Gestão Anastasia: família de Umburatiba recebe do Governo de Minas a Casa 30 mil construída pela Cohab

Cerca de 120 mil pessoas já foram beneficiadas pelo Lares Geraes Habitação Popular

O Governo de Minas atinge, neste sábado (28), em Umburatiba, a marca de 30 mil famílias atendidas com as casas construídas pela Cohab Minas. Cerca de 120 mil pessoas já foram beneficiadas pelo Lares Geraes Habitação Popular, em parcerias avulsas e com os municípios conveniados – que doam os terrenos e assumem a construção da infraestrutura urbana -, bem como com o Minha Casa Minha Vida – MCMV e o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS, programas do governo federal.

Adriana Alves Vieira, mãe de três filhos, é a responsável pela 30ª milésima família mineira a ter acesso à casa própria por meio do programa habitacional do Estado. A casa 30 mil será entregue à mutuaria em solenidade que vai se iniciar às 20h, quando a prefeita Laurizete Soares dos Santos Vital e o Gerente de Serviços e Logística da Cohab Minas, José Hertz Cardoso, representando o presidente Octacílio Machado Júnior, liberam as chaves dos Conjuntos Habitacionais Recanto das Rosas I e II.

O presidente da Cohab comemora o fato como “a comprovação da capacidade produtiva da Cohab Minas, da credibilidade da companhia nas parcerias com os municípios conveniados, e da sensibilidade do Governo de Minas, ao possibilitar a famílias mineiras de baixa renda o acesso à casa própria”. E também cumprimentou todos os diretores, gerentes e empregados “pelo feito que se situa entre os mais relevantes da história da Cohab Minas e se destaca dentre as realizações dos governos de Aécio Neves e Antonio Anastasia.”

Em Umburatiba, a Cohab Minas construiu 43 unidades para a parceria PLHP e FNHIS, e 25, para o PLHP-MCMV. Nas obras das 68 moradias foi investido o total de R$ 2.116.535,60. Também neste sábado, às 9h, em Divisópolis, o Gerente José Hertz Cardoso e o prefeito Euder de Lima Rosemberg Mendes vão entregar as 30 moradias do CH Prefeito Eudes Mendes, construído para a parceria PLHP-MCMV, com investimento total de R$ 1.056.951,55. Com os novos conjuntos de Umburatiba e Divisópolis, a região já recebeu ao todo 3.439 moradias.

Quadrimestre

Além da inauguração da casa 30 mil, o Governo de Minas começa o ano de 2012 com resultados expressivos na política habitacional executada pela Cohab. De 6 de janeiro até o dia 30 de abril, estarão entregues 1.246 casas em 36 municípios de diversas regiões do Estado, dando novos passos rumo ao esforço continuado para a redução do déficit habitacional no estado.

Somados os conjuntos habitacionais inaugurados desde meados de 2005, quando se iniciou a execução do Lares Geraes, até dezembro do ano passado, mais conjuntos serão liberados até a próxima terça-feira (1º), quando será alcançada a marca de 30.111 casas com as chaves já liberadas em 342 municípios, fora os repetidos. Estão prontas, aguardando apenas a execução da infraestrutura, a cargo dos municípios, mais 2.419 unidades habitacionais construídas pela Cohab Minas em 78 municípios. Por sua vez, em Jaíba (Norte de Minas), se acham em construção outras 17 moradias restantes de um conjunto de 60 unidades.

Computados todos os números realizados até o final do primeiro quadrimestre de 2012, a companhia já construiu 32.530 casas, fora as 17 em obras no município de Jaíba. Esse total é praticamente o dobro do número das 16.483 casas construídas pela Cohab em Minas Gerais entre os anos de 1987 e 2002. O Governo de Minas e seus parceiros já investiram o total de R$ 789.252.464,30, sendo R$ 563.132.724,38 (71,35%) com recursos do Estado, via Fundo Estadual de Habitação – FEH; R$ 132.624.507,53 (16,80%) com recursos do governo federal; e R$ 93.495.232,39 (11,85%) com recursos dos municípios conveniados sob a forma de doação e urbanização de terrenos.

Além da entrega de conjuntos habitacionais pelo Programa Lares Geraes Habitação Popular e parceiros, a Cohab Minas, em convênio com o DER-MG, construiu 17 casas e adquiriu 7 para reassentar as famílias que precisaram ser deslocadas pelas obras do Proacesso em 16 municípios.

O projeto-padrão da casa tem 36,76 m² de área, incluindo dois quartos, sala, cozinha, instalação sanitária e área de serviço coberta. O lote de cada unidade tem em média 242,57 m². As pessoas com deficiência física recebem casas com 51,45 m², adaptadas ao uso de cadeira de rodas. Quinze mil unidades estão sendo equipadas com aquecedor solar, graças ao convênio da Cohab Minas com a Cemig. O aquecedor permite às famílias economizarem cerca de 30% em suas contas de energia elétrica, destinando essa parcela a outras despesas necessárias à melhoria do padrão de vida.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/familia-de-umburatiba-recebe-do-governo-de-minas-a-casa-30-mil-construida-pela-cohab/

Governo de Minas: municípios da Regional de Saúde de Pedra Azul realizam diagnóstico do Porta a Porta

O objetivo do diagnóstico é a inclusão dessas pessoas vulneráveis em ações e programas como o Travessia

Os municípios de Cachoeira de Pajeú, Comercinho, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Jordânia, Mata Verde, Rio do Prado, Rubim, Salto da Divisa e Santa Maria do Salto irão concluir, nesta sexta-feira (13), o diagnóstico do Projeto Porta a Porta, que visa identificar as vulnerabilidades existentes em cada município, por meio de questionários que envolvem perguntas no âmbito da saúde, educação e padrão de vida. O objetivo do diagnóstico é a inclusão dessas pessoas vulneráveis em ações e programas do Governo de Minas, como o Travessia.

O diagnóstico do Porta a Porta possibilitará aos gestores avaliar, por exemplo, a quantidade de crianças de 6 a 14 anos que frequentam a escola; se existe algum adulto ou criança desnutrida; se a casa possui energia elétrica ou banheiro; ou, se existe alguém na residência que receba o benefício do bolsa família.

Cada município, de acordo com as informações repassadas via Porta a Porta, poderão ser beneficiados com até quatro projetos. Para aqueles municípios com população mais carente, será implantado o projeto Travessia Renda que visa à criação de oportunidades de emprego e geração de renda. O Travessia Educação visa a melhoria na qualidade da gestão e da infraestrutura educacional contribuindo para a melhoria do ensino e da aprendizagem do aluno.

Já o Travessia Saúde irá melhorar a infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e aumento do número de domicílios atendidos pela Estratégia Saúde da Família (ESF). Por sua vez, o Banco Travessia irá promover a mobilidade social, através do desenvolvimento escolar, das famílias que apresentam ao menos uma grave privação educacional, identificadas pelo Porta a Porta, por meio de incentivo financeiro.

O assistente social de Comercinho, Patrico Soares, informou que, no município, 11 profissionais irão ajudar na digitação das informações do diagnóstico para o sistema. “Teremos até o dia 25 de abril para informar os dados ao sistema. Até o momento, uma das maiores dificuldades que tivemos para concluir o diagnóstico foi o fato de que a maior parte da nossa população mora na zona rural. Além disso, algumas famílias têm uma certa resistência para responder o questionário, mas a presença dos agentes comunitários de saúde, que já conhecem essas famílias, ajudam a resolver esse problema”, disse, ao ressaltar o esforço na realização do diagnóstico, principalmente, porque 67,3% da população de Comercinho reside na zona rural, onde o acesso é mais difícil.

No município de Cachoeira de Pajeú, serão 2551 domicílios visitados pelos agentes comunitários de saúde. A psicóloga do Centro Referência de Assistência Social (CRAS) de Cachoeira de Pajeú, Vitória Machado, informou que o diagnóstico do Porta a Porta tem apontado três principais problemas que merecem uma atenção especial do Governo. “A nossa realidade aponta que temos um grande número de pessoas desempregadas, com baixa escolaridade e domicílios sem documentos”, relatou.

A referência técnica da secretaria municipal de Saúde de Salto da Divisa, Diego Moreira, acredita que através do projeto Porta a Porta, o Governo de Minas terá condições de realizar as devidas intervenções para minimizar as privações sociais identificadas no diagnóstico. “Os primeiros diagnósticos realizados na região nos mostram que o programa realmente funciona. Um exemplo disso é o município de Santo Antônio do Jacinto, que realizou o diagnóstico em outra oportunidade e já tem conseguido melhorar os seus indicadores de saúde, educação e de qualidade de vida. A expectativa agora é de que o nosso município possa concluir o diagnóstico com êxito e que possamos receber os investimentos necessários para melhorar a qualidade de vida da nossa população”, desejou.

Exemplo para a região

O secretário municipal de Saúde de Santo Antônio do Jacinto e presidente do Colegiado de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) Regional de Pedra Azul, Arlan Lima, informou que uma das propostas era a de que fossem realizados no município cursos técnicos com o propósito de qualificar de uma forma simples e dinâmica o aluno para ingressar no mercado de trabalho ou um profissional que já estivesse na área e que quisesse ampliar o seu conhecimento.

O município também recebeu investimentos para criação do Banco Travessia, que visa incentivar o retorno e a inserção de pessoas aos estudos. A proposta do programa é de que cada morador inserido no programa e que retomasse aos estudos abrisse uma poupança para a família no Banco Travessia. Se passasse de ano, o morador garantia mais dinheiro no banco. Cada ação da família que garanta qualificação profissional ou eleve o nível de escolaridade também seria transformada em mais dinheiro na poupança.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/municipios-da-regional-de-saude-de-pedra-azul-realizam-diagnostico-do-porta-a-porta/

Gestão Anastasia: municípios se preparam para iniciar diagnóstico por meio do Porta a Porta

Nesta quarta-feira (14), teve início a capacitação para implantação do projeto em 75 cidades mineiras

Rômulo Ávila
Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios capacitados
Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios capacitados

O primeiro passo para a implantação do Programa Travessia em 75 municípios mineiros foi dado, nesta quarta-feira (14), com o início da capacitação do projeto Porta a Porta. O treinamento, que vai até esta quinta-feira (15), é realizado na Escola de Saúde Pública (avenida Augusto de Lima, 2.061, Barro Preto, em Belo Horizonte).

Lançado pelo Governo de Minas em 2011 e coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), o Porta a Porta promove, de casa em casa, a busca ativa para identificar as reais necessidades das famílias em situação de privação social e, assim, subsidiar as ações do Programa Travessia. Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios. A previsão é que os questionários, com perguntas no âmbito da saúde, educação e padrão de vida, comecem a ser aplicados ainda neste mês.

“Só por meio da identificação de privações é que vamos conseguir fazer todo o plano de intervenção do Estado nesses municípios, entendendo que vamos estar mais próximos da realidade dos moradores e dos municípios que serão visitados. Isso nos possibilita entender o que esses domicílios têm de privação para levarmos recursos, projetos e programas para que eles possam sair dessa privação”, disse a subsecretária de Projetos Especiais de Promoção Social da Sedese, Maria Albanita de Lima, durante a abertura dos trabalhos.

O assessor de Articulação, Parceria e Participação Social do Governo de Minas, Ronaldo Pedron, também participou da abertura do treinamento. Ele destacou que a busca por pessoas que passam por privações é uma obsessão do Governo de Minas. “Este instrumento é algo impressionante, que, de fato, possibilita a mudança ou a travessia de condições de determinado lugar”, disse, lembrando que a etapa do Projeto Porta a Porta é primordial para o sucesso das ações seguintes.

O município de Comercinho, no Vale do Jequitinhonha, vive a expectativa de iniciar o diagnóstico do Porta a Porta e, posteriormente, ser beneficiado pelo Programa Travessia. “É um projeto que já ouvimos comentar. Em Itinga, próximo a Comercinho, o Travessia deu muito certo. A gente sabe que a cidade vizinha mudou e temos a expectativa que o nosso município mude também”, disse o assistente social, Patrico Gomes Soares.

Patrico conta que um dos problemas em Comercinho, que tem cerca de 8 mil habitantes, é o fato de a maior parte da população morar na zona rural. “Dos 8 mil habitantes, cerca de 6 mil estão na zona rural, o que dificulta o desenvolvimento de ações na área social. Por isso, um diagnostico local vai focar nos problemas específicos do município e facilitar o combate”, disse sobre o Porta a Porta.

Balanço

No ano passado, mais de 128 mil domicílios, em 59 cidades, foram visitados pelo Porta a Porta. A partir do diagnóstico apresentado, as políticas públicas para os municípios beneficiados são planejadas, de forma efetiva, para atender à demanda de cada população.

Outro projeto que beneficia famílias identificadas por meio do Porta a Porta é o Banco Travessia, que incentiva o retorno e a inserção de pessoas aos estudos. Cada morador inserido na iniciativa que retomar os estudos pode abrir uma poupança para a família no Banco Travessia. Se passar de ano, acumula mais na conta. Cada ação da família que garanta qualificação profissional ou eleve o nível de escolaridade também será transformada em mais dinheiro na poupança.  O Banco Travessia foi criado em 2011, em dez cidades. Neste ano, mais 30 municípios serão atendidos pela iniciativa.

Municípios

Açucena, Araponga, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeú, Campo Florido, Candeias, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri,  São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Varzelândia, Minas Novas, Vargem Alegre, Santa Cruz do Escalvado e Carlos Chagas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: mais 200 mil famílias mineiras serão visitadas pelo Porta a Porta

Capacitação vai preparar representantes de municípios para identificaram privações sociais de mais de 250 mil domicílios

Representantes de 75 municípios mineiros serão preparados, nesta quarta (14) e quinta-feira (15), para identificarem as privações sociais de mais de 250 mil domicílios. A capacitação é promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e será realizada, das 8h às 18h, na Escola de Saúde Pública (avenida Augusto de Lima, 2.061, Barro Preto, Belo Horizonte).

Cerca de 150 secretários e técnicos municipais serão envolvidos na metodologia do projeto. A previsão é que os questionários, com perguntas relacionadas à saúde, educação e padrão de vida, comecem a ser aplicados em março.

Lançado pelo Governo de Minas em 2011 e coordenado Sedese, o Porta a Porta promove, de casa em casa, a busca ativa para identificar as reais necessidades das famílias em situação de vulnerabilidade social e, assim, subsidiar as ações do Programa Travessia.

No ano passado, 128 mil domicílios, em 59 cidades, foram visitados pelo Porta a Porta. A partir do diagnóstico apresentado, as políticas públicas para os municípios beneficiados são planejadas, de forma efetiva, para atender a demanda de cada população.

Os indicadores de privações obtidos por meio do Porta a Porta servem para a inclusão dessas pessoas em ações e programas do governo, como o Travessia, que enfrenta a pobreza nas cidades com graves privações sociais em Minas.

Municípios

Açucena, Araponga, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeú, Campo Florido, Candeias, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri,  São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Varzelândia, Minas Novas, Vargem Alegre, Santa Cruz do Escalvado e Carlos Chagas.

Fonte: Agência Minas