Antonio Anastasia deu posse ao Conselho Gestor do Unesco-Hidroex

Governo de Minas: Governador empossa Conselho Gestor do Unesco-Hidroex

Durante a solenidade, foram assinados termos de cooperação entre Governo de Minas e Embrapa para ampliar a capacidade de inovação tecnológica do setor agropecuário

Wellington Pedro/Imprensa MG
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Antonio Anastasia durante solenidade no Palácio Tiradentes

O governador Antonio Anastasia presidiu, nesta segunda-feira (17), no Palácio Tiradentes, cerimônia de posse do Conselho Gestor do Unesco-Hidroex, composto por membros do Brasil e das diferentes entidades da Unesco pelo mundo. O principal papel dos conselheiros será o de preservar a missão institucional da entidade em todas as suas deliberações, bem como aprovar planos e programas de trabalho, propostas orçamentárias, relatórios mensais e anuais, e a prestação de contas. Criada em 2009, a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada à Água (Unesco-Hidroex) tem o objetivo de educar, pesquisar e viabilizar soluções para a gestão sustentável da água nos países da América Latina e na Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

“Minas Gerais é um Estado abençoado pelo tema das águas, é o Estado caixa d’água do Brasil. Temos aqui nascentes de grandes rios e, naturalmente, essa riqueza, que é uma riqueza que nos foi, por dádiva de Deus, colocada em nosso Estado, tem de ser bem cuidada, não só para uso e usufruto dos mineiros e dos brasileiros, mas de toda a humanidade. E por isso mesmo o Hidroex foi concebido”, afirmou o governador.

Empossada como presidenta do Conselho Gestor, a representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Blanca Jiménez Cisneros, falou sobre a importância da missão do Hidroex.

“A água é fundamental para a vida, para a economia e para o bem-estar social e ambiental, mas também é motivo de preocupação. Estima-se que 80% da população sofre com algum problema relacionado à água, seja por carência, por contaminação ou por inundação. O Hidroex tem a missão de contribuir para a solução de muitos dos problemas relacionados à água, por meio da educação, da capacitação e da investigação aplicada. No futuro, o Hidroex poderá vir a ser um centro de referência internacional, em particular, para a América Latina, Caribe e para a África. O sonho de melhorar a questão da água é de todos nós”, destacou Blanca.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, também falou sobre o papel a ser desenvolvido pelo Hidroex.

“O ano de 2013 foi escolhido pelas Nações Unidas como o ano de cooperação em águas. O Hidroex será uma ferramenta utilizada pela Unesco e terá um papel fundamental de articulação com outros países da América Latina e da comunidade de países de língua portuguesa. Estamos sendo escolhidos pela Unesco para cumprir um papel estratégico. O Hidroex ganha vida hoje com a posse de seu conselho gestor”, disse o secretário.

Parcerias

Na ocasião, também foram assinados dois termos de cooperação entre o Governo de Minas e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O primeiro termo, de cooperação geral, foi firmado entre as secretarias de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e a Embrapa. O objetivo é definir, planejar, coordenar e executar estudos destinados ao aprofundamento do conhecimento técnico-científico.

O segundo termo, de cooperação técnica, foi assinado entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e a Embrapa. O objetivo é ampliar a capacidade de inovação tecnológica do setor agropecuário mineiro, bem como estabelecer as condições básicas de cooperação, que possibilitem a implementação de projetos.

“A Embrapa é uma parceira fundamental e juntamente com a Fapemig, que é a instituição de pesquisa do Estado, tem dado ao Hidroex um grande suporte. Precisamos cada vez mais inovar. Essa inovação depende, fundamentalmente, das nossas universidades, da parceria acadêmica, técnica, e do governo federal, não só pelas universidades, mas pelo Ministério da Integração Nacional, pela Agência Nacional de Águas, ou seja, uma parceria muito exitosa e que vem rendendo excelentes frutos”, afirmou o governador.

Unesco-Hidroex

O Unesco-Hidroex foi criado em 4 de novembro de 2009. Seus programas incluem treinamentos para profissionais de nível técnico e superior na gestão e no uso de água, bem como o desenvolvimento de pesquisas para soluções e tecnologias a serem aplicadas aos recursos hidrológicos.

O centro foi proposto pela Unesco e implantado pelo Governo de Minas em parceria com o governo federal. O Unesco-Hidroex recebeu o reconhecimento do Conselho Mundial da Água como uma proposta inovadora e criativa. A criação do centro foi o primeiro passo para a implantação da Cidade das Águas, que está sendo construída em Frutal, no Triângulo Mineiro.

A Cidade das Águas é um centro de estudos para conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e nações africanas de língua portuguesa. Além do Hidroex, o local abriga o campus Frutal da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). O complexo será formado por um condomínio de 16 universidades e organismos oficiais dos governos estadual e federal. A Cidade das Águas é um dos 20 centros de categoria II reconhecidos pela Unesco. Ocupa uma área de 374.400 metros quadrados. O investimento total para implantação da Cidade das Águas será de R$ 130 milhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-empossa-conselho-gestor-do-unesco-hidroex/

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Governo de Minas cria o Museu da Cachaça

Gestão Anastasia: Governo de Minas e Prefeitura de Salinas inauguram o Museu da Cachaça

Museu está instalado em um terreno de 13.120m², entre área construída, área expositiva, espaço de convivência e espaços administrativos

Wellington Pedro/Imprensa MG
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Museu mostra a cachaça artesanal em seu aspecto produtivo e sociocultural

Divulgação/Secretaria de Cultura
Museu da Cachaça mostra uma visão antropológica e sociocultural da bebida tipicamente mineira
Museu da Cachaça mostra uma visão antropológica e sociocultural da bebida tipicamente mineira

O Governo de Minas e a Prefeitura de Salinas inauguram nesta quinta-feira (20), às 10h, na cidade de Salinas, Norte de Minas, um novo espaço cultural. Trata-se do Museu da Cachaça, cuja implantação irá oferecer à população um equipamento cultural completo. Os ambientes foram criados com base em dois conceitos. O primeiro é o socioeconômico, no qual a cachaça artesanal está retratada em aspectos de produção, circulação e consumo, gerando uma visão antropológica do produto. O segundo é sociocultural, que mostra o significado da bebida como fruto do imaginário coletivo, unindo grupos sociais por meio de seu uso. O museu fica na avenida Antônio Carlos, nº 1.250 – Salinas / MG.

O Museu da Cachaça, inicialmente, será administrado pelaUnimontes, por meio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino Superior do Norte de Minas (Fadenor). Entre suas propostas de atuação estão a difusão do conhecimento sobre a produção da cachaça como bem patrimonial da comunidade local e do Estado, assim como a promoção e a preservação de todo o patrimônio da cadeia produtiva desse artigo genuinamente brasileiro.

Além disso, serão promovidas ações educativas para o público escolar e a comunidade em geral sobre o consumo responsável da bebida, os processos de produção e de circulação. Também o setor turístico será valorizado ao atrair público variado para a cidade: empresarial, pedagógico, cultural, local, regional, nacional e internacional.

Para a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, o potencial de Minas Gerais para produzir cachaça já é fato conhecido no país e no mundo. Historicamente, a cachaça é produto símbolo do Brasil e carrega em si histórias, folclores e cultura. “O Norte de Minas é uma das regiões que melhor representa a riqueza e a diversidade cultural do Estado, com a produção de manifestações artístico-culturais únicas, que servem inclusive como referência cultural da região, como o artesanato, a música, as artes visuais e a gastronomia”, aponta a secretária.

“Nesse sentido, o Museu da Cachaça terá o importante papel de atuar como polo cultural convergente do Norte do Estado, promovendo ações de preservação, valorização e democratização de acesso ao patrimônio cultural da região e servindo como ponto de encontro e de disseminação da produção cultural local. Ele terá, ainda, o importante papel de referência da rica gastronomia do Norte de Minas, com ênfase na cachaça”, observa Eliane.

Orgulho regional

Tendo como base a concepção moderna dos museus estruturados como veículos de afirmação cultural, o Museu da Cachaça valoriza o símbolo e o orgulho da região. O setor gera cerca de 240 mil empregos no Estado, sendo que a maior parte da produção mineira se concentra nas regiões Norte e nos Vales do Jequitinhonha e do Rio Doce.

Para o prefeito de Salinas, José Antônio Prates, o Museu da Cachaça vem completar um ciclo, talvez o mais lúcido e significativo, de reconhecimento e expressão da identidade local, uma vez que valoriza a alma criativa de Salinas na vasta diversidade dos municípios brasileiros.

“Do ponto de vista da nossa economia, o Museu vem completar e compor, de forma singular, um conjunto de equipamentos turísticos, cujo combustível foi e será a engenhosa capacidade do povo de Salinas de criar um produto reconhecido e desejado em todo o Brasil e em diversos países. Além disso, o prédio onde o Museu está instalado é uma obra arquitetônica belíssima, audaciosa, que enobrece o conjunto de nossa cidade, verdadeiro paradigma que nos destaca em um patamar elevado no conceito das cidades brasileiras”, diz o prefeito.

Novidade do Museu da Cachaça

O projeto do Museu da Cachaça traz como novidade a implantação do ‘Núcleo de Imagem Projetada’ (NIP), que pretende ser um local de introdução formativa na tecnologia digital para jovens e adultos.

Segundo o Superintendente de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura, Léo Bahia, a produção multimídia gerada em oficinas, que devem problematizar os conceitos em torno da cachaça, deverá ser transformada em conteúdo de exposição de forma que a população tenha o espaço do museu como um ponto de referência para a discussão da vida cotidiana em torno do produto que gera o reconhecimento internacional da cidade.

O museu também poderá ser usado para rodadas de negócios, festivais, exposições e ações formativas com as escolas e com as comunidades.

Os espaços do Museu da Cachaça

Situado no Norte de Minas Gerais, o Museu da Cachaça nasce como o mais importante aparelho cultural da região. Não se trata apenas de um museu, mas de um grande centro cultural e de convivência.

O espaço está instalado em um terreno de 13.120m², sendo 2.200 m² de área construída, 1.250m² de área expositiva, 2.500m² de espaço de convivência e 950m² de espaços administrativos. A proposta museológica está distribuída entre as nove salas – Hall de Entrada, Sala dos Canaviais, Sala das Garrafas, Sala do Engenho, Sala do Moinho, Sala do Aroma, Sala Multiuso, Sala de Terra Batida, Sala de Depoimentos.

A arquiteta Jô Vasconcellos, responsável pelo projeto do Museu da Cachaça, teve ajuda de museógrafos para pensar o espaço, elaborado com base nas características do acervo do museu e da cidade de Salinas.

“Pela primeira vez elaborei um projeto que reunisse a arquitetura e a museologia, pois contei com a colaboração de profissionais atuantes na área de museus. Juntos, tomamos o cuidado de projetar a tipologia e tecnologia do Museu da Cachaça levando em consideração as peculiaridades locais, como o clima quente, elaborei também um espaço dedicado à degustação de cachaças. A edificação aliada à museografia contempla em suas salas todo o ciclo histórico, produtivo e distributivo da bebida. Outro objetivo foi o de criar um espaço que fosse um referencial de urbanidade na cidade, com preocupação educativa e social, como por exemplo, a praça aberta utilizada para o ensino de trabalhos manuais a crianças”, explica a arquiteta.

A terra da cachaça

O município de Salinas é conhecido como centro na produção da melhor cachaça do mundo. A bebida começou a ser produzida no município com a chegada dos primeiros fazendeiros à região, vindos para exercer a atividade da pecuária. Elaborada sob alto padrão de qualidade, em pequena escala de produção desde 1946, por Anísio Santiago (1912-2002) a marca Havana consolidou Salinas como a “terra da cachaça”.

A cana utilizada para fabricação da Havana é a Java, plantada em pequenos talhões. Alguns deles têm a mesma idade do início da atividade na fazenda onde se produz a Havana, o que significa que há mais de 50 anos eles não sofrem modificação genética. Portanto, o manejo deve ser por metodologia rigorosa no que se refere à qualidade, cumprindo determinações do dono da marca, Anísio Santiago. Em 10 de julho de 2006, a Havana foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Salinas, por meio do decreto número 3.728.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-e-prefeitura-de-salinas-inauguram-o-museu-da-cachaca/

Aécio: cenário para 2014 é positivo, avalia pesquisa

Aécio: presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, disse que resultado obtido pelo senador estimula construção de “projeto vitorioso”.

Aécio: eleição presidencial de 2014

Fonte: PSDB

Pesquisa com Aécio anima tucanos e especialistas prevêem crescimento

 Aécio 2014: pesquisa anima tucanosBrasília – A pesquisa do Instituto Datafolha divulgada no último sábado (15) traz o senador Aécio Neves (PSDB-MG) com 14% das intenções de votos para a eleição presidencial de 2014. O percentual é considerado bastante positivo por integrantes do partido e especialistas, já que o mineiro nunca participou de uma campanha com a exposição nacional que o pleito para a Presidência da República proporciona.

O deputado federal e presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, destaca que há uma diferença fundamental entre quem está – ou já esteve – no comando do Palácio do Planalto e representantes da oposição em termos de visibilidade. “Nesse sentido, o resultado colhido no momento pelo nosso potencial candidato Aécio Neves é extremamente estimulante para a construção de um projeto vitorioso”, diz.

Pestana ressalta, ainda, que a pesquisa não traz o cruzamento de duas informações que mudam qualitativamente de sentido os resultados: o nível de visibilidade e a intenção de voto. “É óbvio que quem tem 95% de nível de visibilidade no país tem uma intenção de voto maior que um político que nunca foi exposto em uma campanha de escala nacional”, complementa.

O professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer projeta, ainda, um crescimento natural de Aécio Neves a cada nova pesquisa.

“O senador tem margem de crescimento que também está ligado à aprovação do governo Dilma. O baixo crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) ainda não afetou muito a questão do desemprego. No momento em que isso acontecer, a presidente, naturalmente, cairá nas pesquisas e os adversários tendem a crescer”, pondera Fleischer.

A busca dos eleitores por novas alternativas também é citada pelo historiador Marco Antonio Villa como um dos fatores que devem fazer Aécio subir nas pesquisas. “As pessoas querem encontrar novas possibilidades. Há os insatisfeitos com a gestão petista e que buscam uma nova via, um novo caminho”, completa.

Aécio: 2014 – Link da matéria: http://www.psdb.org.br/percentual-de-aecio-em-pesquisa-anima-tucanos-e-especialistas-preveem-crescimento/