidades e, assim formular ações de prevenção, tratamentos e reabilitação adequados à realidade das comunidades.

A pesquisa abrange outros 55 municípios mineiros. Em cada um deles serão feitos cerca de 100 exames, totalizando, aproximadamente, seis mil exames no Estado. De acordo com a diretora de Saúde Bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal, a pesquisa vai fortalecer a Política de Saúde Bucal, que vem sendo delineada no estado.

“O projeto Saúde Bucal Minas Gerais vai trazer como resultado o diagnóstico epidemiológico de Saúde Bucal da população mineira, a partir do qual serão formuladas ações que contemplem esta população com o desenvolvimento de programas de âmbito estadual”, explica.

Durante a pesquisa, além dos índices tradicionais de aferição das doenças bucais, será aplicado, também, um questionário aos indivíduos examinados. Dessa forma, serão analisados problemas como cárie, doença periodontal, oclusopatias, fluorose (intoxicação pelo flúor e seus derivados), dentre outras, no sentido de se verificar, além da prevalência, a extensão da gravidade dos problemas.

Segundo a diretora, Daniele Leal, a Política Nacional de Saúde Bucal determina a realização de estudos epidemiológicos desse porte como parte componente da Vigilância em Saúde. “A nossa proposta é realizar pesquisas desse tipo a cada 10 anos, com o intuito de avaliar as alterações no quadro epidemiológico da população”, afirma.

O projeto terá financiamento da SES-MG, por meio da Diretoria de Saúde Bucal, no valor de R$168 mil, sendo que cada município participante vai receber R$ 2.800,00 para pagamento de pessoal e ressarcimento de despesas de deslocamento, além de receber todo o material para realização dos exames.

“Os municípios investem disponibilizando os profissionais para a pesquisa. E o Ministério da Saúde é parceiro no processo, uma vez que toda a metodologia do projeto é do Ministério”, acrescenta a diretora de Saúde Bucal, Daniele Leal.

Participação dos municípios

Para que houvesse representatividade em todo o território do estado de Minas Gerais, os municípios participantes do projeto Saúde Bucal Minas Gerais foram sorteados, seguindo um processo de amostragem probalística.

Nesse processo, foram considerados os grupos etários e o fator de alocação dos municípios, definidos a partir da associação dos índices de Necessidade em Saúde e de Porte econômico, que levam em conta variáveis epidemiológicas e socioeconômicas, além da capacidade do município financiar, com recursos próprios, os cuidados com a saúde dos cidadãos.

Para execução do projeto, os municípios participantes contam com um examinador, um anotador e um coordenador municipal, sendo que os exames epidemiológicos são realizados por Cirurgiões Dentistas e os anotadores são profissionais de nível médio, geralmente técnico em Saúde Bucal (TSB) ou auxiliar em Saúde Bucal (ASB), das Secretarias Municipais de Saúde dos próprios municípios.

“As equipes de campo foram treinadas, em oficina com duração de 24 horas, onde foi possível discutir a operacionalização das etapas do trabalho e as atribuições de cada participante, a fim de assegurar um grau aceitável de uniformidade nos procedimentos”, esclarece a diretora de Saúde Bucal da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Daniele Leal.

Metodologia de pesquisa

Durante a pesquisa, o cirurgião dentista vai percorrer a cidade e examinar, em domicílio, o morador que se interessar em participar voluntariamente do Projeto, sendo aptas a participar da pesquisa, pessoas com idades de 05 e 12 anos e das faixas etárias de 15 a19, 35 a 44 e 65 a74 anos.

O voluntário deverá, também, responder um questionário, composto por perguntas subjetivas que vão ajudar na compreensão do processo saúde/doença bucal. “O questionário vai contribuir para a avaliação das condições socioeconômica e de utilização dos serviços, sendo fundamental para a estruturação da Rede Assistencial em Saúde Bucal”, afirma Daniele Leal.

Projeto

O projeto segue a metodologia do SB Brasil 2010, do Ministério da Saúde, e conta com a colaboração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que vai avaliar os resultados por meio do Conselho de Ética em Pesquisa. Outra instituição a avaliar o resultado da pesquisa será o Comitê de Ética em Pesquisa cadastrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

Fonte: www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/pesquisa-vai-apontar-as-condicoes-da-saude-bucal-em-municipios-do-sul-de-minas/

Gestão da Saúde: SES promove pesquisa para mapear a saúde bucal da população do Estado

Exames clínicos e questionários vão permitir a caracterização do nível de utilização de serviços odontológicos e dos riscos à Saúde Bucal dos mineiros

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Pedro Cisalpino
SB Minas Gerais mapeia a condição da saúde bucal da população mineira
SB Minas Gerais mapeia a condição da saúde bucal da população mineira

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) está realizando uma pesquisa que tem como objetivo mapear as condições de saúde bucal da população mineira, o SB Minas Gerais. Por meio do projeto, a SES-MG pretende identificar os problemas bucais mais frequentes na população, a fim de diagnosticar as necessidades e, formular ações que contemplem prevenção, tratamentos e reabilitação adequados à realidade das comunidades.

Desde o final de abril, moradores de 60 municípios mineiros estão participando do inquérito epidemiológico. Em cada município serão feitos cerca de 100 exames, totalizando, aproximadamente, seis mil exames no Estado. De acordo com a diretora de Saúde Bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal, a pesquisa vai fortalecer a Política de Saúde Bucal, que vem sendo delineada no estado.

“O SB Minas Gerais vai trazer como resultado o diagnóstico epidemiológico de Saúde Bucal da população mineira, a partir do qual serão formuladas ações que contemplem esta população com o desenvolvimento de programas de âmbito estadual”, explica.

Durante a pesquisa, além dos índices tradicionais de medição dos agravos bucais, será aplicado, também, um questionário aos indivíduos examinados.  Dessa forma, serão analisadas as condições de problemas como cárie, doença periodontal, oclusopatias, fluorose (intoxicação pelo flúor e seus derivados), dentre ouras, no sentido de se verificar, além da prevalência, a extensão da gravidade das doenças bucais.

Segundo a diretora, Daniele Leal, a Política Nacional de Saúde Bucal determina a realização de estudos epidemiológicos desse porte como parte componente da Vigilância em Saúde. “A nossa proposta é realizar pesquisas desse tipo a cada 10 anos, com o intuito de avaliar as alterações no quadro epidemiológico da população”, afirma.

O projeto terá financiamento da SES-MG, através da Diretoria de Saúde Bucal, no valor de R$168 mil, sendo que cada município participante vai receber R$ 2.800,00 para pagamento de pessoal e ressarcimento de despesas de deslocamento, além de receber todo o material para realização dos exames.

“Os municípios investem disponibilizando os profissionais para a pesquisa. E o Ministério da Saúde é parceiro no processo, uma vez que toda a metodologia do projeto é do Ministério”, acrescenta a diretora de Saúde Bucal, Daniele Leal.

Participação dos municípios

Para que houvesse representatividade em todo o território do estado de Minas Gerais, os municípios participantes do projeto SB Minas Gerais foram sorteados, seguindo um processo de amostragem probalística.

Nesse processo, foram considerados os grupos etários e o fator de alocação dos municípios, definidos a partir da associação dos índices de necessidade em saúde e de porte econômico, que levam em conta variáveis epidemiológicas e socioeconômicas, além da capacidade do município financiar, com recursos próprios, os cuidados com a saúde dos cidadãos.

Para execução do projeto, os municípios participantes contam com um examinador, um anotador e um coordenador municipal, sendo que os exames são realizados por Cirurgiões Dentistas e os anotadores são profissionais de nível médio, geralmente técnico em Saúde Bucal (TSB) ou auxiliar em Saúde Bucal (ASB), das Secretarias Municipais de Saúde dos próprios municípios.

“As equipes de campo foram treinadas, em oficina com duração de 24 horas, onde foi possível discutir a operacionalização das etapas do trabalho e as atribuições de cada participante, a fim de assegurar um grau aceitável de uniformidade nos procedimentos”, esclarece a diretora de Saúde Bucal da SES-MG.

Metodologia de pesquisa

Durante a pesquisa, o cirurgião dentista vai percorrer a cidade e examinar, em domicílio, o morador que se interessar em participar voluntariamente do Projeto, sendo aptas a participar da pesquisa, pessoas com idades de 05 e 12 anos, 15 a19 anos, 35 a 44 anos e 65 a74 anos.

O voluntário deverá, também, responder um questionário, composto por perguntas subjetivas que vão ajudar na compreensão do processo saúde/doença bucal. “O questionário vai contribuir para a avaliação das condições socioeconômica e de utilização dos serviços, sendo fundamental para a estruturação da Rede Assistencial em Saúde Bucal”, afirma Daniele Leal.

O projeto segue a metodologia do SB Brasil 2010, do Ministério da Saúde, e conta com a colaboração da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), que vai avaliar os resultados através do Conselho de Ética em Pesquisa. Outra instituição a avaliar o resultado da pesquisa será o Comitê de Ética em Pesquisa cadastrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

Municípios Participantes

Guaxupé, Conselheiro Lafaiete, Capela Nova, Betim, Contagem, Itabirito, Sabará, Igarapé, Coronel Fabriciano, Pingo-D’água, Naque, Diamantina, Jenipapo de Minas, Serro, Divinópolis, Lagoa da Prata, Onça de Pitangui, Governador Valadares, Central de Minas, Peçanha, São José da Safira, João Monlevade, Virginópolis, Centralina, São Romão, Varzelândia, Juiz de Fora, Arantina, Cataguases, Simonésia, Pedra Bonita, Montes Claros, Janaúba, Monte Azul, Capitão Enéas, Padre Carvalho, Rio Pardo de Minas, Piumhi, Patos de Minas, João Pinheiro, Águas Vermelhas, Santa Maria do Salto, Santa Fé de Minas, Paula Cândido, Santa Rita do Sapucaí, Turvolândia, Piedade do Rio Grande, Sete Lagoas, Teófilo Otoni, Machacalis,Crisólita,Malacacheta, Ubá, Rosário da Limeira, Araxá, Perdizes, Uberlândia, Unaí, Boa Esperança e Varginha.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ses-promove-pesquisa-para-mapear-a-saude-bucal-da-populacao-do-estado/

Gestão Anastasia: Epamig destaca controle fitossanitário cafeeiro durante encontro tecnológico no Sul de Minas

O Encontro Tecnológico do Café será realizado na Fazenda Experimental de São Sebastião do Paraíso

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em parceira com a Universidade Federal de Lavras (Ufla) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), realiza, no dia 10 de maio, na Fazenda Experimental de São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, o 8º Encontro Tecnológico do Café. O tema principal desta edição é o controle fitossanitário, com destaque para a palestra “Diagnóstico e manejo da mancha aureolada do cafeeiro”, que será ministrada pela pesquisadora do Instituto Biológico de Campinas, Flávia Rodrigues Alves Patrício.

Em campo, os participantes vão acompanhar estações técnicas que abordarão temas, como: combate de pragas, produtividade, qualidade, armazenamento e comercialização do café. O pesquisador da Embrapa Café/Epamig Sul de Minas, Ernesto Prado, falará sobre “Manejo e controle de cochonilhas farinhentas do cafeeiro” em uma estação que contará, também, com o Ciência Móvel – ônibus itinerante da Epamig que traz um pequeno laboratório para demonstração de pesquisas, publicações técnicas e produtos da Empresa.

Outros destaques serão as estações sobre “Armazenagem e comercialização do Café”, apresentada por representantes da Cooparaíso, e “Qualidade e preparo do Café”, comandada pelo engenheiro agrônomo da Emater de Guaxupé, Willem Guilherme. Paralelamente ao evento, haverá exposição de máquinas, insumos, fertilizantes e defensivos agrícolas para a cafeicultura.

De acordo com o gerente da Fazenda Experimental de São Sebastião do Paraíso, Juraci Júnior de Oliveira, a expectativa é que o encontro atraia participantes de 12 municípios da região. “O público que vem para o evento é bem diversificado. Além de cafeicultores e extensionistas, recebemos também representantes de indústrias, cooperativas e revendas de café em busca de novidades para o setor”, afirma Juraci.

O evento é gratuito e as inscrições serão feitas no local a partir das 8h do dia 10 de maio. Mais informações pelo telefone (35) 3531-1496.

8º Encontro Tecnológico do Café

Data: 10 de maio de 2012

Local: Fazenda Experimental da EPAMIG em São Sebastião do Paraíso – Estrada Via Guardinha, Km 12,5 – Distrito de Guardinha

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/epamig-destaca-controle-fitossanitario-cafeeiro-durante-encontro-tecnologico-no-sul-de-minas/

Governo de Minas: Polícia Civil inaugura nova sede da delegacia de Guaxupé

Em dois andares estão 21 cômodos, dentre gabinetes, inspetoria, cartórios, sanitários, sala de espera, além de duas salas de triagem
Divulgação/PCMG
Delegado João Simões de Almeida durante pronunciamento
Delegado João Simões de Almeida durante pronunciamento

Guaxupé, no Sul de Minas, ganhou uma nova sede da Delegacia de Polícia nessa quarta-feira (29). O novo prédio está localizado na rua Luiz Costa Monteiro, 89, no Centro, antiga cadeia Municipal. O prédio que abriga a nova sede da delegacia foi construído em 1920 e passou por reformas, durante um ano, a fim de atender à população com qualidade e excelência.

Em dois andares estão 21 cômodos, dentre gabinetes, inspetoria, cartórios, sanitários, sala de espera, além de duas salas de triagem para realização do reconhecimento de autores de crimes sem que a vítima se exponha. Na nova sede, cerca de 30 policiais atuarão no setor de trânsito, perícia e em uma unidade de atendimento à mulher vítima de violência.

O delegado Regional João Simões de Almeida, em seu último dia de trabalho, disse que é um orgulho se aposentar e poder ver a realização de um projeto desse porte na cidade. “Sinto-me honrado pelo fato de poder valorar mais a Polícia Civil e sentir a satisfação da sociedade de Guaxupé ao receber uma delegacia que poderá atender de forma satisfatória os serviços prestados pelos policiais”.

Para o chefe do 18º Departamento da Polícia Civil, sediado em Poços de Caldas, delegado Bráulio Stivanin, a atitude do delegado João Simões de Almeida contribui para o crescimento da instituição, além de agregar uma etapa marcante em sua história profissional.

“A nova sede da delegacia é um grande ganho para os moradores Guaxupé, uma estrutura restaurada e preparada para os serviços da Polícia Civil”, disse o prefeito Roberto Luciano Vieira.

O chefe da Polícia Civil, delegado-geral Jairo Lellis, agradeceu a contribuição de todos durante a obra da nova sede da delegacia, fez uma breve explanação sobre a história da cidade como produtora nacional e internacional de café e parabenizou o delegado João Simões. “Hoje não estamos apenas comemorando a inauguração da nova delegacia regional, estamos também aqui para rendermos homenagem ao delegado João Simões”.

Acompanhado do prefeito, do delegado Regional de Guaxupé e do chefe do 18º Departamento, o chefe da Polícia Civil finalizou a cerimônia com o descerramento da placa inaugural da sede da Delegacia de Polícia Civil de Guaxupé.

A cerimônia ainda contou com a presença de policiais civis, militares e da comunidade.

O imóvel que foi ocupado pela Polícia Civil durante dez anos na avenida Dona Floriana, voltará a ser utilizado pelo SOS, mantenedor da Casa da Criança.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas investe R$ 82,7 milhões em hospitais da Macro Sul

Hospitais de 17 municípios da região foram beneficiados pelo Pro-Hosp

André Brant
Ampliação da UTI Neonatal do hospital Vaz Monteiro, em Lavras, foi uma das obras realizadas pelo Pro-Hosp no Sul de Minas
Ampliação da UTI Neonatal do hospital Vaz Monteiro, em Lavras, foi uma das obras realizadas pelo Pro-Hosp no Sul de Minas

Desde 2003, o Governo de Minas investiu cerca de R$ 700 milhões em 132 hospitais, com recursos provenientes do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp). Do total, R$ 82,7 milhões foram destinados a 20 hospitais de 17 municípios da Macro Sul. Com a ação, foram beneficiados moradores de Alfenas, Guaxupé, Machado, Passos, Piumhi, São Sebastião do Paraíso, Andradas, Itajubá, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Baependi, Lavras, São Lourenço, Três Corações, Três Pontas e Varginha.

Apenas em 2011 foram aplicados R$ 115 milhões no programa. Para 2012, a previsão de investimentos do Pro-Hosp é da ordem de R$ 130 milhões. De acordo com o coordenador do programa, Tiago Lucas, a expansão da rede se deu por meio da inclusão de hospitais que exercem papel regional e inter-regional relevante para o Sistema Único de Saúde (SUS), por sua participação imprescindível na resolubilidade de clínicas de especialidades estratégicas, tais como cirurgia neurológica, cirurgia e tratamento em oncologia, cirurgia ortopédica e cirurgia cardiovascular.

Segundo ele, o Pro-Hosp possibilita aos cidadãos mineiros atendimento hospitalar de qualidade e com resolutividade, o mais próximo possível das suas residências. “O objetivo é que o paciente se desloque o mínimo possível de seu município para receber assistência médica necessária, evitando ter que viajar ou ser transportado para os grandes centros ou para Belo Horizonte”, explica Tiago Lucas.

Macro Sul

Situado em Lavras, o Hospital Vaz Monteiro foi uma das unidades a receber recursos do Pro-Hosp. Dentre as melhorias realizadas no hospital está a ampliação da UTI Neonatal e do centro cirúrgico, que passou de quatro para seis salas. Além disso, foram adquiridos materiais e equipamentos para unidade de internação do SUS disponível para recém-nascidos.

Dentre as benfeitorias realizadas pelo Pro-Hosp no hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre, estão a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com mais nove leitos adulto, e a construção de um banco de leite e de uma nova área de maternidade, contemplando o Programa Viva Vida, dentre outras melhorias na unidade.

Critérios para o repasse de recursos

A transferência de recursos do Tesouro Estadual para os  hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp leva em conta a população das macro e microrregiões (base de cálculo per capita) e também a realidade socioeconômica de cada uma, buscando atender ao princípio da equidade.

Assim, nas áreas mais carentes, como nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce, e nas regiões Nordeste e Norte de Minas, as unidades hospitalares recebem um valor per capita diferenciado, o que, ao final, representa um maior volume de investimentos.

O Pro-Hosp se fundamenta em uma parceria entre o Estado e os hospitais públicos e filantrópicos que integram o programa, com a participação dos gestores municipais, Colegiados dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-MG) e Conselhos de Saúde Municipal e Estadual. Por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Governo de Minas faz o repasse dos recursos. E as instituições, por sua vez, se comprometem a cumprir metas assistenciais e gerenciais.

Confira os 20 hospitais beneficiados na Macro Sul, por meio Pro-Hosp:

Alfenas: Casa de Caridade e Hospital Universitário Alzira Velano; Guaxupé: Irmandade de Misericórdia; Machado: Santa Casa de Caridade; Passos: Santa Casa de Misericórdia; Piumhi: Santa Casa de Misericórdia; São Sebastião do Paraíso: Santa Casa de Misericórdia: Andradas: Santa Casa de Misericórdia; Itajubá: Hospital Escola; Ouro Fino: Casa de Caridade; Poços de Caldas: Santa Casa de Misericórdia; Pouso Alegre: Hospital das Clínicas Samuel Libânio; Baependi: Sociedade Caritativa Sagrado Coração de Jesus; Lavras: Hospital Vaz Monteiro e Santa Casa de Misericórdia; São Lourenço: Casa de Caridade; Três Corações: Fundação Hospitalar São Sebastião; Três Pontas: Santa Casa de Misericórdia; Varginha: Hospital Bom Pastor e Hospital Regional do Sul de Minas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Antonio Anastasia: força-tarefa agiliza projetos para recuperação de danos causados pelas chuvas

Minas buscar obter liberação, pelo governo federal, de R$ 2 bilhões em investimentos para drenagem, contenção de encostas, esgotos, estudos e planos de redução de riscos

Divulgação/Sedru
Força-tarefa formada pelo governador Anastasia se reúne para apressar projetos para recuperação de estragos
Força-tarefa formada pelo governador Anastasia se reúne para apressar projetos para recuperação de estragos

A força-tarefa do Governo de Minas, encarregada pelo governador Antonio Anastasia de captar recursos para obras de prevenção de riscos e de recuperação dos estragos causados pelas chuvas no Estado, intensifica os trabalhos para obter liberação, pelo governo federal, de cerca de R$ 2 bilhões em investimentos para drenagem, contenção de encostas, esgotos, estudos e planos de redução de riscos.

Comandada pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Regional e Polícia Urbana, Bilac Pinto, a força-tarefa discutiu esta semana, na Cidade Administrativa, detalhes das obras emergenciais, já em análise pelo Ministério do Planejamento, em Brasília, abrangendo de imediato R$ 1,05 bilhão para projetos de drenagem, R$ 330,4 milhões para contenção de encostas, R$ 590,4 milhões para redes de esgotos, R$ 31 milhões para estudos e R$ 6 milhões para planos de redução de riscos. Além de ações preventivas, o documento contempla projetos estruturantes de saneamento básico em municípios de todas as regiões mineiras.

Além de especialistas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), a força-tarefa é integrada por dirigentes e técnicos da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), da Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab Minas), da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) e do Escritório de Prioridades Estratégicas.

O maior volume de recursos, de R$ 481 milhões, está previsto para o sistema integrado de contenção de cheias na Bacia do Rio Sapucaí nos municípios de Itajubá, Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre, já com projetos de engenharia concluídos. O objetivo é a construção de um dique em Pouso Alegre e de três barragens de contenção nos rios Sapucaí, Vargem Grande e Lourenço Velho. Além disso, o projeto de R$ 27 milhões prevê a construção de um dique e de galerias em Pouso Alegre, para evitar que as águas do Rio Mandu invadam casas e ruas durante as chuvas.

Ribeirão Arrudas

A proposta prevê ainda a aplicação de R$ 147 milhões em obras na Bacia do Ribeirão Arrudas em Belo Horizonte e Contagem, já com projetos de engenharia concluídos. Um deles, de R$ 127,2 milhões, prevê obras de contenção de cheias no Córrego Riacho das Pedras, tributário do Córrego do Ferrugem, em Contagem. Outro, no valor de R$ 16,3 milhões, é destinado a requalificação urbana e ambiental de aglomerados, estando previstos ainda R$ 3,41 milhões para complementação de obras no PAC no Arrudas.

Estão incluídos, ainda, R$ 99,2 milhões para recuperação e ampliação de calha de drenagem no Rio Betim, na Grande BH, já com projeto básico de engenharia concluído. Projeto de engenharia já finalizado prevê implantação de um sistema de contenção de cheias nos rios Muriaé e Preto, na Zona da Mata, com remoção de rochas, ampliação de calhas, construção de muros-dique, avenidas sanitárias e barragens de retenção, num valor total de R$ 300 milhões. “A importância da participação da Cohab Minas é, principalmente, a de contribuir com sua experiência, a exemplo do que aconteceu na execução do Proacesso, no qual foi necessário um trabalho muito grande na remoção e reassentamento das famílias”, afirmou o presidente da Cohab Minas, Octacílio Machado.

De acordo com a proposta, apenas para a contenção de encostas e obras de prevenção são solicitados R$ 256 milhões. Para a Bacia do Rio Paraopeba, está prevista a aplicação de R$ 112 milhões para ampliação de esgotamento sanitário em Betim, Bonfim, Contagem, Esmeraldas, Juatuba e Sarzedo, beneficiando mais de 690 mil pessoas. Na Bacia do Rio das Velhas, os projetos contemplam com esgotamento sanitário os municípios de Nova Lima, Ribeirão das Neves e Vespasiano, num total de 208 milhões.

Também já está com projeto de engenharia concluído a despoluição da Bacia do Rio Grande, envolvendo a implantação de esgotamento sanitário nos municípios de Barbacena, Botelhos, Campanha, Congonhal, Guaxupé, Tiradentes e Três Corações, no valor total de R$ 176 milhões. Recursos de R$ 51 milhões estão previstos para esgotamento sanitário nas bacias dos rios Paraíba do Sul e Paraná, envolvendo os municípios de Além Paraíba, Camanducaia e Patos de Minas e beneficiando população de 165 mil pessoas. Foram ainda incluídos no documento a liberação de R$ 43,5 milhões para projetos de esgotamento sanitário em 14 municípios às margens do Lago de Furnas.

Para a contratação de projetos emergenciais de recuperação dos estragos das chuvas, a Sedru reivindica R$ 31 milhões, sendo R$ 6 milhões para a Região Metropolitana de Belo Horizonte; R$ 10 milhões para Além Paraíba, Cataguases, Dona Euzébia, Guidoval, Governador Valadares, Jeceaba, Ouro Preto, Ponte Nova e Ubá; e para ações nas bacias dos rios Doce, Itabapoana e Paraíba do Sul. O Estado pretende aplicar ainda R$ 6 milhões em planos municipais de redução de riscos de 38 municípios assolados pelas cheias.

Fonte: Agência Minas

Em Guaxupé, Anastasia diz que vai reforçar ações de Governo para combater falta de política nacional para o café

Antonio Anastasia afirma que reforçará ações do Estado para diminuir efeitos negativos da falta de uma política nacional para o café

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Em Guaxupé, no Sul de Minas, governador afirmou que estão em seu Plano de Governo a criação do Pró-Café e do Fundo Estadual do Café

O governador Antonio Anastasia afirmou nesta terça-feira (14/09), em Guaxupé (Sul de Minas), que, reeleito, pretende adotar uma política estadual de apoio à cafeicultura para diminuir os efeitos negativos provocados pela falta de compromisso do governo federal com a garantia de preço mínimo para cobertura dos custos de produção e a falta de política eficiente de renegociação das dívidas. Em seu Plano de Governo, lançado na última semana, Anastasia propõe a criação do Fundo Estadual do Café e do programa Pró-Café, que irá coordenar todas as ações do governo para no setor.

“Assumi o compromisso como governador do Estado de comandar a política estadual do café, do qual o fundo será um dos instrumentos, juntamente com o programa Pró-Café, que coordenará todas as ações do governo em relação ao café. O fundo será feito para ajudar especialmente aos médios e pequenos cafeicultores na questão relativa às garantias e ao seguro, de modo que o Tesouro do Estado também participe, junto com a política econômica nacional, que é a grande responsável, para alavancar cada vez mais a produção de café em Minas”, disse Antonio Anastasia.

Minas Gerais é o maior produtor nacional de café. A safra deste ano está estimada em 24,4 milhões de sacas. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o crescimento será de 24,7% em relação ao ano passado. O Estado também é o maior exportador de café do país. Nos sete primeiros meses do ano, as vendas de café de Minas Gerais para o exterior geraram US$ 1,8 billhão. O crescimento foi 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria de Comércio Exterior (MDIC).

Nos últimos anos, os produtores de café do país vêm encontrando dificuldades junto ao governo federal para renegociar as dívidas e criar uma política eficiente para a cafeicultura nacional. Em março de 2009, milhares de produtores participaram da Marcha do Café, em Varginha, no Sul do Estado, para chamar a atenção do governo federal sobre os problemas do setor.

Ao lado do ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, Anastasia, candidato à reeleição, foi aplaudido por produtores de café da região. O município de Guaxupé é sede de uma das maiores cooperativas de café do mundo. A Cooxupé conta com 11 mil cooperados e recebe café de 100 produtores de municípios do Sul de Minas, Alto Paranaíba e do Estado de São Paulo.

Apoio da população e de prefeitos
Antonio Anastasia e Aécio Neves foram recebidos com festa no aeroporto de Guaxupé. Cerca de 250 pessoas esperavam pelos candidatos, entre prefeitos, produtores rurais e lideranças políticas da região.

Dezenas de carros acompanharam os candidatos em carreata pelas ruas da cidade, passando pela Praça da Saudade e seguindo até a avenida Conde Ribeiro do Valle, onde os candidatos iniciaram uma caminhada. Cerca de 500 pessoas acompanharam Anastasia e Aécio, que cumprimentaram e tiraram fotos com comerciantes e eleitores. No caminho, eles pararam na Pastelaria do Getúlio para tomar um cafezinho.

Prefeitos da região foram até Guaxupé prestigiar a visita do governador e manifestar o apoio à sua reeleição. O prefeito de Delfinópolis, José Geraldo Martins (PSDB), destacou que as ações do Governo nos últimos oito anos beneficiaram todo o Estado e foi um marco do desenvolvimento de Minas.

“Votar em Anastasia é dar continuidade ao excelente trabalho do ex-governador Aécio Neves. Votar em Anastasia é o que temos de melhor nos últimos anos, da melhor política do Estado de Minas Gerais. Votar em Anastasia é sinal de progressos para todos mineiros. O governador Anastasia será eleito e vai fazer um governo tão bom ou melhor que o do Aécio Neves”, declarou.

O prefeito de Itamogi, Janoario Arantes (DEM), destacou as obras realizadas na gestão Aécio/Anastasia. Ele afirmou que nunca o município recebeu tanta atenção de um governo do Estado.

“Itamogi é uma cidade com pouco mais de 12 mil habitantes. Estamos fazendo doze obras, só neste ano e meio de administração nossa. Isso por conta da ajuda do Anastasia e, claro, também do Aécio Neves, que era o governador. Isso vai melhorar muito a vida social na minha cidade”, afirmou.