Anastasia amplia Programa Travessia para cidades de baixo IDH

Governo Anastasia: Programa Travessia destina R$ 3,4 milhões para 42 pequenas cidades do Rio Doce em 2013.

Governo Anastasia: Programa Travessia e gestão social

Fonte: Agência Minas

Vinte cidades do Rio Doce que já eram atendidas pela iniciativa, pactuaram novas ações

Quarenta e duas cidades do Rio Doce serão beneficiadas este ano pelo Programa Travessia, com investimentos da ordem de R$ 3,4 milhões. A adesão aconteceu nesta quinta-feira (7), em solenidade com o governador Antonio Anastasia. Em todo o Estado, 202 municípios das diversas regiões de Minas pactuaram ações no âmbito dos projetos Travessia Saúde, Travessia Educação, Travessia Renda, Travessia Social, Banco Travessia e Porta a Porta, com recursos do Tesouro Estadual de R$ 23 milhões. Na ocasião, foram assinados também documentos referentes ao projeto Com Licença, Vou à Luta – iniciativa parceira do Programa Travessia.

Vinte cidades do Rio Doce que já eram atendidas pela iniciativa, pactuaram novas ações. Os outros 22 municípios serão contemplados pelo programa pela primeira vez, por meio do projeto Porta a Porta, que representa o primeiro passo para o município receber as ações do Travessia. O projeto identifica as principais privações de cada localidade e, a partir do diagnóstico, o Estado direciona as políticas públicas necessárias.

Serão beneficiadas pelo Porta a Porta no Rio Doce as cidades de Alvarenga, Capitão Andrade, Central de Minas, Córrego Novo, Dores de Guanhães, Galiléia, Itabirinha, Joanésia, Mathias Lobato, Periquito, Piedade de Caratinga, Pingo d’Água, Pocrane, Sabinópolis, Santa Rita de Minas, Santa Rita do Itueto, São João Evangelista, São Pedro do Suaçuí, Sardoá, Sobrália, Tumiritinga e Virgolândia.

Já as cidades que pactuaram novas ações na região são: Açucena (Travessia Renda, Travessia Saúde, Com Licença, Vou à Luta, Educação para Jovens e Adultos), Campanário (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), Fernandes Tourinho (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), Frei Lagonegro (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), Gonzaga (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA), Imbé de Minas (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA), Marilac (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), Materlândia (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA), Mesquita (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA), Nacip Raydan (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), Peçanha (Travessia Renda, Travessia Social, Travessia Saúde, EJA), Pescador (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), São Felix de Minas (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA), São Geraldo da Piedade (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, Com Licença, Vou à Luta, EJA), São José da Safira (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), São José do Divino (Travessia Renda, Banco Travessia, Travessia Saúde, EJA), São José do Jacuri (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA), São Sebastião do Anta (Travessia Renda, Travessia Social, Travessia Saúde, EJA), São Sebastião do Maranhão (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA) e Vargem Alegre (Travessia Renda, Travessia Saúde, EJA).

Travessia para a inclusão social

O Programa Travessia, do Governo de Minas, tem como objetivo promover a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social por meio de articulação das politicas públicas. Desde 2011, utiliza o conceito de pobreza multidimensional, que considera as privações sociais nas dimensões da saúde, educação e padrão de vida. Atualmente, são beneficiados 132 municípios nas 10 regiões de planejamento. O Travessia iniciou suas atividades em 2008 e já beneficiou 239 municípios mineiros e mais de três milhões de pessoas, com um investimento superior a R$ 1 bilhão.

Governo Anastasia reativará trens de passageiros para grande BH

Governo Anastasia por meio de PPPs, prepara três ramais ferroviários na região metropolitana de BH, que vão ligar 23 municípios.

Governo Anastasia: desenvolvimento econômico

Fonte: Valor Econômico

Governos de SP e Minas projetam sete linhas regionais

Os governos de Minas Gerais e de São Paulo preparam sete linhas de trens regionais. Os dois Estados já tiveram malha extensa de transporte de passageiros, desativadas nos últimos 20 anos, mas que continuaram sendo aproveitadas pelo transporte de cargas. Para voltar a receber passageiros, os projetos preveem investimentos de R$ 2 bilhões em Minas e de R$ 25 bilhões em São Paulo nos próximos anos. Somadas, as linhas vão transportar mais de 700 mil passageiros/ dia.

Em Minas, o governo prepara três ramais ferroviários na região metropolitana de Belo Horizonte, que vão ligar 23 municípios. O projeto será operado por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). O governo do Estado abriu edital e as empresas devem apresentar projetos até o fim deste mês. O lote 1 prevê a ligação Sete Lagoas-Belo Horizonte-Divinópolis e vai atender 1 milhão de habitantes que vivem no entorno da linha.

“São trechos operados parcialmente pelo transporte de cargas. Algumas áreas estão abandonadas desde 1993, mas ainda mantêm a faixa de domínio”, diz o diretor de planejamento metropolitano da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, Adrian Machado Batista.

O lote 2 compreende o trecho Brumadinho-Belo Horizonte-Águas Claras, e o lote 3 liga Belo Horizonte, Sabará, Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto. o governo de Minas prevê consulta pública e licitação do projeto no segundo semestre. A assinatura dos contratos e o início das intervenções estão previstos para 2014 com duração de um ano e meio. As três linhas transportarão cerca de 120 mil pessoas por dia.

Segundo Marcos Siqueira, coordenador da unidade de PPP de Minas, “a reativação dessas linhas resolve os maiores problemas de transporte metropolitano de Belo Horizonte”. Os projetos contarão com subsídio público para garantir viabilidade econômico-financeira. “Será uma parceria entre governo e empresa para garantir mobilidade na região metropolitana. Haverá um custo-benefício alto”, diz.

Em São Paulo, o governo do Estado prevê quatro linhas: São Paulo, Mauá, São Caetano, Santo André e Santos; Jundiaí-Campinas; Taubaté-São José dos Campos e Sorocaba.

Ao todo, serão 431 quilômetros de ferrovias, aproveitando malhas existentes e construindo novos trechos. O número de passageiros transportados deve chegar a 465 mil diariamente, segundo estimativas iniciais.

Em novembro de 2012, o banco BTG Pactual e a Estação da Luz Participações (EDLP) apresentaram molde para o projeto e o governo do Estado abriu a possibilidade para que outras empresas interessadas apresentem projetos. O prazo termina em junho. Na sequência ocorrem consultas públicas, com lançamento do edital e início das obras, previsto para 2014.

“Os trechos para Jundiaí e ABC já têm projeto executivo em andamento e estão mais adiantados. Essas linhas já começam a ser tocadas pelo governo do Estado. Quando as empresas assumirem o projeto, os desembolsos do poder público nessa fase inicial contam como contrapartida”, explica o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes. Os projetos serão feitos por fases. As primeiras linhas estão previstas para entrarem em operação em 2016 e as últimas em 2020.

“As estradas estão no limite da capacidade. Há grande congestionamento de veículos no acesso a São Paulo. Esses são os primeiros trechos que queremos tirar do papel. Há vários projetos que estudamos fazer posteriormente”, diz Fernandes.

Há ainda o projeto de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ligando Praia Grande, São Vicente e Santos, com 17 quilômetros de extensão na fase inicial e 35 quilômetros na fase final, em que chega até o Guarujá. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) prevê lançar em maio o edital de concessão do Sistema Integrado Metropolitano. A estimativa é que circulem 246 mil passageiros por dia útil. O projeto é estimado em R$ 7,5 bilhões. O contrato de assinatura com a empresa que deve operar o trecho está previsto para novembro e as obras devem ter início em 2014.

Com tantos projetos previstos, a expectativa da indústria ferroviária é de nova retomada do setor. “Depois do ostracismo vivido nas décadas de 80 e 90, o setor voltou a se aquecer em 2003 com o plano de revitalização de ferrovias do governo federal, e em 2007 com as obras de metrô de São Paulo. Agora, os trens regionais devem marcar novo momento de alta de demanda”, diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate.

Abate prevê que o setor feche a década com mais 3 mil quilômetros de ferrovias que servem passageiros. Os cálculos levam em conta os trens regionais, de transporte urbano e o trem de alta velocidade (TAV). Hoje são mil quilômetros, a maioria de trens urbanos. Os projetos, segundo Abate, devem gerar encomendas de 4 mil vagões para o segmento até 2020. (GSD)

Planos para trens de passageiros envolvem 9 Estados

 Governo Anastasia reativará trens de passageiros

Governo Anastasia vai reativar trens de passageiros

Os trens de passageiros intermunicipais se preparam para voltar a circular em pelo menos nove Estados onde há projetos em estudo. A intenção na maioria dos casos é aproveitar trechos de ferrovias de cargas já existentes para o transporte de passageiros em trens de média velocidade. Os projetos preveem operação pela iniciativa privada e tarifas que concorram com as de ônibus, com a intenção de desafogar as rodovias.

Ao todo são 1,9 mil quilômetros nos chamados “trens regionais” que têm previsão de começar a sair do papel no próximo ano. O Ministério dos Transportes possui desenhos avançados de seis trechos, a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) estuda duas linhas na região de Brasília, o governo de Minas Gerais, três, e o de São Paulo outras cinco.

Depois de um levantamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que apontava 64 trechos potenciais de ferrovias que poderiam receber passageiros, o Ministério dos Transportes escolheu 14 trechos prioritários para estudos em 2011. Depois de dois anos, seis estão em execução pelo órgão e um pelo governo de Minas Gerais e devem ser concluídos até o fim do primeiro semestre. Depois dos estudos, serão feitas consultas públicas e a intenção do Ministério dos Transportes é lançar os editais até o fim do ano para que as obras comecem no início de 2014. Os trechos mais adiantados são da ligação Londrina-Maringá, no Paraná, e de Bento Gonçalves-Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, que já tiveram os estudos concluídos e terão audiências públicas no mês que vem para ouvir os moradores e governos locais sobre os projetos.

De acordo com Euler Costa Sampaio, coordenador dos estudos de trens regionais de passageiros do Ministério dos Transportes, a operação dos trens deve ser feita por meio de Parceria Público-Privada (PPP) ou concessão. “Queremos aproveitar as novas regras do setor ferroviário, que instituiu o direito de passagem nas ferrovias de carga”, diz. Em alguns trechos, como entre Londrina e Maringá, a intenção é duplicar a via, já que o tráfego de cargas na região é pesado devido a proximidade com o Porto de Paranaguá. Os estudos vão apontar se a demanda é suficiente para viabilizar uma linha só para passageiros, diz Sampaio. A estimativa de demanda chega a 36 mil passageiros por dia e a 13 milhões de passageiros por ano.

Outro desafio dos trens regionais será a chegada dentro das cidades, em locais em que possa haver integração com o transporte municipal. “Tem de ter qualidade e acessibilidade para concorrer com ônibus. As tarifas devem ser similares às do transporte rodoviário”, comenta o técnico do Ministério dos Transportes.

Há casos como a ligação de Salvador a Alagoinhas, na Bahia, em que o estudo que ficará pronto em junho vai apontar a viabilidade da extensão de 40 quilômetros da linha férrea até Feira de Santana. Com 568 mil habitantes, a cidade é a segunda mais populosa do Estado e é ligada a Salvador pela BR-324, que registra tráfego intenso de transporte de pessoas e cargas.

Outro trecho destacado por Sampaio é o da ligação São Luís-Itapecuru-Mirim, no Maranhão, onde está sendo montado o maior polo petroquímico do Nordeste.

Além dos seis trechos com estudos já iniciados, o Ministério dos Transportes prevê contratar estudos para outros sete trechos: São Cristóvão – Laranjeiras (SE), Recife – Caruaru (PE), Campos – Macaé (RJ), Itajaí – Rio do Sul (SC), Campinas – Araraquara (SP), Santa Cruz – Mangaratiba (RJ), e Bocaiúva – Janaúva (MG).

Os projetos preveem que os trens atinjam de 80 a 140 quilômetros por hora para encurtar, em alguns casos, o tempo de percurso atual. É o caso do trecho entre Brasília e Goiânia que teria viagens de 50 minutos, enquanto as de carro e ônibus duram de duas a três horas. O trecho é estudado pela Sudeco. A linha seria de uso misto, sendo aproveitada para transporte de cargas, com ligação da Ferrovia Norte-Sul em Anápolis (GO), onde está prevista uma parada.

O diretor-superintendente da Sudeco, Marcelo Dourado, ressalta que 6 milhões de pessoas moram no entorno da futura linha e devem ser beneficiadas pelo novo modal de transporte. Ele destaca ainda que haverá melhora no escoamento de produção do agronegócio. A região concentra o segundo Produto Interno Bruto (PIB) meso-regional só perdendo para Rio-São Paulo.

“Essa ligação mais rápida vai incentivar a industrialização e a conurbação da região”, acredita Dourado. Os estudos estão sendo concluídos e a intenção do órgão é que a licitação ocorra até o fim do ano, as obras comecem em 2014 e sejam concluídas em até sete anos. O custo estimado é de R$ 1 bilhão. A Sudeco estuda ainda a ligação entre Brasília-Luiziânia (GO), onde já existe linha férrea e seria necessária adaptação para o trem de passageiros. “Essa seria uma intervenção mais rápida e barata. Seriam necessários dez meses e R$ 90 milhões de desembolsos para viabilizar a linha”, afirma Dourado. O trecho seria atendido por um Veículo Leve sobre Trilho (VLT). De acordo com o superintendente da Sudeco, os dois projetos têm chegada prevista na rodoferroviária da capital federal e devem desafogar as rodovias do Distrito Federal.

O governo federal prevê ainda estudos de um trem ligando as cidades do Triângulo Mineiro e outro mais ousado, da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que planeja o “Trem da Costa Dourada”, linha de 2 mil quilômetros ligando Salvador ao Delta do Parnaíba (PI) pelo litoral, passando pela maioria das capitais do Nordeste. Apesar do apelo turístico do projeto até mesmo os estudos encontram dificuldade para sair do papel. “O Ministério do Turismo tinha se comprometido a bancar, mas ainda não conseguimos a liberação da verba. Agora estamos negociando com o governo espanhol para financiar os estudos”, diz o superintendente da Sudene, Luiz Gonzaga Paes Landim. Ele garante que o trem é viável e afirma que o projeto poderia ser “fatiado”, com início nos trechos de maior apelo turístico como Salvador -Praia do Forte (BA), Recife-Porto de Galinhas (PE), Natal-Praia da Pipa (RN) e Fortaleza-Canoa Quebrada (CE).

Para o coordenador de transporte de passageiros do Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans/UFSC), Rodolfo Philippi, os projetos atuais estudados pelo Ministério dos Transportes terão viabilidade reforçada pelo transporte urbano, uma vez que o aproveitamento de linhas já existentes vai possibilitar estações no centro das cidades. “Em locais maiores como Londrina, Maringá e Caxias do Sul poderá haver mais de uma estação incentivando o locomoção das pessoas dentro das cidades”, diz.

Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, recorda que nas décadas de 60 e 70 os trens de passageiros chegaram a transportar 100 milhões de passageiros por ano. “Com o desinvestimento do governo na rede, os trens de passageiros foram perdendo competitividade e começaram a ser desativados e foram substituídos pelo transporte de rodovias. Agora devemos ter novo momento de retomada do setor”, considera.

Hoje, apenas duas linhas férreas recebem transporte de passageiros no país: a Estrada de Ferro Carajás, entre São Luís-Carajás (PA), e a Estrada de Ferro Vitória-Minas entre Vitória e Belo Horizonte. Ambas são mantidas em projetos sociais da Vale e movimentam juntas 1,5 milhão de passageiros por ano.

Governo Anastasia investe R$ 116 milhões no Rio das Velhas

Governo Anastasia: Rio das Velhas abrange uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes em 51 municípios.

Governo Anastasia: Minas mais Sustentável

Fonte: Agência Minas

Copasa destina R$ 116 milhões para projeto de revitalização do Rio das Velhas

 Governo Anastasia: revitalização do Rio das Velhas

Governo Anastasia: Rio das Velhas abrange uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes em 51 municípios.

Iniciativa prevê a cobertura de 95% das áreas urbanas do município de Sabará. Obras são fundamentais para a despoluição do rio

Mais um passo importante foi dado para revitalizar as águas do maior afluente, em extensão, da Bacia do São Francisco: o Rio das Velhas. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o município de Sabará assinaram o contrato para renovar os serviços de abastecimento de água e assunção do sistema de esgotamento sanitário.

O contrato, que favorece o município e os distritos de Ravena, Sobradinho e Roças Grandes, assegura um investimento da ordem de R$ 116 milhões.

Desse montante, aproximadamente R$ 100 milhões serão aplicados no sistema de esgotamento sanitário. Neste caso, o projeto prevê a cobertura de 95% das áreas urbanas até 2016 com a implantação de 28 mil metros de redes coletoras e 45 mil metros de redes interceptoras ao longo dos rios e córregos. Destaca-se o rio Sabará, Córrego Malheiros, Ribeirão Arrudas e Rio das Velhas, além de 11 elevatórias de esgoto.

Com a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no bairro Borba Gato, será possível coletar e tratar cerca de 32 milhões de litros de esgoto por dia, atendendo, assim, 126 mil habitantes da região. Outra ETE será construída em Ravena para atender os habitantes desta localidade.

O início da operação do sistema de esgotamento sanitário do município está previsto para 1º de abril deste ano, quando a Copasa passa a ser a responsável pelos serviços de manutenção e crescimento vegetativo (construção de rede e novas ligações prediais).

Enquanto isso, a empresa já vem trabalhando na elaboração dos projetos de um moderno sistema de coleta, transporte e tratamento que vai possibilitar a destinação adequada do esgoto coletado em Sabará.

Também serão realizadas obras de ampliação e otimização das redes de distribuição de água nos bairros Morro da Cruz, Esplanada, Siderúrgica, General Carneiro, Alto Cabral e Borba Gato.

Já no distrito de Ravena será ampliada a capacidade de produção da Estação de Tratamento de Água (ETA) e dos poços artesianos. Além disso, entre outras ações, o atendimento com os serviços será expandido para os bairros Boa Vista e Boa Ventura.

Bacia do Rio das Velhas

A bacia hidrográfica do Rio das Velhas abrange uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes, distribuída entre os 51 municípios mineiros que a compõem. Desses, 27 possuem contrato de concessão com a Copasa para coleta e tratamento de esgoto.

Considerando aqueles em que o sistema de esgotamento sanitário já está em operação, mais de 13,8 bilhões de litros de esgoto, que antes eram lançados mensalmente no Velhas, são coletados pela empresa.

Desse montante, mais de 11 bilhões são direcionados a locais adequados para tratamento. Isso significa que cerca de 80% do que é coletado está sendo devidamente tratado antes de retornar aos cursos d´água.

Em 1999, apenas 1,34% do esgoto coletado na região da Bacia do Rio das Velhas era tratado. Em 2012, o índice chegou a 80,03%. A meta 2014, que prevê para tal data o tratamento de 100% do esgoto que é despejado atualmente no Rio, faz parte do Projeto Estratégico de Revitalização da Bacia do Rio das Velhas.

Novas medidas

A ETE Arrudas, localizada na região de Sabará, se encontra em fase de ampliação. Atualmente, a ETE tem capacidade para tratar cerca de 195 milhões de litros de esgoto por dia. Após sua ampliação, essa capacidade passará para mais de 291 milhões de litros.

Na Bacia do Ribeirão Arrudas, também está sendo implantado um interceptor do ribeirão Cercadinho (tubulação que recebe o esgoto), previsto para entrar em funcionamento em julho deste ano. A obra beneficiará cerca de 30 mil habitantes, moradores dos bairros Buritis, Estrela Dalva, Bairro das Mansões, São José, Marajó, Nova Barroca e Havaí.

Os bairros Jardim Vitória, Vista do Sol, Paulo VI e Conjunto Habitacional Vitória II também serão beneficiados. Já estão em andamento obras para implantação de um interceptor, uma estação elevatória e uma ETE, cuja conclusão está prevista para março deste ano.

Outro empreendimento que já se encontra em funcionamento é a ETE Onça, considerada a maior estação de tratamento de esgoto da América Latina a adotar a tecnologia de reatores anaeróbios (sem a presença de oxigênio) de fluxo ascendente e manta de lodo. Com investimento total da ordem de R$ 244 milhões, a estação tem capacidade para tratar mais de 155 milhões de litros de esgoto por dia, vindos de Belo Horizonte e Contagem.

Ainda dentro das obras que visam contribuir para a revitalização do Velhas está o Programa de Despoluição da Bacia da Lagoa da Pampulha, que prevê a redução de mais de 95% de todo o esgoto sanitário lançado na Lagoa. A meta é que as obras sejam finalizadas até dezembro de 2013.

Link da Matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/copasa-destina-r-116-milhoes-para-projeto-de-revitalizacao-do-rio-das-velhas/

Governo Anastasia investe R$ 116 milhões no Rio das Velhas

Governo Anastasia: Rio das Velhas abrange uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes em 51 municípios.

Governo Anastasia: Minas mais Sustentável

Fonte: Agência Minas

Copasa destina R$ 116 milhões para projeto de revitalização do Rio das Velhas

 Governo Anastasia: revitalização do Rio das Velhas

Governo Anastasia: Rio das Velhas abrange uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes em 51 municípios.

Iniciativa prevê a cobertura de 95% das áreas urbanas do município de Sabará. Obras são fundamentais para a despoluição do rio

Mais um passo importante foi dado para revitalizar as águas do maior afluente, em extensão, da Bacia do São Francisco: o Rio das Velhas. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o município de Sabará assinaram o contrato para renovar os serviços de abastecimento de água e assunção do sistema de esgotamento sanitário.

O contrato, que favorece o município e os distritos de Ravena, Sobradinho e Roças Grandes, assegura um investimento da ordem de R$ 116 milhões.

Desse montante, aproximadamente R$ 100 milhões serão aplicados no sistema de esgotamento sanitário. Neste caso, o projeto prevê a cobertura de 95% das áreas urbanas até 2016 com a implantação de 28 mil metros de redes coletoras e 45 mil metros de redes interceptoras ao longo dos rios e córregos. Destaca-se o rio Sabará, Córrego Malheiros, Ribeirão Arrudas e Rio das Velhas, além de 11 elevatórias de esgoto.

Com a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no bairro Borba Gato, será possível coletar e tratar cerca de 32 milhões de litros de esgoto por dia, atendendo, assim, 126 mil habitantes da região. Outra ETE será construída em Ravena para atender os habitantes desta localidade.

O início da operação do sistema de esgotamento sanitário do município está previsto para 1º de abril deste ano, quando a Copasa passa a ser a responsável pelos serviços de manutenção e crescimento vegetativo (construção de rede e novas ligações prediais).

Enquanto isso, a empresa já vem trabalhando na elaboração dos projetos de um moderno sistema de coleta, transporte e tratamento que vai possibilitar a destinação adequada do esgoto coletado em Sabará.

Também serão realizadas obras de ampliação e otimização das redes de distribuição de água nos bairros Morro da Cruz, Esplanada, Siderúrgica, General Carneiro, Alto Cabral e Borba Gato.

Já no distrito de Ravena será ampliada a capacidade de produção da Estação de Tratamento de Água (ETA) e dos poços artesianos. Além disso, entre outras ações, o atendimento com os serviços será expandido para os bairros Boa Vista e Boa Ventura.

Bacia do Rio das Velhas

A bacia hidrográfica do Rio das Velhas abrange uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes, distribuída entre os 51 municípios mineiros que a compõem. Desses, 27 possuem contrato de concessão com a Copasa para coleta e tratamento de esgoto.

Considerando aqueles em que o sistema de esgotamento sanitário já está em operação, mais de 13,8 bilhões de litros de esgoto, que antes eram lançados mensalmente no Velhas, são coletados pela empresa.

Desse montante, mais de 11 bilhões são direcionados a locais adequados para tratamento. Isso significa que cerca de 80% do que é coletado está sendo devidamente tratado antes de retornar aos cursos d´água.

Em 1999, apenas 1,34% do esgoto coletado na região da Bacia do Rio das Velhas era tratado. Em 2012, o índice chegou a 80,03%. A meta 2014, que prevê para tal data o tratamento de 100% do esgoto que é despejado atualmente no Rio, faz parte do Projeto Estratégico de Revitalização da Bacia do Rio das Velhas.

Novas medidas

A ETE Arrudas, localizada na região de Sabará, se encontra em fase de ampliação. Atualmente, a ETE tem capacidade para tratar cerca de 195 milhões de litros de esgoto por dia. Após sua ampliação, essa capacidade passará para mais de 291 milhões de litros.

Na Bacia do Ribeirão Arrudas, também está sendo implantado um interceptor do ribeirão Cercadinho (tubulação que recebe o esgoto), previsto para entrar em funcionamento em julho deste ano. A obra beneficiará cerca de 30 mil habitantes, moradores dos bairros Buritis, Estrela Dalva, Bairro das Mansões, São José, Marajó, Nova Barroca e Havaí.

Os bairros Jardim Vitória, Vista do Sol, Paulo VI e Conjunto Habitacional Vitória II também serão beneficiados. Já estão em andamento obras para implantação de um interceptor, uma estação elevatória e uma ETE, cuja conclusão está prevista para março deste ano.

Outro empreendimento que já se encontra em funcionamento é a ETE Onça, considerada a maior estação de tratamento de esgoto da América Latina a adotar a tecnologia de reatores anaeróbios (sem a presença de oxigênio) de fluxo ascendente e manta de lodo. Com investimento total da ordem de R$ 244 milhões, a estação tem capacidade para tratar mais de 155 milhões de litros de esgoto por dia, vindos de Belo Horizonte e Contagem.

Ainda dentro das obras que visam contribuir para a revitalização do Velhas está o Programa de Despoluição da Bacia da Lagoa da Pampulha, que prevê a redução de mais de 95% de todo o esgoto sanitário lançado na Lagoa. A meta é que as obras sejam finalizadas até dezembro de 2013.

Link da Matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/copasa-destina-r-116-milhoes-para-projeto-de-revitalizacao-do-rio-das-velhas/

Gestão sustentável: Anastasia cria programa para catadores

Gestão sustentável: Anastasia cria Bolsa Reciclagem que remunera associações e cooperativas por ações na reciclagem de materiais.

Gestão sustentável: Anastasia e o Bolsa Reciclagem

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Fonte: Agência Minas

 Anastasia cria programa sustentável para catadores

Governo Anastasia: Bolsa reciclagem remunera associações e cooperativas por ações de sustentabilidade na reciclagem de materiais

Minas Gerais será o primeiro estado do Brasil a remunerar catadores de materiais recicláveis

Governador Anastasia anunciou medida durante a abertura do 11º Festival Lixo e Cidadania, que acontece entre os dias 22 e 26 de outubro no CMRR

O governador Antonio Anastasia anunciou, na noite de segunda-feira (22/10), que Minas Gerais será, a partir do próximo mês de dezembro, o primeiro estado do país a pagar a Bolsa Reciclagem, uma remuneração às associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis pelos serviços ambientais prestados. O anúncio foi feito na abertura do 11º Festival Lixo e Cidadania, no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), em Belo Horizonte.

“Ao fazermos a efetivação do pagamento da Bolsa Reciclagem, nós estamos, tão somente reconhecendo o trabalho realizado por centenas e milhares de pessoas, que, com seu suor e seu empenho, estão modificando o panorama das nossas cidades, com muita dignidade, muito esforço, mas, sobretudo, com muita dedicação. Por isso, nós só podemos agradecer, e de maneira muito singela e modesta, retribuir um pouco através do pagamento desse benefício, dessa bolsa”, ressaltou Antonio Anastasia.

O Programa Bolsa Reciclagem foi instituído por lei aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador. Para 2012, a previsão é de investimento de R$ 3 milhões pelo Governo Antonio Anastasia, repassados a partir da apuração dos materiais comercializados pelas organizações no terceiro e quarto trimestre deste ano. O incentivo será concedido trimestralmente às cooperativas e associações, sendo que 90% serão destinados aos catadores. O restante poderá ser utilizado para despesas administrativas, infraestrutura, equipamentos, formação de estoque de materiais recicláveis e capacitação de associados.

Antonio Anastasia afirmou que o Programa Bolsa Reciclagem é instrumento inovador de valorização dos catadores e um reconhecimento da importância da atividade para o meio ambiente. O governador destacou, ainda, a importância do movimento de catadores, não só para o governo, mas paraMinas Gerais e o Brasil, pois, com ela alia sustentabilidade ambiental, geração de renda e dignidade.

“Agora, com os primeiros passos sendo dados, tenho a mais absoluta certeza de que teremos aqui um modelo que certamente será levado aos outros estados, aprimorado, para que nós também possamos aprender, e o resultado seja cada vez mais de inclusão e de reconhecimento desse trabalho”, disse.

As associações ou cooperativas terão de manter atualizados os dados cadastrais no Estado, serem reconhecidas pelo comitê gestor do Bolsa Reciclagem e apresentar relação de repasses feitos aos beneficiados. O cálculo da remuneração terá por base as notas fiscais ou recibos emitidos por empresas compradoras dos materiais.

O CMRR cadastrou 119 organizações (1.561 catadores) de todo o Estado, das quais 59 (1.167 catadores) foram aprovadas pelo comitê gestor para o primeiro pagamento. Na primeira fase do programa, será remunerada a coleta de papel, plástico, vidro e metal. Outro benefício esperado é o incremento da cadeia produtiva da indústria de transformação, com atração de novos empreendimentos.

A implantação do Programa Bolsa Reciclagem acontece paralelamente a várias ações desenvolvidas pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), a fim de incentivar a gestão integrada de resíduos sólidos urbanos. Alguns exemplos são a implantação de coleta seletiva nos municípios, elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos e a formação de consórcios intermunicipais para a gestão compartilhada de resíduos sólidos urbanos.

Fim dos lixões

O governador Antonio Anastasia lembrou que Minas Gerais está em estágio avançado na meta de, até 2014, erradicar os lixões ainda existentes e estimular a criação de organizadores de materiais recicláveis.

“Em 2014, nós vamos poder anunciar, em alto e bom som, que o Brasil cumpriu a lei federal, e que, em Minas e nos outros estados não teremos mais lixões, mas, sim, dignidade dos catadores”, afirmou o governador.

Levantamento realizado pelo CMRR indica que, dos 350 municípios mineiros que já acabaram com lixões, 184 cidades adotaram programas de coleta seletiva e inclusão produtiva dos catadores, e 19 estão em processo de implantação.

Até o final deste ano, a previsão do CMRR é extinguir lixões em outros 49 municípios, sendo 17 no Vale do Jequitinhonha, 15 na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), 11 no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba e seis no Noroeste do Estado.

Também participaram da solenidade de abertura do 11º Festival Lixo e Cidadania o ministro-chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho; o embaixador da Espanha no Brasil, Manuel de la Cámara Hermoso, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, e a presidente do Servas, Andrea Neves, entre outras autoridades.

Festival

O 11º Festival Lixo e Cidadania é um dos mais importantes eventos para o debate sobre coleta seletiva e inclusão social no país. Nesta edição, está sendo discutido o futuro na gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil, com inclusão socioprodutiva dos catadores, partindo de quatro vertentes:legislação, financiamento, desenvolvimento econômico e inclusão social e tecnologia.

Até sexta-feira (26/10), o festival oferece uma programação, que inclui seminários, debates, discussões em grupos, apresentações teatrais de catadores e ex-moradores de rua, além de shows de artistas, que orientam seus trabalhos pela ideia da reciclagem musical.

O evento reunirá diferentes públicos em torno de uma causa maior: perspectiva sociocultural consciente e propositiva acerca da abrangência do tema Lixo e Cidadania, promovendo encontros em defesa da diversidade e do reconhecimento afirmativo das culturas e das diferentes formas de empreendedorismo, tendo como foco a organização dos catadores de material reciclável.

Estão sendo exibidos produtos fabricados a partir de materiais recicláveis como instrumento de inclusão produtiva, e trabalhos de valorização das comunidades próximas ao CMRR com exposição de materiais produzidos por moradores, apresentação de coral e desfile de moda com peças costuradas por eles; erradicação do trabalho infantil na catação; e discussão sobre população de rua.

O festival é realizado pelo Instituto de Referência em Resíduos (IRR); Fórum Estadual Lixo e Cidadania; Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (Insea); Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Feam, CMRR e Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas); e Ministério da Cultura.

Governo Anastasia: Bolsa Reciclagem – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/minas-gerais-sera-o-primeiro-estado-do-brasil-a-remunerar-catadores-de-materiais-reciclaveis/

Governo Anastasia vai gerar 905 empregos com expansão de indústrias

Governo Anastasia vai gerar 905 empregos. Investimento em siderurgia, informática e eletrônicos vai criar vagas na região metropolitana de BH.

Governo Anastasia: Investimentos em Minas

Fonte: Agência Minas

Protocolos de intenção prevêem aportes de R$ 211 milhões na indústria mineira

Setores de siderurgia, informática e eletrônicos na Região Metropolitana de Belo Horizonte devem receber novos investimentos

 Governo Anastasia vai gerar 905 empregos

Governo Anastasia vai gerar 905 empregos

Três novos protocolos de intenções para investimentos de R$ 211,52 milhões acabam de ser assinados pelo Governo Anastasia para expansão de unidades industriais nas áreas de siderurgia, informática e eletrônicos. Os três empreendimentos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, serão responsáveis pela geração de 905 novos empregos diretos e indiretos.

Durante a assinatura do protocolo com a Metalsider Ltda., a secretária de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Dorothea Werneck, comemorou os novos investimentos e salientou que o Governo Anastasia está desenvolvendo um contato mais direto com o empresário. “Nossa prioridade é ter o empresário como parceiro e, através dele, atrair novos investimentos para o Estado. Quando um investidor é bem recebido e fica satisfeito, transforma-se em nosso principal contato com outros empresários na busca de novos empreendimentos”, acrescentou.

Já o presidente do Instituto de Desenvolvimento Integrado (INDI), José Frederico Álvares, lembrou que o Instituto está implantando a gestão de qualidade e quer ouvir o investidor e saber o seu grau de satisfação. “O trabalho mais importante do INDI começa após a assinatura dos protocolos. Trata-se de um apoio mais personalizado, com assistência em todas as etapas de implantação do projeto”, destacou.

Siderurgia

O diretor-presidente da Metalsider Ltda., Bruno Melo Lima, comemorou a assinatura do protocolo, lembrando que em 30 anos de história, é a primeira vez que a empresa busca a parceria do Governo. “Estamos participando de um processo em que o Estado está ajudando as empresas a crescerem e consequentemente a fortalecer a economia”, acrescentou.

A Metalsider Ltda. é uma empresa siderúrgica não-integrada, produtora de ferro-gusa, com sede e usina em Betim. Para construir uma fundição de peças automotivas e viabilizar o uso da matéria prima ferro-gusa no estado líquido proveniente dos altos-fornos, serão investidos R$ 148,3 milhões e gerados 128 empregos diretos e 87 indiretos.

Essa fundição inovará na composição da carga metálica, reduzindo custos, e, consequentemente, aumentando a competitividade. A fundição está dimensionada para a produção de 70 mil toneladas de peças ao ano, em uma primeira etapa que deverá entrar em operação em 2015 e de mais 70 mil toneladas de peças ao ano em uma segunda etapa. O mercado principal será, direta ou indiretamente, a indústria automobilística. A Metalsider atende indústrias de autopeças, fundições diversas e aciarias, além de consumidores do mercado externo, em especial, Estados Unidos e países asiáticos.

Durante a assinatura do protocolo, Bruno Melo Lima explicou que a companhia possui um parque industrial composto de sete altos-fornos com capacidade de produção de aproximadamente 420 mil toneladas de ferro-gusa por ano. A empresa conta ainda com recursos próprios de 40 mil hectares de florestas plantadas para atender ao seu suprimento de carvão vegetal. É também autosuficiente em energia elétrica. Gera 8.8 megawatts de energia em uma termoelétrica que utiliza os gases dos altos-fornos. O excedente de energia é ofertado ao mercado.

Computadores

A secretária de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais também assinou protocolo de intenção para expansão da Megaware Industrial Ltda., destinada à montagem e comercialização de produtos eletroeletrônicos (Note/Net book, Desktop, servidor médio, gabinete com fonte, placas mãe, módulo e CI), com investimento de R$ 62,05 milhões. A empresa, fabricante de computadores, diferencia-se pelo pioneirismo na produção vertical Surface-Mount Technology (SMT) no Brasil e pretende investir em estrutura, pesquisa, desenvolvimento e capacitação pessoal.

A fábrica, localizada em Belo Horizonte, atua com um sofisticado sistema de produção e montagem de semicondutores por meio do SMT. Esse sistema consiste em máquinas robotizadas de última geração que inserem os componentes eletrônicos na fabricação de cada placa, são as responsáveis pela inspeção, solda, acabamento e promovem rigorosos testes de qualidade. O processo resulta em agilidade na produção, qualidade na montagem e significativa redução de custos, o que proporciona computadores com preços acessíveis e altamente resistentes.

Além de estar entre os maiores fabricantes brasileiros de computadores, a Megaware trabalha em parceria com líderes mundiais, como Intel e Microsoft, e possui uma rede de serviços técnicos em todo o país. Serão gerados 580 empregos diretos e indiretos ao final do projeto.

Eletrônicos

Já a JFA Eletrônicos Indústria e Comércio Ltda., também em Belo Horizonte, irá investir R$ 1,17 milhão e expansão da unidade industrial localizada em Belo Horizonte, destinada à fabricação e comercialização de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo. O projeto de expansão deverá ser concluído até 2015, quando a produção passará de 42 mil peças mensais para 70 mil peças por mês e serão gerados 75 novos empregos diretos e 35 indiretos.

A JFA Eletrônicos iniciou suas atividades no ano de 2004, com desenvolvimento de produtos eletrônicos. Em 2009, adquiriu sua primeira insersora automática de SMD (Semi Metalic Disc), com capacidade de inserção de 2.800 componentes/hora. Com a melhoria dos processos e com o crescimento contínuo das vendas, foi necessário ampliar a produção e adquirir máquinas de maior capacidade, atingindo hoje a capacidade de 42.000 componentes/hora.

Governo Anastasia: Investimentos em Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/protocolos-de-intencao-preveem-aportes-de-r-211-milhoes-na-industria-mineira/

Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Nanium: Governo de Minas investe em inovação e tecnologia, empresa investirá R$ 30 milhões em unidade industrial em Juiz de Fora.

Nanium: Governo de Minas Inovação e Tecnologia

Fonte: Agência Minas

 Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Governo de Minas aposta em tecnologia e inovação para atrair novas empresas para o Estado.

O vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, assinou, nesta quarta-feira (29), protocolo de intenções com a empresa portuguesa Nanium Participações S.A, para a implantação de uma unidade industrial em Juiz de Fora, na região da Zona da Mata. O projeto prevê a produção de semicondutores direcionados para o mercado brasileiro e países do Mercosul.

Minas Gerais reúne uma série de predicados, como a localização geográfica privilegiada, próxima a 78% do mercado consumidor brasileiro. Temos ainda uma gestão premiada e reconhecida por organismos internacionais. O grande desafio do Estado é transformar o seu potencial em benefícios que se traduzam cada vez mais em inovação, tecnologia e na agregação de valor”, destacou o vice-governador.

A empresa irá investir R$ 30 milhões na implantação da nova unidade industrial, com a geração de 150 empregos diretos e outros 40 indiretos. “O empreendimento irá gerar empregos altamente qualificados, com a formação de gestores, engenheiros, técnicos e operadores de produção, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que serão treinados no Brasil e em Portugal”, explica José Miranda Chaves Netto, diretor-executivo da Nanium Participações.

Além do protocolo com o Governo de Minas, a Nanium irá assinar uma carta de Intenções com a UFJF, estabelecendo que, na primeira fase do projeto, a unidade será instalada temporariamente no campus da universidade. Já na segunda fase, será construída uma unidade industrial definitiva no futuro Parque Científico e Tecnológico da UFJF. Em contrapartida, a Nanium deverá disponibilizar acesso às informações relativas a semicondutores adotadas em seu processo produtivo, além de transferir o conhecimento de processo aos pesquisados e alunos da UFJF.

O projeto terá início em outubro de 2012 e tem término previsto para meados de 2017. Na primeira etapa, serão fabricados módulos de memória Dram e módulos de Flash (como Pen drives). Na segunda etapa, que deverá ocorrer 12 meses após a conclusão da primeira, serão iniciadas as atividades de produção de componentes em sala limpa (como cartões de memória) para o mercado de desktops, notebooks e tablets.

A empresa

A Nanium S.A. foi fundada em 1996 no município de Vila do Conde, em Portugal, para produzir e prestar serviços no segmento de eletrônica. A companhia atua ainda nas áreas de serviços, equipamentos, processo, produto e fabricação de semicondutores.

A empresa iniciou suas atividades como Siemens Semicondutores S.A. e, depois de algumas alterações, passou a ser designada por Nanium S.A., com composição acionária constituída por 17,88% do Estado Português, por intermédio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e 41,06% dos Bancos Espírito Santo e Comercial Português.

A Nanium possui também know-how na fase de packaging (ou encapsulamento) dos chips, os cérebros dos equipamentos eletrônicos.

Nanium: Governo de Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/vice-governador-assina-protocolo-de-intencoes-com-fabricante-de-semicondutores/

Minas merece mais: sociedade mineira se mobiliza

Minas merece mais: Dom Walmor fala sobre o movimento e critica a falta de investimento da União em projetos vitais para Minas.

Minas merece mais – desenvolvimento da economia mineira

Fonte: Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte – Estado de Minas

Minas merece mais: sociedade mineira se mobiliza

Minas merece mais: sociedade mineira se mobiliza

Minas merece mais

Não é um simples slogan com a contundência de frase de efeito. Minas merece mais. É o eco de clamores. É uma consciência indispensável para fecundar a cidadania e despertar, na medida justa, o sentido do próprio valor. É exigência diante da importância dessa nação tricentenária que ajuda a configurar o tecido brasileiro com singularidades e riquezas indispensáveis aos avanços, conquistas e respostas contemporâneas.

Um grito que pode e deve ecoar no coração dos mineiros, despertando sua cidadania para a força e extensão de sua significação cultural, religiosa e sociopolítica. Um movimento diferente daqueles que repetem as dinâmicas de manifestações de rua. Trata-se de algo interior, do jeito mineiro de ser. Acima de tudo é uma manifestação cultural marcando a elaboração de uma consciência social e política à luz de uma Minas Gerais rica, em tudo, particularmente em sua história, enraizada pela religiosidade.

Minas merece mais significa uma dinâmica que também clareia e aponta para o movimento iniciado em janeiro, quando empresários, governo e políticos, em união suprapartidária, se mobilizaram para levar à presidente do Brasil um documento tratando de uma série de projetos vitais ao crescimento da economia mineira. Um documento contendo 16 propostas, incluindo obras de infraestrutura rodoviária, aeroportuária e férrea. Recursos para a preservação do patrimônio histórico e cultural – bem lembrado nesse item o patrimônio sacro da maior importância para o Brasil, pela quantidade e riqueza artística, fruto da fé cristã -, investimentos na Refinaria Gabriel Passos e definição de marco regulatório e tributário para o setor de mineração.

Esse documento para unir nosso estado, “Agenda de convergência para o desenvolvimento de Minas Gerais – Respostas das entidades empresariais, governo do estado e base legislativa”, é uma elaboração técnica, política, legitimando a nossa autoridade de nação que merece respeito. Merece mais também na educação, na saúde e na habitação, pensando a importância singular de cada cidadão mineiro para o crescimento Brasil.

Os anúncios recentes de investimentos em Minas, por parte da União, histórica e politicamente retardados, por descompassos técnicos ou outros, não podem significar um afago que aquieta. Ou uma promessa que estica a paciência para esperar, ainda mais, o que já deveria ter chegado. Assim, das mais altas esferas, passando pelos construtores da sociedade pluralista, especialmente incluídos os formadores de opinião e os detentores de significativos poderes de decisão, até as camadas mais populares, é preciso repassar, permanentemente, os capítulos que compõem esse tratado intitulado “Minas merece mais“.

O concerto entre a eficiência da gestão que desafia o estado, colocando-o em fileiras de exemplaridade, a pujança do mundo empresarial, os governos todos, as instituições todas e os brios cidadãos de cada um tem força para despertar, cada vez mais, esse gigante que se chama Minas Gerais.

 Na verdade, a autoridade para reivindicações se configura quando se confrontam os números e os dados que definem o que é Minas Gerais e seu lugar singular na capacidade de contribuir para o crescimento da economia brasileira, bem como sua riqueza indispensável como força cultural e política. A posição de Minas Gerais no mapa da economia brasileira, sua localização geográfica estratégica, suas riquezas minerais e ecológicas, a força de sua história política e religiosa tecem uma compreensão que faz sentido pensar que “Minas merece mais” para colocá-la, sempre mais, no contexto exigente e inadiável do desenvolvimento integral.

 “Minas merece mais” porque tem propriedades que tocam a mais importante reserva de um povo: sua cidadania. Nascida e cultivada no jardim da liberdade, nos canteiros da fé cristã, nos recônditos da familiaridade, a cidadania mineira aponta para reservas ricas de comportamentos, tradições e valores. Reconhecer que “Minas merece mais” significa renovar o próprio empenho cidadão, nas instâncias institucionais, nos contextos da vida cotidiana e familiar, fecundando a autoestima, despertando sempre mais para a grandeza dessa terra, abrindo os olhos para o futuro, construindo um presente à altura da vocação e da história política, cultural e religiosa do estado. A consciência de que “Minas merece mais” agrega ganhos políticos, valores humanos e cristãos.

Que a alegria de ser do mineiro e o empenho para que se desdobre a força de nossas riquezas possam construir um novo tempo para Minas, para o Brasil, especialmente para os que estão fora dessa cidadania, por exclusões ou preconceitos. Minas merece mais.

Link da matéria: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2012/06/15/interna_opiniao,39556/minas-merece-mais.shtml

Anel Rodoviário: Governo Anastasia assumirá obra

Anel Rodoviário: Problemas de gerenciamento do DNIt faz Governo Dilma repassar gestão do projeto para o Governo de Minas por meio do DER/MG.

Anel Rodoviário: Governo de Minas

Anel Rodoviário: Governo Anastasia assumirá obra

Anel Rodoviário: Governo Anastasia assumirá obra

Fonte: O Tempo

Suspenso há um ano, projeto do Anel, enfim, sairá do papel

O projeto da tão esperada revitalização do Anel Rodoviário, necessária para conter o intenso número de acidentes e congestionamentos no local, será finalmente retomado. O secretário de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, informou que a presidente Dilma Rousseff virá a Minas nos próximos dias para assinar a liberação da verba de R$ 17 milhões. O dinheiro será usado na elaboração do novo projeto executivo da obra, já que o primeiro foi suspenso pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por indícios de superfaturamento. A obra, de fato, deverá começar só daqui a um ano.

A visita da presidente, garantiu o secretário, deverá ocorrer na primeira quinzena de junho. Ontem, a assessoria de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência informou, porém, que ainda não há data exata confirmada.

Além de liberar o recurso, Dilma Rousseff assinará um termo de compromisso com o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER), órgão ligado ao governo do Estado, que passa a assumir a responsabilidade sobre a obra, até então delegada ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Segundo Melles, era para a presidente ter oficializado a parceria e entregue o dinheiro em sua visita a Minas, no último dia 11, quando inaugurou obras do Minha Casa, Minha Vida. No entanto, como o governador Antonio Anastasia estava em viagem à Itália, os compromissos foram adiados. “A nossa expectativa, agora, é que a verba seja liberada na primeira quinzena de junho”, afirmou. A obra do Anel promete trazer algumas soluções emergenciais, com a criação de vias marginais, alargamento de pistas, criação de pelo menos oito passarelas para pedestres, além do reassentamento de cerca de 2.600 famílias que vivem ao longo dos 26,5 km de rodovia.

O projeto de melhorias está suspenso há um ano, quando surgiram as suspeitas do TCU de superfaturamento por parte da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), que fez o planejamento da obra.

Com o cancelamento do edital e o repasse da obra ao DER, será necessário abrir novamente a licitação para a elaboração do novo projeto executivo. Em reunião com políticos mineiros ontem à tarde, em Brasília, o diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, confirmou que a licitação será mesmo transferida para Minas nas próximas duas semanas. Há a possibilidade ainda de o convênio ser firmado em Brasília, com a presença do governador Antonio Anastasia. (Com Joelmir Tavares)

Betim
Moradores pedem melhorias em estrada

Após protesto no início do mês para solicitar melhorias na estrada do Contorno, que liga os municípios de Betim e Ibirité, na região metropolitana da capital, moradores da região se reuniram ontem com autoridades locais em busca de melhorias. Eles reclamam dos buracos e da falta de sinalização na via, onde há grande circulação de carretas e veículos de empresas como a Petrobras, instalada nas imediações.

A audiência pública foi realizada na Escola Municipal Valério Ferreira Palhares, em Ibirité, e reuniu cerca de 150 pessoas, a maioria estudantes do colégio. Na mesa de autoridades estavam representantes das secretarias municipais de Obras de Betim e Ibirité e da empresa Ibiritermo, além dos deputados Celinho do Sinttrocel e Carlim Moura, ambos do PC do B. “Todos prometerem unir esforços para atender nosso pedido. Vamos acompanhar e cobrar soluções”, afirmou o líder comunitário Sebastião Luciano Rodrigues Bessa, 27.

Segundo ele, de dois anos para cá, já houve mais de 20 acidentes na estrada do Contorno. “A rodovia é muito perigosa. Serve para passagem de caminhões pesados, mas já virou via de acesso rápido”.

Anel Rodoviário – Link da matéria:  http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=204489,OTE&IdCanal=6

Governo de Minas: cemig informa dicas de segurança com energia elétrica

Palestras, apresentações teatrais e panfletos educativos são alguns dos meios utilizados pela campanha para auxiliar na prevenção de acidentes envolvendo a rede elétrica

Conhecer os perigos que a energia elétrica pode causar é importante para todos os cidadãos e por isso a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) realiza anualmente a campanha externa de prevenção de acidentes com a população (Cepap). O objetivo da dessa campanha é informar à população sobre os cuidados necessários com a energia elétrica e os riscos das ligações irregulares.

São realizadas palestras educativas nas escolas estaduais de ensino fundamental e nos canteiros de obra da construção civil. No ano passado, as ações da Empresa por meio da Cepap atingiram cerca de 430 mil pessoas em toda a área de concessão da Cemig.

De acordo com levantamento da Cemig, as causas mais frequentes de acidentes em 2011 em Minas Gerais foram construção e manutenção predial, execução de serviços rurais, seguido por instalação de antenas de TV, soltura de papagaio ou pipas e ligações clandestinas. Ainda no ano passado, dos 165 acidentes com a população envolvendo a rede elétrica, 36 foram fatais.

“Esses acidentes estão associados, na maioria dos casos, ao contato ou aproximação à rede da Cemig de ferramentas, equipamentos e materiais de grande porte, utilizados na construção civil. O trabalho da empresa está fortemente ligado a orientações que previnam o manuseio indevido”, explica o gerente de Segurança do Trabalho, Saúde e Bem-Estar da Cemig, João José Magalhães Soares.

Além das palestras, a campanha conta com apresentações teatrais, jogos interativos e exibição de maquetes de instalações elétricas com simulação dos riscos de acidentes, e a distribuição também milhares de materiais educativos, como folhetos e cartilhas com temas relacionados à segurança da população.

Prevenção:

– Antena de TV: instalar antena perto da rede elétrica é perigoso. Para instalar ou consertar antenas, escolha um local longe dos fios da rede elétrica e espere o tempo ficar bom. Se a antena cair, não tente segurá-la ou recuperá-la. Para evitar acidentes, consulte sempre um profissional qualificado.

– Serviços rurais: colheitadeiras de grande porte, caminhões graneleiros e basculantes podem atingir a rede elétrica devido às suas grandes dimensões. Antes de utilizar estas máquinas, deve-se observar a existência de redes elétricas no campo e impedir que elas se aproximem ou toquem nos fios de energia. Ao preparar a terra com o arado, deve-se ter o cuidado para não danificar os estais existentes em alguns postes.

– Ligação clandestina: furtar energia é perigoso e ilegal. Quem faz ligação clandestina corre risco de morte e coloca a vida de outras pessoas em perigo. Mantenha distância dos fios partidos ou caídos e não suba em postes da rede elétrica.

– Construção: construir ou reformar perto da rede elétrica é perigoso. Nunca coloque vergalhões, barras de ferro, arames e outros materiais próximos da rede elétrica na hora de construir ou reformar. Para evitar acidentes, consulte sempre um profissional capacitado.

– Papagaio: empinar papagaio perto da rede elétrica é perigoso. Procure sempre locais afastados da rede elétrica. Além disso, não use fios metálicos ou cerol e não tente soltá-lo, caso fique preso.

Em caso de denúncias, acidente externo com a rede elétrica e mais informações basta ligar para a central de atendimento ao cliente Fale com a Cemig (116).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cemig-informa-dicas-de-seguranca-com-energia-eletrica/