Servas estimula uso de energia inteligente em Minas

Andrea Neves disse que projeto atua em favor do meio ambiente, 508 entidades serão beneficiadas com a instalação de aquecedores solares.

Gestão eficiente: energia inteligente

Energia Inteligente atende a mais de 200 instituições em Minas

Servas

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Desde 2009, o Servas em parceria com a Cemig, realiza o projeto Energia Inteligente, que tem como objetivo gerar mais conforto a pessoas atendidas por Instituições de Longa Permanência Para Idosos (ILPI). A ação consiste na substituição, feita pela concessionária de energia, de chuveiros elétricos por sistemas de aquecimento solar de água.

Desde o início do projeto já foram beneficiadas 216 instituições em 182 municípios. A instalação dos aquecedores solares está prevista para ser realizada em 508 entidades, com investimento total de R$ 29 milhões.

A economia gerada por meio da utilização do sistema de aquecimento solar proporciona investimentos em infraestrutura, alimentação e outras atividades que melhorem a qualidade de vida dos idosos que vivem nessas instituições.

“Essa é uma iniciativa que visa apoiar as nossas entidades sociais, ajudando a construir um ambiente com mais conforto e segurança, além de propiciar economia no consumo de energia,  o que termina por também contribuir com a preservação do meio ambiente”, disse a presidente do Servas, Andrea Neves, no lançamento do programa.

Para Maria Cleuza Justino de Campos, presidente da Casa de Repouso Ana Souza e Silva, que fica em Santa Luzia, “os equipamentos de aquecimento solar ajudaram e muito na rotina da Casa, hoje os idosos podem tomar um banho quente com mais conforto e economia para a instituição”, destaca Cleuza.

O Lar dos Idosos Santa Terezinha, em São José da Lapa, é uma das instituições beneficiadas. Segundo o coordenador, Lauro Souza Marques, “com o aquecimento solar melhorou o conforto, e não existem problemas, antes freqüentes, como a queima de chuveiros e o gasto excessivo com energia elétrica”, ressaltou o coordenador. Ele explicou que, “irá gerar uma economia de cerca de 40% com energia que será revertida em benfeitorias para o Lar, como uma nova pintura”.

Para participar do projeto as instituições devem estar localizadas na área de abrangência da Cemig e serem cadastradas no Servas. O Cadastro pode ser feitoon line pelo link http://www.servas.org.br/termo-adesao-eficiencia-energetica/termo-adesao-eficiencia-energetica.aspx.

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MP do setor elétrico: Governo Dilma promove quebra de contrato

MP 579: Vice-governador de Minas diz que Governo quer transformar as elétricas em empresas gestoras de riscos, perdas e danos.

MP 579: gestão deficiente

Fonte: O Tempo

Intervencionismo federal

Alberto Pinto Coelho
Vice-governador de Minas Gerais

Ninguém, em sã consciência, poderia discordar de uma política tarifária destinada a reduzir os preços da energia elétrica residencial e industrial cobrados no país. Minas Gerais dá exemplo disso, pois as famílias que consomem até 90 quilowatts mensais são isentas do pagamento do ICMS, que é o único imposto estadual. Assim, metade das famílias mineiras não paga o ICMS na conta de luz.

Muito diferente, porém, é quando o governo federal, de forma unilateral, edita a Medida Provisória 579, sem qualquer consulta prévia às empresas do setor, sem nenhum diálogo com os governos estaduais, em decisão impositiva e tomada entre quatro paredes. Promove, ademais, a quebra de contratos em vigor e joga por terra, do dia para a noite, o marco regulatório do setor elétrico brasileiro, o que gera um delicado quadro de instabilidade jurídica.

Com a MP 579, renovações de concessão líquidas e claras a que a Cemig tem direito assegurado, como as relativas às usinas de São Simão, Jaguara e Miranda, estão sendo agora rejeitadas pelo governo federal, em aberta contradição com as regras do jogo, pois essa renovação foi atribuída, nas mesmas condições, ainda em abril, à usina de Serra da Mesa de Furnas.

A redução das tarifas de energia elétrica poderia ser alcançada sem necessidade dessa truculência da União, num intervencionismo que faz lembrar os piores momentos de fases autoritárias da República. Como bem lembrou o senador Aécio Neves, seria muito mais plausível se o governo federal estudasse a possibilidade de retirar da conta de luz outras taxas e impostos, como a Taxa de Fiscalização da Aneel, o PIS/Cofins, que representa 9% da conta de luz, ou, ainda, zerar a própria Conta de Desenvolvimento Energético, que já caiu em 75%.

Essas seriam alternativas mais razoáveis do que entrarmos nesse caminho complexo de fragilização de um setor tão essencial ao Brasil e cuja, sua luz vermelha,aliás, já e acendeu logo após a edição da MP 579, as ações da Eletrobras apresentaram a maior queda diária em 15 anos, atingindo o menor valor nominal em 10 anos. Algo inimaginável em um país que julgava ter um sistema elétrico estável, atendendo a um território continental e inspirando credibilidade institucional, operacional e econômica.

Buscando tapar o sol com a peneira, após promover essa intempestiva quebra de contrato no setor elétrico nacional, de consequências altamente nocivas para o ambiente de negócios, o governo federal tenta politizar a meta de reduzir os custos da energia, atribuindo a governos estaduais, como os de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, a pecha de não contribuírem, com sua não adesão, para esse resultado, por meio de empresas estaduais, como a Cemig, a Cesp e a Copel. Resta indagar: quem arcaria com as perdas de R$ 8 bilhões que a renovação das geradoras dessas empresas acarretaria com as mudanças das regras do jogo?

Na realidade, o que está acontecendo é uma desabrida intervenção do poder federal no setor elétrico brasileiro, transformando as empresas hidrelétricas em meros esbirros do arbítrio da União, não sendo mais donas da energia por elas geradas e agindo como meras gestoras de riscos, perdas e danos.

MP 579: artigo – Link da matéria: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2012/12/09/interna_opiniao,60733/intervencionismo-federal.shtml

MP do setor elétrico: Grupo que assessorou Lula na Eletrobras é contra Dilma

MP 579: especialistas liderados por Luiz Pinguelli Rosa pediram revogação da MP e a proposição de um projeto de lei.

MP 579: gestão pública deficiente

Fonte: Folha de S.Paulo

Elétricas previam perda de ao menos R$ 8 bi

Cálculo leva em conta indenizações menores e perda de receita com tarifas; especialistas viam risco de apagão

Estados de todo o país também devem ter queda na arrecadação do ICMS, de cerca de R$ 5,5 bilhões

A renovação das concessões pelas regras estabelecidas pelo governo trariam perdas de pelo menos R$ 8 bilhões às elétricas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. As quatro elétricas estatais recusaram total ou parcialmente a proposta do governo.

O cálculo inclui perdas com indenizações – as oferecidas ficaram abaixo das calculadas pelas empresas- e receita de tarifas -que, pelo plano da presidente Dilma, teriam que ser obrigatoriamente reduzidas.

Não estão incluídas as perdas que as empresas tiveram em valor de mercado após o anúncio da MP, nem os números da Cemig. A estimativa do mercado é que a indenização deveria ser superior a R$ 6 bilhões, mas a empresa não revela seus números.

Segundo a Cemig, o acordo foi recusado porque não garantia a gestão das hidrelétricas sem riscos ambientais e operacionais.

“Com os contratos atuais, temos condições de assumir esses riscos”, disse ontem Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa.

Já no caso da Cesp, da Copel e da Celesc, os motivos para a não adesão foram os prejuízos implicados. Com exceção da Celesc, as três estatais são controladas por tucanos.

A única grande geradora a aceitar as condições de Dilma foi a Eletrobras, que é controlada pela União.

Embora o governo petista tenha atribuído as recusas a um propósito político, a Cemig e a Copel desistiram de renovar a concessão de geradoras, mas aceitaram os contratos de transmissão.

A Cemig disse ontem que terá de cortar em 20% o custo da operação dos 5.000 km de linhas de transmissão em razão do corte tarifário que foi obrigada a aceitar.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), potencial candidato à Presidência em 2014, disse que o governo quer “reduzir o preço da energia às custas da insolvência do setor elétrico“.

O governador do Paraná, Beto Richa, acusou o governo federal de fazer “cortesia com o chapéu alheio”. “Estou defendendo interesses do meu Estado. Não dá mais para perder receita”, afirmou.

A Cesp, que não tem transmissão, considerou que a oferta do governo federal representava prejuízo para o Estado e os acionistas.

“Se aceitássemos as condições da MP teríamos de assumir um prejuízo de de R$ 5,3 bilhões”, disse Mauro Arce, presidente da Cesp. “A receita que teríamos em 30 anos não permitia pagar a dívida. Com os dois anos sem a renovação, pagamos com folga.”

APAGÕES
Não só as elétricas reagiram mal à proposta do governo. Um grupo de especialistas e acadêmicos ligados ao setor elétrico, representados pelo ex-presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, encaminhou carta à presidente Dilma Rousseff pedindo ao governo o recuo em relação às mudanças previstas.

“Vimos manifestar nossa grande apreensão sobre as consequências que, com grande probabilidade, podem decorrer das alterações.”

Dentre elas estão riscos regulatórios (contratos poderiam ser contestados) e sistêmicos (apagões, por exemplo). “Todos nós sabemos, a duras penas, que não existe plano B para energia elétrica. Eletricidade não tem substituto e pior que kWh caro é a falta de energia que poderá ocorrer no futuro.”

O grupo, que assessorou o governo Lula, pede a revogação da MP e a proposição de um projeto de lei a partir do qual seja possível uma discussão ampla.

ARRECADAÇÃO
Todos os Estados do país perderão arrecadação, uma vez que os tributos são calculados sobre o preço da energia, que será reduzido. O presidente do Fórum dos Secretários de Energia, José Aníbal, disse que a perda vai chegar a R$ 5,5 bilhões em ICMS. São Paulo e Rio já pensam em cobrar compensações.

MP 579 : gestão pública deficiente – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/82124-eletricas-previam-perda-de-ao-menos-r-8-bi.shtml

Aécio Neves protesta contra intervenção no setor elétrico

Aécio: Para senador, é “um risco, uma imprudência, um desatino” querer reduzir o preço da energia “à custa da insolvência do setor”.

Aécio Neves: MP 579

Fonte: Valor Econômico

Estados do PSDB reagem às críticas do governo

Aécio: “É uma profunda intervenção no setor a pretexto de reduzir conta de luz”.

 Aécio: Dilma promove intervenção no setor elétrico

Aécio Neves: MP 579Aécio disse que se o governo quiser, de fato, diminuir a conta de luz, deveria “cortar na própria carne – Foto: Folha Press

Os Estados comandados pelo PSDB reagiram com fortes críticas à declaração do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, de que os governos estaduais que não renovaram as concessões estatais têm visão de “curtíssimo prazo”. Tolmasquim referiu-se às decisões da paulista Cesp, da mineira Cemig e da paranaense Copel.

No contra-ataque, representando Minas Gerais, o senador Aécio Neves (PSDB) afirmou ontem que a presidente Dilma Rousseff está fazendo uma “profunda intervenção no setor elétrico a pretexto da diminuição do custo da conta de luz”. Para Aécio, é “um risco, uma imprudência, um desatino” querer reduzir o preço da energia “à custa da insolvência do setor”. O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal (PSDB), classificou o governo federal como “autoritário” e “inábil” e reforçou que o Estado não renovará os contratos das usinas da Cesp. No Paraná, o presidente da Copel, Lindolfo Zimmer, afirmou que a decisão que a companhia tomou não tem a ver com política e disse que a contribuição do Estado ao governo federal “não foi pequena”.

A reação dos representantes de governos tucanos se deu no mesmo dia em que o presidente da Empresa de Pesquisa Energética criticou e “lamentou profundamente” a decisão dos governos estaduais que, como acionistas majoritários, decidiram não renovar as concessões de suas estatais. Na mesma linha, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse “não entender a lógica” das empresas que decidiram deixar vencer suas concessões.

Representando o governo de Antonio Anastasia (PSDB), Aécio foi à tribuna do Senado para criticar o governo federal. O tucano apontou a “gravíssima instabilidade no setor” elétrico, em consequência da medida provisória que deu prazo até ontem para que as empresas optassem pela renovação antecipada em troca da redução de preço.

Um dia depois de ser lançado pré-candidato à Presidência, Aécio disse que se o governo quiser, de fato, diminuir a conta de luz, deveria “cortar na própria carne, não agindo como faz costumeiramente com o chapéu alheio”. Para o senador tucano, está havendo descumprimento de contrato no caso de empresas que teriam direito a uma renovação automática não onerosa pelos próximos 20 anos. É o caso das três usinas da Cemig, que não aderiram à medida.

Integrante do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Aníbal reagiu com indignação às declarações dos representantes do governo federal. “O governo, em vez de buscar consenso, vem nos estigmatizar e hostilizar. Não só falta habilidade na negociação como há excesso de truculência e de autoritarismo”, afirmou.

Ontem o tucano reuniu-se com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia para uma nova rodada de negociações em torno da renovação antecipada das concessões das três hidrelétricas da companhia (Três Irmãos, Ilha Solteira e Jupiá), mas não houve acordo. “O que nos propuseram é uma tunga”, reclamou Aníbal.

Segundo o secretário, a Cesp tinha a expectativa de receber R$ 7,2 bilhões pela renovação antecipada de concessões de três hidrelétricas. O governo, no entanto, ofereceu R$ 1,8 bilhão. “E a diferença de R$ 5,4 bilhões, cara pálida? A Cesp não tem uma contabilidade de fundo de quintal”, reclamou Aníbal. ” Não vamos renovar e não vamos recuar dessa posição”.

Representando o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o presidente da Copel disse que a decisão da empresa foi técnica. “Nosso conselho aprovou e foi referendada pelos acionistas a proposta que causa menos estragos à empresa”, disse Zimmer.

A Copel renovou o contrato de concessão de transmissão que vence em 2015 e que representa 86% do seu sistema de transmissão. Mas optou por não renovar antecipadamente a concessão de quatro usinas que, juntas, somam 272 megawatts e respondem por 6% da potência instalada da estatal.

“Nossa contribuição não foi pequena”, acrescentou Zimmer, citando que, com a renovação da transmissão, abriu mão de receitas, que cairão de R$ 305 milhões por ano para R$ 127 milhões.

O executivo afirmou que o Estado também fará sacrifícios. “Com a MP 579 o governo federal impôs ao Paraná perda de R$ 450 milhões de ICMS por ano.” (Colaborou Daniel Rittner, de Brasília)

Aécio: MP do setor elétrico – Link da ma’teria: http://www.valor.com.br/politica/2928634/estados-do-psdb-reagem-criticas-do-governo

Governo de Minas lança edição 2012 da revista do Arquivo Público Mineiro

Governo de Minas: Secretaria de Cultura lança nova edição da Revista do Arquivo Público Mineiro

Governo de Minas: Publicação traz reflexão sobre o tema “Bibliotecas, leitura e educação”

Fonte: Agência Minas

Divulgação

A Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896

A Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), lançou nesta terça-feira (27), a Revista do Arquivo Público edição janeiro-dezembro 2012. Trata-se de uma publicação que está em circulação há 116 anos, dedicada aos estudos históricos sobre Minas Gerais. Esta nova edição, que contou com a coordenação de Luiz Carlos Villalta, professor associado do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, tem como tema ‘Bibliotecas, leitura e educação’, em que o livro é abordado em suas relações com outros elementos da cultura material, ou ainda, com as imagens e a oralidade.

Cinco artigos compõem o dossiê ‘Bibliotecas, leitura e educação’. São eles: ‘Escrever, ler e rezar’, de Leila Mezan Algranti; ‘Humanamente indispensável’, de Christianni Cardoso Morais; ‘O ouro das estantes’, de Laura de Mello e Souza; ‘Do impresso à pintura’, de Camila Fernanda Guimarães Santiago; e ‘Leituras Libertinas’, de Luiz Carlos Villalta.

O novo projeto gráfico, inaugurado em 2005, inovou em termos estéticos e de conteúdo, passando a veicular trabalhos resultantes de pesquisas universitárias nacionais e internacionais nas áreas de história e arquivística, além de introduzir as seções de entrevista e de resenhas bibliográficas referentes à produção historiográfica sobre minas gerais e brasil.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta a importância da publicação para a democratização do acesso aos arquivos históricos produzidos no Estado. “A Revista do Arquivo Público Mineiro é a melhor expressão do compromisso histórico assumido pelo governo estadual em preservar, valorizar e divulgar o patrimônio material e imaterial de Minas. Temos orgulho em levar adiante esse projeto tão antigo e tão importante para a memória do povo mineiro”.

O conteúdo

A revista tem seus assuntos divididos em seções fixas. Nesta edição, a seção que traz o nome de ‘Dossiê’, a mais extensa da publicação, tem como tema a história da leitura e das bibliotecas mineiras coloniais. As matérias que compõem o ‘Dossiê’ têm as seguintes abordagens: os hábitos femininos de leitura dentro dos recolhimentos religiosos; o incentivo ao ensino da leitura promovido pelas câmaras coloniais; as coleções de livros especiais que eram mantidas por negociantes e artistas mineiros da época; a circulação de livros com conteúdo libertino, durante os últimos anos do século XVIII.

Outra seção, intitulada ‘Ensaios’, apresenta duas pesquisas recentes: ‘o povoamento do sertão da Mantiqueira’ e a ‘produção açucareira em Minas no século XIX’. Em ‘Arquivística’ o leitor encontra estudos que remetem à origem do Arquivo Público Mineiro, bem como uma análise sobre os desafios na gestão de grandes volumes documentais.

Já as seções ‘Estante’ e ‘Estante Antiga’ têm a função de trazer os últimos lançamentos de livros a respeito da história de Minas, sempre com sugestão de uma obra que componha o acervo da Biblioteca do Arquivo Público Mineiro. Como complemento, este volume ainda traz uma entrevista especial com o diretor do Arquivo Público Mineiro do Estado de São Paulo.

Revista do Arquivo Público Mineiro

Idealizada pelo fundador e primeiro diretor do Arquivo Público Mineiro, José Pedro Xavier da Veiga, a Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896. Naquela época, ao apresentar a publicação, Xavier da Veiga afirmava a necessidade de se organizar “séria e sistematicamente” os arquivos administrativos, históricos e políticos dispersos em Minas Gerais.

Desde 2005, graças ao esforço da Secretaria de Estado de Cultura, com apoio do Programa Cultural da Cemig, a Revista do Arquivo Público Mineiro está sendo publicada em uma nova versão, com projeto gráfico moderno que busca honrar a tradição da mais antiga revista de História de Minas Gerais.

Serviço:

Evento: Lançamento da Revista do Arquivo Público Mineiro

Local: Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Praça da Liberdade, 21

Data: 27 de novembro de 2012

Horário: 17h30

Informações: (31) 3269-1167

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-cultura-lanca-nova-edicao-da-revista-do-arquivo-publico-mineiro/

MP do Setor Elétrico: Cemig realiza programa de redução de custos

Cemig: Companhia se prepara para enfrentar perdas que possam ocorrer com a Medida Provisória do setor elétrico.

Cemig: MP 579

 Cemig realiza programa de redução de custos

Cemig realiza programa de redução de custos

Fonte: O Estado de S.Paulo

Cemig vai ampliar plano de redução de custos

Segundo presidente da companhia, cortes têm por objetivo a adaptação ao cenário de revisão tarifária de 2013

O presidente da Cemig, Djalma Bastos de Moraes, indicou que a companhia está preparando uma expansão do plano de redução dos custos. Durante teleconferência com analistas financeiros, ele disse que a companhia já estava realizando um programa de redução de custos, buscando se adequar à revisão tarifária pela qual passará em 2013. “Após a MP (579, que trata da renovação das concessões elétricas) temos de ir além”, comentou, citando que a Eletrobrás e sua subsidiária Furnas já anunciaram planos de cortes de custo.

“Temos de nos adequar à nova realidade, seja revisão tarifária, sejam os novos objetivos definidos na MP 579, temos de nos adequar e isso tem de ocorrer no curto prazo”, disse Moraes, sem citar em que prazo a extensão do corte de custos deve ocorrer. Ele destacou, porém, que a Cemig terá de se adequar independentemente de a companhia aceitar ou não a proposta de prorrogação das concessões.

Para Moraes, a Cemig vai continuar investindo, mas precisa ser mais agressiva em aquisições do que foi até agora. “Se por um lado podemos ter problemas (relacionados à renovação das concessões), por outro vamos seguir investindo, vamos participar de aquisições, vamos participar de leilões”, disse.

O executivo destacou que a companhia segue focada em “viabilizar ativos que possam agregar valor para a empresa”, e citou recentes casos de sucesso de aquisição, como Light e Taesa. Moraes afirmou ainda que a companhia pretende participar dos próximos leilões, tanto de empreendimentos de geração como de projetos de transmissão.

O diretor financeiro e de relações com investidores da Cemig, Luiz Fernando Rolla, disse que a companhia está buscando o alongamento do perfil da dívida e a redução de seus custos. “Grande parte da dívida de 2012 já foi rolada e vamos buscar o alongamento do perfil.”

Baixa contábil. A Cemig também informou que aguarda uma definição sobre a aceitação da proposta do governo de renovação das concessões para realizar uma provisão ou uma baixa contábil em seu balanço.“A incerteza do que vai ocorrer no futuro nos impede de tomar qualquer uma atitude agora, os auditores reconhecem essa condição e não exigiram qualquer correção nos ativos”. disse Rolla.

Segundo ele, os ativos da companhia estão avaliados de forma conservadora e, se a empresa fosse fazer algum movimento, seria para elevar o valor dos ativos. “Não há motivo para fazer qualquer movimento agora. Estamos aguardando o desenrolar das negociações com governo federal e com o Congresso. Depois da emissão da lei definitiva, poderemos tomar as decisões mais corretas, mas nossa expectativa é que nada vai afetar nosso resultado”, disse.

De acordo com Rolla, se a Cemig aderisse 100% ao que está estabelecido na Medida Provisória nº 579, ainda assim a companhia não teria impacto “significativo” no resultado.

Cemig: MP do setor elétrico – Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cemig-vai-ampliar-plano-de-reducao-de-custos–,962400,0.htm

Aecio Neves: Choque de Gestão desenvolve interior

Aecio Neves: Choque de Gestão – Quando assumiu governo de Minas determinação foi criar metas de serviço em diversas regiões do estado.

Aecio Neves: Choque de Gestão

Fonte: Jogo do Poder

Choque de Gestão de Aecio Neves: a ordem é interiorizar

Uma das principais metas do Choque de Gestão de Aecio Neves era interiorizar o desenvolvimento em Minas; a Gasmig se tornou um case de sucesso neste aspecto.

 Aecio Neves: Choque de Gestão desenvolve interior

Aecio Neves: Choque de Gestão – Quando assumiu governo de Minasdeterminação foi criar metas de serviço em diversas regiões do estado.

O conceito de Choque de Gestão de Aecio Neves, criado em Minas Gerais em 2003, não se ateve apenas à administração direta – superintendências, órgãos e secretarias – do Governo de Minas. As empresas controladas pelo Estado também tiveram um salto de qualidade no atendimento à população que hoje reflete diretamente no avanço da economia mineira.

A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) é um exemplo de sucesso empresarial no que se refere ao seu compromisso em levar desenvolvimento social e econômico para a população, o que é foi um dos pilares que formaram o conceito de Choque de Gestão de Aecio Neves e seu governo.

Em nove anos, o papel da empresa frente ao desenvolvimento do Estado mudou radicalmente. Deixou de ser apenas um braço da Cemigpara se tornar uma empresa sólida, com ampla presença em dezenas de cidade. Hoje, a Gasmig está entre as 50 maiores empresas de Minas Gerais e tem um plano traçado para atender o mercado mineiro com gás natural até 2030.

Uma das principais metas de Aecio Neves, quando assumiu o governo, era interiorizar o desenvolvimento em Minas Geraise, para isso, determinou que as secretarias, órgãos e empresas estaduais traçassem metas de ampliação da oferta de serviços nas diversas regiões do Estado. No caso da Gasmig, uma meta ousada foi traçada: abastecer o polo industrial do Vale do Aço.

Em 2013, quando a meta traçada por Aecio Neves completará 10 anos, o volume de vendas pelo ramal de abastecimento de gás da Gasmig no Vale do Aço chegará a 2 milhões de m³. Um crescimento superior a 50% em relação ao volume atual.

Para o próximo ano, além de expandir sua rede de distribuição para outras regiões do Estado, assim como fez com sucesso no Vale do Aço, a Gasmig tem planos para atingir 3,5 milhões de m³ de gás natural para todo o Estado.

E outra novidade na estatal reforça ainda mais o que Aecio Neves pensou ao pulverizar o conceito de Choque de Gestão no Governo de Minas: a Gasmig se prepara para atender o mercado doméstico e de pequenas empresas, ou seja, levará a máquina estatal e suas ações para mais pessoas, diminuindo desigualdades e ampliando oportunidades de desenvolvimento social e econômico.

Aecio Neves: Choque de Gestão

Governo de Minas: Efficientia substitui lâmpadas da Ceasa por LED

O projeto realizado pelo Programa de Eficiência Energética da Cemig irá proporcionar uma enorme economia de energia

A Efficientia, subsidiária integral da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) apresenta, juntamente com as Centrais de Abastecimento S/A (Ceasa Minas), nesta quinta-feira (10), o projeto de eficiência energética que visa a substituição de todo o sistema atual de iluminação da Ceasa por lâmpadas de tecnologia LED. O projeto está sendo realizado com recursos do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Cemig.

A Cemig investiu, por meio da Efficientia, só em 2011,  R$ 35 milhões em projetos de eficiência energética, como na unidade da Usiminas em Ipatinga, no Vale do Aço, na Wilma Alimentos em Contagem, na Regiâo Metropolitana de Belo Horizonte e na troca das lâmpadas dos semáforos da capital mineira para tecnologia LED. A previsão é que os investimentos de 2012 até 2015 sejam de R$ 40 milhões por ano.

Atuando desde 2002 na prestação de serviços de desenvolvimento e viabilização técnica e financeira de projetos de eficiência energética para os clientes da Cemig, a Efficientia implementa projetos de cogeração de energia e de centrais de utilidades, oferece consultoria para otimizar a matriz energética de indústrias, dá treinamentos presenciais e a distância sobre gestão energética e ainda oferece consultoria para certificação na norma ISO 50001.

Os projetos de eficiência energética implementados pela Empresa, além da economia de energia efetiva, proporcionam a redução de potência no horário de ponta do sistema elétrico.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/efficientia-substitui-lampadas-da-ceasa-por-led/

Governo de Minas: Cemig apresenta mostra Filme em Minas como parte das comemorações aos seus 60 anos

Longas, médias e curtas-metragens, realizados por meio do programa Filme em Minas serão exibidos gratuitamente na mostra

A Cemig apresenta entre os dias 14 e 20 de maio, no Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, a mostra Filme em Minas. Ao longo dos sete dias de realização da mostra, serão exibidos 15 longas-metragens, dois médias-metragens e 13 curtas-metragens, realizados por meio do programa de incentivo à produção de cinema da Cemig, o Filme em Minas. O evento, que faz parte das comemorações dos 60 anos da Cemig, tem a correalização da Fundação Clóvis Salgado.

Dentre os selecionados para a mostra, estão filmes contemplados nas cinco edições já concluídas do programa, incluindo produções premiadas em festivais nacionais e internacionais de cinema. A programação oferece, assim, um panorama do cinema que é produzido em Minas Gerais, revelando cineastas já consagrados no cenário da produção nacional contemporânea.

Destacam-se, dentre os filmes em cartaz, “Acácio”, de Marília Rocha – grande vencedor do Festival É Tudo Verdade, em 2005; “Os Residentes” – premiado no Festival de Tiradentes de 2010; e “O Céu Sobre Os Ombros” – vencedor do Festival de Brasília de 2010. Merecem atenção, ainda, grandes nomes do cinema com longas-metragens em cartaz, como Cao Guimarães, com “Andarilho” e “A Alma do Osso”; Helvécio Ratton, com “Batismo de Sangue” e “Nascente”; e Sandra Kogut, com “Mutum”.

Para a exibição dos curtas-metragens, foram montados três programas, variando entre quatro e cinco filmes em cada um deles. Dentre os curtas escolhidos estão Nascentes, de Helvécio Marins Jr. – vencedor de 13 prêmios em festivais nacionais e internacionais –, e Permanências, de Ricardo Alves Jr. – selecionado para a Semana dos Realizadores do Festival de Cannes de 2011.

Para o diretor de comunicação da Cemig, Luis Henrique Michalik, “o projeto Filme em Minas tornou-se referência na produção audiovisual não apenas em Minas Gerais, mas por todo o Brasil. Ao longo da realização do projeto, conseguimos um significativo incremento da indústria mineira, com a formação de mão de obra e descoberta de novos talentos”. E completa: “É um orgulho para a Cemig a firmação da parceria com a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais para a realização de tão importante projeto”.

A entrada para as sessões da mostra Filme em Minas é gratuita, com retirada de senhas na bilheteria do cinema meia hora antes do início. A programação completa pode ser conferida no site da Fundação Clóvis Salgado.

Mostra Filme em Minas

Data: 14 a 20 de maio

Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes

Entrada gratuita

Informações para o público: (31) 3236-7400 e fcs.mg.gov.br

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cemig-apresenta-mostra-filme-em-minas-como-parte-das-comemoracoes-aos-seus-60-anos/

Gestão em Minas: estudo avalia qualidade ambiental nas represas da Cemig em todo o Estado

Programa Peixe Vivo promove encontro em Três Marias para apresentação de resultados

Cemig / Divulgação
Peixe Vivo é um programa da Cemig voltado à conservação da fauna aquática em áreas de abrangência de usinas da empresa
Peixe Vivo é um programa da Cemig voltado à conservação da fauna aquática em áreas de abrangência de usinas da empresa

A comunidade de Três Marias, no Noroeste de Minas, e dos municípios do entorno, recebeu, na última quinta-feira (03), apresentações sobre os resultados obtidos com o Projeto Desenvolvimento de Índices de Integridade Biótica (IBI), promovido pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por meio do Programa Peixe Vivo. O encontro foi realizado no Centro de Educação Permanente Engenheiro Mário Bhering e permitiu um debate entre órgãos públicos, organizações não governamentais, setor pesqueiro, empresas e instituições da região.

Fruto de parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Lavras (Ufla), PUC Minas e Cefet-MG, o projeto busca desenvolver ferramentas para avaliar a qualidade ambiental e subsidiar a restauração de habitats em área de soltura de alevinos nos reservatórios da Cemig.

A avaliação é feita por meio da análise de fatores bióticos, como insetos, peixes e vegetação ripária, e abióticos, como fluxo hidráulico, assoreamento e ocupação humana. Para a análise, são programadas duas coletas em cada reservatório, sendo a primeira no período de seca, com foco nas drenagens formadoras da bacia principal, e uma segunda no final do período chuvoso, com foco no reservatório.

Em Três Marias, alguns resultados preliminares já demonstram a eficácia da ferramenta. Áreas com baixa qualidade ambiental, qualidade intermediária e ainda preservadas foram diagnosticadas por meio de um extenso esforço amostral, que contou com 40 pontos no reservatório e 40 nos riachos da bacia de drenagem.

Para a analista de meio ambiente da Cemig, Fernanda de Oliveira Silva, as informações geradas pelo IBI terão aplicação prática para a Empresa e outros públicos de interesse. “Os resultados permitem que se faça um amplo diagnóstico do estado de conservação da bacia de drenagem do reservatório e possibilitarão que medidas mais efetivas de mitigação de impactos ambientais sejam tomadas por prefeituras, órgãos ambientais, empresas e comunidade”, explica.

O Projeto Desenvolvimento de Índices de Integridade Biótica, que conta com um investimento de R$ 2 milhões, contempla, além de Três Marias, os reservatórios de Nova Ponte, São Simão e Volta Grande, assim como seus respectivos tributários. O levantamento realizado em Nova Ponte também já obteve resultados, que foram apresentados à comunidade da região no ano passado. Entre eles, foi identificado que as bacias com maior porcentagem de área agrícola possuem menor riqueza e abundância de peixes e macroinvertebrados, e que 73% dos córregos estudados estão moderadamente ou altamente impactados.

Parcerias

O Programa Peixe Vivo é uma iniciativa da Cemig para expandir e criar medidas mais efetivas para a conservação da fauna aquática nas bacias hidrográficas onde estejam instaladas usinas da empresa. As parcerias estabelecidas pelo Peixe Vivo com centros de pesquisa servem como subsídio para programas de conservação e apoiam a Empresa na elaboração de estratégias mais eficientes para a preservação da ictiofauna.

Estimulando a troca de experiências entre suas equipes técnicas e os pesquisadores das universidades, atualmente o Peixe Vivo possui 12 projetos em andamento e outros quatro em fase de contratação. O Projeto do IBI envolve uma equipe de quatro pesquisadores brasileiros, dois pesquisadores americanos – da Oregon State University e US Environmental Protection Agency, um aluno de pós-doutorado, quatro alunos de doutorado, sete alunos de mestrado e quatorze alunos de iniciação científica.

De acordo com o biólogo Marcos Callisto, coordenador do projeto pela UFMG, o IBI traz um novo conceito para a América Latina, com expectativa de tornar-se referência mundial. “Os índices irão avaliar parâmetros físicos, químicos e biológicos, subsidiando a Cemig na escolha dos locais de peixamentos, e o poder público no planejamento de melhorias nos ecossistemas”, analisa.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/estudo-avalia-qualidade-ambiental-nas-represas-da-cemig-em-todo-o-estado/