“Lula e Haddad deveriam sair algemados”

“Lula e Haddad deveriam sair algemados”, disse Augusto Nunes na Veja online ao comentar entrevista do ex-presidente no programa do Ratinho.

Lula faz campanha em programa do SBT

É de estranhar a aparição do ex-presidente Lula no programa do Ratinho no SBT. Seria coincidência ou homem do baú da felicidade retribuiu um favor político? Quem não se lembra que no apagar das luzes do Governo Lula, Silvio Santos foi com pires na mão pedir socorro para evitar uma quebradeira no Panamericano. A ajuda veio de pronto como o Governo foi benevolente com o uso de dinheiro público para salvar o banco.

Lula e Haddad deveriam sair algemados, disse Augusto Nunes na Veja online ao comentar entrevista do ex-presidente no programa do Ratinho.

Lula e Haddad deveriam sair algemados, disse Augusto Nunes na Veja online ao comentar entrevista do ex-presidente no programa do Ratinho.

Fonte: Coluna do Augusto Nunes – Revista Veja

Augusto Nunes: Lula e Haddad deveriam sair algemados

Num país sério, os estupradores da lei eleitoral sairiam algemados do SBT

A captura do achacador de juízes do Supremo libertou o atropelador da legislação eleitoral. Nesta quinta-feira, com a cumplicidade militante do apresentador do Programa do Ratinho, Lula deixou em casa o chantagista a serviço da quadrilha do mensalão para incorporar num estúdio do SBT, durante 40 minutos, o animador de palanque a serviço de si próprio e de companheiros do PT. O que se viu na tela foi mais que propaganda eleitoral antecipada. Foi um comício ilegal estrelado por um pecador sem remédio nem limites, permanentemente empenhado em desmoralizar as normas que regem eleições no Brasil.

Na primeira parte da afronta transmitida ao vivo, o protagonista do espetáculo do deboche deixou claro que transforma até câncer em instrumento de caça ao voto. O relato da temporada no hospital foi enfeitado por um fundo musical de teatrão, mensagens açucaradas, cenas do filme “Lula, o Filho do Brasil”, depoimentos lacrimosos e reportagens pautadas pela sabujice. “Ele foi um grande presidente para nós brasileiros, que o adoramos, o amamos”, derramou-se, por exemplo, o ex-jogador Ronaldo. Há poucos anos, o Fenômeno aposentado só achava que “ele  bebe pra caramba”.

Num dos vídeos que escancararam o crime premeditado, a locutora caprichou no fecho glorioso, ilustrado por imagens do herói que acabara de nocautear a doença: “Parecia a fênix renascendo das cinzas. O homem está de volta. E com a corda toda”. Ratinho deu-lhe mais corda ainda: por que a saúde não é tão boa?, quis saber o anfitrião da farra eleitoreira. Por culpa da oposição, garantiu Lula sem ficar ruborizado. Se o imposto do cheque não tivesse acabado, mentiu, os pacientes do Sírio Libanês hoje estariam morrendo de inveja dos fregueses do SUS.

Animado com a sintonia da dupla, Ratinho fez a proposta ao vivo: “Vamo montá um programa de entrevistas, Lula? Teve um monte de jornalista que bateu em você, vamo dá o troco neles”. O convidado gostou da ideia. ”Um dia desses vocês vão se surpriendê, que eu vou vir aqui trabalhá com o Ratinho”, ameaçou, olhando para a plateia. Foi a senha para o início da segunda parte do show repulsivo, concebida para resgatar Fernando Haddad do buraco dos 3% nas pesquisas.

“Por que você escolheu o Haddad?”, cochichou Ratinho. Close no ex-ministro da Educação, risonho na  fila do gargarejo. “Acho que São Paulo precisa do Haddad”, comunicou o palanque ambulante. Outro close na salvação dos paulistanos. “Vem pra cá, Haddad”, ordenou Ratinho, que retomou o tema que o preocupa enquanto o candidato se ajeitava na poltrona: o que pode fazer um prefeito para melhorar a saúde?

“As coisas que dependem do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma, que é gerar emprego e distribuição de renda, isso está sendo feito”, declamou Haddad. Na maior cidade brasileira, ensinou, a saúde só não é de primeiro mundo porque o prefeito é do PSD e o governador é do PSDB. O padrinho aparteou o afilhado para jurar que nunca antes neste país houve um ministro da Educação tão competente. Quem construiu uma escola por dia é capaz de inaugurar um hospital por mês já no primeiro ano de governo.

Liquidada a questão municipal, começou a sucessão presidencial. Lula será candidato em 2014?, passou a bola Ratinho. “A única hipótese de eu sê candidato é a Dilma não querê se candidatá, eu não vô deixá que um tucano dirija esse país”, devolveu Lula.  “O Zé Serra tá ralado”, chutou Ratinho de bico. Só na prorrogação o apresentador pareceu lembrar que andou lendo alguma coisa sobre Lula e Gilmar Mendes. O que houve mesmo?, perguntou.

“Quem inventou a história que prove a história”, cortou o lobista dos mensaleiros. Ratinho completou de canela: “”Quem gosta de você, gosta de você. Quem não gosta de você, não gosta de você. Quem é indiferente, vai ser indiferente”. Tradução: quem tem chefe não pode deixar de aplaudi-lo mesmo que apareça nu no Parque do Ibirapuera, com uma carabina engatilhada e avisando aos berros que vai liquidar a tiros a herança maldita legada por FHC. Lula, é verdade, não fez isso. Fez coisas piores.

Num país sério, a dupla sairia algemada do SBT por determinação da Justiça eleitoral. Nestes trêfegos trópicos, o ex-presidente continua fazendo impunemente o que quer. A apresentação de Lula e Ratinho  começou com todo mundo cantando o hino do Corinthians. Deveria terminar com a chegada de um batalhão da polícia. Como isto é o País do Carnaval, só não terminou com a entrada de um batalhão de mulatas por falha da produção.

Link da matéria: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/num-pais-serio-os-tres-estupradores-da-lei-eleitoral-sairiam-algemados-do-sbt/

Leia também:  A farra bilionária do Banco Panamericano foi uma obra conjunta de Lula e Sílvio Santos

Veja também: Governo Lula compra Banco Panamericano de Silvio e ainda empresta dinheiro para fraude

Abaixo, vídeo mostra uma série de matérias sobre a visita de Silvio Santos ao Palácio do Planalto

Nunca na história desse país deu-se tanto dinheiro a banqueiro. Se o banco é de um amigo pessoal de Lula, está tudo bem, nem precisa pagar juros.

A Caixa Econômica Federal tinha acabado de comprar 49% do capital ordinário do Panamericano, o papel virou pó. O dinheiro do contribuinte, do FGTS, foi para o ralo.

Silvio deu um grande golpe no bolso do contribuinte.

Ele já é procurado na Europa por golpes. Para onde ele vai agora?

Alguém lembra quando o SBT minimizou o incidente de Serra no Rio de Janeiro?

Tudo quanto é “merda” tem os dedos de Lula no meio.

Quem não lembra do Silvio visitando o Palácio do Planalto dias atrás?

Agora o banco pega R$ 2,5 bi sem juros para pagar em 10 anos, com a primeira parcela para daqui a 3 anos.

Ainda bem que ele só tem nove dedos.

Banco PanamericanoAjuda bilionária ao banco do Grupo Silvio Santos (JN – 10/11/2010)

Governo compra Banco Panamericano de Silvio Santos, e depois de fraude, ainda empresta dinheiro a juros zero.

A Deloitte é a maior empresa de auditoria do mundo e não apontou os problemas que o PanAmericano tinha ao auditar o balanço de 2009. As auditorias não tem mais nenhuma credibilidade, depois de tantos casos de fraude.

Lula ganhou a retribuição de um grande favor.

Gestão Antonio Anastasia: força-tarefa agiliza projetos para recuperação de danos causados pelas chuvas

Minas buscar obter liberação, pelo governo federal, de R$ 2 bilhões em investimentos para drenagem, contenção de encostas, esgotos, estudos e planos de redução de riscos

Divulgação/Sedru
Força-tarefa formada pelo governador Anastasia se reúne para apressar projetos para recuperação de estragos
Força-tarefa formada pelo governador Anastasia se reúne para apressar projetos para recuperação de estragos

A força-tarefa do Governo de Minas, encarregada pelo governador Antonio Anastasia de captar recursos para obras de prevenção de riscos e de recuperação dos estragos causados pelas chuvas no Estado, intensifica os trabalhos para obter liberação, pelo governo federal, de cerca de R$ 2 bilhões em investimentos para drenagem, contenção de encostas, esgotos, estudos e planos de redução de riscos.

Comandada pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Regional e Polícia Urbana, Bilac Pinto, a força-tarefa discutiu esta semana, na Cidade Administrativa, detalhes das obras emergenciais, já em análise pelo Ministério do Planejamento, em Brasília, abrangendo de imediato R$ 1,05 bilhão para projetos de drenagem, R$ 330,4 milhões para contenção de encostas, R$ 590,4 milhões para redes de esgotos, R$ 31 milhões para estudos e R$ 6 milhões para planos de redução de riscos. Além de ações preventivas, o documento contempla projetos estruturantes de saneamento básico em municípios de todas as regiões mineiras.

Além de especialistas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), a força-tarefa é integrada por dirigentes e técnicos da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), da Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab Minas), da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) e do Escritório de Prioridades Estratégicas.

O maior volume de recursos, de R$ 481 milhões, está previsto para o sistema integrado de contenção de cheias na Bacia do Rio Sapucaí nos municípios de Itajubá, Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre, já com projetos de engenharia concluídos. O objetivo é a construção de um dique em Pouso Alegre e de três barragens de contenção nos rios Sapucaí, Vargem Grande e Lourenço Velho. Além disso, o projeto de R$ 27 milhões prevê a construção de um dique e de galerias em Pouso Alegre, para evitar que as águas do Rio Mandu invadam casas e ruas durante as chuvas.

Ribeirão Arrudas

A proposta prevê ainda a aplicação de R$ 147 milhões em obras na Bacia do Ribeirão Arrudas em Belo Horizonte e Contagem, já com projetos de engenharia concluídos. Um deles, de R$ 127,2 milhões, prevê obras de contenção de cheias no Córrego Riacho das Pedras, tributário do Córrego do Ferrugem, em Contagem. Outro, no valor de R$ 16,3 milhões, é destinado a requalificação urbana e ambiental de aglomerados, estando previstos ainda R$ 3,41 milhões para complementação de obras no PAC no Arrudas.

Estão incluídos, ainda, R$ 99,2 milhões para recuperação e ampliação de calha de drenagem no Rio Betim, na Grande BH, já com projeto básico de engenharia concluído. Projeto de engenharia já finalizado prevê implantação de um sistema de contenção de cheias nos rios Muriaé e Preto, na Zona da Mata, com remoção de rochas, ampliação de calhas, construção de muros-dique, avenidas sanitárias e barragens de retenção, num valor total de R$ 300 milhões. “A importância da participação da Cohab Minas é, principalmente, a de contribuir com sua experiência, a exemplo do que aconteceu na execução do Proacesso, no qual foi necessário um trabalho muito grande na remoção e reassentamento das famílias”, afirmou o presidente da Cohab Minas, Octacílio Machado.

De acordo com a proposta, apenas para a contenção de encostas e obras de prevenção são solicitados R$ 256 milhões. Para a Bacia do Rio Paraopeba, está prevista a aplicação de R$ 112 milhões para ampliação de esgotamento sanitário em Betim, Bonfim, Contagem, Esmeraldas, Juatuba e Sarzedo, beneficiando mais de 690 mil pessoas. Na Bacia do Rio das Velhas, os projetos contemplam com esgotamento sanitário os municípios de Nova Lima, Ribeirão das Neves e Vespasiano, num total de 208 milhões.

Também já está com projeto de engenharia concluído a despoluição da Bacia do Rio Grande, envolvendo a implantação de esgotamento sanitário nos municípios de Barbacena, Botelhos, Campanha, Congonhal, Guaxupé, Tiradentes e Três Corações, no valor total de R$ 176 milhões. Recursos de R$ 51 milhões estão previstos para esgotamento sanitário nas bacias dos rios Paraíba do Sul e Paraná, envolvendo os municípios de Além Paraíba, Camanducaia e Patos de Minas e beneficiando população de 165 mil pessoas. Foram ainda incluídos no documento a liberação de R$ 43,5 milhões para projetos de esgotamento sanitário em 14 municípios às margens do Lago de Furnas.

Para a contratação de projetos emergenciais de recuperação dos estragos das chuvas, a Sedru reivindica R$ 31 milhões, sendo R$ 6 milhões para a Região Metropolitana de Belo Horizonte; R$ 10 milhões para Além Paraíba, Cataguases, Dona Euzébia, Guidoval, Governador Valadares, Jeceaba, Ouro Preto, Ponte Nova e Ubá; e para ações nas bacias dos rios Doce, Itabapoana e Paraíba do Sul. O Estado pretende aplicar ainda R$ 6 milhões em planos municipais de redução de riscos de 38 municípios assolados pelas cheias.

Fonte: Agência Minas

Aécio afirma que o debate político se esvazia com adversários despolitizando campanha com duelo de popularidade

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Ex-governador e candidato ao Senado criticou estratégia de embate entre ele e presidente Lula na disputa no Estado

O ex-governador Aécio Neves criticou hoje a estratégia adotada pela campanha dos seus adversários na disputa pela sucessão ao Governo de Minas. Aécio Neves afirmou que a tentativa de estabelecer um embate entre ele e o presidente da República é artificial e esvazia o necessário debate político que deve ocorrer em torno de ideias e propostas, e não de pessoas. Aécio Neves afirmou que ao desviar o foco das eleições, os adversários abandonaram a discussão dos verdadeiros interesses da população, promovendo claro prejuízo aos eleitores.

“O PT passa por momento muito difícil em Minas. O primeiro deles, lá atrás quando foi impedido de ter candidatura ao Governo de Minas a partir de uma intervenção nacional. Agora, na declaração de uma das suas principais lideranças que me parece absolutamente patética, buscando transformar a eleição em Minas em um concurso de popularidade, despolitizando totalmente a campanha. Lamento que talvez o desespero ou o temor pelas últimas pesquisas eleitorais leve uma liderança, por quem todos tínhamos respeito, a querer transformar a eleição em Minas em um concurso de popularidade aos tempos de Marlene e Emilinha Borba”, afirmou o ex-governador referindo-se à famosa disputa das cantoras da Era do Rádio, nos anos 50.

Aécio Neves afirmou que no período eleitoral é fundamental que o eleitor conheça propostas concretas dos diferentes candidatos para que possa fazer a sua escolha. O ex-governador disse que as campanhas de Anastasia e dele manterão o debate de ideias e não entre pessoas.

“Queremos discutir projetos e programas para Minas Gerais. Em todas as regiões do Estado, estamos discutindo projetos para Minas dentro das fronteiras de Minas. Triste uma candidatura que precisa se esconder atrás de outras lideranças para buscar vencer as eleições. É um momento muito triste esse porque passa o PT em Minas Gerais”, afirmou o ex-governador.

Parceria
O ex-governador afirmou ainda que, mesmo estando em partidos adversários, ele e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, mantiveram durante oito anos uma postura republicana no relacionamento entre o Governo do Estado e o governo federal. Ele afirmou que seu candidato a presidente, José Serra, também terá uma prática republicana na administração.

“Minas foi o Estado brasileiro que mais avançou em todos os indicadores, tendo aqui um governo que era de oposição ao presidente da República. O presidente teve uma postura republicana com Minas. O candidato do meu partido, José Serra, eu tenho certeza, terá, se eleito, uma posição republicana em relação aos governos estaduais. Minas será respeitada não porque teve um candidato indicado ou apoiado por determinado presidente da República, mas pela força do seu peso econômico, político e pela autoridade do seu governante”, afirmou o ex-governador.

Autonomia
Aécio Neves destacou que o governador Antonio Anastasia é o candidato mais indicado para dar continuidade ao desenvolvimento de Minas e aos avanços conquistados na área social.

“Temos um homem forte que não precisa de um biombo para se esconder. Temos um candidato com toda autonomia sobre quem vão pesar a responsabilidade de governo, a quem a população vai cobrar as ações de governo e quem vai responder a essa cobrança. Quem se esconde atrás de um vice ou de outras lideranças políticas é que não demonstra força, capacidade e autonomia para vencer e para governar. Isso tá ficando muito claro. Temos um candidato extraordinário, eu repito, que não precisa de biombo para se esconder e de muleta para suportar o seu peso nessa campanha eleitoral”, disse Aécio Neves.