Governo Anastasia garante apoio a vítimas da seca

Minas: governo Anastasia apoia vitimas da seca em Minas. Foram destinados R$ 11 mi em compras de cestas básicas e outras ações.

Governo de Minas: seca norte de Minas

Fonte: Marcos de Moura e Souza – Valor Econômico

Pecuária e frutas padecem com a seca no norte de MG

 Minas: governo Anastasia garante apoio à seca

Governo de Minas garante apoio às vitimas da seca. Foram destinados R$ 11 mi em compras de cestas básicas, caminhões-pipas e outras ações.

Mais de 100 municípios na região norte do Estado de Minas Gerais estão em estado de emergência por causa da seca. O governo do Estado e o Exército fazem o abastecimento emergencial de água com caminhões-pipa. Na zona rural, uma imagem que está se tornando mais frequente é a de bois e vacas mortos de sede e fome – e suas carcaças abandonadas no que um dia foi pasto.

O estrago da estiagem na economia local se estende pela produção de frutas e de leite e no deslocamento de gado para outras regiões. Muitos pequenos produtores que não têm um pasto alternativo estão vendendo seu gado, apesar dos preços baixos. Diversos municípios estão sem chuva desde o início do ano e decretaram emergência em fevereiro e março. As chuvas devem começar somente em outubro. Hoje são 122 em emergência por causa da seca, concentrados no norte do Estadoe parte deles no nordeste e noroeste. A perspectiva do governo era que neste ano o número ficasse em 114.

“Essa é uma das piores dos últimos 30 anos e que está atingindo Minas, Bahia e outros Estados do Nordeste“” diz Reinaldo Nunes, coordenador técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Estado de Minas Gerais (Emater) em Montes Claros, maior cidade do norte de Minas. O rebanho de gado nessa área é de aproximadamente 2,5 milhões de cabeças e o problema maior é a alimentação, diz Nunes.

Sem pasto e sem água, um dos resultados imediatos na economia da região foi a queda abrupta na produção de leite. “A produção normal é de 600 mil litros por dia e por causa da seca houve uma redução de 40% a 50%. O prejuízo por mês é de R$ 5,4 milhões”, calcula Nunes. A maioria dos pequenos sitiantes e produtores com mais terras na região têm no leite uma renda adicional e diária.

A safra de grãos teve uma redução ainda maior. Segundo a Emater, o chamado veranico (período de 20 e poucos dias de estiagem em meio ao período chuvoso) durou do início de janeiro a até março em vários municípios. Foi num período crítico de plantio de arroz, feijão, milho, sorgo e outros grãos pelos produtores rurais mineiros. “A expectativa era de colher só nessa região norte 500 mil toneladas de grãos, mas perdemos 70% disso, um prejuízo de R$ 180 milhões”, diz o técnico da Emater.

Governo de Minas: seca do norte de Minas – Link da matéria: http://www.valor.com.br/empresas/2801944/pecuaria-e-frutas-padecem-com-seca-no-norte-de-mg

Quem investe e vive da produção de frutas também está em dificuldades. Gurutuba e Lagoa Grande, dois grandes projetos irrigados no norte do Estado, cujas áreas somam 6,5 mil hectares e onde predomina a fruticultura, são os que mais sentem. “Os produtores estão sendo afetados porque dependem de uma barragem que está com o nível bastante comprometido”, afirma Pierre Santos Vilela, coordenador da assessoria técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg). A entidade informa representar quase 400 mil pequenos, médios e grandes produtores rurais.

Segundo Faemg e Emater, produtores, especialmente os menores, estão vendo parte de seu plantel de gado morrer. Há uma corrida para vender os animais mesmo abaixo do peso e mesmo com preços depreciados pela grande oferta. Sem ter como manter o gado, produtores acabam se descapitalizando porque o que recebem agora pelos animais não permitirá que eles reponham seu rebanho daqui a alguns meses, diz Reinaldo Nunes, técnico da Emater.

O governo do Estado prevê alocar um total de R$ 11 milhões em compras de cestas básicas, caminhões-pipas e outras ações. Além disso, o governo federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, enviou mais R$ 10 milhões, que estão sendo usados para reforço das compras de alimentos, galões de água mineral e também para a distribuição de cisternas, disse o tenente coronel Fabiano Villas Bôas, secretário executivo da coordenadoria estadual da Defesa Civil. Em alguns municípios, como Catuti, não há mais água para consumo humano. E, paradoxalmente, em locais abastecidos por caminhões-pipa o desafio das famílias é armazenar essa água. O governo do Estado ainda conta com R$ 4 milhões este ano para a abertura de poços artesianos em locais públicos.

Villas Bôas diz que o que diferencia esta seca das anteriores é a duração. Enquanto geralmente os municípios do norte de Minas começam a decretar situação de emergência em abril e maio, neste ano isso aconteceu em fevereiro e março. Muitos dos decretos já foram prorrogados.

Minas: Governo seca do norte de Minas – Link da matéria: http://www.valor.com.br/empresas/2801944/pecuaria-e-frutas-padecem-com-seca-no-norte-de-mg

Governo de Minas: Circuito dos Diamantes cria arte para o mundo

Agricultura Familiar amplia horizontes com a profissionalização do artesanato no Vale do Jequitinhonha

Bonecas de palhas originalmente coloridas exportadas para a Itália e Alemanha; ampliação de espaços no mercado consumidor interno por meio de lojistas de renome e a inserção do Circuito dos Diamantes no Programa Talentos do Brasil Rural, que na Copa do Mundo de 2014 terá o objetivo de divulgar e comercializar produtos oriundos da agricultura familiar para turistas de várias partes do mundo que vierem ao Brasil.

Estas são algumas das conquistas que cerca de 450 artesãos residentes em 12 municípios integrantes do Circuito dos Diamantes, no Vale do Jequitinhonha, obtiveram nos últimos seis anos por meio de várias ações implementadas pelo Governo de Minas. O trabalho investe na profissionalização da atividade artesanal que, no Vale do Jequitinhonha, se constitui numa das principais fontes de geração de emprego e renda para centenas de famílias.

O trabalho de organização dos artesãos do Vale do Jequitinhonha implementado pela Emater, é voltado para o desenvolvimento e consolidação de arranjos produtivos locais. O foco das ações envolve o desenvolvimento de novos produtos; formação de grupos e organização de pequenas associações comunitárias, levando-se em conta as peculiaridades e as tradições de cada município na exploração da atividade artesanal.

“Muitas famílias se mantêm a partir da dedicação ao artesanato que, no caso do Vale do Jequitinhonha, se constitui numa atividade altamente includente, envolvendo homens e mulheres de todas as idades” – ressalta o coordenador técnico da Emater, Dario Magno de Miranda Maia.

Vocação regional

Em cada município a Associação Vale Circuito é composta por pequenas associações comunitárias, através das quais a Emater tem viabilizado a realização de treinamentos voltados para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de produtos, bem como o acesso a mercados. A ênfase no associativismo tem sido uma das prioridades.

“A grande opção da agricultura familiar é a agroindústria. Quando se agrega valor à produção, pequenos produtores obtêm ganhos significativos o que se reverte na fixação do homem no campo e na melhoria da qualidade de vida”, explica a coordenadora regional da Emater e gestora do Projeto Artesanato no Vale do Jequitinhonha, Maris Stela Pires Lima.

Um dos exemplos de sucesso do trabalho que conta com o apoio do Governo de Minas é a exportação de bonecas de palhas coloridas para a Alemanha e Itália, envolvendo artesãos da comunidade de Planalto de Minas. Nos últimos dois anos as exportações já aconteceram três vezes.

Sempre Vivas: foco na sustentabilidade

Com apoio da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), 29 famílias integrantes da Associação de Artesãos de Sempre Vivas da localidade de Galheiros, zona rural de Diamantina, iniciaram recentemente a implementação de pesquisas voltadas para a reprodução de espécies de sempre vivas ameaçadas de extinção.

“A principal fonte de renda das famílias de Galheiros é o artesanato. A agricultura existente na região é de subsistência e, por isso, estabelecemos parcerias com a Emater, IEF, Instituto Brasileiro de Proteção do Meio Ambiente (Ibama) e Universidade Federal visando desenvolvermos técnicas de preservação de várias espécies de sempre vivas. Trata-se de matéria-prima fundamental para a manutenção do nosso trabalho e sobrevivência – salienta a secretária da Associação de Artesãos de Sempre Vivas, Juraci Borges da Silva. As pesquisas implicam em plantio de espécies ameaçadas de extinção e técnicas de manejo e de exploração.

Criada em 2001 a Associação, que conta com a participação de dez artesãos do sexo masculino, tem conquistado clientes em vários estados através da participação em feiras e exposições realizadas nas principais capitais do Centro/Sul do país. Além da comercialização no tradicional e histórico Mercado de Diamantina, há cinco anos os artesãos atendem encomendas de lojistas. “Em determinadas épocas do ano chegamos a receber encomendas de até mil peças. Assim que entregamos os produtos recebemos o pagamento. Nunca tivemos prejuízo”, comemora Juraci Silva.

As atividades em favor da produção artesanal são desenvolvidas pela Emater e contam com a participação da Secretaria de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas (Sedvan), do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Instituto Estadual de Florestas (IEF), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Também estão diretamente envolvidas no trabalho as prefeituras de Diamantina, Alvorada de Minas, Felício dos Santos, Santo Antônio do Itambé, Serro, Presidente Kubitschek, Datas, Gouveia, Monjolos, Couto de Magalhães, Rio Preto e Senador Modestino, que compõem o Circuito dos Diamantes.

Copa do Mundo abre novos horizontes

Este ano a Associação Vale Circuito foi selecionada pelo governo federal para participar do Programa Talentos do Brasil Rural, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O objetivo é valorizar e ampliar a divulgação da agricultura familiar, principalmente durante a Copa do Mundo de 2014.

No tradicional mercado de Diamantina, a Associação Vale Circuito comercializa peças com preços variando de R$ 5,00 a R$ 450,00. De tapetes arraiolo, a bonecas de palha, bordados, panos de prato, caminhos de mesa, passando por artesanato de argila, de sempre vivas e de cabaças, a loja comercializa mensalmente uma média de 800 peças. O movimento é concentrado nos finais de semana, especialmente nas famosas vesperatas de Diamantina.

“Para mim, independentemente do preço, cada peça vendida tem um grande significado. O valor arrecadado é integralmente repassado ao autor da obra que, em muitos casos, tem na atividade sua principal fonte de sobrevivência”, explica a gestora do Centro de Comercialização da Associação Vale Circuito, Aparecida Angélica Medeiros.

Vaticano

A artesã e dirigente da Associação Ciranda Cirandinha do município de Datas, Aracy Cardoso, atesta que o trabalho de profissionalização do turismo no Vale do Jequitinhonha tem proporcionado o alcance de resultados positivos. Envolvendo 17 artesãos especializados na produção de peças do Divino Espírito Santo, o grupo é um dos destaques na participação em feiras e exposições realizadas em todo o país. “Aqui temos pessoas que sobrevivem apenas da produção de artesanato”, ressalta Aracy.

No ano passado, em apenas uma feira o grupo comercializou cerca R$ 30 mil. As peças esculpidas em madeira maciça e revestidas com lâminas também de madeira decoram igrejas e casas em várias regiões do país e também um dos salões do Vaticano, em Roma. O presente foi entregue ao papa João Paulo II, numa de suas viagens ao Brasil.

Terapia

Por meio do Instituto Milho Verde, integrante da Associação Vale Circuito, 18 agricultoras da comunidade Barra da Cega, localizada na zona rural do município de Serro, dedicam parte do dia à produção de bordados. O trabalho foi difundido na comunidade pela agricultora, Maria José Matos Oliveira que, por recomendação médica, foi orientada a desenvolver outras atividades para combater a depressão.

“Me dediquei à produção de bordados e consegui superar os problemas de saúde. Como outras mulheres da comunidade não tinham uma atividade que lhes proporcionassem renda, resolvi ensiná-las e o resultado tem sido muito bom”, revela Maria Oliveira.

Atualmente, além de blog na internet, as bordadeiras de Barra da Cega participam de feiras e exposições através das quais tem incrementado a comercialização dos produtos que se diferenciam no mercado por utilizar retalhos e a criatividade das próprias artesãs.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/circuito-dos-diamantes-cria-arte-para-o-mundo/

Governo de Minas: pesquisas da Epamig consolidam sistema de produção eficiente de leite

Na última década, Epamig foi a empresa de pesquisa agropecuária que mais gerou tecnologias para o sistema de produção de leite em gado F1

José Reinaldo Mendes Ruas/EPAMIG

O Brasil é o sexto maior produtor mundial de leite. Minas Gerais destaca-se por ter o maior rebanho bovino leiteiro, além de ser o maior produtor nacional. O Estado produz 8,4 bilhões de litros, representando 27,3% do total produzido no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma das principais características do rebanho bovino no Brasil é sua composição: 74% das vacas são mestiças e produzem 1.276 kg de leite por lactação. Minas possui 7,4 milhões de fêmeas, sendo 5,4 milhões cabeças em lactação, o maior plantel do país.

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) desenvolve pesquisas para o sistema de produção de leite com vacas mestiças há 14 anos. Esse sistema utiliza fêmeas F1 (cruzamento de Holandês e Zebu – HZ), mantidas em regime de pasto durante o verão e suplementadas em cocho com volumoso (tais como silagens de milho, sorgo e capineiras; os fenos, a cana-de-açúcar e as palhadas) durante o inverno. Na última década, a Epamig foi a empresa de pesquisa agropecuária que mais gerou tecnologias para o sistema de produção de leite em gado F1. As pesquisas têm como base animais mestiços, que têm proximidade maior com a realidade do produtor mineiro e brasileiro.

Embora seja o maior estado produtor de leite, Minas Gerais ainda apresenta baixos índices de produtividade. Segundo o pesquisador da Epamig, José Reinaldo Mendes Ruas, a pecuária é uma atividade desenvolvida, principalmente, em sistema de pasto e este pasto está hoje com alto nível de degradação. “A Epamig, responsável pela pesquisa agropecuária de Minas Gerais, tem a oportunidade de contribuir para a mudança deste quadro”. O pesquisador conta que desde 1998 são desenvolvidas pesquisas em sistema de produção de leite na Fazenda Experimental de Felixlândia (FEFX), no Centro-Oeste do Estado, e, atualmente, a fazenda é referência devido aos diversos projetos desenvolvidos – em parceria com universidades e com apoio de diversas fontes fomentadoras estaduais e federais. A Fazenda de Felixlândia possui área de 890 hectares, com solos de cerrados em sua maior extensão.

Além das pesquisas, são realizados na FEFX cursos, treinamentos, dias de campo e visitas técnicas. Através do Programa Estadual da Cadeia Produtiva do Leite (Minas Leite), lançado em 2005 e coordenado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), foram capacitados na FEFX mais de 500 participantes, dentre eles técnicos, produtores rurais, estudantes e, principalmente extensionistas.

“A integração com a extensão é muito positiva, pois os profissionais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater) têm mais contato com o produtor rural, que será o grande beneficiado com a utilização dessas novas técnicas”, afirma o gerente da FEFX, Arismar de Castro.  O Minas Leite já atende a 1.036 propriedades de agricultores familiares do Estado. Em 2011, houve um crescimento de 62% em relação ao volume de fazendas incluídas até o ano anterior, segundo o coordenador do programa pela Seapa, Rodrigo Puccini Venturin.

De acordo com o pesquisador José Reinaldo, nesses anos de pesquisa as avaliações econômicas apontaram que é possível produzir leite com rentabilidade. “Quando iniciamos as pesquisas em gado de leite F1, na FEFX, as vacas produziram em torno de 2.000 kg por lactação na primeira cria. Com a adoção das tecnologias geradas pelo próprio sistema – aumento de peso, amansamento, frequência de ordenha – essa produção ultrapassou 3.000 kg na primeira cria”, explica Ruas. Os resultados demonstraram que vacas F1 foram capazes de produzir bezerros de qualidade, quando considerados o ganho médio diário e o peso do desmame, podendo contribuir para a sustentabilidade da produção. “A venda desses bezerros pode complementar a receita da propriedade”, explica o pesquisador.

José Reinaldo afirma que o Sistema desenvolvido pela Epamig demonstra que fêmeas F1 HZ mostraram-se eficientes para produzir bezerro e leite em sistema de pastagens nas condições do Brasil Central. Quando o produtor chega na Fazenda Experimental de Felixlândia ele se identifica com o modelo de produção da Epamig e vê a possibilidade de adotá-lo em sua propriedade”, ressalta.

Segundo o pesquisador, as tecnologias geradas permitem flexibilidade e oferecem vantagens econômicas, além de serem de fácil aplicabilidade e de administração simples. “Fatores como localização da propriedade, processos gerenciais adotados, tamanho de rebanho e qualidade da mão de obra podem causar diferenças, portanto, é importante o acompanhamento zootécnico e financeiro do Sistema de Produção”, alerta.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/pesquisas-da-epamig-consolidam-sistema-de-producao-eficiente-de-leite/

Governo de Minas: Secretário de Agricultura participa da solenidade de abertura da Expozebu em Uberaba

Ações de apoio ao agronegócio, desenvolvidas em Minas, serão expostas em estande

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Elmiro Nascimento, participa nesta quinta-feira (03) da solenidade de abertura da 78ª Exposição Internacional de Gado Zebu (Expozebu). A feira, realizada anualmente em Uberaba, no Triângulo Mineiro, é considerada a maior mostra de zebuínos do mundo.

Além de exposição e julgamentos de animais das raças zebuínas, leilões, shoppings, concurso leiteiro, dentre outras atividades técnicas, o evento reúne lideranças e empresas de diversos segmentos, com destaque para aquelas que compõem o setor produtivo do agronegócio.

A Secretaria de Agricultura montou um estande na Expozebu, onde o público pode conhecer o trabalho desenvolvido pelo Governo de Minas, principalmente pela Emater, Epamig e IMA. O local também funciona como um plantão técnico.

“A Expozebu é um grande centro de debates sobre o desenvolvimento da pecuária nacional, destacando-se ainda como importante polo de encontro da cadeia produtiva da carne e do leite”, enfatiza o secretário Elmiro Nascimento.

Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), entidade promotora da feira, a Expozebu é a vitrine e o ponto de partida para o atual estágio de evolução e desenvolvimento genético em que se encontra o rebanho zebuíno brasileiro, que hoje corresponde a mais de 80% do rebanho bovino nacional. Ainda de acordo com a associação, a Expozebu deverá reunir este ano cerca de 3 mil exemplares de bovinos das raças nelore, gir, guzerá, indubrasil, entre outras.  O público esperado é de aproximadamente 300 mil pessoas, incluindo visitantes estrangeiros de mais de 20 países.

A 78ª Expozebu conta com o apoio do Governo de Minas e segue até o dia 10 de maio, no Parque de Exposições Fernando Costa, em Uberaba.

Serviço:

Abertura oficial da 78ª Expozebu – Exposição Internacional de Gado Zebu

Data: 3 de maio

Horário: 10 horas

Local: Parque de Exposições Fernando Costa, Uberaba

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretario-de-agricultura-participa-da-solenidade-de-abertura-da-expozebu-em-uberaba/

Governo de Minas: começam nesta segunda-feira as inscrições para 7º Prêmio Excelência em Gestão Pública

Serão destinados R$ 43,5 mil para dividir entre os vencedores, com recursos do BDMG

José Carlos Paiva/Imprensa MG
Secretária Renata Vilhena assinou, em março último, edital para o 7º Prêmio de Excelência em Gestão Pública
Secretária Renata Vilhena assinou, em março último, edital para o 7º Prêmio de Excelência em Gestão Pública

As inscrições dos trabalhos que concorrerão ao 7º Prêmio Excelência em Gestão Pública começam nesta segunda-feira (16). Podem concorrer servidores públicos do executivo estadual, estagiários ou empregados públicos das empresas participantes (Emater, Epamig e Rádio Inconfidência), com projetos implementados ou não, desenvolvidos individualmente ou em grupo. A entrega dos projetos para inscrição poderá ser feita até 18 horas do dia 17 de maio próximo, exclusivamente via internet, por meio do site da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

O 7º Prêmio Excelência vai pagar R$ 43,5 mil ao todo aos vencedores, com recursos do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), distribuídos conforme as regras do edital publicado em 13 de março último.

Além de atenção para não perder o prazo, os interessados em concorrer devem observar as regras do edital, uma vez que o descumprimento delas leva à desclassificação do trabalho.

Um dos itens principais do edital trata do preenchimento dos formulários que garantem a inscrição dos candidatos: ficha de inscrição, termo de responsabilidade e o termo de compromisso.

“Se o projeto apresentado à banca foi realizado por mais de um participante, todos devem assinar o termo de compromisso. Do contrário, o trabalho será eliminado”, alerta a diretora Central de Gestão do Desenvolvimento do Servidor, Maria Angélica Azevedo Gama.

Os candidatos devem ficar atentos também às regras de padronização do projeto. O título, por exemplo, deve ter o máximo de 200 caracteres, o resumo não pode ter mais do que um parágrafo (mínimo de 1.500 e máximo de 2.000 caracteres) e o objetivo central (escopo) deve ter entre 25 mil e 40 mil caracteres, considerando os espaços e as referências bibliográficas.

A validação de padrão ocorrerá por meio de um software criado exclusivamente para o prêmio. O programa analisa os trabalhos e determina quais devem seguir para a banca examinadora e quais são desclassificados porque estão fora da especificação determinada em edital.

Termo de Compromisso

A entrega do Termo de Compromisso exige atenção redobrada. O documento, que integra o Anexo C do edital, deve ser impresso, preenchido, datado, assinado e entregue na Cidade Administrativa Tancredo Neves (Rodovia Prefeito Américo Gianeti, s/n, Prédio Gerais, Setor de Protocolo, das 8 às 18 horas, até 17 de maio) ou enviado pelos Correios. No caso de postagem, deve ser por carta registrada e, para efeito de prazo, será considerada a data carimbada no envelope pela agência postal, que deve ser até 17 de maio de 2012.

Informações sobre o Prêmio:

E-mail: premiogestao@planejamento.mg.gov.br

Telefone: (31) 3915-0393

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/comecam-nesta-segunda-feira-as-inscricoes-para-7o-premio-excelencia-em-gestao-publica/

Governo de Minas: centros vocacionais tecnológicos preparam população para o mercado de trabalho

Cursos gratuitos chegam aos quatro cantos de Minas, numa parceria entre Estado e municípios

Divulgação/Sectes
Jovens que realizaram o curso de marketing pessoal e postura pessoal no CVT de Taiobeiras
Jovens que realizaram o curso de marketing pessoal e postura pessoal no CVT de Taiobeiras

Apesar de aquecido, o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Atento a isso, o Governo de Minas trabalha com a profissionalização em várias frentes. Pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), possui a Rede de Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs), que trabalha a inclusão social ao oferecer cursos profissionalizantes em mais de 80 municípios do Estado.

Nos últimos meses, os CVTs de Frutal, Lagoa Santa, Monte Carmelo, Muriaé, Pitangui, Santa Rita do Sapucaí e Taiobeiras capacitaram mais de 500 pessoas.

A unidade de Frutal organizou, no dia 23 de março, cerimônia de entrega de certificados para 23 alunos dos cursos de auxiliar administrativo e recepcionista. As capacitações foram resultado da parceria firmada com o Serviço Nacional do Comércio (Senac), que possui o Programa Senac Gratuidade. O projeto tem por objetivo ofertar cursos gratuitos para alunos que estejam cursando, ou já tenham concluído a educação básica, e trabalhadores empregados ou desempregados. Na oportunidade, foram assinados termos de parcerias com entidades, como Sebrae Minas, Microlins, que já trabalhavam anteriormente com o CVT, como forma de dar continuidade aos trabalhos.

No início de março, o CVT de Lagoa Santa realizou cerimônia para entrega de certificados aos mais de 400 alunos que participaram de cursos presenciais realizados pela unidade entre os anos de 2011 e 2012. Nesse período, foram finalizadas mais de 30 capacitações, entre elas destacam-se as de condutor de turismo e atrativos turísticos, aperfeiçoamento em corte e escova, garçom e hardware: montagem e manutenção de computadores.

Em Monte Carmelo, a população é beneficiada pelos cursos gratuitos de música que o CVT local promove. Entre os meses de novembro de 2011 a março de 2012, mais de 80 alunos já foram beneficiados com as aulas de violão e instrumentos de sopros. “Contamos com vários instrumentos para o uso dos alunos, como violão, clarineta, saxofone, bateria e contrabaixo”, ressaltou a coordenadora geral do CVT, Vanusa Paz. As aulas são ministradas pelo coordenador do laboratório de música do CVT, Kleber Messias, e também, maestro da banda municipal da cidade.

A unidade de Muriaé certificou, em 16 de março, alunos do curso de costura industrial. A solenidade aconteceu no prédio do CD Moda e contou com a presença de autoridades e convidados dos 32 formandos.

Para a coordenadora geral do CVT, Maria Aparecida de Araújo, “o CVT trabalha com qualidade e responsabilidade pela qualificação profissional, por meio de seus laboratórios. Certificar novos profissionais é concretizar um trabalho sério e comprometido com a inserção social”, disse Zini Tanus, coordenadora do laboratório vocacional da unidade. Ela acrescentou que o curso de costura Industrial oferecido pelo CVT tem contribuído para atender às necessidades da comunidade e a demanda do mercado produtivo, o que leva à diminuição do índice de desemprego e, consequentemente, ao aumento na renda familiar.

O CVT de Pitangui promoveu, em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos do município, o curso aproveitamento integral de alimentos. A capacitação, que aconteceu nos dias 12 e 13 de março, foi ministrada por Maria José de Rezende e contou com a participação de nove alunos.

Segundo Karla Ferreira, coordenadora do laboratório vocacional do CVT Pitangui, a intenção é diminuir o desperdício, usando o alimento de forma integral, visto que as verduras e as folhas em geral, sementes, cascas e talos de hortaliças são ricas em fibras insolúveis, isto é, auxiliam no funcionamento do intestino grosso e reduzem a incidência de cânceres de pâncreas, cólon, reto, mama e útero.

A tradicional festa de Santa Rita de Cássia, realizada anualmente pela cidade de Santa Rita do Sapucaí, foi o que motivou o CVT local a realizar o curso de cartucho para festas. No final de fevereiro, 15 pessoas participaram da capacitação ministrada pela integrante do programa Bem Estar Social da Emater. “Quanto mais pessoas aprenderem essa atividade, mais voluntários podem surgir atendendo às necessidades da cidade”, esclareceu a coordenadora geral do CVT, Mariney de Oliveira. Ela destaca que a unidade vai continuar realizando esse curso, pois as vagas são preenchidas rapidamente, havendo interesse de muitos na cidade. O cartucho é uma embalagem feita de cartolina e papel crepon, utilizado em festas, como quermesse, para colocar doces. Todo dia 22 de maio, os moradores de Santa Rita do Sapucaí recebem romeiros, com barracas de comida e artesanato. As preparações para o evento começam desde o início do ano, período em que várias mulheres ajudam a confeccionar cartuchos.

Jovens e mulheres foram beneficiados pelo CVT de Taiobeiras durante o mês de março. Treze adolescentes participaram do curso de marketing pessoal e postura profissional, ministrado pelo coordenador geral da unidade, Welton Silveira. Com temas como etiqueta profissional, técnicas de comunicação e dicas de como se vestir, a capacitação teve o objetivo de atender às pessoas que buscam melhorar o desempenho no mercado de trabalho. Após firmar parceria com a empresa Moto Nanuque Honda, o CVT de Taiobeiras ofereceu gratuitamente o curso de pilotagem com segurança para mais de 30 mulheres. A ação foi composta por aula teórica e prática realizada na moto pista, com a presença de vários instrutores da autoescola Truck Pilot. “Iniciativas como essa engrandecem o trabalho do CVT. Agradeço as empresas Moto Nanuque Honda e Truck Pilot pelo apoio e, claro, a todas as mulheres que participaram do curso”, afirmou Welton.

Para saber quais os cursos que os CVTs de sua região estão oferecendo, acesse o http://www.inclusaodigital.mg.gov.br/agenda/.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/centros-vocacionais-tecnologicos-preparam-populacao-para-o-mercado-de-trabalho/

Governo Anastasia: reunião em Varginha dá início aos trabalhos do Comitê Regional do Sul de Minas

Governo de Minas promove discussões sobre necessidades locais, que serão trabalhadas de forma multidisciplinar

O Comitê Regional do Sul de Minas realizou sua primeira reunião nesta quinta-feira (29), em Varginha. Foram discutidos vários temas que afetam o cotidiano dos municípios, cuja solução pode ser facilitada a partir do envolvimento mútuo de órgãos e secretarias regionais. O objetivo do encontro, promovido pelo Governo de Minas, é identificar necessidades locais que possam ser trabalhadas de forma multidisciplinar, possibilitando, em seu desdobramento, a implementação das estratégias governamentais para a região.

O Comitê do Sul de Minas foi empossado em 9 de fevereiro, na Cidade Administrativa, ao lado dos comitês da Mata, Jequitinhonha/Mucuri e Triângulo. Os comitês foram criados para implementar o Estado em Rede em cada região de Minas. O programa trabalha a regionalização da gestão governamental, uma das prioridades do governo Antonio Anastasia, e já se encontra em desenvolvimento de forma piloto no Rio Doce e no Norte de Minas. Os encontros acontecem a cada três meses, reforçando o conceito de diálogo permanente entre técnicos do governo e seus representantes nas regiões.

Participaram do evento nesta quinta-feira os representantes do comitê, formados por membros de órgãos governamentais da região Sul do Estado, e técnicos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag); Secretaria de Estado de Casa Civil e Relações Institucionais (Seccri); Secretaria de Estado do Governo (Segov); Governadoria e da Ouvidoria-Geral do Estado (OGE).

Intersetorialidade

O diretor-central de Coordenação da Ação Governamental da Seplag, Leonardo Ladeira, apresentou o painel de contextualização do trabalho e a metodologia de priorização e integração da estratégia governamental, observando a importância de se identificar demandas locais que exijam o trabalho em parceria entre órgãos diversos. Também foram mostrados exemplos de interações possíveis entre órgãos e secretarias, já consolidados nas reuniões passadas.

Em seguida, foram mostrados painéis com indicadores das redes de desenvolvimento, estabelecidos no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI 2011-2030) – que busca promover a cooperação e a integração entre agentes e instituições em torno de grandes escolhas para o futuro de Minas Gerais.

Durante o evento, os próprios representantes locais destacaram a importância do trabalho intersetorial entre órgãos e secretarias, citando várias iniciativas que foram prejudicadas em outras oportunidades em razão da ausência destas ações em parceria.

Um exemplo ilustrativo da importância dessa cooperação e contribuição entre os órgãos governamentais ficou evidente na discussão de temas, como a evasão escolar, na rede de Educação. Para combatê-la, a melhoria das estradas vicinais, por exemplo – que facilitam o acesso das residências à escola – é um exemplo de ação fundamental para que o problema possa ser reduzido, ou mesmo solucionado.

Na etapa seguinte, os representantes regionais debateram características socioeconômicas da região e seus maiores desafios. O Sul de Minas é formado por 155 municipios, divididos em 11 microrregiões, e possui o 2º Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

Percepção local

A diretora regional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) em Poços de Caldas, Elina Jurema Costa, demonstrou grande satisfação em fazer parte da reunião. “Pela primeira vez estão sentados todos os atores que têm condições de atuar na resolução dos problemas sociais que atingem nossa região. A gente vê que esse é o início de um trabalho que vai dar resultados. É esse o caminho, não tem outro. Saio daqui esperançosa e com muita vontade de trabalhar ainda mais”, disse ela, otimista.

O gerente regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), Wilson Mourão Lasmar, afirma que a criação desse comitê era necessária há muito tempo. “Essa é uma oportunidade que temos de interagir com os demais parceiros do governo. Hoje tivemos discussões muito interessantes, e busca de soluções com a participação de todos, que é o mais importante”.

O gerente, que participou também como representante da Secretaria Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, salientou a importância do trabalho transversal, envolvendo vários órgãos na busca de soluções afins. “Exemplos como o que envolve o pequeno agricultor e a merenda escolar evidenciam que encontros como esse são uma grande oportunidade de se discutir problemas que envolvem ao mesmo tempo o meio urbano e o meio rural. É hora de unir forças para que todos possam ter uma vida melhor”, concluiu.

O Estado em Rede terá sua próxima reunião no dia 12 de abril, quando será realizada o primeiro encontro do Comitê Regional do Triângulo. A segunda reunião do Comitê do Sul de Minas está prevista para a última semana de junho. Também no fim do primeiro semestre tomam posse na Cidade Administrativa os membros dos comitês regionais das regiões do Noroeste; Alto Paranaíba; Centro-Oeste e Central, totalizando a formação de comitês nas dez regiões de planejamento do Estado.

O trabalho de coordenação do Estado em Rede é de competência conjunta da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão; Secretaria de Estado de Casa Civil e Relações Institucionais; Ouvidoria-Geral do Estado e Secretaria de Estado do Governo.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/reuniao-em-varginha-da-inicio-aos-trabalhos-do-comite-regional-do-sul-de-minas/

Governo de Minas: Centro Vocacional Tecnológico de Diamantina profissionaliza comunidades rurais

Ação busca capacitar moradores da zona rural da cidade a trabalharem com produtos alimentícios característicos da região

No mês de março, o laboratório de turismo e artesanato do Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Diamantina realizou o curso de quitandas para a Comunidade do Vau, subdistrito da cidade. A capacitação faz parte do Programa Turismo em Comunidade Rural (PTCR), desenvolvido pelo CVT em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas (Emater) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O evento foi o segundo realizado na região, que, no final de 2011, recebeu a oficina de doces cristalizados, compotas e geleias. Para o coordenador de laboratório do CVT de Diamantina, Luciano Amador, as capacitações visam a instruir os moradores de comunidades rurais em atividades que possibilitem o desenvolvimento do processo turístico na região, gerando trabalho e renda. Com esse pensamento, o CVT, junto com a Emater, tem trabalhado para a formação do grupo de produção na comunidade. “Já criamos até o protótipo da etiqueta de identificação dos produtos que serão produzidos pela comunidade rural, batizados de Delícias Reais”, destacou Amador.

Ainda este ano, projetam-se oficinas de artesanato e picles, com a ampliação dos cursos junto ao Senar/MG, para as outras comunidades participantes do PTCR.

O CVT de Diamantina é uma unidade da Rede CVT Mineira, projeto estruturador do Governo de Minas, coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), por meio da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo é ampliar a capacitação local e regional, combater a exclusão digital e social, gerar emprego e renda, promover a inovação, e contribuir para a melhoria de vida da população. Para isso, três frentes de trabalho estão em atuação: alfabetização digital, inovação e formação e aperfeiçoamento profissional.

A rede conta com 571 unidades interligadas em banda larga, representadas por 84 CVTs e 487 telecentros, e 4,5 mil microcomputadores conectados, colocando Minas Gerais como um dos estados a possuir um dos maiores programas de inclusão digital e social do país. O projeto alcança mais de 360 municípios e soma mais de 500 mil cidadãos certificados em cursos presenciais e a distância, além de um milhão de pessoas beneficiadas com o acesso à internet. Já foram investidos, em sua estrutura, mais de R$ 130 milhões, recursos provenientes do Governo de Minas e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio de emendas parlamentares.

Centro Vocacional Tecnológico de Diamantina

Praça Doutor Prado, Nº 99 – Centro | Diamantina/MG

(38) 3531 6834

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/centro-vocacional-tecnologico-de-diamantina-profissionaliza-comunidades-rurais/

Governo de Minas: Conselho de Segurança Alimentar apoia projeto de piscicultura em Teófilo Otoni

Parceria com Secretaria de Defesa Social visa garantir ressocialização de detentos

Divulgação/Consea-MG
Detentos de Teófilo Otoni participam de diversas atividades profissionais, como a produção de hortaliças
Detentos de Teófilo Otoni participam de diversas atividades profissionais, como a produção de hortaliças

Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (Consea-MG), em parceria com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), está elaborando um levantamento sobre as entidades carentes beneficiadas pelo projeto de piscicultura, que será instalado na Penitenciária de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri.

Nos dias 26 e 27 de março, os técnicos da Seds e do Conselho de Segurança Alimentar deverão fazer nova visita à penitenciária para dar continuidade aos estudos para a implantação do projeto de piscicultura. A primeira visita aconteceu em 29 de fevereiro, com a participação de representantes do Consea-MG, do Ministério da Pesca Aquicultura, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Emater, além da Seds.

Com esse sistema, cerca de 200 presos deverão ser beneficiados, tanto com a capacitação – que será oferecida pela UFMG – quanto para remissão de sua pena. A cada dia trabalhado, será descontado um dia de sua pena. Com mais de 30 anos de funcionamento, a Penitenciária de Teófilo Otoni é uma das unidades prisionais mais antigas do Estado e abriga, hoje, cerca de 300 detentos.

O assessor técnico do Consea-MG Gildázio Santos lembra que a parceria com a Penitenciária de Teófilo Otoni é baseada na lei 15.982/2006, que trata do apoio às ações integradas dos órgãos governamentais e das organizações da sociedade civil envolvidos na promoção da alimentação saudável e de combate à fome e à desnutrição.

“A nossa visita à penitenciária, juntamente com as instituições parceiras, reflete o compromisso com o fortalecimento das políticas de segurança alimentar e nutricional sustentável. É uma experiência exitosa e que beneficia não só os sentenciados, mas também pessoas carentes da região, dando a eles o direito humano à alimentação adequada”, acrescentou.

De acordo com o diretor-geral da unidade, Ademílson Rodrigues Jardim, a instituição oferece uma série de atividades com o intuito de ressocialização dos sentenciados. “Nosso objetivo é prepará-los para a reintegração à sociedade. Para isso, oferecemos oficinas de artesanato, alfaiataria, horticultura, jardinagem, bovinocultura, suinocultura, assim como trabalhos na lavanderia e serviços gerais. Queremos oferecer oportunidades a eles”, explicou Ademílson.

Nessas atividades, cerca de 250 crianças e 25 idosos são beneficiados. É que toda a produção da penitenciária é doada a quatro instituições de caridade de Teófilo Otoni. Já os artesanatos são entregues às famílias dos presos para que possam ser vendidos, o que representa um importante meio de complemento de renda.

Além dos setores de trabalho e produção, a Penitenciária de Teófilo Otoni possui ainda uma escola com capacidade para atender a 150 presos, com a aplicação do Sistema de Educação de Jovens e Adulto (EJA), voltado ao ensino fundamental e médio.

Abrangência

Atualmente, cerca de 12 mil presos trabalham em diversas atividades em todo o Estado nas oficinas de marcenaria, fabricação de produtos eletrônicos, piscicultura, hortas, caprinocultura, suinocultura, artesanatos, entre outros. O objetivo, segundo o diretor de trabalho e produção da Sape, Guilherme Augusto Alves Lima, é retirar o detento da ociosidade, incentivando atividades profissionais que irão favorecê-lo, tanto no cumprimento da pena quanto na reinserção social.

“Além disso, há uma preocupação com a questão social. Toda a produção de alimentos é doada às entidades carentes da região onde estão localizadas as penitenciárias. Nesse sentido, o Consea-MG tem papel fundamental para articular e apontar as instituições e entidades que receberão os produtos”, comentou.

Segundo Guilherme, após a implantação dessas oficinas, pôde-se observar que uma mudança de comportamento. “Os sentenciados têm buscado uma profissionalização, não ficam utilizando seu tempo para planejar fugas. Tivemos também uma queda considerável de utilização de medicamentos e de atendimentos psicológicos”, explicou.

Essas oficinas, de acordo com Guilherme, não oneram o Estado, já que o custo dos produtos é baixo. “Na piscicultura, por exemplo, o governo doa a ração e os alevinos. A UFMG oferece a capacitação e temos outros parceiros que também nos auxiliam nesses programas”, ressaltou.

Piscicultura

Minas Gerais é o primeiro Estado do país a produzir peixes dentro de uma unidade prisional. A iniciativa começou no ano passado, no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves. A previsão é de que outras penitenciárias serão beneficiadas com o projeto, dentre elas Governador Valadares, duas em Ribeirão das Neves e uma em Ponte Nova.

Nos dias 29 e 30 de março será realizada uma reunião, em Governador Valadares, para discutir a implantação do programa de piscicultura, com o intuito de beneficiar mais de 200 sentenciados. Os pescados são mantidos em criatórios, localizados dentro das áreas de responsabilidade das unidades prisionais. Quando os peixes atingem o peso ideal para pesca, são doados a instituições indicadas pelo Consea-MG.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/conselho-de-seguranca-alimentar-apoia-projeto-de-piscicultura-em-teofilo-otoni/

Governo de Minas: Epamig realiza três minicursos no 16º Simpósio de Cafeicultura em Manhuaçu

Tecnologias desenvolvidas pela empresa em cafeicultura serão apresentadas

Ana Cristina Ajub
Estande da Epamig foi um dos mais procurados no simpósio do ano passado
Estande da Epamig foi um dos mais procurados no simpósio do ano passado

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vai ampliar a participação no 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha, que será realizado de 21 a 23 deste mês, no Parque de Exposições de Manhuaçu. Nesta edição, as tecnologias desenvolvidas pela empresa em cafeicultura serão apresentadas em três minicursos e difundidas por meio de estande, onde o público poderá ser atendido pelos pesquisadores e ter acesso às publicações da Epamig.

Considerado um dos mais importantes da Zona da Mata, o simpósio pretende reunir cerca de 1,5 mil produtores de café e as principais lideranças do setor para debater ações que garantam produtividade e mercado para a cafeicultura na região de montanha. A realização é da Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu (ACIAM), com o objetivo de difundir conhecimento e promover troca de experiências no setor cafeeiro.

A Epamig Regional Zona da Mata será responsável por três minicursos. No dia 21, às 14h, os pesquisadores Antônio Alves Pereira (Tonico), Felipe Lopes da Silva e Antônio Carlos Baião de Oliveira (Epamig/Embrapa) vão apresentar o tema “Cultivares de café para as montanhas de Minas”. Na quinta-feira (22), o tema “Boas práticas agrícolas para cafeicultura de montanha” será apresentado a partir das 9h pelo pesquisador Marcelo de Freitas Ribeiro; e, às 17h, o pesquisador Sérgio Maurício Donzeles vai apresentar o tema “Uso e tipos de secadores mecânicos para secagem e obtenção de café de qualidade vai abordar”. As inscrições poderão ser efetuadas nos estandes da ACIAM e da Emater.

A expectativa, segundo o chefe do Centro de Pesquisa da Epamig Zona da Mata, Trazilbo José de Paula Júnior, é tornar a empresa ainda mais atuante na região, considerada muito importante para o agronegócio cafeeiro de Minas Gerais. “Temos muitas tecnologias, incluindo cultivares de café, que respondem às demandas dos cafeicultores da região”, ressalta.

Foco na produtividade e no mercado

Com foco na produtividade e no mercado, as atividades desta edição do Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha vão tratar das novidades e dos programas que vem sendo lançados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), de forma a aproximar os produtores das estratégias para o desenvolvimento do setor. Segundo os organizadores, o simpósio evoluiu com a cafeicultura da região, que já apresenta um produto de melhor qualidade, com produtores mais preparados e com maior conhecimento da atividade. A programação completa pode ser conferida no site http://www.simposiodecafeicultura.com.br.

Fonte: Agência Minas