Governador Anastasia fala sobre o Choque de Gestão

Governador Anastasia defende reforma tributária e cria comitês para ampliar interlocução com a sociedade civil

Anastasia: “Temos duas emergências maiores – redistribuir o bolo tributário sem aumentar a carga e rediscutir o pagamento dos royalties minerais”
O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), principal aliado do senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) em sua pretensão de ser o candidato presidencial da sigla em 2014, espera negociar um consenso dentro do partido a respeito da reforma tributária, na reunião que os oito governadores tucanos terão em março em Belo Horizonte. Os governadores oposicionistas já estiveram antes da posse, em dezembro, em uma reunião em Maceió. Para Anastasia, a reforma tributária é um tema que pode ser transformado em um dos eixos da atuação do PSDB, uma vez que a insatisfação com o modelo tributário atual atinge também os aliados do governo federal.

Por meio de uma lei delegada aprovada pela Assembleia Legislativa mineira no mês passado, Anastasia tenta construir um diferencial entre a sua gestão e a anterior, de Aécio. O governador começou a estruturar comitês de discussões de temas de modo a estabelecer uma ligação direta entre o governo estadual e o que chama de “sociedade civil”. Já está decidida a criação de comitês de discussão com cafeicultores e produtores de leite e um comitê de assuntos sindicais, que deve contar com a participação das centrais. O governador irá pessoalmente coordenar as reuniões. Anastasia nega a inspiração no modelo criado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que instituiu o chamado “Conselhão”, uma câmara de debates que participou das reformas constitucionais no primeiro mandato do petista.

Em seu gabinete na Cidade Administrativa, o complexo de edifícios reunindo a administração do Estado que se tornou a principal obra do governo anterior, Anastasia concedeu a seguinte entrevista ao Valor:

Valor: Quantos são e por que foram criados os comitês em seu governo que vão reunir empresários e sindicalistas?
Antonio Anastasia: Serão vários, formados de acordo com a necessidade dos assuntos sociais e sindicais, com os relativos às questões econômicas. Por qual motivo? Para que eu tenha interlocução permanente com a sociedade civil, de maneira extremamente ágil, não burocrática, sem ser um grande conselho. Uma forma de o governador receber, permanentemente, ideias, sugestões. Em alguns deles, principalmente os da área social, vamos criar laboratórios de ideias.

Valor: A inspiração é o Conselhão do Lula?
Anastasia: É muito diferente. O Conselhão era uma questão formal muito grande. Os nossos serão leves, ágeis, com um número muito menor de pessoas. No máximo, oito, nove, dez pessoas. Isto começou dentro da campanha quando iniciamos a discussão sobre a questão do café. O governo estadual não tem muitos instrumentos para atuar na política do café, mas algumas ideias podem surgir. E o café, junto com o leite, tem importância fundamental em Minas no sentido de gerar riqueza descentralizada. Aí surgiu a ideia de criar comitês com produtores de café e do leite em um primeiro momento.

Valor: Qual o propósito do Comitê de Assuntos Sindicais? É o primeiro passo para o governo do Estado estruturar um salário mínimo regional ou o objetivo é melhorar a relação com o funcionalismo?
Anastasia: Eu recebi aqui a visita das principais centrais sindicais. Combinamos de começar a discutir. A geração de empregos é nossa prioridade absoluta e temos que saber das lideranças dos trabalhadores quais são as ideias boas. O salário mínimo regional é muito difícil em Minas, há muitas dificuldades nas prefeituras, porque Minas não é um Estado homogêneo. Nós temos que ter cautela em relação a isso. Podemos criar ali concentração de qualificação de mão de obra em uma determinada região com a participação dos sindicatos ou a criação de incentivos fiscais. Há várias ações em que os sindicatos podem ter um papel de liderança e eles devem ser procurados como aliados.

Valor: E quem coordenará esses comitês?
Anastasia: O próprio governador. Eu serei o presidente dos comitês quando se fizerem as reuniões.

Valor: Esse tipo de interação com a sociedade civil pode ser uma das bandeiras novas no PSDB dentro da refundação do partido que o ex-governador Aécio Neves e o senhor defendem?
Anastasia: Quando a ideia surgiu, em uma visita da campanha eleitoral à região dos cafeicultores no sul de Minas, eu não vislumbrava este alcance, mas se for um projeto exitoso, e eu espero que seja, não deixará de ser uma referência do governo mineiro, não chegaria a dizer do PSDB.

Valor: A ideia dos comitês é a marca que o senhor busca para este mandato?
Anastasia: Acho que o diferencial será esta proximidade que estou buscando com a sociedade. Não há precedente no Brasil.

Valor: Uma série de ações desenvolvidas no governo Lula não são precedentes?
Anastasia: O governo federal tem seus méritos, mas definitivamente não tem nos métodos de gestão e na questão administrativa a sua grande vitrine, muito pelo contrário.

Valor: Em relação ao PSDB, de que forma o partido vai começar a fazer oposição ao governo? Porque ainda não começou a fazer…
Anastasia: Oposição a governos no Brasil se faz na ação parlamentar, e o Parlamento ainda não reabriu. Então o partido ainda não teve tempo para se reposicionar. Sabemos que não haverá, como nunca houve no passado, enfrentamento entre chefes de governos. Isso não é da tradição política brasileira.

Valor: Quando se fala em refundar o PSDB, estamos falando em uma troca de guarda ou em uma questão maior, de reformular propostas e de mudar a imagem pública do partido?
Anastasia: Esta questão da refundação reflete a necessidade permanente de se recriar. Dizem que nós próprios, humanos, precisamos nos reinventar a cada dia, quanto mais um partido político. O PSDB acabou de passar por três eleições presidenciais seguidas com três derrotas, então naturalmente é uma questão de pensar porque é que não ganhamos. São diversos fatores. O PSDB tem seus pontos fortes e também tem seus pontos fracos, que precisam ser identificados. Tenho certeza que isto será feito ao longo dos próximos anos.

Valor: E quais são esses pontos fortes e pontos fracos?
Anastasia: Os pontos fortes são as marcas da gestão do governo Fernando Henrique Cardoso, que envolveram um determinado padrão de ética, de profissionalização e de meritocracia. Outra marca é a das parcerias com o setor privado. Pontos fracos, cito dois. Um de imagem, que é o tema das privatizações, que pegou uma alcunha muito negativa. O outro, de natureza política, é a necessidade ainda não atendida de se ter um discurso mais inclusivo do ponto de vista social e de fortalecer quadros partidários fora do eixo Minas-São Paulo.

Valor: O que seria uma nova bandeira partidária?
Anastasia: A primeira que eu cito é de uma reforma tributária que prestigie a Federação. Ainda mais porque temos oito governadores no PSDB e é uma responsabilidade nossa discutirmos este assunto, para desconcentrar a política tributária. O PSDB precisa discutir incentivos às políticas de industrialização. Temos ouvido alertas sobre os riscos de uma desindustrialização.

Valor: Dentro do partido já existe a compreensão sobre o fato de o grupo do ex-governador Aécio Neves ter transferido votos para o senhor e para candidatos a prefeito e a senador nas últimas eleições e não transferir votos para presidente?
Anastasia: Para mim sempre esteve perfeitamente claro que a transferência de votos se dá em um nível horizontal e não vertical. Isto aconteceu em relação às eleições de 2006 e 2010. Eu percebi isso conversando com as pessoas durante a campanha. E as transferências têm sempre um limite. Eu acredito que esta percepção é geral dentro do partido. Isto já ficou muito claro.

Valor: Existe uma impressão, sobretudo depois da reunião dos governadores tucanos em Maceió em dezembro, de que Minas ficou um pouco isolada nesta proposta de relançamento do PSDB.
Anastasia: Estive na reunião de Maceió e ali o que se discutiu não foi isso, mas ações políticas conjuntas de outra natureza, quais sejam o comportamento dos governadores diante do governo federal e projetos administrativos comuns. Isto ficará mais nítido na próxima reunião dos governadores tucanos, que será aqui em Belo Horizonte. Projetos comuns dos governadores como forma de unificar o partido.

Valor: É de se prever então que a reforma tributária seja o tema óbvio desta reunião.
Anastasia: Assim espero. Temos duas emergências maiores: redistribuir o bolo tributário sem aumentar a carga e rediscutir o ressarcimento da Lei Kandir e o pagamento dos royalties minerais. Temos que apresentar ao governo federal um posicionamento claro sobre a necessidade de se fazer a reforma tributária.

Valor: Dentro do próprio PSDB as posições e os interesses não são muito divergentes entre os governadores?
Anastasia: Bom, é impossível que saiam todos 100% satisfeitos, mas o consenso ganha chances maiores com o estabelecimento de prazos de carência para mecanismos entrarem em vigor. É possível o consenso partidário. Mas esta questão vai transcender partidos. Não conheço ninguém satisfeito com a situação presente: nenhum empresário, nenhum partido, nenhum cidadão. Estão todos infelizes.

Valor: Sobre a questão da política industrial, o senhor foi surpreendido com o anúncio feito no mês passado pela Fiat de construir uma unidade em Pernambuco?
Anastasia: A surpresa que ocorreu foi para o Brasil inteiro. Foi uma medida provisória que surgiu com nome, endereço e data certa. Criada especificamente para atender àquela situação. Naturalmente não vou criticar a expansão de outros Estados, mas o que não pode haver é a participação da União na guerra fiscal.

Valor: Então o senhor considera que a decisão envolvendo a Fiat foi eminentemente política?
Anastasia: Sim. Quanto a isso não há dúvida alguma. A medida provisória foi criada só para isso.

Valor: O senhor acha que foi uma maneira de o governo federal consolidar a relação com o PSB, partido do governador pernambucano Eduardo Campos?
Anastasia: Esta é uma ilação um pouco além da necessária. Acho que não. Acho que era um compromisso pessoal do ex-presidente com seu Estado de origem.

Valor: Durante o governo Aécio a relação com o governo federal foi muito boa, mas agora a chance de ele se tornar o candidato da oposição em 2014 aumentou em relação à que existia em 2010. Isto não pode tornar a parceria com o Planalto mais difícil?
Anastasia: Minas Gerais é o segundo Estado da Federação e ninguém cogita que Minas e São Paulo possam ser preteridas em alguma coisa por qualquer motivo que seja. Acredito piamente em um relacionamento harmonioso e republicano. A presidente é nascida aqui em Minas. Não acredito em nada diferente do que aconteceu nos últimos anos, até porque a eventualidade na candidatura presidencial do senador Aécio, que conta com todo o nosso apoio, se dará mais adiante, não agora. Na semana que vem mesmo receberemos a visita do ministro da Justiça [José Eduardo Martins Cardozo], que virá conversar sobre um assunto que nos é muito caro, que é o combate às drogas. E esta também é uma prioridade do ministro.

Valor: O senhor decidiu manter a diretoria da Cemig, com uma única modificação, que foi a criação de uma diretoria jurídica. Nada muda no planejamento estratégico da empresa?
Anastasia: A Cemig ganhou muito valor de mercado, é de capital aberto e por necessidade do próprio processo capitalista global teve que se expandir. A diretoria jurídica foi criada tendo justamente em vista estes processos de fusões, aquisições, coligações, compras e subsidiárias. A Cemig já devia ter este grupo mais qualificado na área jurídica há mais tempo. Mas outras modificações serão feitas oportunamente na gestão da empresa. A situação é dinâmica. Eu cobro permanentemente da Cemig questões até como a dos cortes de energia em função de raios e quedas de árvores. Tive uma reunião relativamente longa com a diretoria da Cemig sobre isso. Há necessidade da Cemig melhorar o atendimento dentro de Minas. Ela tem um nome muito bom no mercado, mas há uma impressão forte de que ela tem que melhorar a prestação de serviços aqui em Minas.

 

Fonte: Valor Econômico – César Felício

Governador de Minas diz que é uma responsabilidade “muito grande” suceder tucano Aécio Neves

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), 49, afirmou que é “muito grande” a responsabilidade de ser a vitrine do eventual projeto presidencial de seu antecessor e padrinho político, o senador eleito Aécio Neves (PSDB).

Anastasia disse ontem em entrevista à Folha que vai trabalhar “à exaustão” para manter o governo mineiro bem avaliado. Sobre a disputa entre tucanos paulistas e mineiros, disse que o PSDB “não tem dono”.

De olho na verba federal no Estado, Anastasia disse que espera ter uma relação “amistosa” com a presidente Dilma Rousseff, com quem disse ter semelhanças.

Vitrine de Aécio
A responsabilidade é muito grande. O [ex-]governador Aécio terminou o mandato com aprovação olímpica. […] Vou trabalhar à exaustão para que as coisas continuem melhorando e o governo continue bem avaliado.

Refundação do PSDB
Precisamos desmistificar algumas coisas. A palavra privatização é uma delas. É preciso demonstrar aos brasileiros que esse processo de parcerias com o setor privado é responsável por milhões de empregos e pelo desenvolvimento do Brasil. […] Muitas vezes esse discurso não chega ao cidadão mais simples. Então precisamos modificar o discurso, fazer uma ação mais assertiva no Nordeste.

Rixa MG X SP
Um partido que se pretende nacional não pode ter dono. Do contrário, ele não é um partido nacional, não reflete anseios nacionais.

Aécio e 2014
Ele terá um papel de grande liderança [no PSDB]. A definição de um candidato três anos antes da eleição é um tanto precoce. As circunstâncias mudam com rapidez. […] Eu defendo Aécio como eleitor mineiro. Ele tem todas as condições de ser candidato, de ser eleito e de ser um grande presidente.

Relação com Dilma
Pretendo ter uma relação muito amistosa, federativa, republicana. Será um tratamento de respeito, até porque ela é de Minas e naturalmente esperamos que ela vai ter por seu Estado sempre uma consideração especial.

Semelhança com Dilma
É uma questão objetiva. Existem trajetórias que são parecidas. É claro que o tipo de conhecimento, de experiência na administração pública, eu acho que é muito semelhante. E essa identidade não nos denigre, ao contrário, ela até nos enobrece.

É claro que nós temos, talvez por formação, pelo tipo de vida que tivemos, alguns princípios e valores que não são os mesmos.

Fonte:  Folha de S.Paulo

Capela de São Gonçalo reabre as portas para a comunidade

Após anos de expectativa a comunidade de Minas Novas não vê a hora de voltar a participar das celebrações na Capela de São Gonçalo. A data já está marcada, 17 de janeiro (segunda-feira), às 19h30. A edificação, de arquitetura simples e harmônica, acaba de ser totalmente restaurada após quase três anos de obras.

As obras arquitetônicas, no valor total de R$ 380 mil, foram contratadas e acompanhadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), órgão vinculado ao Sistema Estadual de Cultura, e incluíram reforço de fundação e de toda a estrutura em madeira, remoção de reboco deteriorado, recomposição da alvenaria de adobe, revisão do piso em madeira e recuperação de cobertura e entelhamento.

Ainda foram implantados projetos de prevenção e combate a incêndio e pânico e contra descargas atmosféricas. A capela também recebeu novas instalações elétricas e luminotécnicas, pintura interna e externa e um trabalho especializado de imunização contra insetos. Foi executado ainda um projeto paisagístico para os jardins com novo sistema de irrigação.

Os elementos artísticos da Igreja também foram totalmente recuperados. A restauração de retábulos, presbitério, arco do cruzeiro e outros detalhes ornamentais foi contratada pela prefeitura com uma verba de R$ 200 mil do Fundo Estadual de Cultura, com contrapartida de outros R$ 48 mil do município. Um dos pontos altos do trabalho foi a descoberta, pela restauradora contratada Mara Fantini, de duas figuras no altar mor. Verdadeiras preciosidades recuperadas, as pinturas, imitando trabalho em talha, representam dois santos dominicanos: possivelmente São Domingos e São Gonçalo.

Antes mesmo da reabertura da Capela, a comunidade já recebeu um presente. A imagem recém restaurada de São Pedro, padroeiro de Minas Novas, irá enriquecer ainda mais a ornamentação da edificação. A peça passou por completo trabalho de recuperação no ateliê da Gerência de Elementos Artísticos do Iepha/MG, dentro do Projeto Restauração de Acervos, e foi entregue à comunidade em junho.

Construção do período colonial

A Capela de São Gonçalo apresenta fachada singela, porém de graciosa composição. É composta por nave e capela-mor, sem torres ou sineiras. Um destaque é a pintura do forro da capela-mor representando São Gonçalo, que se acredita datar do século 17.

Apesar da escassa documentação histórica, a Capela de São Gonçalo é considerada pela tradição local como a mais antiga edificação religiosa de Minas Novas e sua construção é atribuída aos portugueses que ali fixaram residência. A edificação é mencionada em textos que precedem a independência do país, em 1822, o que confirma sua construção ainda no período colonial.

 

Governador Antonio Anastasia sanciona o Plano Decenal de Educação

O governador Antonio Anastasia sancionou, nesta quarta-feira (12), a lei que institui o Plano Decenal de Educação do Estado de Minas Gerais, durante reunião com a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves. Nele estão as diretrizes e metas da educação para o período de 2010 a 2020. Além de atender à legislação federal, o Plano Decenal orienta as ações na área para atingir as metas propostas pelo governador para que a educação seja “a mola propulsora do desenvolvimento de Minas Gerais”.

A partir de 2005, a Secretaria de Estado de Educação (SEE), em colaboração com a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação – Seção MG (Undime-MG), mobilizou os 853 Municípios na construção dos planos municipais de educação. Elaborados para um horizonte de dez anos, as diretrizes, os objetivos e as metas consolidados no Plano Decenal de Educação se fundamentam em estudos de diagnóstico que traçam perfis realistas de toda a educação do Estado.

O Plano também permite vincular as políticas públicas nacionais e as necessidades e expectativas regionais. Os princípios que nortearam a elaboração do documento foram a democracia, a defesa intransigente da qualidade da educação e a consolidação da equidade e da justiça social.

Ações estratégicas

O Plano Decenal de Educação do Estado de Minas Gerais define estratégias e metas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Superior e Educação de Jovens e Adultos. As ações estratégicas também englobam a Educação Especial, a Educação Tecnológica e Formação Profissional, Educação Indígena, do Campo e Quilombola e Educação nos Sistemas Prisional e Socioeducativo.

Governo de Minas também pretende investir na formação e valorização dos profissionais de Educação Básica. O Plano Decenal prevê o desenvolvimento e implementação de programas permanentes de formação continuada, em serviço, para profissionais de Educação Básica, visando ao aperfeiçoamento profissional, à atualização dos conteúdos curriculares e temas transversais, à utilização adequada das novas tecnologias de informação e comunicação e à formação específica para atuação em todos os níveis e modalidades de ensino.

Financiamento e Gestão

O Plano Decenal prevê a implementação dos princípios da gestão democrática e descentralizada, com o fortalecimento dos órgãos colegiados das escolas públicas, dos municípios e do Estado. Além do aperfeiçoamento do processo de participação dos pais e da comunidade na gestão das escolas; o Plano irá assegurar a formação continuada dos diretores, dos professores de todos os níveis de ensino, e dos dirigentes das Superintendências Regionais de Ensino, com ênfase especial na gestão dos processos administrativos e pedagógicos.

Diálogo

O Plano Decenal prevê ainda ampliação do diálogo com os dirigentes municipais, com o envolvimento das secretarias municipais de educação, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação e das entidades representativas dos profissionais de educação. O objetivo é discutir e definir políticas de cooperação mútua e execução efetiva dos objetivos e metas dos Planos Decenais de Educação dos municípios.

Também será estabelecida a política de supletividade do Estado em relação aos municípios, priorizando os de maior vulnerabilidade social. O objetivo é o de aperfeiçoar a política de cooperação entre o Estado e os municípios relativa ao programa de transporte escolar, com prioridade para a Educação do Campo.

 

Aécio Neves prega oposição ”firme” e alfineta Lula, senador criticou processo que levou fábrica da Fiat para PE

Aécio prega oposição ”firme” e alfineta Lula

Fonte: Eduardo Kattah – O Estado de S.Paulo

No dia em que foi diplomado senador, tucano critica processo que levou Fiat a decidir por fábrica em Pernambuco

O senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) reiterou ontem a promessa de uma oposição “firme”, mas “qualificada” ao governo Dilma Rousseff no Congresso. No entanto, ao chegar para a cerimônia de diplomação, não deixou de alfinetar o presidente Lula, a presidente eleita e o PT mineiro ao criticar o processo que levou a Fiat a decidir por instalar uma nova fábrica em Pernambuco.

“Não sei se foi o último presente do presidente Lula a Minas ou se foi o primeiro presente da presidente Dilma”, ironizou Aécio. “Mas o que me parece mais surpreendente de todo esse processo é o silêncio da bancada do PT de Minas, o silêncio dos que estão próximos da atual presidente.”

A montadora receberá incentivos fiscais para a instalação e o governo mineiro alega que não foi informado sobre a negociação. O anúncio gerou, durante a semana, manifestações de revolta na Assembleia deMinas.

Aécio reforçou o discurso pragmático, ressaltando que pretende no Senado defender o diálogo com o governo federal em torno de uma agenda de reformas. Mas recusou o rótulo de líder natural da oposição no Congresso.

 

Aécio Neves e Antonio Anastasia os brasileiros mais influentes de 2010

ÉPOCA 100 – Os brasileiros mais influentes de 2010 – Aécio Neves

Fonte: Revista Época

Líderes, construtores, heróis e artistas: confira quem, do país, exerce mais influência

Qualquer um que queira entender as transformações por que o Brasil vem passando deve olhar com cuidado para a lista que publicamos nas próximas páginas. Nelas estão 100 pessoas que se destacaram pelo exercício do poder, pela construção de um projeto, pela inspiração, pelo talento. Por meio de seus perfis, é possível entender melhor os caminhos, as apostas, os desafios do país.

Este é o quarto ano em que publicamos a lista – e produzi-la é uma tarefa árdua. O trabalho envolveu praticamente toda a redação de ÉPOCA, com a valiosa colaboração de milhares de leitores (que fizeram suas indicações pelo site) e de especialistas nas diversas áreas. Para escrever os perfis, convidamos 99 personalidades (um dos textos é sobre um casal) que tivessem afinidade com o homenageado ou com a área. São a garantia de fornecer a você, leitor, um olhar privilegiado, diverso, atual sobre nossa realidade.

Líderes
Quem são os líderes mais influentes de 2010
As 100 pessoas que se destacaram em 2010 pelo exercício do poder, pela construção de um projeto, pela inspiração, pelo talento, foram classificadas em quatro grupos: líderes, construtores, heróis e artistas. Por meio de seus perfis, é possível entender melhor os caminhos, as apostas, os desafios do país.

Aécio Neves

O grande vencedor da oposição elegeu o sucessor em Minas e terá no Senado uma poderosa tribuna nacional

Admiro o senador Aécio Neves por sua liderança, capacidade administrativa, habilidade política e sensibilidade, que é muito forte. É um político extremamente carismático. Eu o acompanhei durante estes oito anos, como secretário de Estado e depois como vice-governador, e mais intensamente agora, nacampanha eleitoral de 2010 em Minas Gerais.

Percorremos juntos todo o Estado por duas vezes, neste ano. A primeira, no primeiro turno, na campanha que resultaria em minha eleição para o governo do Estado e na de Itamar Franco e do próprio Aécio para o Senado. Depois, no segundo turno, com o candidato à Presidência José Serra. Nós percebemos no governador Aécio, na relação que tem com as pessoas, uma força extraordinária: é naturalmente uma pessoa bem-humorada, de bem com a vida. É muito bom conviver com ele. É um líder único, pois conjuga capacidade de gestão e habilidade política, sempre atento às necessidades da população e das pessoas mais carentes.

Por Antonio Anastasia – Governador eleito (PSDB) de Minas Gerais


ÉPOCA 100 – Os brasileiros mais influentes de 2010 – Antonio Anastasia

O mago da gestão pública de Minas Gerais triunfa nas urnas e alça voo na política

Uma semana após a eleição de Aécio Neves para seu primeiro mandato de governador, em 2001, recebemos, eu e o professor José Godoy, a visita do professor Antonio Anastasia. Ele chegou lá pelas 5 horas da tarde e ficamos conversando até as 9 da noite. Ali, juntos, traçamos o que poderia ser feito de nossa parte para ajudar a resolver o problema de 12% de déficit do Estado de Minas Gerais. Combinamos também como participaríamos da transição.

Sob a liderança de Anastasia, então secretário de Planejamento e Gestão, trabalhamos duro, enfrentando muitas dificuldades. Um ano e meio depois, ogovernador Aécio Neves nos convidou e aos empresários patrocinadores para um almoço no Palácio das Mangabeiras quando, de surpresa, anunciou o tão almejado equilíbrio fiscal. Foi uma festa! Mal sabíamos nós que se iniciava naquela hora um movimento muito positivo no Brasil de engajamento dos políticos na linha da gestão, pelo exemplo de Minas Gerais.

Nós, brasileiros, devemos isso ao governo do Aécio Nevese em particular ao trabalho firme, entusiasmante e dedicado de nosso amigo Antonio Anastasia.

Por Vicente Falconi – Professor, consultor de grandes grupos empresariais brasileiros e orientador técnico do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG)

 

Anastasia agradece e homenageia mineiros no último programa eleitoral

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerias”

Ao longo de 19 programas, o governador apresentou as propostas que permitirão a continuidade dos avanços obtidos em Minas nos últimos oito anos

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição pela coligação “Somos Minas Gerais”, encerrou nesta quarta-feira (29/09) sua participação na propaganda eleitoral gratuita, veiculada em rádio e TV, neste primeiro turno das eleições. Emocionado, Antonio Anastasia agradeceu a cada um dos mineiros que acompanharam a apresentação e o debate de ideias. O governador agradeceu também aos mineiros que, nas viagens realizadas às diversas regiões do Estado, participaram espontaneamente, demonstrando o reconhecimento pelas realizações do Governo de Minas nos últimos oito anos, confiantes de que o novo Plano de Governo permitirá avanços ainda maiores nas políticas públicas.

“Meu agradecimento mais especial a você que acompanhou as nossas propostas, que esteve conosco em algumas das caminhadas que fizemos por todo o nosso Estado. Agradeço a você, manifestando a minha felicidade de ser, também mineiro, porque encontrei em cada abraço, em cada estímulo a beleza e a grandeza da alma de Minas. É por tudo isso que coloco o meu nome, a minha história, meu coração à disposição dos mineiros. Obrigado, meus amigos. Obrigado, minhas amigas. Espero continuar merecendo a sua confiança para trabalhar nos próximos quatro anos com a mesma lealdade com que trabalhei em toda a minha vida”, afirmou o governador no programa eleitoral.

Antonio Anastasia fez uma homenagem especial a todos os mineiros que conheceu durante as gravações dos programas eleitorais, em várias regiões do Estado. É o caso de um casal de idosos de Itutinga que recebe remédios pelo programa Farmácia de Minas e de dois jovens de Uberlândia que participam do programa Fica Vivo!, de controle de homicídios. Essas pessoas ilustraram alguns programas que mostraram resultados positivos da política social iniciada pelo governador Aécio Neves, em 2003.

O governador ainda agradeceu aos artistas mineiros que, espontaneamente, gravaram o jingle “Somos Minas Gerais” e que garantiram à música “a dimensão de um hino em defesa da integridade, da ética e do nosso sonho chamado Minas”.

Ao final, o governador agradeceu também ao ex-presidente Itamar Franco e ao ex-governador Aécio Neves, que deram apoio incondicional ao seu nome, como o melhor candidato para conduzir o futuro de Minas Gerais.

“Fico-me honrado com a indicação e se esta for a vontade dos mineiros, não medirei esforços para corresponder a todas a expectativa que vem sendo depositada no meu nome. É por tudo isso que coloco o meu nome, a minha história, meu coração à disposição dos mineiros. Espero continuar merecendo a sua confiança para trabalhar nos próximos quatro anos com a mesma lealdade com que trabalhei em toda a minha vida. Por Minas, pelo Brasil. Que Deus nos ilumine”, concluiu o governador.

Aécio Neves
O ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado Federal pela Coligação “Somos Minas Gerais” e responsável por apresentar a todos os mineiros a candidatura de Antonio Anastasia, manifestou também no último programa eleitoral do governador a satisfação de ver nos eleitores mineiros o reconhecimento a Antonio Anastasia, como o candidato mais bem preparado para governar Minas Gerais.

“São milhões de mineiros que estão dando a sua resposta. Porque Antonio Anastasia é preparado, é digno, se interessa de verdade pelos problemas das pessoas. Porque ele representa a melhor tradição da política mineira: honestidade de princípios e lealdade à nossa gente”, disse Aécio Neves.

A participação de Antonio Anastasia no programa eleitoral gratuito teve início no dia 18 de agosto com a apresentação aos eleitores mineiros das propostas que permitirão dar continuidade aos avanços vividos em Minas Gerais. Em 19 programas, veiculados três vezes por semana, em blocos nas emissoras de rádio e TVs, o governador Antonio Anastasia levou aos mineiros as suas ideias, sua história de vida e mostrou o trabalho realizado nos últimos oito anos ao lado de Aécio Neves e que culminou na administração mais bem avaliada em todo o país.

Na propaganda eleitoral gratuita, o governador destacou os principais programas que fazem parte do seu Plano de Governo para os próximos quatro anos. O principal objetivo é ampliar as ações de governo em todas as regiões do Estado. Mais do que apresentar os novos projetos, no entanto, o governador afirmou nesta quarta-feira que a maior contribuição do programa eleitoral gratuito foi encontrar “em cada abraço, em cada estímulo a beleza e a grandeza da alma de Minas”.

Tom Cavalcante rebate Hélio Costa: “Se fazer humor no Brasil é uma ameaça às candidaturas, tenho um sentimento que existe algo de errado no ar”, disse

Vídeo de Costa é ‘liberdade de expressão’, diz humorista

Fonte: Eduardo Kattah – Estado de S. Paulo

EDUARDO KATTAH – Agência Estado

O humorista Tom Cavalcante alegou hoje que o vídeo que circula na internet e no qual satiriza o candidato peemedebista ao governo de Minas Gerais, Hélio Costa, faz parte da “liberdade de expressão legitimada pelo Supremo”. Cavalcante admitiu que tem “forte ligação e crença” na política praticada pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB), de quem é amigo.

A coordenação da candidatura de Costa atribuiu à campanha do tucano Antonio Anastasia a responsabilidade pelo vídeo. A campanha do governador e candidato à reeleição negou qualquer vinculação com a sátira, na qual o humorista aparece caracterizado como o candidato do PMDB e ironiza a estratégia da chapa que tem como vice o ex-ministro Patrus Ananias (PT). No vídeo, o humorista se apresenta como “Discosta” e se refere a Patrus como “Patrás”.

“Se fazer humor no Brasil é uma ameaça às candidaturas, tenho um sentimento que existe algo de errado no ar. Humor não modifica voto verdadeiro. O candidato o terá sempre de quem acredita no seu projeto. Humor faz rir. Devagarinho vamos avançando e saindo do primarismo”, disse.

“Tenho uma forte ligação e crença pela política praticada por Aécio, além de sermos amigos”, também declarou Cavalcante, em manifestação distribuída por sua assessoria. “Faço humor político há muitos anos imitando nossos políticos FHC (Fernando Henrique Cardoso), Lula, (José) Sarney, (Fernando) Collor, Itamar (Franco), Aécio e agora Hélio.”

Ao participar de uma carreata em Contagem, Aécio defendeu o vídeo do humorista, que classificou como uma “manifestação artística, engraçada”. “Quando a coisa é feita respeitosamente e com assinatura, é parte da democracia. O que deve ser condenado veementemente é a utilização de documentos apócrifos, da internet para calúnias e mentiras, sem que se tenha coragem de assumi-las. Fizemos a campanha limpa, a campanha correta”, afirmou.

Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,video-de-costa-e-liberdade-de-expressao-diz-humorista,618499,0.htm

Caminhada pela Vitória de Anastasia, Aécio e Itamar reúne 6 mil no Centro de Belo Horizonte

Caminhada pela Vitória de Anastasia, Aécio e Itamar reúne 6 mil no Centro de Belo Horizonte

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Milhares de balões, bandeiras de Minas Gerais e chuva de papel picado emocionou quem passou pela avenida Afonso Pena para levar o apoio à reeleição de Anastasia

A Caminhada pela Vitória em Minas, como foi batizado o último evento de campanha à reeleição do governador Antonio Anastasia no Centro de Belo Horizonte, atraiu cerca de 6 mil pessoas, nesta sexta-feira (01/10), à avenida Afonso Pena. O ato, que contou com a participação do ex-presidente Itamar Franco e do ex-governador Aécio Neves, ambos candidatos ao Senado Federal, começou na Praça Rio Branco (Praça da Rodoviária) e se encerrou na Praça Sete, onde os três candidatos iniciaram a campanha em Belo Horizonte, em 7 de julho passado. A caminhada coloriu o Centro de BH com milhares de balões e bandeiras do Estado de Minas Gerais e dos 12 partidos da coligação “Somos Minas Gerais”. Uma chuva de papel picado também deu charme ao evento.

Ovacionado pela multidão e visivelmente emocionado com o apoio popular, o governador Anastasia retribuiu o carinho reforçando o compromisso de, reeleito, continuar trabalhando com dedicação para que Minas continue registrando grandes avanços nas áreas social e econômica. Ele avaliou que o sucesso do ato é o reflexo de sua boa gestão à frente do governo e da seriedade de sua campanha à reeleição, baseada no compromisso de propostas reais e sérias.

“Uma campanha baseada na verdade, exclusivamente na verdade, com propostas reais, possíveis e no reconhecimento das pessoas. O crescimento nas pesquisas (de intenção de voto), que aconteceu de maneira extraordinária, em toda Minas, reflete isso. Exatamente esse reconhecimento e essas propostas, que foram muito boas. Agradeço a todos pelo grande esforço que estamos realizando e vamos com muita humildade para a eleição, com muito ânimo e muita determinação”, disse o governador, em entrevista à imprensa, enquanto a multidão cantarolava os jingles da campanha, assinados pelos compositores Murilo Antunes, Márcio Borges e Maurício Gaetani.

Compromisso com os mineiros
Antonio Anastasia aproveitou a presença da multidão, formada por donas de casa, estudantes, artistas, empresários de vários setores e políticos de diferentes partidos, para pedir ao eleitor indeciso um voto de confiança no próximo domingo. O compromisso do governador é manter Minas no caminho dos avanços na educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, geração de emprego de qualidade, entre outros segmentos.

“Estamos extremamente otimistas e, claro, levando também aos indecisos a nossa palavra, as nossas propostas, as nossas ideias, da campanha de alto nível que fizemos. Portanto, estamos satisfeitos e confiantes na vitória no próximo domingo. Vamos mostrar aos indecisos as vantagens das nossas propostas, que somos candidatos, que estamos mais firmes, com mais disposição, com as melhores condições para dar continuidade àquilo que Aécio Neves realizou em Minas nos últimos anos”, afirmou o governador.

Lado a lado com lideranças sérias
A caminhada mostrou, ainda, as importantes lideranças políticas que apoiam a candidatura de Anastasia. Além de Aécio Neves e de Itamar Franco, o ato foi prestigiado pelo prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, e pelo ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/MG) e ex-embaixador do Brasil em Cuba, Tilden Santiago, entre outros. A seriedade de Tilden e sua luta histórica pelas causas sociais, levaram Aécio Neves a convidá-lo para ser um dos dois suplentes em sua chapa ao Senado. O outro é o deputado Elmiro Nascimento, ex-prefeito de Patos de Minas (Alto Paranaíba).

O time de lideranças políticas que caminha ao lado do governador o ajudou a carregar, durante a Caminhada pela Vitória em Minas, uma enorme bandeira com o seu nome. Mas cidadãos comuns também fizeram questão de caminhar ao lado dos candidatos, como a dona de casa Conceição Trindade, de 58 anos. Ela deixou os afazeres de casa, no bairro Pompéia, na Região Leste da capital, para participar da caminhada no centro de Belo Horizonte.

“É certo que Antonio Anastasia dará continuidade ao que o governador Aécio Neves fez. Por isso, Anastasia é o melhor nome para governar Minas”, considerou a dona de casa, enquanto exibia, orgulhosa, um balão com o número 45.

A pensionista Maria Gerladina Ribeiro Silva, de 56, moradora do bairro Vitória, em Belo Horizonte, também é eleitora do governador. Ela justifica o motivo: “Ele tem a melhor proposta para Minas Gerais. Além disso, conta com vários nomes bons ao seu lado, como Aécio Neves e Itamar Franco”, finalizou.