Governo de Minas: obras do BRT alteram pontos do transporte coletivo no Centro de Belo Horizonte

No total, 94 linhas gerenciadas pela Setop e 67 pela BHTrans terão seus itinerários alterados

Em função das obras do BRT, Transporte Rápido por Ônibus, na área central de Belo Horizonte, a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), em ação conjunta com a BHTrans, realizará alteração dos pontos das linhas metropolitanas que trafegam pela avenida Santos Dumont, entre as ruas da Bahia e São Paulo. As alterações entrarão em funcionamento a partir da próxima terça-feira (15).

Noventa e quatro linhas gerenciadas pela Setop e 67 pela BHTrans terão seus itinerários alterados. As linhas metropolitanas que antes trafegavam pela Santos Dumont, no sentido entre a Rodoviária e a Praça da Estação passarão, agora, pelas ruas São Paulo e Caetés.

As linhas metropolitanas que circulavam pela Avenida Santos Dumont, no sentido inverso, entre a Praça da Estação e a Rodoviária, passarão a circular pelas ruas Guaicurus e São Paulo, retornando para a Avenida Santos Dumont.

Todos os pontos de embarque e desembarque localizados na Avenida Santos Dumont, entre as ruas da Bahia e São Paulo, deixarão de operar. As calçadas permanecerão inalteradas, possibilitando o deslocamento dos pedestres e o acesso ao comércio.

Informações

Os usuários do sistema metropolitano serão informados sobre as alterações por meio de cartazes, que serão afixados nos pontos de embarque e desembarque e no interior dos ônibus, onde também receberão informativos. As dúvidas poderão ser obtidas pelo telefone 155, opção 6.

Os locais das alterações serão sinalizados com faixas de tecido para orientação aos condutores. Agentes da Unidade Integrada de Trânsito, BHTrans, Polícia Militar de Minas Gerais e Guarda Municipal irão operar o tráfego na região.

Para mais detalhes sobre as alterações nos itinerários das linhas de ônibus gerenciadas pela Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas clique aqui (arquivo PDF).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/obras-do-brt-alteram-pontos-do-transporte-coletivo-no-centro-de-belo-horizonte/

Governo de Minas: Alberto Pinto Coelho assina convênio para acesso de municípios a recursos do Água para Todos

Assinatura ocorreu durante reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, em Recife

Aluísio Moreira / Ministério da Integração Nacional
Vice-governador Alberto Pinto Coelho assinou, em Recife, convênios com o Ministério da Integração Nacional
Vice-governador Alberto Pinto Coelho assinou, em Recife, convênios com o Ministério da Integração Nacional

O vice-governador Alberto Pinto Coelho assinou, nesta sexta-feira (27), em Recife (PE), convênios com o Ministério da Integração Nacional para acesso a recursos do Comitê Integrado de Combate à Seca e do Comitê Gestor do Programa Água para Todos, por parte de municípios do semiárido mineiro. A assinatura ocorreu durante a 14ª reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Participaram do encontro governadores do Nordeste e os vice-governadores de Minas Gerais e Espírito Santo.

“Ninguém mais contesta que o Nordeste vive hoje o melhor e maior período de desenvolvimento da sua história. Ninguém igualmente contesta que sobrevivem no Nordeste – incluindo a área mineira da Sudene – resistentes bolsões de pobreza. A criação do comitê integrado de combate à seca e do seu grande aliado, o comitê gestor do Programa Água para Todo é de grande importância”, salientou Alberto Pinto Coelho.

Por meio do Água para Todos,  estão disponíveis recursos da ordem de R$ 340 milhões para a instalação de cisternas, barragens e sistemas de abastecimento em municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Maranhão e Minas Gerais. O programa, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, tem como objetivo a universalização do acesso à água a mais de 750 mil famílias. Coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, o Água para Todos é parte do Plano Brasil Sem Miséria.

Durante a reunião, foi anunciada a criação de uma linha de crédito especial, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), administrado pelo Ministério da Integração, destinada a produtores, empreendedores dos setores industrial, comercial e de serviços dos municípios com situação de emergência ou estado de calamidade reconhecidas pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, a partir de 01 de dezembro de 2011. As operações serão efetuadas por meio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) com objetivo de implementar ações de desenvolvimento econômico da região e combate à seca.

O secretário de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas, Gil Pereira, que também participou da reunião da Sudene destacou a importância do programa Água para Todos. “É um programa de extrema importância que ajudará nossa região a enfrentar uma das maiores crises das últimas quatro décadas”, disse.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alberto-pinto-coelho-assina-convenio-para-acesso-de-municipios-a-recursos-do-agua-para-todos/

Governo de Minas: Instituições estaduais se unem na luta pelo patrimônio cultural

Educação, transversalidade, leis e distribuição de recursos foram alguns dos temas discutidos

O I Encontro Nacional das Instituições Estaduais de Preservação do Patrimônio Cultural teve um saldo muito positivo. O encontro realizado em Recife durou três dias e possibilitou conversas e debates que resultaram na decisão de dar continuidade à troca de informações e à construção de uma política comum, pautadas no diálogo entre as instituições. Essa decisão deverá ser fortalecida com a criação do fórum Nacional das instituições Estaduais de Preservação do Patrimônio Cultural, de caráter permanente, que terá sua primeira reunião ainda este ano.

No encontro, o presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas gerais (Iepha/MG), Fernando Cabral leu a carta elaborada por ele, “Carta do Recife”. O documento explicita o intuito da construção dessa rede, fazendo ainda considerações, recomendações e proposições relacionadas à atuação dos órgãos e à política pública de preservação. Educação, transversalidade, exigência de uma nova postura, recomendações acerca de elaboração de novas leis e distribuição de recursos foram algumas das questões pactuadas.

Participaram do Encontro representantes de 13 estados, Amapá, Ceará, Goiás, Santa Catarina, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Distrito Federal, Maranhão, Sergipe, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul.

Fernando Cabral, um dos idealizadores do encontro, junto a Severino Pessoa (Fundarpe/PE) e a Frederico Mendonça (Ipac/BA), apresentou um painel sobre a atuação do Iepha/MG e os desafios enfrentados, colocando ainda algumas questões comuns a todas as instituições presentes, como fontes de financiamento, especulação imobiliária, depredação, furtos, vandalismo, mineração e legislação sobre crimes contra o patrimônio cultural.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/instituicoes-estaduais-se-unem-na-luta-pelo-patrimonio-cultural/

Governo de Minas: região Centro-Oeste conta com 14 cachaças certificadas pelo IMA

Selo do Governo de Minas garante a procedência do produto. Estado é responsável por 50% da produção nacional

Divulgação/Cachaça Caipira
A Cachaça Caipira comercializa anualmente cerca de 40 mil litros da bebida
A Cachaça Caipira comercializa anualmente cerca de 40 mil litros da bebida

Governo de Minas, por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), promoveu, desde 2008, a certificação de 221 marcas de cachaça de alambique. Na região Centro-Oeste, 14 cachaças são certificadas pelo órgão estadual. A expectativa para 2012 é que o número de estabelecimentos certificados em Minas aumente em pelo menos 10%.

De acordo com o Sebrae/MG, Minas Gerais possui cerca de 8,4 mil alambiques. O Estado produz, anualmente, cerca de 200 milhões de litros do produto, o que corresponde a aproximadamente 50% do mercado nacional. Na mesorregião Oeste, cerca de 220 estabelecimentos produzem cachaça, o equivalente a aproximadamente 2,6% do total produzido em todo o Estado.

O programa de certificação de produtos agropecuários e agroindustriais do IMA é voltado para produtores de cachaça artesanal, produzida com fermento natural e destilada em alambique de cobre. A certificação é de adesão voluntária e o interessado em participar desse processo pode procurar um dos escritórios do instituto para receber as orientações necessárias.

De acordo com a auditora do IMA, Miriam Alvarenga, o programa de certificação da cachaça foi criado devido ao fato da bebida ser um produto tradicional de Minas Gerais.

“Há um compromisso de governo de estabelecer políticas públicas para o setor, o que inclui a melhoria da qualidade do produto. A certificação visa alcançar mercados cada vez mais competitivos e temos tido um retorno bem positivo dos produtores que conseguem a certificação”, disse Alvarenga.

Certificação alavanca vendas

A cachaça Ferrador, produzida no município de Divinópolis, foi a primeira do Estado a obter o selo do Governo de Minas. De acordo com o proprietário da marca, Geraldo Maia da Silva, a cachaça é fabricada há 26 anos. “Minha família cultivava cana de açúcar desde a segunda metade do século 19. Meu bisavô levava rapadura e toucinho ao Curral Del Rei, arraial que veio a se tornar Belo Horizonte. Com o passar do tempo resolvemos sair do segmento de rapadura e açúcar. Aí começamos a produzir a cachaça de alambique e estamos no ramo até hoje”, informa Silva.

A cachaça Ferrador produz anualmente 3.500 litros da bebida, sendo que 40% do produto é enviado ao exterior, 35% é comercializado no Centro-Oeste mineiro e 25% segue para pontos de venda em estados como Bahia e Rio de Janeiro. De acordo com o produtor da cachaça, o selo do IMA facilita a comercialização do produto para outros países e outros estados da federação.

“A certificação do IMA foi muito importante, pois fez com que a nossa cachaça se tornasse mais desejada pelo consumidor. O selo dá ao cliente uma satisfação de segurança do produto a ser consumido”, destacao proprietário da Cachaça Ferrador.

Desde 1946, a cachaça Caipira é produzida no município de Itapecerica. Os proprietários, os irmãos Paulo César Lima e Guido Antônio Lopes, cresceram vendo o pai fabricar a cachaça de alambique e hoje vivem da fabricação do produto. Certificada pelo IMA em 2008, a fábrica de cachaça comercializa anualmente cerca de 40 mil litros da bebida e já foi exportada para países como a Suíça. Atualmente, a cachaça Caipira é comercializada principalmente na cidade de Itapecerica e nos municípios da redondeza.

“A certificação do IMA melhorou a nossa imagem no mercado. O selo nos leva a um público exigente e que não se importa em pagar mais por um produto de qualidade e que tem a garantia de um órgão estadual”, garanteo produtor Paulo César Lima.

Como obter a certificação

No momento de requerer a certificação, o produtor pode optar por três sistemas produtivos da cana: o sistema orgânico, o sem agrotóxicos e o sistema tradicional. No primeiro, a cana deve ser cultivada sem agrotóxico e adubo químico. No segundo, não pode haver aplicação de agrotóxicos e o uso do adubo químico é permitido. E no tradicional, é permitido o uso de agrotóxicos e adubos químicos indicados para esta cultura, dentro dos parâmetros agronômicos prescritos.

Além disso, o IMA é acreditado pelo Inmetro como Organismo de Certificação de Produtos para cachaça. A acreditação confere ao IMA credibilidade e maior notoriedade em âmbito nacional e internacional no processo de certificação de produtos agropecuários. Além da certificação conjunto junta ao Inmetro, o IMA também certifica pelo protocolo mineiro a cachaça de alambique e a cachaça orgânica de alambique.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/regiao-centro-oeste-conta-com-14-cachacas-certificadas-pelo-ima/

Gestão Anastasia: Minas inicia implantação de Territórios de Agricultura Irrigada

Primeira etapa do plano está definida com a participação de três regiões

Divulgação/Seapa
Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos
Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos

Os três primeiros Territórios de Agricultura Irrigada de Minas Gerais deverão ser implantados a partir de julho de 2012. De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), até o fim do primeiro semestre serão definidas as ações necessárias para a ampliação e aprimoramento da agricultura irrigada nesses territórios, que abrangem as bacias dos rios Paranaíba e Jequitinhonha e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Território de Agricultura Irrigada é uma região geográfica delimitada por uma bacia hidrográfica, ou parte de uma bacia hidrográfica, tendo como base as Unidades de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRH). O Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos.

De acordo com o secretário adjunto de Agricultura, Paulo Romano, o passo seguinte à definição dos três primeiros Territórios de Agricultura Irrigada de Minas será a busca de financiamento para projetos.

“Esses territórios estão sendo delineados como novo conceito de gestão territorial proposto pelo Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais, que integra o Programa Estruturador Sustentabilidade e Infraestrutura no Campo, instituído em 2010 e cuja responsabilidade é da Seapa”, explica.

Com base no diagnóstico da irrigação no Estado, a Seapa e os parceiros no plano (Ministério da Integração Nacional por meio da Secretaria Nacional de Irrigação, e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA) analisaram propostas de ação governamental que possam ampliar a área irrigada e ao mesmo tempo aprimorar o manejo da água na agricultura estadual.

“Trata-se de um desafio, porque há limites de acesso à água e os produtores rurais mineiros, em algumas sub-bacias, já atingiram o limite para outorga. Entretanto, a ampliação da irrigação é cada vez mais necessária e possível, conforme as análises desenvolvidas”, diz Romano.

Ele observa também que “as mudanças climáticas, que causam aumento das incertezas, as necessidades crescentes de alimentos e energia da biomassa, juntamente com as restrições ao desmatamento, tornam indispensável a expansão da agricultura irrigada.”

Condições específicas

Os estudos que compõem o Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais  detalham as condições socioeconômicas, ambientais e culturais de cada território, município por município. Um grupo gestor integrado por representantes dos agricultores e demais usuários da água foi constituído para garantir a sustentabilidade da irrigação nos territórios já definidos. De acordo com Romano, essas pessoas participam da definição dos projetos de solução coletiva para a irrigação nas áreas, de acordo com as condições específicas das regiões.

“São processos inovadores em que o governo (Agricultura e Meio Ambiente) e produtores buscam o mesmo objetivo, o desenvolvimento sustentável”, acrescenta o secretário adjunto.

Na bacia do Paranaíba, que tem tradição na agricultura irrigada, é grande a organização dos usuários. Um exemplo é o município de Araguari, onde 90% da cafeicultura depende de irrigação. A região lidera o ranking da produção  de milho, com estimativa de uma safra de 1,8 milhões de toneladas em 2012, além de produção expressiva de soja e algodão.

“A função dos territórios de irrigação é substituir o modelo da busca de soluções individuais pelas coletivas, ou seja, criar condições para a reunião de todos os usuários da água para agricultura irrigada e outros, numa mesa de negociação, buscando soluções sustentáveis específicas para a bacia”, ressalta Romano.

Já para a bacia do Jequitinhonha,  região do semiárido, segundo Romano, “o foco é a reservação de água com prioridade para as necessidades do consumo humano e animal. O volume excedente de água deve ser destinado à produção agrícola e piscicultura em pequenas áreas para a  geração de renda. No caso desse território de irrigação, o Plano Diretor prevê também o desenvolvimento de projetos para a utilização da água dos reservatórios já existentes na região, principalmente aqueles sob administração da Ruralminas, vinculada à Secretaria da Agricultura.

Romano observa que, “para o território de irrigação da Região Metropolitana de Belo Horizonte, predominam projetos voltados à qualidade da água que é usada em grande volume para a diluição e transporte de esgoto e processos de mineração”.  Nesse caso, ele explica, as ações propostas pelo Plano Diretor têm por objetivo melhorar as condições da irrigação das lavouras do Cinturão Verde. O projeto inclui negociações a fim de conciliar o processo de produção com a expansão imobiliária.

Segundo o secretário adjunto, os projetos dos três territórios deverão ser apresentados a instituições nacionais, como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB) e Banco do Nordeste do Brasil (BNB).  Ele prevê a apresentação de propostas para a concretização de mais seis territórios de irrigação até 2014. De acordo com o Plano Diretor, o Estado terá um total de 16 territórios, todos coincidindo com as Unidades de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos (UPGRHs) do Estado definidas pela  Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, por meio do Igam.

Modelo mineiro

Minas Gerais tem uma área irrigada de 525 mil hectares e capacidade para irrigar 3 milhões de hectares, de maneira sustentável, respeitando as condições topográficas, climáticas e socioambientais e de acordo com o uso adequado das águas para as diversas finalidades. Já o Brasil possui área irrigada de aproximadamente 5 milhões de hectares, mas tem potencial para irrigar cerca de 30 milhões de hectares.

Por isso, segundo Romano, o Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais está despertando o interesse de outros Estados, como Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará e Paraná. Além disso, ele acrescenta, o Ministério da Integração Nacional considera o plano como projeto piloto para implantação do Plano Diretor Nacional de Agricultura Irrigada.

“É uma nova visão em que diretrizes estratégicas e gestão integrada valem mais do que as grandes obras físicas”, finaliza.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-inicia-implantacao-de-territorios-de-agricultura-irrigada/

Gestão da Saúde: Simpósio discute avanços no tratamento da doença falciforme

O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, em Juiz de Fora

Com o objetivo de promover o conhecimento sobre a doença falciforme, debatendo os temas que impactam no tratamento e na qualidade de vida dos pacientes, como os avanços tecnológicos, em especial a terapia celular, será realizado nesta terça-feira (20), em Juiz de Fora, o 3º Simpósio Municipal de Doença Falciforme. O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, reunindo cerca de 150 pessoas, entre profissionais da área de saúde, pacientes e funcionários da Fundação Hemominas. O endereço é avenida Rio Branco, nº 3353, Centro.

Organizado por meio de uma parceria entre a Hemominas, a Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, o Conselho Municipal de Saúde, a Santa Casa de Misericórdia e a Associação de Pessoas com Doença Falciforme (APAFTF), o encontro marca também o Dia Estadual da Conscientização da Síndrome da Doença Falciforme, comemorado em 20 de março.

A Fundação Hemominas, referência para o tratamento da doença falciforme no Estado, participa do simpósio com palestra da presidente da instituição, Júnia Cioffi, sobre o Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais (Cetebio), em implantação pela Hemominas, e que constituirá o maior banco de tecidos biológicos da América Latina.

“O transplante de medula óssea e o transplante que envolve células de sangue de cordão umbilical se apresentam como uma nova alternativa para os pacientes com doença falciforme. O Cetebio, com bancos para processar e armazenar esses tecidos irá contribuir para o fornecimento de produtos de qualidade para estes pacientes”, afirma Júnia Cioffi.

A programação do evento inclui ainda debates sobre os novos avanços no tratamento da doença. O tema será apresentado pelo médico ortopedista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Gildásio de Cerqueira Daltro, que tem experiência com terapia celular no tratamento das lesões ósseas da anemia falciforme. Também farão palestras o coordenador do Núcleo de Transplantes de Medula Òssea do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), professor Ângelo Atalla, e o diretor do Núcleo de  Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Universidade Federal de Minas Gerais (Nupad/UFMG), José Nélio Januário, que já participou dos simpósios anteriores realizados em 2005 e 2010,  e falará sobre a ”Política Pública sobre a Doença Falciforme em Minas Gerais”.

O encontro apresenta ainda o depoimento “Uma vida com e sem anemia falciforme” de Elvis Silva Magalhães, coordenador da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme, que foi submetido a um transplante de medula óssea, que o livrou da doença depois de quase 40 anos convivendo com ela.

Doença Falciforme

A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil e apresenta, já nos primeiros anos de vida, manifestações clínicas importantes, o que representa um sério problema de saúde pública no país. Em Minas Gerais, a doença falciforme foi incluída na triagem neonatal em 1998. A Fundação Hemominas é referência no acompanhamento e tratamento dos pacientes falciformes no Estado.

A doença é resultante de alteração genética caracterizada pela presença de um tipo anormal de hemoglobina denominada Hemoglobina S (HbS). Ela faz com que as hemácias adquiram a forma de foice (daí o nome falciforme), em ambiente de baixa oxigenação, dificultando sua circulação e provocando obstrução vascular. As hemácias têm a função de carregar oxigênio para os tecidos, principal combustível para os órgãos. No caso da doença falciforme, pelo fato de as hemácias apresentarem a forma de foice, elas são destruídas precocemente, além de se agregarem e diminuir a viscosidade do sangue nos pequenos vasos do corpo.

Entre os sintomas causados pela doença estão a anemia permanente, a cor amarelada na pele e nos olhos e as crises dolorosas, principalmente nos ossos, músculos e articulações. Diagnosticada precocemente pelo teste de triagem neonatal (teste do pezinho), a doença exige que o paciente receba assistência desde o nascimento por uma equipe multidisciplinar.

O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, em Juiz de Fora

Com o objetivo de promover o conhecimento sobre a doença falciforme, debatendo os temas que impactam no tratamento e na qualidade de vida dos pacientes, como os avanços tecnológicos, em especial a terapia celular, será realizado nesta terça-feira (20), em Juiz de Fora, o 3º Simpósio Municipal de Doença Falciforme. O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, reunindo cerca de 150 pessoas, entre profissionais da área de saúde, pacientes e funcionários da Fundação Hemominas. O endereço é avenida Rio Branco, nº 3353, Centro.

Organizado por meio de uma parceria entre a Hemominas, a Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, o Conselho Municipal de Saúde, a Santa Casa de Misericórdia e a Associação de Pessoas com Doença Falciforme (APAFTF), o encontro marca também o Dia Estadual da Conscientização da Síndrome da Doença Falciforme, comemorado em 20 de março.

A Fundação Hemominas, referência para o tratamento da doença falciforme no Estado, participa do simpósio com palestra da presidente da instituição, Júnia Cioffi, sobre o Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais (Cetebio), em implantação pela Hemominas, e que constituirá o maior banco de tecidos biológicos da América Latina.

“O transplante de medula óssea e o transplante que envolve células de sangue de cordão umbilical se apresentam como uma nova alternativa para os pacientes com doença falciforme. O Cetebio, com bancos para processar e armazenar esses tecidos irá contribuir para o fornecimento de produtos de qualidade para estes pacientes”, afirma Júnia Cioffi.

A programação do evento inclui ainda debates sobre os novos avanços no tratamento da doença. O tema será apresentado pelo médico ortopedista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Gildásio de Cerqueira Daltro, que tem experiência com terapia celular no tratamento das lesões ósseas da anemia falciforme. Também farão palestras o coordenador do Núcleo de Transplantes de Medula Òssea do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), professor Ângelo Atalla, e o diretor do Núcleo de  Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Universidade Federal de Minas Gerais (Nupad/UFMG), José Nélio Januário, que já participou dos simpósios anteriores realizados em 2005 e 2010,  e falará sobre a ”Política Pública sobre a Doença Falciforme em Minas Gerais”.

O encontro apresenta ainda o depoimento “Uma vida com e sem anemia falciforme” de Elvis Silva Magalhães, coordenador da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme, que foi submetido a um transplante de medula óssea, que o livrou da doença depois de quase 40 anos convivendo com ela.

Doença Falciforme

A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil e apresenta, já nos primeiros anos de vida, manifestações clínicas importantes, o que representa um sério problema de saúde pública no país. Em Minas Gerais, a doença falciforme foi incluída na triagem neonatal em 1998. A Fundação Hemominas é referência no acompanhamento e tratamento dos pacientes falciformes no Estado.

A doença é resultante de alteração genética caracterizada pela presença de um tipo anormal de hemoglobina denominada Hemoglobina S (HbS). Ela faz com que as hemácias adquiram a forma de foice (daí o nome falciforme), em ambiente de baixa oxigenação, dificultando sua circulação e provocando obstrução vascular. As hemácias têm a função de carregar oxigênio para os tecidos, principal combustível para os órgãos. No caso da doença falciforme, pelo fato de as hemácias apresentarem a forma de foice, elas são destruídas precocemente, além de se agregarem e diminuir a viscosidade do sangue nos pequenos vasos do corpo.

Entre os sintomas causados pela doença estão a anemia permanente, a cor amarelada na pele e nos olhos e as crises dolorosas, principalmente nos ossos, músculos e articulações. Diagnosticada precocemente pelo teste de triagem neonatal (teste do pezinho), a doença exige que o paciente receba assistência desde o nascimento por uma equipe multidisciplinar.

Fonte:http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/simposio-discute-avancos-no-tratamento-da-doenca-falciforme/

Governo de Minas: expositores ampliam participação na Expocafé 2012

As atividades da Expocafé terão início no dia 19 de junho, com a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira

Samantha Mapa/Epamig
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas

Cento e dezoito empresas já confirmaram participação na Expocafé 2012. A exposição, promovida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), será realizada entre os dias 19 e 22 de junho, na Fazenda Experimental de Três Pontas, no Sul de Minas.

Neste ano, a Expocafé contará com uma área de exposição de 12,3 mil m² e 193 estandes; em 2011, a área ocupada foi de 10 mil m². “Já iniciamos os estudos de viabilidade para garantirmos a ampliação da feira em 2013”, afirma o coordenador do evento e chefe do Departamento de Eventos Tecnológicos da Epamig, Mairon Mesquista.

A maior parte das empresas que vão participar desta 15ª edição da Expocafé tem sede na região Sudeste do país, sendo 60 do estado de São Paulo e 42 de Minas Gerais. Também estão garantidos na feira expositores dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Distrito Federal.

“A tendência nesta edição está sendo a ampliação dos estandes. Temos casos de empresas que irão ampliar em quatro vezes a área de exposição em relação ao anopassado”, informa Antônio Augusto Braighi, integrante da Comissão de Organização e Comercialização.

As atividades da Expocafé terão início nodia 19 de junhocom a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira. O Simpósio é exclusivo para participantes previamente inscritos. A partir dodia 20, a feira será aberta ao público, com a realização da exposição de equipamentos, máquinas e insumos e de eventos paralelos, como as dinâmicas de campo, os cursos de capacitação para operadores de máquinas e oevento Café com Saúde, promovido pela Epamig em parceria com a UniversidadeFederal de Lavras.

Dinâmicas de Máquinas

A Epamig iniciou as inscrições das empresas interessadas em participar das Dinâmicas de Máquinas durante a Expocafé 2012. É uma ótima oportunidade para os expositores demonstrarem em campo o funcionamentode máquinas e implementos agrícolas a cafeicultores e operadores.

O regulamento das Dinâmicas está disponível no site da Expocafé e as inscrições de expositores podem ser feitas até o dia 30 de maio pelos telefones: (31) 3489-5001 e 3489-5078 ou pelo e-mail expocafe@epamig.br. O número de empresas participantes é limitado (30 vagas), sendo que cada expositor pode utilizar no máximo três máquinas.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Daniela Mercury vai a programa de TV com peça produzida por detentos mineiros

Célia Santos/TV Bahia
Daniela Mercury usou um vestido roxo da marca Doisélles, produzida por detentos de Minas
Daniela Mercury usou um vestido roxo da marca Doisélles, produzida por detentos de Minas

A cantora Daniela Mercury apareceu mais uma vez vestindo peça produzida por detentos da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires, de Juiz de Fora. A artista foi a um programa da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, usando um vestido roxo da marca Doisélles, que coordena a produção de peças com a parceria do presídio.

No dia 14 de fevereiro, Daniela já havia concedido entrevista coletiva sobre o Carnaval 2012 usando um outro modelo fabricado pelos detentos, um vestido vermelho, de crochê, que ajudou a compor figurino de Dona Flor, personagem do escritor Jorge Amado, que faria 100 anos em 2012 e foi homenageado pela cantora durante os dias de folia.

Além da artista, a apresentadora Angélica também já usou modelo produzido pelos detentos durante programa da TV Globo. A socialite Beth Szafir também adquiriu peças da marca, que mantém um showroom em São Paulo, está presente em 70 lojas multimarcas em todo o Brasil e participa, constantemente, de feiras em Paris e Tóquio.

Os modelos também já apareceram em campanhas publicitárias e todas as peças, sem exceção, trazem uma etiqueta que identifica o trabalho social realizado pela penitenciária estadual e a empresa Doisélles.

Ressocialização de detentos

Os detentos se dedicam oito horas por dia à produção da marca, criada pela empresária mineira Raquell Guimarães, que teve a ideia de buscar mão de obra na prisão, já que não conseguia no mercado. “Normalmente quem realiza esse tipo de trabalho são pessoas mais idosas, senhoras, que não conseguiam se dedicar como precisávamos. Então pensei nessa parceria, mas imaginei mulheres. Quem sugeriu que fossem os homens foi a diretora do presídio”, conta a empresária.

Ândria Valéria Andries Pinto é quem comanda a penitenciária e apostou nos detentos. “Falei com ela que em dez dias a gente ia conseguir provar que eles eram capazes. E deu tão certo que eles até já criaram um modelo”, revela. Os detentos realizam o trabalho desde 2009, quando foram capacitados e aprenderam o ofício.

Pelo trabalho, os presos recebem remição de pena – a cada três dias trabalhados, um a menos no cumprimento da sentença – e remuneração por peça produzida. O principal retorno, no entanto, não pode ser contabilizado: é a oportunidade de começar uma vida nova, ainda dentro dos presídios e penitenciárias.

fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Cemig informa atendimento e previsão do tempo para o Carnaval

Nos dias 20 e 21 de fevereiro as solicitações de serviços e reclamações poderão ser feitas pelo Fale com a Cemig, no telefone 116

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) informa que, em virtude do Carnaval, as agências e postos de atendimento da empresa não funcionarão nos dias 20 e 21 de fevereiro, segunda e terça-feira. Nesses dias, solicitações de serviços e reclamações poderão ser feitas pelo Fale com a Cemig, no telefone 116. Esse serviço funciona 24 horas, e a ligação é gratuita. A Agência Virtual, disponível no site www.cemig.com.br, também oferece diversos serviços com conforto e segurança. As agências e postos de atendimento da Cemig voltam a funcionar na quarta-feira de cinzas (22), a partir do meio-dia.

Previsão do Tempo

Capital e RMBH

Em Belo Horizonte e Região Metropolitana (RMBH), a previsão para o Carnaval é de predominância de céu parcialmente nublado. Poderão ocorrer pancadas rápidas de chuva no final do dia e início da noite, principalmente na sexta-feira, dia 17. As temperaturas máximas estarão elevadas, em torno dos 30°C.

Interior de Minas

Entre a sexta-feira e a segunda-feira, os dias apresentarão céu parcialmente nublado na maior parte do período, mas com um ligeiro aumento da nebulosidade à tarde quando poderão ocorrer pancadas rápidas de chuva. Nesse período, o dia com maior probabilidade de ocorrer estas pancadas de chuvas é a sexta-feira, dia 17, principalmente no Leste, Centro e Oeste de Minas. As temperaturas continuarão elevadas em todo o estado, principalmente no Triângulo, Leste e Norte, onde, em algumas localidades, passarão dos 33°C.

A partir da terça-feira, a chegada de uma frente fria provocará pancadas de chuva no Triângulo, Oeste e Sul, principalmente do meio da tarde em diante. A aproximação desse sistema provocará um aumento das temperaturas nas demais regiões, podendo ficar acima dos 34°C no Norte e Leste.

Litoral

Haverá pancadas de chuvas rápidas, no final do dia, no litoral sul da Bahia, em praticamente todos os dias. Já no litoral capixaba e fluminense há previsão de chuvas rápidas na sexta e sábado à tarde. Na quarta-feira de cinzas, a aproximação de uma frente fria provoca pancadas rápidas no litoral sul do Rio de Janeiro. Finalmente no litoral norte paulista há previsão de pancadas de chuva na segunda e terça-feira.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: dados de 2011 sobre criminalidade em Minas serão divulgados no dia 27

O governador Antonio Anastasia determinou que os dados sobre criminalidade violenta em Minas Gerais, referentes ao ano de 2011, sejam divulgados, no próximo dia 27 de fevereiro, pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). A partir de agora, as estatísticas de homicídios, homicídios tentados, estupros, roubos e roubos à mão armada serão divulgados mensalmente.

Tradicionalmente, a divulgação dos números sobre a criminalidade violenta no Estado é divulgada pela Seds, a exemplo do que ocorre em outros Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Paraná.

Importante ressaltar, entretanto, que as demais estatísticas de criminalidade sempre estiveram disponíveis para a sociedade, tanto por meio de informações da Diretoria de Estatísticas da Seds quanto pelos batalhões e delegacias regionais das 18 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) de Minas.

O governador determinou, ainda, a revogação de memorando que proíbe os batalhões da Polícia Militar de divulgar dados sobre criminalidade violenta em Minas Gerais.

Fonte: Agência Minas