Gestão Eficiente: programa de Qualidade de Vida marca as comemorações de um ano do Calendário Sociocultural

O programa tem como objetivo trabalhar a calma, a autoestima e a administração do tempo na vida pessoal e profissional dos servidores

O Calendário Sociocultural da Cidade Administrativa e o Fórum de Ideias completam, nesta semana, um ano de atividade para a promoção de cultura, educação, lazer e saúde profissional dos servidores lotados na sede do Governo de Minas. Para celebrar o aniversário, a Intendência ampliou a parceria com a Organização Brahma Kumaris do Brasil e vai desenvolver um programa de capacitação dos funcionários públicos para a qualidade de vida.

Com duração de junho a novembro de 2012, o programa tem como objetivo trabalhar a calma, a autoestima e a administração do tempo na vida pessoal e profissional dos servidores. Além disso, terá seis palestras, com duração de uma hora, e seis workshops, com duas horas de duração.

A parceria entre a Cidade Administrativa e a Brahma Kumaris começou em junho de 2011 e, desde então, realizou diversas palestras, entre elas, três internacionais. As personalidades estrangeiras que falaram para os servidores lotados na sede do Governo de Minas são: a professora sênior de meditação Raja Yoga, a norte-americana Gayatri Naraiane, representante da Brahma Kumaris junto à Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York; o consultor australiano em relações interpessoais, Ken O´Donnell; e o escritor, consultor em desenvolvimento humano e professor na Bolívia, Marcelo Bulk.

Outra parceria de sucesso foi celebrada com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), que possibilitou a participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e do Serviço Social do Comércio (Sesc) nas ações socioculturais da sede do Governo do Estado. O Sesc marcou presença no “Almoço com Arte” e o Senac realiza palestras semanais sobre temas variados. Além disso, os servidores puderam usufruir de serviços odontológicos na Carreta Sesc e corte de cabelo e SPA das mãos na Carreta Senac.

Nos meses de dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o calendário foi incrementado com a parceria do Banco do Brasil com o projeto “A melhor hora do dia”, que trouxe para o cotidiano da Cidade Administrativa apresentações musicais, teatrais, circense e atividades de saúde.

Sucesso de público

No primeiro semestre do ano passado, os eventos passaram a fazer parte da vida profissional de 16 mil servidores que atuam no complexo administrativo, especialmente no horário de almoço, fazendo do térreo dos edifícios Minas e Gerais pontos de encontro dos colegas de trabalho e palco para a manifestação da arte e da cultura. Entre os artistas que já passaram pelo local, destacam-se: Aline Calixto, Grupo Magnatas do Samba e o radialista Agnaldo Silva, da BH FM.

Desde maio de 2011, foram realizados dez concertos de canto coral; seis apresentações de teatro e dança; 30 exibições cinematográficas; 70 palestras motivacionais com equipes do Senac e da entidade Brahma Kumaris; campanhas sociais com doação de brinquedos e de agasalho; doação de sangue com campanhas mensais, totalizando 160 doações; e campanhas de vacinação contra a gripe.

A participação e integração dos servidores são fundamentais para a realização desses eventos, por isso foi reservado espaço exclusivo para incentivar a mobilização de todos, que recebeu o nome de “Prata da Casa”, onde foram revelados vários talentos da Cidade Administrativa.

Algumas ações possuem datas fixas no calendário anual da Cidade Administrativa. A ginástica laboral, por exemplo, reúne aproximadamente 12 mil participantes por semana. As atividades são realizadas sempre às segundas e quartas, no Prédio Minas, e às terças e às quintas, no mesmo horário, no Prédio Gerais. Ambas entre 9h30 e 11h30. No Palácio Tiradentes, acontecem nas tardes de terças e sextas, a partir das 13h45. As equipes visitam todos os andares para ninguém ficar de fora.

Outro sucesso de público é a feira de talentos artesanais. A primeira edição vendeu artigos natalinos produzidos pelos próprios servidores. Estima-se que o faturamento total tenha chegado a quase R$ 30 mil. A segunda edição da feira será de 9 a 11 de maio, com foco no Dia das Mães.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-de-qualidade-de-vida-marca-as-comemoracoes-de-um-ano-do-calendario-sociocultural/

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Governo Anastasia: Países andinos conhecem modelo de gestão do Governo de Minas

Secretaria de Planejamento e Gestão apresenta a evolução da administração pública estadual, que está em sua terceira geração

Osvaldo Afonso / Imprensa MG
Subsecretário André Reis destacou pontos que viabilizaram o sucesso da gestão mineira
Subsecretário André Reis destacou pontos que viabilizaram o sucesso da gestão mineira

O modelo de gestão, a evolução e as conquistas do Governo de Minas a partir de 2003 foram apresentados a gestores públicos e especialistas do Peru, Equador, Bolívia e Colômbia, nesta quinta-feira (3), pelo subsecretário de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo de Minas, André Abreu Reis.

O subsecretário de Minas Gerais foi convidado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) a relatar a experiência do governo mineiro durante o “Seminário Pernambuco, BID e Países Andinos”, realizado em Recife (PE). O banco é um dos parceiros dos estados e países na formatação, implantação e acompanhamento de modelos de gestão para resultados. A troca de experiências entre esses governos é uma das práticas do BID.

Na palestra, André Reis apresentou a evolução da gestão em Minas, que está em sua terceira geração. A primeira, conhecida como Choque de Gestão (2003/2006) garantiu o ajuste fiscal e a revitalização do planejamento. Na segunda geração, “Estado para Resultados (2007/2010), o governo consolidou o acompanhamento de projetos nas secretarias e órgãos. A terceira geração – Gestão para a Cidadania – institui o Estado em Redes e prevê o trabalho integrado de áreas temáticas para execução de programas e a regionalização das ações governamentais, com a participação da sociedade civil.

André Reis destacou pontos que viabilizaram o sucesso da gestão mineira, como o engajamento da alta gestão do Governo de Minas na pactuação dos resultados, as conquistas para a área de Recursos Humanos do Estado e as ferramentas desenvolvidas para atingir os objetivos.

Durante o debate, após a apresentação, os representantes dos outros países demonstram interesse nos requisitos institucionais que permitiram ao Governo de Minas chegar a quase uma década com um modelo de gestão para resultados, a cada ano mais fortalecido e eficaz. “A maioria imaginava que essa gestão foi viabilizada por meio de tecnologia de ponta, inclusive com o desenvolvimento de softwares para isso. Mostrei que, na verdade, implantamos a gestão para resultados com boas ideias e compromisso com as metas pactuadas”, explicou André Reis.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/paises-andinos-conhecem-modelo-de-gestao-do-governo-de-minas/

Gestão Anastasia: levantamento do Governo Federal indica que exportação de mel cresce em Minas Gerais

Jequitinhonha e Mucuri destacam-se como regiões produtoras. Estados Unidos são o principal destino.

Divulgação/CBA
Apicultura gera 13 mil empregos em Minas Gerais, grande parte em regime de economia familiar
Apicultura gera 13 mil empregos em Minas Gerais, grande parte em regime de economia familiar

Café, açúcar, carne e soja não foram os únicos produtos que se destacaram no cenário das exportações do agronegócio de Minas Gerais em 2011. De acordo com informações da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (MDIC), as exportações do mel vêm se destacando em Minas Gerais e somaram US$ 1,7 milhão em 2011, apontando um crescimento de 18% em relação ao  ano anterior. O volume de exportações também cresceu: foram 559 toneladas, o maior volume desde 2004, quando 290 toneladas do produto deixaram o país.

De acordo a assessora técnica da Seapa, Márcia Aparecida de Paiva Silva, a apicultura mineira é favorecida em decorrência ambiente natural propício para o desenvolvimento da atividade. “A atividade pode ser desenvolvida em consórcio com várias culturas agrícolas, como espécies de árvores frutíferas, silvicultura, café, dentre outros, que são beneficiadas pela polinização das abelhas”, avalia.

Segundo dados Federação Mineira de Apicultura (Femap), Minas Gerais produz quatro mil toneladas de mel por ano, que geram 13 mil empregos, grande parte em regime de economia familiar. São 4,5 mil apicultores, 85 associações e quatro cooperativas que garantem condições ideais para a produção de produtos de extrema qualidade.

“Os fatores positivos para o estado são a resistência e vitalidade das abelhas brasileiras aliadas à diversidade da flora, a abundância de recursos hídricos, o clima, a temperatura e a altitude adequadas”, destaca o presidente da Femap, Irone Martins Sampaio.

Jequitinhonha e Mucuri destacam-se na produção

Minas Gerais é o quinto maior produtor de mel do Brasil. A região que mais produz é Jequitinhonha/Mucuri, representando 22,7%, seguido por Central (15,2%), Sul de Minas (14,5%), Rio Doce (12,8%), Zona da Mata (11,3%), Norte de Minas (9,3%), Centro Oeste (6,4%), Triângulo (4,2%), Alto Paranaíba (2,3%) e Noroeste (1,2%).

Irone Sampaio, da Femap, destaca a orientação de entidades como a Emater e Idene que garantem qualificação junto aos produtores. “Esse auxílio contribui muito para a formação e capacitação dos apicultores. São pequenos produtores que trabalham com várias frentes de atividades rurais e precisam de alguém para mostrar a importância do conhecimento. Por isso estamos estimulando a criação de associações apícolas nas diversas regiões”, explica.

Estados Unidos são o principal destino

O mel brasileiro teve como principal destino o Estados Unidos. As compras americanas aumentaram 66,4% entre 2010 e 2011. O país comprou, em 2011, US$ 1 milhão, correspondendo 58,7% da produção exportada, totalizando 327,2 toneladas. O segundo maior comprador é o Reino Unido, com US$ 342,6 mil, o equivalente a 19,8% das exportações do produto. O terceiro lugar ficou com a Alemanha, com US$ 245,7 mil (14,2%). Os demais países importadores do produto mineiro são Bélgica, Canadá, Japão e Bolívia.

“O significativo consumo contribui para que os Estados Unidos se posicionem na liderança entre os principais importadores mundiais de mel, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)”, comenta Márcia Paiva Silva, da Seapa.

Fonte: Agência Minas