Gestão Anastasia: cresce mais de 700% o número de micro e pequenas empresas abertas em Minas

Levantamento mostra perfil dos proprietários e tempo de mercado dos pequenos negócios no Estado

Nos últimos cinco anos, o número de micro e pequenas empresas abertas em Minas Gerais aumentou 787%.  Os dados são referentes a mais de 559 mil Micro e Pequenas Empresas (MPE) ativas na Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg), que em parceria com o Sebrae-MG fizeram um levantamento sobre o perfil do empresário e o tempo de existência da empresa.

De acordo com o estudo, em 2007 eram aproximadamente 20 mil MPE em Minas. Em 2011, esse número subiu para mais de 130 mil. “Uma das justificativas para este aumento, pode ser o crescimento da economia brasileira nos últimos anos. Os estímulos da Lei Geral às MPE e as facilidades e vantagens da formalização com a criação do Empreendedor Individual, também devem ser considerados no surgimento dos novos empreendimentos de pequeno porte”, explica o analista da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae-MG, Luander Falcão.

Em relação ao perfil das MPE, nota-se que 37% dos estabelecimentos são comandados por mulheres, grande parte com idade entre 30 a 49 anos. O setor de comércio é o que concentra mais da metade do número de MPE abertas, 52%, seguida por serviços (28%), indústria (16%) e construção civil (4%). “A pesquisa apresenta dados que nos ajudam a compreender o comportamento e a evolução das micro e pequenas empresas no Estado de Minas Gerais”, afirma Ângela Pace, presidente da Jucemg.

Quarenta e três por cento das MPE têm mais de 5 anos de mercado. Dessas, a maioria é do setor de comércio, ao todo, 143,7 mil das MPE. As atividades que apresentaram o maior número de MPE com este tempo de mercado são comércio varejista de vestuário, alimentos, ferragens e material de construção, restaurante e comércio de peças e acessórios para veículos.

Já os empreendimentos com até um ano de existência representam 39% do total das MPE mineiras, 32% delas administradas por empresários entre 24 e 39 anos. Os setores de comércio (96.215 MPE) e serviços (73.100 MPE) são os que apresentam o maior número de empresas que estão há menos tempo no mercado.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/cresce-mais-de-700-o-numero-de-micro-e-pequenas-empresas-abertas-em-minas/

Governo de Minas: moradores do bairro São João Batista terão a chance de sair da informalidade

A ação será realizada no bairro São João Batista (Rua Elcir Ribeiro, nº 96), de 9h às 14h

Divulgação/Sedese
O cabeleireiro Geraldo Magela de Carvalho, de 35 anos, foi um dos beneficiados e saiu da informalidade
O cabeleireiro Geraldo Magela de Carvalho, de 35 anos, foi um dos beneficiados e saiu da informalidade

O cabeleireiro Geraldo Magela de Carvalho, de 35 anos, trabalhou durante onze anos na informalidade.  Nesse período, ele não teve direito a vários benefícios de um trabalhador formal, como auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou por idade, entre outros.  Porém, desde 27 de março, Geraldo, que tem um salão na Vila Atila de Paiva, no Barreiro, se tornou um empreendedor formal.

O cabeleireiro é um dos 50 moradores de vilas e favelas de Belo Horizonte beneficiados por uma ação da Assessoria de Assuntos Sociais para Vilas e Favelas, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), e o Sebrae, que incentiva trabalhadores a formalizar suas atividades. Nesta terça-feira (10), das 9h às 14h, a ação será realizada no bairro São João Batista (Rua Elcir Ribeiro, nº 96).

Os moradores não precisam sair do local onde moram para serem atendidos, uma vez que a estrutura do Sebrae, com unidade móvel, internet e técnicos, vai até a comunidade e o CNPJ fica pronto imediatamente. E foi justamente essa comodidade que incentivou Geraldo Magela. “Nunca soube como se fazia para me formalizar. Agora está tudo mais fácil e mais próximo. Também antes, as taxas eram bem mais altas. Hoje está ficando mais acessível”, disse o cabeleireiro.

De acordo com o responsável pela Assessoria de Vilas e Favelas, Weslei Morais, quem opta pela formalidade tem vários benefícios: salário-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou por idade, pensão por morte e até auxílio-reclusão.

A formalidade também possibilita a expansão dos negócios, pois o trabalhador passará a emitir nota fiscal.  “Agora tenho condições de abrir crédito em várias lojas”, comemora Geraldo. “Fico mais tranquilo. Tomara que nada venha a acontecer, mas, se ocorrer, tenho uma válvula de escape”, completou o cabeleireiro, referindo-se aos benefícios legais, como auxílio-doença.

Taxas

O empreendedor formal paga para a prefeitura uma taxa anual, que varia de R$ 120 a R$ 140 (depende da função), além de R$ 30 ou R$ 36 por mês para o INSS.

Agenda

A ação no bairro São João Batista será a terceira realizada neste ano. Antes, moradores das vilas Santa Rosa (Região da Pampulha) e Atila de Paiva (Barreiro) foram atendidos. No dia 24 deste mês, a ação será realizada na Vila Oeste, em Belo Horizonte. A iniciativa acontece duas vezes por mês.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/moradores-do-bairro-sao-joao-batista-terao-a-chance-de-sair-da-informalidade/

Governo de Minas: Museu Ana Maria Casasanta e Biblioteca Bartolomeu Campos Queirós já recebem o público na Magistra

Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores tornou-se espaço de resgate da história da educação mineira
Divulgação/SEE
Escola Magistra faz o resgate da história da educação em Minas Gerais
Escola Magistra faz o resgate da história da educação em Minas Gerais

Mais do que um espaço para capacitação de profissionais ligados à educação em Minas Gerais, a Magistra, Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores, instalada no bairro Gameleira, em Belo Horizonte, tornou-se um espaço de resgate da história da educação. Inaugurada na última quinta-feira (2), a Magistra abriga o Museu Ana Maria Casasanta Peixoto, com um acervo de seis mil peças, e a Biblioteca Bartolomeu Campos Queirós, que conta com cerca de 50 mil títulos. Os dois espaços já estão disponíveis para visitação.

O passeio pela história da educação mineira começa por entre as peças do museu. Com reproduções de salas de aula que contam diferentes momentos da educação em Minas, o visitante se depara com objetos que remontam diversos períodos. No fim do século XIX até o início da década de 1930, por exemplo, vigorou no Estado o modelo da escola tradicional. E algumas peças são simbólicas desse período. As carteiras eram fixadas no chão e a mesa do professor ficava em cima de um tablado, para reafirmar a posição de autoridade em relação aos alunos.

Entre as demais peças do acervo em exposição, o visitante encontra cartilhas de leitura e livros didáticos históricos, uniformes, aparelhos de todos os tipos, como os primeiros modelos de computadores, entre outras peças do cotidiano da educação em diferentes épocas. De palmatórias e mata borrões, os objetos remetem a tempos em que alunos e estudantes nem sonhavam com laboratórios.

“Há no museu, por exemplo, uma pequena lousa que era usada pelos estudantes no início do século XX. Naquela época, o papel era muito caro e, antes de escrever no papel, os estudantes tinham de treinar na lousa”, conta Nelma Marçal, pedagoga do Museu Ana Maria Casasanta Peixoto. As visitas ao museu já estão abertas. Basta, para tanto, fazer o agendamento pelo telefone 3379-8431.

O acervo da biblioteca que hoje leva o nome do escritor Bartolomeu Campos Queirós conta com os mais variados tipos de livros, entre literários e didáticos, de diferentes décadas. Em sua maioria, o acervo de 50 mil exemplares agregou títulos que estavam no extinto Centro de Referência do Professor, que funcionava na Praça da Liberdade, e o acervo do Instituto de Recursos Humanos João Pinheiro, além de doações.

Com publicações que datam do início do século passado, a biblioteca reúne títulos que marcaram a vida estudantil de várias personalidades mineiras. Tanto que, no dia da inauguração (02/02), o governador Antonio Anastasia chegou a fazer menção a uma coleção que usou nos seus estudos. “Essa coleção aqui eu estudei muito. Devo ainda saber tudo de cor”, brincou o governador, elogiando a coleção do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, da Fundação Getúlio Vargas, disponível na biblioteca.

O acervo conta ainda com livros antigos. Um exemplo é o livro “Reforma de Ensino Público Primário e Normal em Minas”, de Estevam Oliveira. Esse exemplar é um relatório finalizado em 3 de agosto de 1902 e apresentado ao então secretário do Interior de Minas Gerais. Há também obras que continham todos os hinos, marchas e canções escolares que eram executadas na década de 1920. O chamado “hinário”, ou “hymnario”, eram publicações que os estudantes usavam para decorar os hinos que executavam nas escolas.

Salas especiais

Os visitantes da biblioteca poderão procurar os títulos de interesse por entre as várias estantes ou fazer buscas mais específicas nas salas especiais. As salas homenageiam intelectuais e educadores mineiros, entre eles o escritor Bartolomeu Campos Queirós, que dá nome ao espaço.

A família do escritor, que faleceu em janeiro deste ano, doou à biblioteca os móveis e o acervo que Bartolomeu utilizava em seu escritório. A transferência das peças ainda está sendo feita, mas segundo a organização da biblioteca, a sala especial em homenagem ao escritor vai reproduzir o ambiente no qual ele estudava e escrevia. Autor de mais de 40 livros, Bartolomeu Queirós recebeu diversos prêmios literários, entre eles o Prêmio Jabuti, e ajudou na concepção do Museu na Magistra.

As educadoras Alda Lodi e Ana Maria Casasanta também são homenageadas com salas especiais na biblioteca. A primeira já teve seu acervo, com cerca de três mil livros, doado à biblioteca e já está disponível para consulta. A coleção da professora e historiadora Ana Maria Casasanta já está em fase de transferência para o espaço da biblioteca.

Exposição homenageia trabalho de educadoras mineiras

Além de capacitar servidores que atuam na educação, a Magistra também será um espaço para homenagear personalidades que contribuíram para a educação mineira. A escola abriga a exposição ‘Educadoras de Minas’, iniciativa que, por meio de textos e fotografias, apresenta a trajetória de profissionais que colaboraram para o desenvolvimento do ensino no Estado. As primeiras educadoras homenageadas são Alda Lodi e Alaíde Lisboa.

Alda Lodi nasceu em Belo Horizonte, em 17 de dezembro de 1898, filha de Luiz Lodi e Annunciata Mora Lodi, imigrantes italianos. Em 1912, aos 13 anos, foi matriculada na Escola Normal Modelo da Capital. Em 1916, iniciou sua carreira na mesma instituição como professora da primeira classe mista anexa à Escola Normal.

Já em 1927, selecionada pelo governo do Presidente Antônio Carlos Ribeiro de Andrada (1926-1930), integrou a equipe enviada à Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque/EUA, para cursar dois anos de especialização no Teacher´s College. Ao retornar a Minas, constituiu o núcleo fundador da Escola de Aperfeiçoamento, instituição criada na Reforma Educacional Francisco Campos, um marco na história da educação de Minas Gerais. Alda Lodi contribuiu no processo de formação de várias gerações de educadores em Minas Gerais, atuando na docência e na administração do ensino mineiro.

Já a escritora, educadora, ex-vereadora e professora aposentada da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Alaíde Lisboa, foi uma das grandes personalidades brasileiras nas áreas da educação e literatura infantil. Natural de Lambari, município mineiro onde passou a infância e a adolescência, a professora, integrante da Academia Mineira de Letras, tornou-se, em 1950, a primeira vereadora da capital mineira. Tanto na infância em Lambari, onde estudou no Grupo Escolar Dr. João Bráulio Júnior, quanto na adolescência em Campanha (MG), Alaíde Lisboa revelava grande gosto pelo estudo.

Após anos de estudo, a educadora aproximou-se da UFMG, onde lecionou Didática Geral e Especial. Foi também diretora do Colégio de Aplicação da Universidade e vice-diretora da Faculdade de Educação (FaE), onde organizou o mestrado da área. Atuou como professora da pós-graduação na FaE e na Faculdade de Medicina, dedicando-se à disciplina metodologia do ensino superior.

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: município de Ipatinga recebe Força Tarefa de combate à dengue recebe Força Tarefa de combate à dengue

Os mobilizadores vão percorrer casas, lojas comerciais e lotes baldios para eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti

Na próxima semana, entre os dias 7 e 14 de fevereiro, é a vez da cidade de Ipatinga, no Leste de Minas, receber a equipe da Força Tarefa de combate à dengue. Para reforçar a luta contra a doença, será feita uma vistoria nas áreas consideradas de risco, e os mobilizadores vão percorrer casas, lojas comerciais e lotes baldios para eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti.

Nos dias 10, 11 e 13, o município vai receber o Dengue Móvel, onde as pessoas poderão trocar objetos que acumulam água por material escolar. Haverá também, no dia 12, uma blitz educativa para conscientizar a população sobre a importância de se combater os focos do mosquito diariamente.

Programação

Dia 10 (sexta-feira) – Dengue Móvel

Hora: 8h às 14h

Local: Praça Principal – Avenida Esperança / Bairro: Esperança (próximo à Drogaria Itacolomy).

Dia 11 (sábado) – Dengue Móvel

Hora: 9h às 12h – Evento Minha cidade sem dengue

Local: Praça 1º de Maio – Avenida João Valentim Pascoal / Bairro Centro

Dia 12 (domingo) – Blitz educativa e panfletagem

Hora: 8h às 11h

Local: Avenida Selim José de Sales / Bairro: Canãa (perto do Banco do Brasil)

Dia 13 (segunda-feira) – Dengue Móvel

Hora: 8h às 11h

Local: Campo do Bigode – Rua: Mangaratiba / Bairro: Veneza (perto da UBS do Veneza II)

Hora: 13h às 16h

Local: Praça Principal – Avenida das Flores / Bairro: Bom Jardim

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Exportações de Minas Gerais atingem US$ 2,3 bilhões em janeiro

No acumulado dos últimos 12 meses, o resultado das exportações mineiras continuou apresentando resultados expressivos e atingiram US$ 40,98 bilhões

Divulgação
SEDE/Central Exportaminas, sobre a base de MDIC/Secex
SEDE/Central Exportaminas, sobre a base de MDIC/Secex

As exportações de Minas Gerais atingiram o valor de US$ 2,3 bilhões em janeiro de 2012, com uma média diária de US$ 105,5 milhões. Os dados preliminares foram divulgados nesta sexta-feira (3) pela Central Exportaminas, órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que realiza mensalmente o Mapeamento das Exportações de Minas Gerais com base nos números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Já as importações totalizaram US$ 1,03 bilhão, valor 17,1% superior ao mesmo mês de 2011. A média diária das importações de janeiro/12 foi de US$ 47,07 milhões. Houve um acréscimo de 16,3% tanto no valor importado quanto na média diária em relação a dezembro de 2011. O saldo comercial do mês passado alcançou US$ 1,28 bilhão, com uma redução de 30,4%, em relação a janeiro de 2011.

Acumulado

No acumulado dos últimos 12 meses (fevereiro de 2011 a janeiro de 2012), o resultado das exportações mineiras continuou apresentando resultados expressivos e atingiram US$ 40,98 bilhões, com expansão de 26,2% em relação ao período de fevereiro/2010 a janeiro/2011. O crescimento das exportações mineiras ficou bem acima da variação das exportações nacionais (+24,8%) e a participação sobre o total brasileiro ficou em 15,9%.

No mesmo intervalo, as importações aumentaram 28,6% na comparação com o mesmo período de 2010/2011, para US$ 13,2 bilhões. Enquanto isso, as importações nacionais cresceram 23,7%. As importações do Estado responderam por 5,8% do total brasileiro.

Minas Gerais continuou sendo o principal responsável pelo superávit da balança comercial brasileira. O saldo comercial do Estado foi de U$ 27,8 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses, enquanto o saldo nacional foi de US$ 28,1 bilhões. Sendo assim, Minas Gerais possui 98,9% do saldo comercial brasileiro. Em relação ao período de fevereiro/2011 a janeiro/2012, o crescimento foi de 7,6% no saldo comercial mineiro.

Fonte: Agência Minas

Blog do Anastasia – Favorecimento: Aécio Neves critca Governo Dilma por não fiscalizar aliados

Fonte: Folha de S. Paulo

Marca de Dilma é o favorecimento político, ataca Aécio

O senador Aécio Neves (MG) criticou ontem em entrevista à Folha o governo Dilma Rousseff e anunciou a decisão do PSDB de criar uma central de acompanhamento dos gastos federais.

“A marca do governo da ‘gerente’ é o abuso dos critérios políticos em detrimento dos interesses da população”, disse Aécio.

O ataque aconteceu no mesmo dia que a Folha mostrou que, em nome de Aécio, o PSDB evitaria ataques ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB).

Na esperança de contar com o apoio do PSB em 2014, líderes tucanos procuraram o DEM para informar que não atuariam como protagonistas na oposição a Bezerra.

Segundo Aécio, a inauguração da central está prevista para o mês que vem.

A estrutura é uma resposta à avaliação de que o tucanato poupa aliados de Dilma sonhando com uma coligação na eleição de 2014.

Além da central, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), disse que três equipes serão destacadas para fiscalização de políticas públicas do governo, como saúde e sustentabilidade.

Segundo Guerra, Aécio telefonou-lhe ontem para perguntar sobre a central.

“Não recebi nenhuma orientação de Aécio para que Bezerra seja poupado.”

Guerra é um dos que defendem que, em 2012, o PSDB exerça uma oposição mais vigorosa do que no primeiro ano do governo Dilma.

Potencial candidato à Presidência, Aécio flerta com partidos da base do governo.

No fim do ano passado, por exemplo, chegou a se reunir com o DEM para avaliar a hipótese de apoio à candidatura de Gabriel Chalita (PMDB) à Prefeitura de São Paulo.

INVESTIGAÇÃO

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu encaminhar para a primeira instância do Ministério Público Federal o pedido do DEM para investigar Coelho.

Gurgel entende que os fatos apresentados pelo partido, por enquanto, não trazem indícios de crime.