Minas merece mais: sociedade mineira se mobiliza

Minas merece mais: Dom Walmor fala sobre o movimento e critica a falta de investimento da União em projetos vitais para Minas.

Minas merece mais – desenvolvimento da economia mineira

Fonte: Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte – Estado de Minas

Minas merece mais: sociedade mineira se mobiliza

Minas merece mais: sociedade mineira se mobiliza

Minas merece mais

Não é um simples slogan com a contundência de frase de efeito. Minas merece mais. É o eco de clamores. É uma consciência indispensável para fecundar a cidadania e despertar, na medida justa, o sentido do próprio valor. É exigência diante da importância dessa nação tricentenária que ajuda a configurar o tecido brasileiro com singularidades e riquezas indispensáveis aos avanços, conquistas e respostas contemporâneas.

Um grito que pode e deve ecoar no coração dos mineiros, despertando sua cidadania para a força e extensão de sua significação cultural, religiosa e sociopolítica. Um movimento diferente daqueles que repetem as dinâmicas de manifestações de rua. Trata-se de algo interior, do jeito mineiro de ser. Acima de tudo é uma manifestação cultural marcando a elaboração de uma consciência social e política à luz de uma Minas Gerais rica, em tudo, particularmente em sua história, enraizada pela religiosidade.

Minas merece mais significa uma dinâmica que também clareia e aponta para o movimento iniciado em janeiro, quando empresários, governo e políticos, em união suprapartidária, se mobilizaram para levar à presidente do Brasil um documento tratando de uma série de projetos vitais ao crescimento da economia mineira. Um documento contendo 16 propostas, incluindo obras de infraestrutura rodoviária, aeroportuária e férrea. Recursos para a preservação do patrimônio histórico e cultural – bem lembrado nesse item o patrimônio sacro da maior importância para o Brasil, pela quantidade e riqueza artística, fruto da fé cristã -, investimentos na Refinaria Gabriel Passos e definição de marco regulatório e tributário para o setor de mineração.

Esse documento para unir nosso estado, “Agenda de convergência para o desenvolvimento de Minas Gerais – Respostas das entidades empresariais, governo do estado e base legislativa”, é uma elaboração técnica, política, legitimando a nossa autoridade de nação que merece respeito. Merece mais também na educação, na saúde e na habitação, pensando a importância singular de cada cidadão mineiro para o crescimento Brasil.

Os anúncios recentes de investimentos em Minas, por parte da União, histórica e politicamente retardados, por descompassos técnicos ou outros, não podem significar um afago que aquieta. Ou uma promessa que estica a paciência para esperar, ainda mais, o que já deveria ter chegado. Assim, das mais altas esferas, passando pelos construtores da sociedade pluralista, especialmente incluídos os formadores de opinião e os detentores de significativos poderes de decisão, até as camadas mais populares, é preciso repassar, permanentemente, os capítulos que compõem esse tratado intitulado “Minas merece mais“.

O concerto entre a eficiência da gestão que desafia o estado, colocando-o em fileiras de exemplaridade, a pujança do mundo empresarial, os governos todos, as instituições todas e os brios cidadãos de cada um tem força para despertar, cada vez mais, esse gigante que se chama Minas Gerais.

 Na verdade, a autoridade para reivindicações se configura quando se confrontam os números e os dados que definem o que é Minas Gerais e seu lugar singular na capacidade de contribuir para o crescimento da economia brasileira, bem como sua riqueza indispensável como força cultural e política. A posição de Minas Gerais no mapa da economia brasileira, sua localização geográfica estratégica, suas riquezas minerais e ecológicas, a força de sua história política e religiosa tecem uma compreensão que faz sentido pensar que “Minas merece mais” para colocá-la, sempre mais, no contexto exigente e inadiável do desenvolvimento integral.

 “Minas merece mais” porque tem propriedades que tocam a mais importante reserva de um povo: sua cidadania. Nascida e cultivada no jardim da liberdade, nos canteiros da fé cristã, nos recônditos da familiaridade, a cidadania mineira aponta para reservas ricas de comportamentos, tradições e valores. Reconhecer que “Minas merece mais” significa renovar o próprio empenho cidadão, nas instâncias institucionais, nos contextos da vida cotidiana e familiar, fecundando a autoestima, despertando sempre mais para a grandeza dessa terra, abrindo os olhos para o futuro, construindo um presente à altura da vocação e da história política, cultural e religiosa do estado. A consciência de que “Minas merece mais” agrega ganhos políticos, valores humanos e cristãos.

Que a alegria de ser do mineiro e o empenho para que se desdobre a força de nossas riquezas possam construir um novo tempo para Minas, para o Brasil, especialmente para os que estão fora dessa cidadania, por exclusões ou preconceitos. Minas merece mais.

Link da matéria: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2012/06/15/interna_opiniao,39556/minas-merece-mais.shtml

Aécio: Eleições 2012 e a Rio+20

Aécio: Eleições 2012 e a Rio+20 – senador fala das eleições em Belo Horizonte e critica a posição do Governo Dilma em relação ao Código Florestal.

 Aécio Neves: entrevista do senador

Aécio: Eleições 2012 e a Rio+20

Aécio: Eleições 2012 e a Rio+20

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Assuntos: Eleições em BH, PSDB, PT, Rio+20

Sobre a sucessão municipal, o senhor aqui conversando com parlamentares do PR e também a definição do candidato a vice-prefeito em Belo Horizonte.

Aécio: Desde o início do processo de Belo Horizonte, dissemos de forma muito clara que a condução seria feira pelo Diretório Municipal do PSDB, respaldado pelo Diretório Estadual. É uma questão partidária. E o PSDB vem se manifestando há muito tempo em favor da candidatura de Marcio Lacerda, não agora, quando ele está na frente das pesquisas. No caso do PSDB, a nossa manifestação consciente e consistente, sem divisões, sem rachas, sem grupos internos, foi a favor de Marcio Lacerda desde a última eleição, quando ele sequer aparecia, sequer pontuava nas pesquisas eleitorais. E não vemos razão maior para que ele deixe de ter o nosso apoio.

O que esperamos é que cada vez mais a prática administrativa do PSDB, da meritocracia, com a qual ele tem muita afinidade, até porque conviveu conosco como meu secretário de Desenvolvimento Econômico, possa estar avançando na Prefeitura. Temos do ponto de vista administrativo algumas diferenças em relação ao que pratica o PT. Enquanto privilegiamos resultados, metas e a qualidade dos servidores, o PT caminha sempre na direção do aparelhamento da máquina pública e da ineficiência, que assistimos hoje, inclusive no plano federal. Mas, em relação a Belo Horizonte, o PT toma uma decisão, não sei ainda qual a decisão final do PSB, mas o deputado Miguel Corrêa é um nome qualificado. Isso não é para nós o mais relevante. O mais relevante é que o prefeito Marcio Lacerda possa ter como candidato a vice, independente de qual seja o partido, um aliado, e não um adversário, como ele teve nos últimos quatro anos.

A administração pública é complexa, os desafios são permanentes. Se você tem ao seu lado como vice-prefeito alguém que trabalha contra diuturnamente, como aconteceu com o último vice-prefeito do PT, é muito ruim para a cidade, para a administração. Cabe ao prefeito Marcio Lacerda dizer se ele está confortável, confiante na parceria agora indicada pelo PT. Somos a favor de Belo Horizonte. Não estamos nesse jogo político discutindo espaços, brigando por essa ou aquela secretaria, por esse ou aquele espaço político. Até porque considero Marcio Lacerda, o candidato a prefeito de Belo Horizonte, como um aliado político de primeiríssima hora. Até porque quem o trouxe de volta para a vida pública fomos nós, quando o convidei para ser o nosso secretário de Desenvolvimento Econômico e quando lançamos candidato à prefeitura de Belo Horizonte, com apoio do então prefeito Pimentel.

E essa conversa com o PR?

Aécio: Eu tenho com o PR uma aliança histórica. O PR está na nossa base de sustentação desde o meu primeiro mandato. Participamos juntos em eleições no estado inteiro. Aqui mesmo agora, recebo a visita do deputado Aracely que disputará me parece a eleição em Araxá. Vamos conversar com eles. Onde for possível, solidificarmos a nossa aliança, vamos fazer. A nossa base aliada, PSDB aliado aos partidos que nos dão sustentação, todos somados, venceremos cerca de 90% das prefeituras do estado de Minas Gerais nestas eleições.

Qual a expectativa do senhor sobre a Rio+20?

Aécio: Um pouco desorganizada, sobretudo, do ponto de vista do Brasil. O fato de não termos conseguido dar um fecho no Código Florestal é uma sinalização ruim que o Brasil dá para as outras partes do mundo. Já tenho dito, há muito tempo, que o Brasil pode ser, pelas circunstâncias da natureza, circunstâncias que o destino nos proporcionou ter, do ponto de vista da emissão de carbono, enfim, um país autossustentável, temos a matriz energética mais limpa do mundo, mas era preciso que houvesse do ponto de vista do governo, uma ação, a meu ver, mais coordenada e mais incisiva para que o Brasil assuma um papel de liderança e não seja apenas o hospedeiro, apenas o anfitrião, de um evento destas proporções. Na verdade, já começa haver uma divisão entre países desenvolvidos de um lado, pouco propensos a fazerem esforços do ponto de vista exatamente da emissão de gases estufa, enfim, de busca de matrizes energéticas mais limpas, em contraponto com os países em desenvolvimento. Só teremos avanços consistentes quando cada um, no limite das suas possibilidades, contribuir para a construção, não apenas nas próximas décadas, mas até mesmo no próximo século. É um momento importante, um marco importante, mas espero que o Brasil tenha uma posição mais ousada do que apenas de ser o anfitrião do evento.

Aécio Neves: Link da entrevista: http://www.aecioneves.net.br/2012/06/entrevista-do-senador-aecio-neves-sobre-a-rio20-e-outros/

Aécio Neves: senador, líder da oposição, cobra obras em MG

Aécio Neves: senador, líder da oposição, cobra coerência e diz que obras do Anel são anunciadas agora são as mesmas já prometidas por Lula.

Aécio Neves: obras do anel rodoviário

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio cobra do governo federal que obras rodoviárias prometidas saiam do papel

“Vamos acompanhar dia a dia para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos”, diz Aécio

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou, nesta terça-feira (12/06), a importância do ato de transferência para o Governo de Minas da coordenação das obras de reforma do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. O ato foi assinado pela presidente Dilma Rousseff, e pelo governador Antonio Anastasia, sete anos depois de as obras terem sido prometidas pelo então presidente Lula.

Na solenidade de hoje, no Palácio da Liberdade, a presidente Dilma prometeu R$ 4 bilhões para as obras de reforma do Anel Rodoviário, construção do Rodoanel e duplicação das pistas da BR-381 entre Belo Horizonte e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. Desse total, apenas R$ 17 milhões foram autorizados hoje para elaboração do projeto executivo das obras no Anel.

“Todo anúncio de obras em Minas Gerais deve ser muito bem-visto. Mas, o que temos que ressaltar e alertar é que as obras anunciadas agora pela presidente da República são aquelas mesmas anunciadas lá atrás pelo presidente Lula e que ainda estão no papel. Não podemos permitir que apenas as boas intenções prevaleçam, em detrimento dos investimentos que não têm vindo para Minas Gerais”, disse o senador.

Aécio Neves acrescentou que a liberação dos recursos federais e a realização dos investimentos prometidos devem ser acompanhados dia a dia.

“Vamos acompanhar a par e passo, dia a dia, para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos que visem a minimizar as mortes e a tragédia que viraram, principalmente, as rodovias mineiras”, disse. Um total de 3 mil acidentes ocorreram no Anel Rodoviário de BH ano passado, com 33 mortes. Apenas no primeiro semestre deste ano, já somam 12 mortes. Cerca de 130 mil motoristas transitam diariamente pelo anel.

O ato assinada nesta terça-feira, o governo federal transferiu para o governo de Minas a coordenação do projeto executivo e das obras de reforma do Anel. Serão repassados pelo governo federal R$ 17 milhões para a elaboração do projeto executivo. Após o processo de licitação está prevista a liberação de R$ 1,5 bilhão.

Já na construção de um novo contorno rodoviário para a capital (Rodoanel), o governo federal anunciou a intenção de investir em parceria com o Governo de Minas e com a prefeitura de Belo Horizonte.

Ausência de investimentos

Aécio Neves também criticou o baixo nível de investimentos realizados pelo governo federal em Minas. O senador disse que o Estado é um dos que menos recebe retorno pela contribuição dada ao País.

“Minas vem sendo, ao longo dos últimos anos dos governos do PT, um dos estados que proporcionalmente ao que contribui para o Brasil menos recebe de retorno em investimentos. Ao contrário, pagamos dívidas extremamente sufocantes e as nossas questões estruturais, seja na área rodoviária, seja nos nossos aeroportos, e mesmo na área da saúde e da educação, continuam extremamente graves”, afirmou o senador Aécio.

Aécio Neves – link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/06/aecio-cobra-do-governo-federal-que-obras-rodoviarias-prometidas-saiam-do-papel/

Governo do PT financia “blogueiros sujos”

Governo do PT financia “blogueiros sujos” – Paulo Henrique Amorim lidera recebimento patrocínios da Caixa, Banco do Brasil e Petrobras.

Governo do PT e o apoio oficial aos “blogueiros sujos”

Governo do PT financia "blogueiros sujos"

Fonte: Blog do Pannunzio – publicado em março de 2012

O lucro do governismo de Paulo Henrique Amorim: R$ 833 mil (só da Caixa)

O chefe da claque governista na internet, o blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, recebeu da Caixa Econômica Federal R$  833,28 mil reais em patrocínios para sua página eletrônica. O valor foi informado ao Blog do Pannunzio pela Assessoria de Imprensa da CEF e se refere a 20 meses de veiculação de banners em 2011 e 2012.

O valor mensal dos patrocínios arrecadados é equivalente ao que o Conversa Afiada recebeu dos Correios — R$ 40 mil mensais pela veiculação de uma campanha do Sedex entre outubro de 2011 e fevereiro deste ano. O contrato com os Correios foi suspenso, segundo a estatal em função do fim da campanha.

Outras empresas e autarquias também cedem patrocínio ao blog de Paulo Henrique Amorim. Consultado pelo Blog do Pannunzio, o Banco do Brasil prometeu, por intermédio de sua assessoria de imprensa, respoder ainda nesta segunda-feira o valor empenhado pela instituição na página eletrônica. Até o momento da publicação deste post, no entanto, ainda não havia resposta.

Somente com os valores pagos pela CEF e Correios, seria possível ao governo retirar da miséria 8300 famílias, com o pagamento do benefício médio de R$ 115,00 do Bolsa Família.

O editor do Conversa Afiada foi processado  várias vezes por injúria, inclusive racial. PHA foi condenado pela justiça paulista por ter chamado Paulo Preto de “Paulo Afro-Descendente”. Também foi obrigado a se retratar — obrigação ainda não integralmente cumprida –  diante do jornalista Heraldo Pereira, da Globo, e a pagar R$ 30 mil de indenização, dinheiro destinado pelo comentarista do Jornal da Globo para uma instituição de caridade, por ter utilizado a expressão “negro de alma branca” para tentar desqualificá-lo. Responde, ainda, a um processo criminal movido pelo Ministério Público do Distrito Federal para apurar e punir as mesmas injúrias.

Abaixo, reproduzo a responsta da Assessoria de Comunicação da CEF a um questionário elaborado pelo Blog do Pannunzio na semana passada.

Blog do Pannunzio- A CEF tem patrocinado o Conversa Afiada. Preciso saber quanto ele recebeu de patrocínio no ano passado, quanto está recebendo atualmente e qual a duração do contrato.

CEF – Investimento no Site Conversa Afiada em 2011: R$ 416.640,00. Período de veiculação 2011: Março a Dezembro de 2011.  Investimento no Site Conversa Afiada em 2012: R$ 416.640,00. Período de veiculação em 2012: Março a Dezembro de 2012.

Blog do Pannunzio –  Como a CEF distribui esses patrocínios ? Qual é a verba destinada à internet, qual a participação dos blogues nessa verba, e qual a participação, em termos proporcionais, do Conversa Afiada nessa verba ?

CEF –  Não entendemos que o site Conversa Afiada seja um blog, razão pela qual o valor destinado ao site não está incluído nas informações relativas a blogs.

Investimento em internet 2011: 14.602.428,43

Investimento em Blogs em 2011: foi de R$ 145.531,31, sendo que três blogs citados abaixo não são valorados e não estão incluídos nesse valor.

Participação em Blogs em relação ao total de internet em 2011: 1%

Participação do site Conversa Afiada em relação ao total de internet em 2011: 3%

Blog do Pannunzio:  Há outros blogues veiculando banners da CEF ? Quais são eles ?

CEF: Blog A Casa da Minha infância –Não valorado; pacote Casa.com; Blog Empreendedores–Não valorado; pacote Ed. Globo; Blog Luiz Nassif  

Blog do Pannunzio: Quais são os critérios da CEF para a escolha de quem receberá patrocínio do banco ?

CEF – Os meios e veículos são avaliados pelas agências de publicidade contratadas pela Caixa, que levam em conta as necessidades estratégicas da empresa na divulgação de sua marca, produtos e serviços.

Blog do Pannunzio – Como é feita a aferição dos resultados ? A CEF paga por clique, por pageview ou a verba destinada aos blogues não tem relação com o número de exibições dos anúncios veiculados ?

CEF – Blog A Casa da Minha infância. Mensuração: relatório de pageviews do blog; Blog Empreendedores (pacote Ed. Globo). Mensuração: relatório de impressões e cliques nos sites propostos (PEGN, Época e Época Negócios.); Blog Luiz Nassif. Mensuração: relatório de impressões.  O Blog Luiz Nassif é o único com entrega valorada e tem negociação por CPM, conforme tabela de preços que tem custo específico para o blog, e total calculado de acordo com quantidade de impressões propostas para cada formato no período.           

Blog do Pannunzio:  O banco tem algum tipo de reserva em relação ao conteúdo dos blogues patrocinados ?

Não, assim como não tem reserva quanto aos conteúdos das televisões, revistas, jornais, rádios e demais veículos que patrocina ou veicula publicidade e propaganda.

Governo do PT e os bloguerios sujos – Link da matéria: http://www.pannunzio.com.br/archives/9597

Aécio Neves: senador defende a Federação

Aécio Neves: em encontro nacional do PSDB senador criticou o Governo do PT por se apresentar ausente no apoio a Estados e municípios.

Aécio Neves e a Federação

Fonte: Assessoria do senador Aécio Neves

Aécio afirma que PSDB discutirá ausência do governo federal na vida dos municípios

Baixos investimentos em saúde e segurança e concentração de recursos na União afetam diretamente a população, diz senador.
Aécio Neves mobiliza municípios

Aécio Neves mobiliza municípios

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) afirmou que a discussão dos problemas nacionais deve ser uma das diretrizes do PSDB durante as campanhas municipais deste ano, em razão dos graves prejuízos enfrentado pela população por omissões do governo federal. Em seu discurso de abertura do Encontro Nacional dos pré-candidatos a prefeito pelo PSDB nas 100 maiores cidades do país, realizado nesta quarta-feira (30/05), em Brasília, Aécio Neves disse que o país vive hoje como um Estado unitário, enfraquecendo os municípios.

“Estamos vivendo a mais perversa concentração de receitas tributárias nas mãos da União de toda a história republicana no Brasil, e esse é outro grande tema. O governo federal parece querer caminhar na lógica de concentrar cada vez mais recursos para poder determinar, a seu bel-prazer, em função do humor da presidente, quem será atendido, quando será e de que forma. A Federação no Brasil é uma palavra solta em uma folha de papel. Caminhamos para viver em um estado unitário. Fazer com estados e municípios readquiram capacidade de enfrentar suas dificuldades é o discurso que tem a cara do PSDB”, disse Aécio aos pré-candidatos.

O senador citou a saúde e segurança pública como as áreas mais prejudicadas com a diminuição dos investimentos federais nos últimos dez anos.

“O governo do PT virou as costas para a saúde. Em 2000, o governo federal participava com 46% de tudo que se gastava em saúde pública no Brasil. Passaram-se os dez anos do PT, hoje o governo federal investe 30%. Não há drama maior para população do que a trágica qualidade da saúde pública. Na segurança,  83% de tudo que se gasta no Brasil é de responsabilidade dos governos estaduais e municipais. Apenas 17% são de responsabilidade da União”, afirmou.

Mobilização

O senador reafirmou sua confiança na vitória dos pré-candidatos do PSDB. Ele destacou que o partido reúne hoje administradores eleitos em 800 municípios brasileiros e governadores em oito estados.

“Já somos o segundo maior partido brasileiro em número de prefeituras, em número de municípios. São mais de 800 municípios administrados pelo PSDB. São oito estados administrados pelo PSDB, que representam em torno de 50% do PIB e 50% da população brasileira. Cito esses números para mostrar apenas a nossa representatividade. O PSDB vive um grande momento. O PSDB sairá das eleições municipais mais forte do que entra nas eleições municipais”, afirmou.

Aécio Neves – senador  

Link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/05/aecio-afirma-que-psdb-discutira-ausencia-do-governo-federal-na-vida-dos-municipios/

Governo do PT e a convivência com o malfeito

Governo do PT e a convivência com o malfeito – Sérgio Guerra questiona em artigo porquê o PT tem interesse em blindar a Delta e Carlinhos Cachoeira. 

Governo do PT e a gestão do malfeito

Governo do PT e a convivência com o malfeito

Governo do PT e a convivência com o malfeito

Fonte: artigo de Sérgio Guerra, presidente do PSDB nacional – O Globo

Querem salvar a Delta via BNDES

Uma frase antiga ensina que, na política, para entender de verdade os fatos, é preciso esperar as ondas pararem de bater e analisar a espuma.

O que a espuma do escândalo Cachoeira revela é estarrecedor e ofende a integridade dos brasileiros.

Explico.

Existem na República dois cargos que são os mais importantes na definição de um governo, seja pelo seu caráter simbólico ou pelo que significam na realidade: o do ministro da Justiça e o do presidente do Banco Central. Cabem a esses dois cargos, mais do que a qualquer outro, zelar pela Justiça e pelos interesses maiores do país, manifestados nas decisões econômicas que afetam todos os brasileiros. São, portanto, cargos cujo exercício é indissociável da ética.

É, portanto, com perplexidade que os brasileiros são informados pela imprensa que o ex-ministro da Justiça do governo Lula, Márcio Thomas Bastos, se transformou, nada mais, nada menos, do que em advogado de defesa de Cachoeira pela bagatela, publicada, de 13 milhões de reais.

Não fosse essa aberração suficiente, o país é surpreendido com a revelação de que o ex-presidente do Banco Central, também no governo do PT, será o novo presidente da construtora Delta. E isso, numa operação absolutamente atípica, já que a imprensa revela que a holding que comandará a Delta assumirá seu controle sem fazer nenhum aporte financeiro.

Seria abusar muito da ingenuidade dos brasileiros acreditar que os dois teriam aceitado essas funções, sem antes consultar o governo federal e os líderes do PT, já que as biografias e credenciais no mercado de ambos estão certamente vinculadas às suas antigas funções no governo petista.

Mas se alguém ainda acreditasse – e antes que o governo diga que não tem como interferir na atuação profissional de ninguém -, a pá de cal na boa-fé foi dada com a informação divulgada de que a empresa que vai assumir a construtora Delta tem, na verdade, como maior acionista o BNDES. Em outras palavras, o dinheiro público dos brasileiros está sendo usado para salvar a construtora.

E confirmando a tese de que tudo que é ruim pode piorar, um dos donos da empresa controladora afirma em alto e bom tom que o governo federal foi previamente consultado e apoiou essa transação tapa-buraco porque “não quer que a construtora quebre”. E arremata: “Imagina que o doutor Henrique Meirelles [ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração da holding J&F] vai fazer um negócio que o governo não quer! 99% da carteira da Delta é com o governo federal, estadual e municipal.”

O tabuleiro de xadrez se fecha com a lembrança de que, após contratar José Dirceu como consultor, a Delta teve seus contratos com o governo federal ampliados de forma extraordinária.

A pergunta que se impõe é: quais são os verdadeiros elos que existem entre o PT e Cachoeira, que fazem com que alguns dos principais rostos do governo petista estendam a mão de forma tão urgente ao contraventor e à empresa acusada de manter relações ilícitas com ele? Como pode o governo federal se mobilizar – e mobilizar recursos públicos que tanta falta fazem em outras áreas da vida nacional – para salvar uma empresa acusada de superfaturamento e danos ao erário? Por que tanto interesse em ajudar Cachoeira e a Delta?

O que está se passando diante de nossos olhos e o país ainda não enxergou?

Tudo indica que existe um escândalo ainda maior dentro do escândalo gigantesco que já conhecemos.

SÉRGIO GUERRA é presidente nacional do PSDB.

Senador Aécio Neves repudia ação do PT contra procurador

Senador Aécio Neves repudia tentativa do PT de tentar desqualificar o procurador-geral da República, Roberto Rangel em ação do mensalão.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Senador Aécio Neves: mensalão do PT

PT não tem poder de enfraquecer Gurgel, diz Falcão

Mensalão: Aécio diz que PT quer desviar foco da CPI do Cachoeira

Mensalão: Aécio diz que PT quer desviar foco da CPI do Cachoeira

“O PT deixa cair a máscara e mostra que o objetivo da CPI (Cachoeira) era um combate que nada tinha a ver com a elucidação das denúncias ou mesmo com as investigações mais profundas além daquelas que foram feitas pela Polícia Federal. Se quer usar a CPI para mascarar a apuração em relação ao mensalão ou para criar constrangimentos ao procurador-geral terá a nossa objeção mais radical”, repudiou o senador Aécio Neves

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, refutou a tese de que o partido esteja tentando enfraquecer o procurador-geral no julgamento do mensalão. “Primeiro, não temos esse poder. Segundo, não temos esse desejo. E, contrariamente ao que se afirma, ele até ganhou mais quatro horas para fazer essa denúncia. Longe de ser enfraquecido. Acho que para seu vigor acusatório foi até fortalecido.” Falcão cobrou que Roberto Gurgel explique as razões pelas quais não deu prosseguimento às investigações iniciadas pela Operação Vegas, mas não foi explícito sobre a necessidade de um depoimento à CPI do Cachoeira.

Na oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) saiu em defesa de Gurgel. Para o tucano, as acusações contra o chefe da Procuradoria da República têm “claramente o objetivo de desqualificá-lo” porque Gurgel “é o advogado de acusação no processo do mensalão“.

Senador Aécio Neves -Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,pt-nao-tem-poder-de-enfraquecer–gurgel-diz-falcao-,871514,0.htm

Dívida dos Estados: Senador Aécio Neves ganha apoio de Lindbergh

O senador Aécio Neves (PSDB) e Lindbergh Farias (PT) são a favor de um novo pacto federativo no caso da dívida dos estados.

Senadores defendem a repactuação da dívida dos estados

Fonte: Jogo do Poder

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez hoje um aparte ao um pronunciamento do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que tratava de temas como Fundo de Participação de Estados e Municípios, as dívidas dos estados  e a desindustrialização do Brasil.

Aécio observou que a fragilização dos estados é um dos princpipais temas que devem ser tratados pelo Senado. Lindbergh foi enfático ao criticar a forma como União tem tratado a dívida dos estados. Ele chegou a lembrar o caso de Minas Gerais quando falou sobre o endividamento dos estados e que hoje “dívida é impagável”.

O senador Aécio Neves comentou ainda que tudo isso ocorre devido a fragilização da Federação. “O Brasil caminha para ser tornar um Estado unitário”, criticou o senador que lembrou também a necessidade da repactuação da dívida dos estados.

Recentemente, o líder da oposição Aécio Neves apresentou projeto de lei no Senado propondo que o novo indexador de correção poderá ser o IPCA ou o IGP-DI, prevalecendo o mais favorável para os estados. O projeto de lei prevê uma taxa real de juros de 2% ao ano e um limite para pagamento de até 9% da Receita Líquida Real (RLR) dos estados. Hoje, os estados comprometem entre 11,5% e 15%, dependendo da unidade federativa.

O senador Aécio Neves elogiou a posição do senador Lindbergh Farias que também está em defesa da federação. Aécio disse que Lindberg teve uma posição corajosa mesmo sendo de um partido da base do governo.

“Este é um debate mais do que oposição e situação. Nós somos representantes da federação, dos nossos estados. Nos temos um devem constitucional de defender os nossos estados e a federação. A federação está desequilibrada”, ressaltou  Lindbergh.

senador Aécio Neves ainda afirmou que os estados são os responsáveis pelos principais investimentos do País. Ainda assim, os investimentos dos estados estão comprometidos pelo pagamento de juros altos. “A União passou à condição de rentista dos estados, hoje sufocados por pagamentos insustentáveis”, afirmou Aécio Neves.

Minas Gerais, por exemplo, devia R$ 15 bilhões em 1998. Desde então, foram pagos R$ 21,5 bilhões, muito em função do senador Aécio Neves, enquanto governava o estado. Mesmo assim, o estado deve R$ 59 bi, ainda que nenhuma outra dívida tenha sido contraída desde então.

Leia mais em:

http://www.aecioneves.net.br/2012/04/aecio-neves-cobra-do-governo-federal-dialogo-sobre-divida-dos-estados/

Senador Aécio Neves: estados realizam principais investimentos do País

Senador Aécio Neves: para ele são os estados que arcam com as principais despesas em saúde, educação, saneamento, segurança e infraestrutura.

Aécio Neves - senador

Aécio Neves - senador

O senador Aécio Neves ainda afirmou que os estados são os responsáveis pelos principais investimentos do País. Ainda assim, os investimentos dos estados estão comprometidos pelo pagamento de juros altos. “A União passou à condição de rentista dos estados, hoje sufocados por pagamentos insustentáveis”, afirmou Aécio Neves.

Minas Gerais, por exemplo, devia R$ 15 bilhões em 1998. Desde então, foram pagos R$ 21,5 bilhões, muito em função do senador Aécio Neves, enquanto governava o estado. Mesmo assim, o estado deve R$ 59 bi, ainda que nenhuma outra dívida tenha sido contraída desde então.

Dívida dos Estados: Governador do PT faz coro com Aécio

Tarso Genro reforça tese do senador Aécio Neves e de Antonio Anastasia sobre dívida dos estados com a União.

Contratos de dívidas estaduais são ‘leoninos’, diz Tarso Genro

Governadores querem mudar indexador e reduzir pagamentos mensais. Segundo Genro, proposta do governo é mudar IGP-DI pela Selic.  

Fonte: G1 – Economia

Os contratos de refinanciamento das dívidas estaduais, assinados com o governo federal entre 1997 e 1998, embora sejam estáveis e tenham sido feitos de forma “correta” no passado, devido ao contexto econômico de dificuldades existente na década de 90, são “leoninos”, segundo avaliação feita nesta quinta-feira (19) o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

Tarso Genro, e outros governadores, participam de um grupo de trabalho que discute a situação de endividamento dos estados. O objetivo é fechar uma proposta de revisão dos contratos de refinanciamento das dívidas dos estados, que será apresentada ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Uma das sugestões, apresentada pelo secretário de Fazenda do Ceará, Mauro Filho, apoia-se na substituição do IGP-DI pelo IPCA como índice de correção monetária; a redução da taxa de juros para 2% (atualmente varia de 6% a 7,5%); e a redução do comprometimento da receita líquida real (RLR) no pagamento das parcelas (o teto atual, de 15%, seria reduzido para 9%). Segundo Genro, proposta do governo, para o indexador, é mudar IGP-DI pela Selic.

“Na época em que a negociação foi feita, e foi feita em um momento correto e com métodos adequados, país vivia outra situação. Na sua relação com a economia global e na sua economia interna, era um período de escassa procura, a não ser com juros elevadíssimos, no mercado financeiro global. O patamar da dívida/PIB era extremamento perverso, havia surto inflacionário e baixa taxa de crescimento. Assim foram feitas as cláusulas que formataram a dívida. Feitos corretamente naquela época, mas as condições do país mudaram de lá para cá”, afirmou Genro.

Com o novo “círculo virtuoso” que vive o país economicamente, acrescentou Genro, é “aceitável” que se procure levantar os “dados técnicos e os elementos jurídicos necessários” para permitir a estabilidade dos contratos. “Que possamos utilizar parte desta dívida para investimentos nos estados. Coincide com movimento estratégico do governo para aumentar crescimento. Essa situação está sufocando há muito tempo os estados”, declarou o govenador do Rio Grande do Sul.

Para o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, os estados brasileiros já pagaram, em valores nominais, várias vezes a dívida contratada na década de 90. “E ainda resta um estoque muito alto. Isso também afeta a questão do fluxo. O pagamento mensal das parcelas está a inibir os investimentos dos estados. Estamos diante de um momento fundamental. Tenho certeza que haverá sensibilidade do governo federal”, declarou.

Segundo o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, os estados precisam ser competitivos. Para isso, é preciso investir mais. “Do nosso orçamento, conseguimos investir 0,5% do que arrecadamos. Os investimentos que são feitos são apenas com empréstimos, que agravam mais este quadro. É impossível e injusto continuarmos desta forma. A Lei Kandir [ressarcimento das exportações], que já foi receita significativa, hoje não representa nada. Não interessa a ninguem que os estados não tenham capacidade de investimentos. É um momento que pode mudar a história do país”, declarou.

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