Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas. Oposição deve buscar interlocução com a sociedade, comentou.

Aécio Neves 2014

Fonte: Liderança do PSDB no Senador

Aécio Neves Senador comemora vitória do PSDB e aliados em 85% do municípios de MG

“Resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje”

 Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

O senador Aécio Neves comemorou o resultado obtido pelo PSDB e pelos partidos aliados no primeiro turno das eleições municipais de 2012 em Minas Gerais. A base de apoio de Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia saiu vitoriosa em 85% dos municípios mineiros. Para o senador, a expressiva vitória alcançada comprova que a população aprova o modelo de boa gestão implantado no Estado e hoje aplicado com sucesso em municípios mineiros.

“Temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado, e podemos comemorar a vitória e o reconhecimento dos eleitores, que chega perto de 85% do total das prefeituras em Minas. O PSDB continua sendo um partido majoritário em Minas Gerais (com 143 prefeitos eleitos). O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, quando assumi, e que se mantém vivo e sólido até hoje, valorizando o rigor e o bom uso do dinheiro publico”, afirmou o senador, em entrevista.
Capital mineira

A reeleição de Márcio Lacerda (PSB) em Belo Horizonte, com o apoio do PSDB e com grande participação de Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia, já no primeiro turno, foi considerada pelo senador uma vitória dos belo-horizontinos.

“O resultado foi excepcional. A vitória de uma administração séria, bem avaliada e comprometida com investimentos extremamente importantes para a cidade. O PSDB colocou o interesse de Belo Horizonte à frente. Não fiquei preocupado em termos uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para a população de Belo Horizonte“, disse o senador.

Para Aécio Neves, o prefeito Márcio Lacerda terá, em seu segundo mandato, ainda melhores conduções de fazer uma administração exitosa, pautada pela gestão de qualidade e no atendimento às demandas da população. Lacerda foi secretário deDesenvolvimento Econômico do governo Aécio Neves e lançado candidato a prefeito em 2008 pelo então governador de Minas.

“Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. A prefeitura de BH será mais ágil e mais eficiente. O PT ocupava mais de 900 cargos comissionados. Sempre defendi que o administrador público deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Marcio terá mais liberdade para fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui”, afirmou o senador.

Segundo turno

Aécio Neves garantiu que o PSDB vai se posicionar em relação aos municípios mineiros onde ocorrerá segundo turno. Também em relação ao desempenho nacional do PSDB e aliados, o senador comemorou o resultado saído das urnas nesse primeiro turno.

“O PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade. Esta será a tarefa a que me dedicarei em 2013“, concluiu o senador Aécio Neves.

Aécio Neves 2014 Link da matéria: http://www.lidpsdbsenado.com.br/2012/10/aecio-comemora-vitoria-do-psdb-e-aliados-em-85-dos-municipios-de-mg/

Aécio Neves: senador em artigo critica práticas partidárias

Aécio Neves: senador critica quadro partidário e diz que busca pelo poder no Brasil é o que “inspira as práticas partidárias”, comentou.

Eleições e cidadania

Fonte: artigo do senador Aécio NevesFolha de S.Paulo

O panorama internacional descortina um interessante elenco de disputas presidenciais. Cada qual a seu modo, nos faz encarar questões fundamentais da vida contemporânea – e, claro, da condição política aqui no Brasil.

O que está em jogo em países tão diferentes como a França, os EUA e a Venezuela? Qual o valor da democracia em sociedades pressionadas por transformações vertiginosas e ameaçadas por instabilidades políticas e econômicas?

A eleição presidencial francesa será travada no próximo domingo. Trata-se de pleito acirrado, que dificilmente será decidido em turno único, tal o peso eleitoral de candidatos situados num espectro que vai da esquerda pós-comunista à direita anti-imigração. Ainda assim, o debate se dá em alto nível, com algumas estocadas de ironia, é bem verdade, mas sem as agressões pessoais que costumam caracterizar eleições d’além-mar.

No país que redigiu há mais de 200 anos a primeira Declaração dos Direitos do Homem e consagrou os valores superiores da liberdade, igualdade e fraternidade, a confrontação presidencial se dá essencialmente em um leito de respeito mútuo e princípios elevados. A discussão é secular, civilizada, republicana.

Nos Estados Unidos, o pleito presidencial de novembro será marcado ainda pelas incertezas sobre a economia. O debate se distrai às vezes das responsabilidades da governança para questões menores. De toda forma, em ambos os países os eleitores se identificam com seus respectivos partidos, abraçam -e são acolhidos- por tendências doutrinárias que vão muito além de interesses miúdos e imediatistas.

Comparado com o das democracias mais antigas, o quadro partidário brasileiro lembra um bazar de oportunidades. Não existe clareza de propósitos e de princípios. Defende-se nos palanques as teses mais populares, que muitas vezes não guardam nenhuma coerência com o exercício do governo que vem depois.

A busca insana pelo poder passa a ser a única norma a pautar as disputas e a inspirar as práticas partidárias. Isto nos lembra que as velhas reformas continuam sendo as novas reformas ainda por fazer, como a política. Este ano haverá também eleição presidencial na Venezuela. Ali os hábitos da política contrastam radicalmente com os princípios das repúblicas democráticas.

Acredito que as instituições devem ser sempre maiores e mais importantes que líderes e mitos. Somos todos transitórios. Permanente é a tarefa da construção democrática, que repousa mais nelas do que nos homens, por melhores que sejam eles e suas intenções.

Essa é a lição da história: cumpre melhor o seu papel e merece maior respeito de seu povo o líder que compreende que não é mais importante que o seu país.

AÉCIO NEVES escreve às segundas nesta coluna.

Blog do Anastasia – Senador Aécio Neves critica presidente Dilma por vetar emendas frutos de consenso no Congresso

Gestão da Saúde, Gestão Deficiente

Fonte: Redação do Jogo do Poder

Aécio Neves volta a criticar Governo Dilma do PT  voltou a dar as costas para a Saúde

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) esteve em São Paulo na última quarta-feira para avaliar com o presidente do PSDB Sérgio Guerra e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a situação do quadro eleitoral nacional em relação ao partido.  Após o encontro o senador voltou a criticar Dilma Rousseff. Para ele, a presidente começou mal o ano ao vetar artigos da regulamentação da Emenda 29 que poderiam garantir mais recursos da União para a Saúde.

Para o senador, estados e municípios vão continuar a bancar os altos custos de operação do sistema de Saúde. A proposta era que o governo federal passasse a contribuir com 10% da receita. Hoje os estados contribuem com 12% e os municípios com 15%. Aécio questionou a decisão da presidente Dilma Roussef:

–  Depois de ter virado as costas para uma discussão no Congresso para a questão da saúde, ela veta aquilo que é o mínimo que foi o fruto do nosso entendimento. Se houvesse uma avaliação para cima do PIB, obviamente, aumentaria também os recursos para a Saúde. Mas nem isso o governo quis fazer. Na verdade um gravíssimo equívoco. Para se ter uma ideia, há dez anos o governo participava com 58%, quase 60% do total dos recursos investidos em saúde. Hoje não participa com 45%.

O senador concluiu:

– Então, nestes últimos 10 anos, onde aumenta a concentração de receita nas mãos da União, a participação da União nos investimentos em saúde caem em torno de 10%.  Então, são os municípios e os estados, já sufocados, já com a corda no pescoço, que passam a ter a responsabilidade de dar uma contribuição maior. Porque, somados, estados e municípios contribuem hoje, para a saúde pública, mais do que a União.

Ao vetar as propostas discutidas pelo Congresso Nacional, Aécio credita que o governo Dilma perdeu a oportunidade de melhorar a gestão na saúde com a injeção de novos recursos, já que nos últimos anos houve uma significativa redução de investimentos por parte da União.

–  Se houvesse uma avaliação para cima do PIB, obviamente, aumentaria também os recursos para a Saúde. Mas nem isso o governo quis fazer. Na verdade um gravíssimo equívoco. Para se ter uma ideia, há dez anos o governo participava com 58%, quase 60% do total dos recursos investidos em saúde. Hoje não participa com 45% – criticou o senador.

Aécio complementou:

–  Portanto, infelizmente, falo muito da agenda perdida e essa em relação à saúde, infelizmente, foi mais uma agenda perdida pelo governo, porque essa discussão não voltará a curto prazo.  O governo federal virou as costas para a questão da saúde e ao votar aquilo que era o mínimo, enfim, do esperado, de que havendo uma avaliação positiva no PIB, aumentasse os recursos para saúde, o governo realmente coloca nas costas dos estados e municípios a absoluta responsabilidade em relação da questão da saúde pública.

Aécio Neves classificou toda essa situação como uma ‘absurdo’. Para ele essa situação precisa ser questionada pela oposição.

– O governo teve nas mãos a oportunidade de fazer o entendimento que havíamos proposto, inclusive gradualmente. Essa chegada aos 10%, que era a emenda do Tião Viana, poderia ser feita de forma gradual, mas não, o governo virou as costas para isso e o mínimo que havíamos conseguido lá, que era a possibilidade de havendo uma reavaliação positiva do PIB, aumentariam os recursos para a saúde, o governo vetou, inclusive não permitindo que esses recursos ficassem carimbados em uma conta para a saúde pública. Volta para o caixa único do Tesouro. Então acho que são sinalizações extremamente equivocadas e que penalizam a população de mais baixa renda do Brasil – explicou.