Gestão em Minas: Governador em exercício preside assinatura de acordo com o CNPq

Acordo prevê a liberação de bolsas de estudo para o Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas

O governador em exercício, Dinis Pinheiro, presidiu, nesta sexta-feira (04), no Palácio Tiradentes, solenidade de assinatura de acordo de cooperação entre o Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Unesco-Hidroex), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto de Educação para as Águas da Unesco (IHE). O acordo autoriza a liberação de um edital do programa Ciência sem Fronteiras voltado para as águas.

O plano de trabalho firmado com o Ciência sem Fronteiras prevê a oferta de 68 bolsas de estudos a estudantes brasileiros e pesquisadores estrangeiros, que se interessarem em desenvolver atividades no IHE, em Delft (Holanda), e na Cidade das Águas, em Frutal, no Triângulo Mineiro.

“Esse acordo prevê o que é preconizado pelo governador Antonio Anastasia que é o de qualificar cada dia mais o nosso povo e buscar o aprimoramento do ser humano. Por meio do conhecimento, buscaremos dias melhores e assim elevaremos o desenvolvimento da nossa sociedade. Não há desenvolvimento sem atitudes e sem a educação do nosso povo. Somente o conhecimento nos apresentará novos rumos”, afirmou o governador em exercício, Dinis Pinheiro.

Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Nárcio Rodrigues, Minas sai na frente ao realizar parceria com governo federal por meio do programa Ciência sem Fronteiras.

“Tivemos a preocupação, ao elaborar a nossa proposta, de escolher a água, que é um tema universal, a gestão de recursos hídricos, o tratamento da água como elemento de vida e conseguimos realizar uma parceria internacional muito importante com a Unesco”, enfatizou o secretário.

O Ciência sem Fronteiras é um programa do governo gederal que fomenta a internacionalização da ciência e tecnologia brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. Ele foi criado pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Educação (MEC), por meio do CNPq e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

O acordo de cooperação vai agilizar o intercâmbio de técnicos, estudantes, professores e pesquisadores do Brasil para áreas de excelência em águas no exterior, bem como de especialistas de outros países para a Cidade das Águas, em Minas Gerais.

O diretor do CNPq, Paulo Sérgio Beirão, ressaltou que o acordo de cooperação com o Governo de MInas traduz o objetivo do programa Ciência sem Fronteiras que é o de trabalhar com áreas que são de interesse estratégico do país, no caso a água. “O acordo é importante para o país e principalmente para Minas Gerais”, pontuou Beirão.

Reitor do Instituto de Educação para as Águas da Unesco (IHE), András Szöllösi-Nagy, destacou a importância do intercâmbio de conhecimento previsto no programa. “A ciência e a água não têm fronteiras, temos que compartilhar conhecimentos”, disse Nagy.

Cidade das Águas

Com inauguração prevista para 2014, a Cidade das Águas Unesco-Hidroex é uma iniciativa do Governo de Minas frente ao desafio de conservação da água. Em setembro de 2011, o vice-governador Alberto Pinto Coelho lançou oficialmente o projeto durante a inauguração da nova sede do Unesco-Hidroex em Frutal.

O Unesco-Hidroex foi criado em 2009 pelo Governo de Minas, com o objetivo de planejar, coordenar, executar, controlar e avaliar programas e projetos de defesa e preservação do meio ambiente, relativos à gestão das águas e dos recursos hídricos. Também se dedica à capacitação de recursos humanos e à prestação de serviços de interesse público.

Os governos mineiro e federal já investiram R$ 80 milhões na elaboração de projetos, intercâmbios e na infraestrutura do Hidroex e do campus da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) em Frutal, que já atende aproximadamente 1.500 alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-em-exercicio-preside-assinatura-de-acordo-com-o-cnpq/

Governo de Minas: Fapemig repassa recursos para Programa de Apoio a Núcleos Emergentes

Edital contempla 54 projetos com R$ 10 milhões, divididos em duas parcelas

Com o objetivo de criar, fortalecer e consolidar grupos emergentes de pesquisa em Minas Gerais, a Fapemig, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), lançou em 2010 o edital do “‘Programa de Apoio a Núcleos Emergentes”. A Fapemig realiza neste mês de abril o repasse ao Pronem, que será aplicado em 54 projetos. O valor total para ser pago é de R$ 10 milhões, divididos em duas parcelas.

Há algum tempo, os programas de apoio à pesquisa não contemplavam um grupo de pesquisadores que, mesmo tendo avançado em sua produção científica ou tecnológica, ainda não atingiu a exigência dos núcleos com excelência. A parceria entre a Fapemig e CNPq veio para suprir essa demanda.

Um Núcleo Emergente de Pesquisa é aquele formado por um conjunto de pesquisadores (mínimo de três doutores), de uma ou mais instituições, reunidos por uma linha de pesquisa comum e que, dado seu tempo de formação e instituição de origem, ainda não atingiram patamar de competitividade suficiente para captar recursos de valores mais elevados, quando apresentam suas propostas de projetos de pesquisas a outros editais semelhantes.

Outras informações: ci@fapemig.br

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fapemig-repassa-recursos-para-programa-de-apoio-a-nucleos-emergentes/

Governo de Minas: Epamig lança novas cultivares de arroz durante dia de campo

O dia de campo de arroz acontece no dia 1º de março na Fazenda Experimental de Lambari, no Sul de Minas

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) realiza no dia 1º de março, o dia de campo de arroz, que acontece na Fazenda Experimental de Lambari, no Sul de Minas. Durante o evento serão apresentadas duas novas cultivares de arroz desenvolvidas por pesquisadores da Epamig, em parceria com outras instituições de pesquisa, para cultivo em Minas Gerais. Os participantes conhecerão em dinâmica de campo as características dessas novas cultivares para cultivo em terras altas e várzeas.

Desde a década de 70 a Epamig desenvolve pesquisas de avaliação e seleção de linhagens e cultivares de arroz, realizadas em parceria com outras instituições. O programa de melhoramento genético dessas culturas alimentares busca desenvolver cultivares mais produtivas e com melhor aceitação no mercado.

Segundo o diretor de Operações Técnicas da Epamig, Plínio Soares, que é também melhorista de arroz, as pesquisas para desenvolvimentos das cultivares BRSMG Rubelita – cultivo em várzea e BRSMG Caçula – cultivo em terras altas – foram conduzidas por cerca de 10 anos, em diversas regiões do Estado.“Antes do lançamento de novas cultivares são realizadas avaliações de qualidade de grãos em termos de rendimento de grãos inteiros no beneficiamento dos materiais genéticos, além de pesquisa de aceitação do produto por donas de casa, quanto à textura, sabor e aroma após o cozimento”, explica o pesquisador.

A cultivar Rubelita, testada por pesquisadores da Epamig e Embrapa Arroz e Feijão, é recomendada para plantios em condições de irrigação por inundação em várzea. Já a cultivar Caçula, pesquisada pela Epamig, Embrapa Arroz e Feijão e Universidade Federal de Lavras (Ufla), é indicada para terras altas com ou sem irrigação por aspersão. Essas cultivares apresentaram adaptabilidade e estabilidade de produção em diversas regiões de Minas Gerais.

As pesquisas foram viabilizadas através de projetos de pesquisas aprovados pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que apoiaram tanto em aporte financeiro, quanto em bolsas de produtividade e iniciação científica.

Segundo Plínio, a produção de arroz e feijão em Minas Gerais é realizada, principalmente, por pequenos produtores, mas as cultivares de arroz desenvolvidas pela Epamig atendem do pequeno ao grande orizicultor. Ele explica que para o pequeno produtor, que tem menos capacidade de assumir riscos, é fundamental realizar o plantio na época correta, que deve ser concentrado em outubro e novembro. O pesquisador também alerta para outro importante aspecto: o ponto ideal da colheita. “Deve ocorrer quando os grãos da panícula estão verde-amarelados”, explica.

Melhoramento genético em arroz

Recentemente aprovado pela Fapemig, o projeto “Avaliação, seleção e recomendação de cultivares e linhagens de arroz irrigado em Minas Gerais” dará continuidade aos trabalhos desenvolvidos no programa de melhoramento genético do arroz da Epamig. O projeto, de autoria do pesquisador Plínio Soares, testará novas linhagens e cultivares adaptadas às condições de várzeas.  Serão realizados ensaios de avaliação nas Fazendas Experimentais da EPAMIG em: Lambari (Sul de Minas), Leopoldina (Zona da Mata) e Nova Porteirinha (Norte de Minas). A previsão para conclusão desse projeto é de dois anos. Os resultados esperados são lançamentos de cultivares mais tolerantes às principais pragas e enfermidades e que possuam grãos longos e finos, agulhinha, de boa qualidade industrial e de cozimento.

Serviço:

Dia de Campo de Arroz em Lambari – Sul de Minas Gerais

Data: 1° de março de 2012

Horário: 8h às 11h

Local: Fazenda Experimental da Epamig – Rodovia BR 460, Km 10 – Nova Baden

Informações: (35) 3271-1381 / felb@epamig.br

Fonte: Agência Minas

Blog do Anastasia – Gestão em Minas: Universidade Estadual de Montes Claros amplia qualificação do corpo docente

MONTES CLAROS (23/01/12) – A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) alcançou o índice de 45,15% do seu corpo docente com a titulação de mestre ou doutor. A instituição conta com um total de 1.362 professores, dos quais 452 são mestres e outros 163 já concluíram o doutorado. Os dados foram divulgados pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da instituição.

“Os números demonstram que a universidade está em franca melhoria, obtendo resultados extremamente positivos na capacitação do seu corpo docente. Devemos enaltecer o esforço e a dedicação de nossos professores, que enxergaram a necessidade de se qualificarem, fazendo com que a nossa instituição viesse alcançar níveis de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão”, assegura o reitor da Unimontes, João dos Reis Canela.

“Devemos lembrar que o aumento da qualificação docente está diretamente vinculado ao próprio crescimento institucional da universidade nos últimos 10 anos. Por exemplo, alcançamos 451 projetos de pesquisa – todos em andamento – e os mestres e doutores também contribuíram para isso”, avalia.

Investimentos

O reitor destaca que o índice obtido resulta da prioridade dada pela Universidade Estadual de Montes Claros à capacitação docente. Em 2011, a Unimontes investiu R$ 11.685.765,45 na área de pesquisa e na pós-graduação. Foram aplicados R$ 7.117.086,10 na investigação tecnológica e científica e outros R$ 4.568.679,35 na pós-graduação. Os investimentos foram viabilizados com o apoio de organismos de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e o Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC.

Conforme João Canela, a perspectiva da Unimontes é elevar mais ainda a capacitação docente nos próximos anos diante do número de outros profissionais que buscam titulação. Atualmente, a Unimontes conta com 116 professores matriculados em cursos de mestrado e outros 116 cursam doutorado.

O pró-reitor de Pós-Graduação Osmar Pereira Oliva afirma que a qualificação docente teve um crescimento significativo na última década. Ele ressalta que os investimentos no setor refletem não somente no aumento da quantidade de mestres e doutores, mas também na melhoria das aulas ministradas e no surgimento de novos grupos de pesquisa, “envolvendo cada vez mais alunos da graduação e da pós-graduação”.

Ele também salienta que a elevação do número de professores com títulos de mestre e doutor resulta em melhorias para toda a universidade. “A titulação docente desencadeia melhores oportunidades de avanços no conhecimento, na pesquisa e na extensão e envolve toda a comunidade acadêmica, com a atuação mais expressiva de professores e alunos”, afirma.

Osmar Oliva frisa que o processo de titulação envolve a qualificação tanto de professores quanto de alunos da instituição e motiva, ainda, a produção intelectual e científica e as relações nacionais e internacionais. “Pois alunos e professores participam de grupos de pesquisa em outras universidades brasileiras e estrangeiras. Eles também comparecem aos eventos científicos e publicam livros e ensaios/artigos em periódicos especializados, como resultados parciais ou finais de suas investigações”, relata.

O pró-reitor lembra que, além da articulação junto aos órgãos de fomento e a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, oferecidas pela Fapemig e pela Capes/MEC, a Unimontes contribui para a qualificação docente por meio dos seus programas pós-graduação Stricto sensu. Desta forma, a Universidade possibilita que os seus professores possam fazer os cursos na própria instituição onde atuam.

Pós-graduação Stricto Sensu

Atualmente, a Unimontes oferece um curso de doutorado (em Ciências da Saúde) e nove mestrados próprios, nas áreas de Biotecnologia, Desenvolvimento Social, Ciências Agrárias (Produção Vegetal no Semiárido), Ciências Biológicas, Ciências da Saúde (um profissional e outro acadêmico), Zootecnia e Letras (Estudos Literários) e História.

A universidade também conta com os mestrados interinstitucionais em Direito e Geografia e o Doutorado Interinstitucional em Letras e Geografia, todos viabilizados a partir de parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas (PUC Minas). São ofertados, ainda, os doutorados interinstitucionais (Dinter) em Ciências Econômicas – em convênio com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) –; em Ciências Sociais através de parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Ciências da Religião, com a PUC/SP; Odontologia Restauradora, com a Universidade de São Paulo (USP – Ribeirão Preto); e o mestrado interinstitucional em Artes Cênicas, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Fonte: Agência Minas

Blog do Anastasia – Governo de Minas: Unimontes tem mais quatro projetos de pesquisa aprovados pelo CNPq

MONTES CLAROS (27/12/11) – Com quatro projetos de pesquisa, a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) está entre as instituições contempladas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no âmbito dos editais 07/2011 – para as áreas de Ciências Humanas, Sociais e Aplicadas – e do edital 14/2011 – Universal/Faixa A. Serão captados recursos da ordem de R$ 58.505,06 para o desenvolvimento das quatro propostas da universidade.

“A aprovação desses projetos em uma instituição bastante conceituada como é o CNPq reitera a evolução na qualidade das pesquisas realizadas pela Unimontes”, destacou o pró-reitor de Pesquisa, Vicente Ribeiro Rocha Júnior.

No âmbito no Edital 07/2011 foram aprovadas as três propostas, entre as quais “Itinerários Poéticos – viagens, paisagens e imagens das cidades de Minas”, coordenada pela professora do departamento de Comunicação e Letras, Ilca Vieira de Oliveira, com financiamento de R$ 12.516,00. Também foram contempladas pelo mesmo edital as pesquisas: “Tambores da afirmação: negritude e resistência no batuque dos negros do Norte de Minas”, elaborada pelo professor do departamento de Política e Ciências Sociais, João Batista de Almeida Costa, no valor de R$ 13.000,06; e “Formação de professores a distância pelo sistema UAB: saberes e fazeres”, organizada pela professora do departamento de Educação, Fábia Magali Santos Vieira, de R$ 13 mil.

Já no Edital Universal 14/2011, a Unimontes teve aprovada o “Estudo das variantes polimórficas G1790a e C1772t do gene HIF-1 e da imunolocalização de proteínas associadas a angiogênese em leucoplasia bucal”, coordenada pelo professor do departamento de odontologia, André Luiz Sena Guimarães, no valor de R$ 19.990,00.

Fonte: Agência Minas