Blog do Anastasia – Blog do Anastasia – Gestão: Minas trabalha para consolidar projetos que integram o Complexo Aeronáutico

BELO HORIZONTE (05/01/12) – Uma nova história na indústria aeronáutica começa a ser construída em Minas Gerais. A proposta de diversificação da economia – tendo o Complexo Aeronáutico como uma das vertentes – ganhou força dentro do governo e vai integrar pelo menos três secretarias de Estado: Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Desenvolvimento Econômico (Sede) e Educação (SEE). O projeto vem em boa hora, em razão do crescimento da aviação civil no Brasil e no mundo, e tem a parceria do governo federal, por meio de ministérios, universidades, agências de desenvolvimento e centros de pesquisa.

Em meio a discussões e elaboração estratégica de projetos dos cinco polos aeronáuticos e a inclusão de emendas no orçamento da União, a Embraer confirmou a instalação do seu escritório de engenharia e desenvolvimento aeronáutico em Belo Horizonte. Cerca de 100 engenheiros serão contratados até o final de 2012 pela líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos. Posteriormente, o escritório da Embraer será transferido para Lagoa Santa, próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), e junto ao Centro de Capacitação e Tecnologia Aeroespacial de Minas Gerais (CCAE), onde também haverá uma escola técnica do Programa Brasil Profissionalizado, do Ministério da Educação.

Em relação à Lagoa Santa, o Governo de Minas faz um resgate histórico, pois a cidade já sediou a primeira montadora de aviões do Brasil no governo de Getúlio Vargas, antes mesmo da criação da Embraer. A empresa operou por poucos anos e fechou as portas numa época em que o país não tinha nenhuma montadora de carros. Hoje, o local abriga o centro de manutenção dos aviões da Força Aérea Brasileira.

Segundo o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, Minas tem vocação desde Santos Dumont e hoje possui uma condição especial com escolas de engenharia aeronáutica, centros de manutenção da FAB e de grandes empresas da aviação comercial, além de indústrias já instaladas. Rodrigues disse que o Governo de Minas lidera a discussão, mas considerou as parcerias do governo federal, prefeituras, empresas, universidades e institutos, como IEAv, imprescindíveis ao Complexo Aeronáutico.

Durante o ano de 2011, pelo menos uma dezena de reuniões colocou em pauta o Complexo Aeronáutico e chegou-se à conclusão de que o projeto deve ser integrado por cinco polos: AITN como a primeira aerotrópolis (cidade-aeroporto) da América do Sul, compreendendo os municípios do entorno de Confins; Itajubá (Sul de Minas), com a ampliação da Helibras, que fabrica helicópteros; Tupaciguara (Triângulo Mineiro) com a chegada da Axis Aerospace, empresa que está concluindo o projeto do Tupã – aeronave civil de seis e oito lugares para o mercado nacional e internacional; Lagoa Santa com o Centro de Capacitação de profissionais técnicos, graduados e pós-graduados; e Goianá com o Aeroporto Regional da Zona da Mata, recém inaugurado pelo governo mineiro e que poderá ser utilizado pela Petrobras na logística do Pré-Sal. Esse aeroporto tem uma pista de 2.500 metros de extensão, adequado para receber aviões de grande porte.

Aerotrópolis como maior polo do Complexo    

A primeira aerotrópolis da América do Sul está dentro do Projeto de Desenvolvimento do Vetor Norte, que se inspira em modelos de sucesso, como Cingapura, Hong Kong, Frankfurt e Miami, entre outros. A ideia passa pela ocupação do aeroporto e de seu entorno com empresas de alta tecnologia, e com a atração de profissionais de classe mundial de diversas áreas. Com voos para todo o Brasil, o AITN deve fechar 2011 com 9 milhões de passageiros, tornando-se o quinto maior aeroporto público do país. O Governo de Minas — em parceria com a Infraero — é responsável pelo projeto executivo do Terminal 2 de passageiros e das obras do aeroporto industrial, bem como a escolha do apoio logístico. Esses processos licitatórios estão em andamento e têm a Secretaria de Desenvolvimento Econômico na coordenação e articulação.

Além do entorno do aeroporto de Confins, a proposta do Governo de Minas também pretende criar três rotas tecnológicas no Sul, Triângulo e Rio Doce/Vale do Aço, a fim de atrair empreendimentos para fabricação de produtos de ponta em segmentos, como eletroeletrônicos, aeroespaciais, software, biotecnologia, nanotecnologia e outros.

Formação de mão-de-obra qualificada

Minas se posiciona bem na formação profissional com uma rede de instituições públicas de ensino e pesquisa de excelência. São 14 universidades públicas estaduais e federais, formando profissionais de reconhecida competência. Existem ainda seis institutos federais e uma rede privada de universidades que apresenta qualidade no ensino. Entre as várias escolas que estão trabalhando com o setor aéreo estão Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A Sectes – por meio da Rede de Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) e com a SEE – tem projeto de criar 100 polos de educação a distância, o que vai facilitar o ingresso de cidadãos de todas as regiões em diferentes cursos, inclusive os superiores mais demandados pelo mercado.

O ano de 2012 é considerado importante pelo Governo de Minas, principalmente pela consolidação dos projetos que integram o Complexo Aeronáutico de Minas Gerais. A expectativa é de que haja avanços significativos no caminho traçado pelo Estado de fazer a diversificação econômica se transformar em realidade.

Fonte: Agência Minas

Antonio Anastasia libera recursos para municípios atendidos pelo Programa Novo Somma destinados a obras de infraestrutura em vias públicas

Apoio aos municípios, desenvolvimento econômico, gestão eficiente, gestão pública

Fonte: Agência Minas 

O governador Antonio Anastasia recebeu, nesta quinta-feira (1º), no Palácio Tiradentes, prefeitos de 31 municípios mineiros que serão atendidos com linha de crédito especial do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), por meio do Programa Novo Somma. Os contratos representam financiamentos globais de R$ 61,34 milhões e vão beneficiar uma população total estimada em 990 mil pessoas.

“Esse programa permite aos municípios realizar junto ao BDMG empréstimos expressivos que permitem, na área de infraestrutura, na área de equipamentos, um reforço muito grande dos municípios mineiros que necessitam muito desse apoio. Mais de mil equipamentos já foram adquiridos só neste ano de 2011. Pelos números apresentados, em 2012, a sequência desse programa continuará beneficiando de maneira muito efetiva os municípios mineiros independente de cor partidária, com um aspecto republicano e federativo fundamental dentro da nossa estrutura política”, afirmou o governador.

Os recursos serão destinados a obras de infraestrutura em vias públicas que incluam pavimentação ou drenagem e para compra de máquinas e equipamentos. O Novo Somma é uma linha de financiamento criada com recursos próprios do BDMG para apoiar a modernização dos municípios e a melhoria da qualidade de vida da população mineira, conforme orientação do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI).

O programa oferece três linhas especiais: Novo Somma Maq, que financia especificamente compra de máquinas e equipamentos; Novo Somma Urbaniza, cujos recursos são direcionados para projetos de mobilidade urbana, saneamento e drenagem; e o Novo Somma Eco, que financia projetos de disposição adequada de resíduos sólidos. Os três subprogramas do Novo Somma foram criados após uma avaliação das demandas dos municípios, possibilitando maior eficiência e interiorização das ações no Estado.

“A questão dos municípios em nosso Estado é relevantíssima. Temos, e não canso de reiterar, que dos 853 municípios mineiros, mais de 700 tem menos de 10 mil habitantes. Durante muitas décadas, esse municípios ficaram à margem da ação coordenada do poder público. Nos últimos anos, felizmente, conseguimos levar benefícios não só nos municípios maiores, mas também para os municípios menores. E o Novo Somma se enquadra bem nesse quadro”, ressaltou Anastasia.

O presidente do BDMG, Matheus Cotta Carvalho, lembrou que na entrada do 12º mês de governo de Anastasia, essa foi a terceira cerimônia de assinatura de contrato entre o banco e prefeituras. “Desde o início do ano, chegamos a 143 contratos assinados com prefeituras mineiras, somando um total de R$ 206 milhões e atingindo uma população de mais de R$ 5 milhões de pessoas”, disse.

Participaram do evento prefeitos dos municípios de Alvarenga, Arinos, Betim, Brumadinho, Cambuí, Capinópolis, Carlos Chagas, Carneirinho, Carvalhópolis, Conceição das Alagoas, Cuparaque, Curvelo, Delfim Moreira, Iraí de Minas, Itajubá, Itambacuri, Itaú de Minas, Jaboticatubas, Janaúba, Jesuânia, Malacacheta, Padre Carvalho, Perdigão, Perdões, Salinas, Santana do Paraíso, São Brás do Suacui, São João do Manteninha, São Thomé das Letras, Tumiritinga e Vermelho Novo.  O prefeito de Carlos Chagas, Milton José Tavares de Quadros, assinou, durante o ato, o contrato representando os demais chefes de Executivo municipais.

“Esse benefício, somado a todos os outros que mudaram a face das nossas regiões, principalmente do Norte e do Jequitinhonha, prepara Minas para o enfrentamento de qualquer crise”, afirmou o prefeito de Salinas, José Antonio Prates, que falou em nome dos demais prefeitos.

Estado referência

Minas é um dos poucos estados do país que garante aos municípios recursos de um banco de desenvolvimento com juros diferenciados e abaixo dos praticados pelo mercado: 4% (ou 7% no Novo Somma Maq) ao ano mais correção pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). O prazo para pagamento pode variar de 66 meses (cinco anos e meio) a 180 meses (15 anos).

“Hoje, felizmente, em todos os indicadores, Minas Gerais apresenta uma posição extremamente positiva e isso é motivo de orgulho e nos torna cada vez mais objeto de atenção e de cópia por outros estados da Federação e pelos organismos internacionais que nos visitam amiúde. Esse quadro, extremamente positivo, vai se repetir e vai permitir a atratividade de empresas e, fundamentalmente, da diminuição das desigualdades regionais, ainda uma realidade que temos de enfrentar em nosso Estado”, lembrou o governador.

O processo de contratação da operação de crédito passa pelas seguintes etapas: análise da capacidade de endividamento pelo BDMG; aprovação de lei municipal que autoriza o financiamento; encaminhamento pelo município da documentação exigida pela Secretaria do Tesouro Nacional, além de providências quanto ao processo licitatório para a execução do objeto contratado por parte do município. A entrega das máquinas e a execução das obras têm também o acompanhamento do BDMG.

Minas é mais emprego

Durante a cerimônia, o governador comemorou dados divulgados nessa quarta-feira (30) que mostram que, em outubro, a Região Metropolitana de Belo Horizonte apresentou a menor taxa de desemprego dos últimos 15 anos. A taxa caiu de 6,4% para 6% e é a menor entre as sete regiões metropolitanas avaliadas (Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Salvador e São Paulo).

Os dados são parte da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte (PED-RMBH) e foram divulgados pela Fundação João Pinheiro (FJP)Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Dieese e Fundação Seade.

“Há de fato uma crise econômica mundial hoje, que agudiza na Europa e traz desdobramentos mundo afora. Festejamos aqui dados divulgados ontem na área do emprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde temos hoje praticamente pleno emprego. Seis por cento de desemprego. O menor índice da série histórica. O menor índice de todas as regiões metropolitanas do Brasil está aqui em Minas Gerais. Uma situação extremamente positiva”, afirmou o governador.

Link original: Antonio Anastasia recebe prefeitos de municípios atendidos pelo Programa Novo Somma 

Vale do Mucuri e Norte de Minas se beneficiam de incentivos fiscais garantidos por Aécio no Senado – Montes Claros pode ganhar fábrica da BMW

Sudene mineira, desenvolvimento econômico

Fonte: Daniel Camargos e Luiz Ribeiro – Estado de Minas

Municípios de Minas beneficiados pela MP 540, aprovada quarta-feira, que concede os mesmos incentivos fiscais dos estados nordestinos, mostram ter condições para atrair empresas

Dá tempo de correr atrás

Cidades mineiras incluídas na área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) ainda têm esperança de colher os benefícios da Medida Provisória 540, que concede isenção de 75% do imposto de renda para empresas que se instalem na região. Durante a aprovação quarta-feira pelo Senado, em votação simbólica, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu corrigir uma falha, assegurando que também as cidades do Vale do Mucuri e Norte de Minas (da antiga Adene) fossem incluídas entre aquelas que podem receber os incentivos. O problema é que muitas empresas já acertaram o investimento na Região Nordeste do país também atraídos pelas isenções de impostos. “Temos as mesmas condições do Nordeste do país, com o clima semiárido e baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), e precisamos oferecer os mesmos incentivos”, defende o presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams), Valmir Morais de Sá.

A ausência ocorreu pois a MP-540 refere-se à primeira formatação da Sudene, deixando de fora as cidades da antiga Adene, instalada em 2001, e incorporados à Sudene quando ela foi recriada em 2007. “A emenda vai se somar ao esforço feito pelo governo do estado para descentralizar o desenvolvimento e conquistar novos investimentos para para o Norte de Minas e os Vales do Jequitinhonha e Mucuri, através dos incentivos previstos na chamada Sudene mineira”, afirma o consultor de empresas Geraldo Drumond, integrante do conselho de Administração da Agência de Desenvolvimento do Norte de Minas (Adenor).

A proposta que altera a MP 540, estendendo aos municípios do Norte de Minas e dos vales do Jequitinhonha e Mucuri – o semiárido mineiro – os mesmos incentivos fiscais dados aos estados nordestinos para a instalação ou ampliação de indústrias, reforça as expectativas para a atração de novos empreendimentos para a região. Recentemente, Pernambuco atraiu uma fábrica da Fiat e a Bahia uma da chinesa Jac Motors. Uma fábrica da alemã BMW é cogitada para se instalar em Montes Claros.

Além das montadoras A Sudene mineira foi um pacote de incentivos para a região, anunciado pelo governador Antonio Anastasia, em julho, logo após a presidente Dilma Rousseff ter vetado parte do texto da MP que estendia ao semiárido mineiro os incentivos fiscais concedidos aos estados nordestinos. De acordo com Geraldo Drumond, com os incentivos fiscais, o Norte de Minas espera receber não somente industrias da área automotiva, mas também empreendimentos na área de siderurgia, tendo em vista a descoberta de reservas minerais na região. Existe também a expectativa da chegada de empresas geradoras de energia eólica.

O presidente da Amams, Walmir Morais de Sá, destaca as reservas de gás natural na região, além da possibilidade de jazidas de minério, próximas a grandes plantações de eucalipto (matéria- prima do carvão dos fornos das siderurgias). No total, a área mineira da Sudene engloba 92 cidades. “A região ficou paralisada por não ter os mesmos benefícios que as cidades nordestinas incluídas na Sudene. Com essa aprovação vamos ter uma revolução. Temos mão de obra, água, energia e espaço para as indústrias”, garante Sá.

Poderão receber os benefícios empresas que protocolem e tenham aprovados seus projetos até 31 de dezembro de 2013. O municípios do Vale do Mucuri e Norte de Minas que integram a área mineira da Sudene incluídos na MP 540 são os seguintes: Águas Formosas, Ataléia, Bertópolis, Campanário, Carlos Chagas, Catuji, Crisólita, Franciscópolis, Frei Gaspar, Fronteira dos Vales, Itaipé, Itambacuri, Ladainha, Maxacalis, Nanuque, Novo Oriente de Minas, Ouro Verde de Minas, Pavão, Pescador, Poté, Santa Helena de Minas, Serra dos Aimorés, Setubinha, Teófilo Otoni e Umburatiba, pertencentes ao Vale do Mucuri, além de Santa Fé de Minas e São Romão (Norte de Minas).

Movimento Minas lançado por Anastasia amplia participação popular pela internet na elaboração de políticas públicas

Canal para movimentar Minas

Fonte: Amanda Almeida – Estado de Minas

Apostando na internet como canal de comunicação com a população, o governador Antonio Anastasia(PSDB) lançou ontem o Movimento Minas. Por meio do site www.movimentominas.com.br, a ideia é abrir espaço para a sociedade civil palpitar nas ações governamentais, indicando necessidades e trocando informações. Junto ao projeto, foi formado ontem o Fórum Minas de Ideias, composto por autoridades, personalidades e integrantes de entidades representativas de diferentes áreas, que se reunirão, ainda sem frequência definida, também para sugerir políticas públicas.

O site Movimento Minas tem como esqueleto 10 desafios do planejamento estratégico do governo estadual, como “reduzir a pobreza e as desigualdades” e “transformar a sociedade pela educação e cultura”. Ao fazer cadastro no site, que já está no ar, o internauta terá acesso a cada um desses desafios e será convidado a dar ideias para superá-los. Segundo Anastasia, não haverá seleção de comentários antes de publicação. “Não haverá filtros, para que se evite qualquer tipo de desvirtuamento do processo. Porque queremos participação plena, verdadeira e legítima”, disse o governador. Responsável pelo Movimento Minas, o Escritório de Prioridades Estratégicas terá como função encaminhar as propostas a líderes governamentais das áreas competentes.

O governador negou que o projeto seja uma resposta a críticas de que governos tucanos não têm participação popular. “Isso não tem nenhuma natureza de vinculação política com outros partidos. O que estamos fazendo aqui, que estava o tempo todo nas nossas discussões, que é a gestão para cidadania”, afirmou Anastasia, referindo-se a item de seu plano de governo que prevê maior participação popular.Questionado sobre a semelhança com o Orçamento Participativo de BH, lançado por administração petista em 2006, ele disse que, enquanto o OP trata de escolha de obras prioritárias, o Movimento Minas fará a “identificação das políticas (públicas), muito acima das obras”.

O Fórum Minas de Ideias se reuniu pela primeira vez com o governador ontem. Coordenado pela presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves, e pelo diretor-presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas, Tadeu Barreto, o grupo de 21 representantes de áreas diferentes conversou sobre os desafios do estado por uma hora. “Foi uma troca muito rica. Defendi como prioridade zero a educação. Infelizmente, o Brasil ainda é um país de analfabetos funcionais”, comentou o escritor Ziraldo, integrante do grupo que tem ainda os músicos Fernando Brant e Samuel Rosa, o escritor Affonso Romano de Sant’Anna, o estilista Ronaldo Fraga, o técnico de vôlei Giovane Gávio, entre outros.