Antonio Anastasia homenageia Oscar Niemeyer

Governador Antonio Anastasia rende homenagem a Oscar Niemeyer

Durante velório do arquiteto, Anastasia lembrou o seu legado deixado em Minas e a vida dedicada ao interesse público

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ÁUDIO: Depoimento de Antonio Anastasia em homenagem a Oscar Niemeyer

Raphael Lima/Prefeitura do Rio
Rodrigo Lopes, Maristela Kubitscheck, governador Antonio Anastasia e prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda
Rodrigo Lopes, Maristela Kubitscheck, governador Antonio Anastasia e prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda

O governador Antonio Anastasia compareceu, nesta sexta-feira (07), ao velório do arquiteto Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro. Durante entrevista, o governador lembrou o grande legado deixado por Niemeyer em Minas, especialmente em Belo Horizonte, onde o arquiteto deixou obras reconhecidas internacionalmente, como o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, construído por Juscelino Kubitscheck na década de 1940.

“Estou aqui, em nome de todos os 20 milhões de mineiros, para prestar um tributo, uma homenagem, ao grande gênio Oscar Niemeyer, para lembrar que ele foi muito associado a Minas Gerais, especialmente a Belo Horizonte. Lá está, talvez, a sua primeira obra internacionalmente reconhecida, que é a nossa tão conhecida Igreja da Pampulha”, afirmou.

Ao lado do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, e de Maristela Kubitscheck, filha do ex-presidente Juscelino Kubitscheck, Anastasia destacou uma das últimas grandes obras de Niemeyer inaugurada em 2010, a Cidade Administrativa Presidente Tancredo de Almeida Neves, sede do Governo de Minas.

O governador de Minas também ressaltou, além das obras arquitetônicas de Niemeyer, a vida dedicada ao interesse público.

“Além de tantas e tantas obras, é sempre bom lembrar a imagem de Oscar Niemeyer ao longo de toda a sua vida – uma longa vida, mas uma vida ávida, dedicada ao interesse público, à ciência, à arquitetura; ele foi, sobretudo, um ser humano querido por todos. Então, fica aqui o respeito, a homenagem e, sempre, a memória do povo de Minas Gerais ao grande Oscar Niemeyer”, declarou o governador.

O arquiteto carioca Oscar Niemeyer morreu na noite da última quarta-feira (05), aos 104 anos.

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Educação: universidade mineiras se destacam

Minas tem quatro das 10 melhores universidades públicas brasileiras

Segundo o Estado de Minas, estudo do MEC avaliou 134 instituições pelo Índice Geral de Cursos (IGC)

Quatro universidades mineiras estão entre as 10 que receberam nota cinco dentre as 134 instituições avaliadas avaliadas pelo Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC).

As informações são do jornal Estado de Minas. As instituições mineiras são a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Univerdidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Minas Gerais tem quatro das 10 melhores universidades públicas brasileiras, mostra IGCInstituições receberam conceito máximo em avaliação do Ministério da Educação

Emerson Campos

Publicação: 06/12/2012 20:28 Atualização: 06/12/2012 20:49

Mercadante considerou números positivos (Elza Fiuza/ABr)
Mercadante considerou números positivos

Entre as 134 universidades públicas avaliadas pelo Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC), apenas dez receberam nota 5, que é o conceito máximo de qualidade que pode ser atribuído. Destas, quatro são mineiras: a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM); a Universidade Federal de Lavras (UFLA); a Univerdidade Federal de Viçosa (UFV); e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Considerando universidades, faculdades e centros universitários, o IGC 2011 avaliou 2.136 instituições públicas e privadas. Neste universo, 27 conseguiram o conceito máximo. Entre elas estão as mineiras Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e Escola de Governo Paulo Neves de Carvalho (Fundação João Pinheiro).

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Do total observado pelo MEC, 50,6% tiveram conceito 3, considerado satisfatório. No entanto, os dados divulgados mostram que 27% das instituições de ensino superior tiveram conceito insuficiente. O índice, que vai de 1 a 5, leva em conta o desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a infraestrutura das faculdades e a formação do corpo docente.

Durante a divulgação dos números, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou os dados positivos. “Cai o número de instituições que estavam no nível 1 e cai fortemente o número de instituições que estavam em nível 2, o que é um ótimo indicador”, ponderou. Segundo Mercadante, em todos os casos houve melhora significativa nos cursos de ensino superior. “A curva toda se desloca em direção à melhora na qualidade. Há uma série de medidas que estão surtindo efeito”, finalizou.

Confira quais são as dez universidades públicas que conseguiram conceito máximo:

Minas Gerais

Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Univerdidade Federal de Viçosa (UFV)
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

São Paulo

Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)

Outros estados

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Gestão do setor elétrico e a MP 579: Aécio Neves defende queda de impostos

Aécio: “Basta o governo isentar o PIS/Cofins da conta de luz que ela será reduzida em cerca de 9%”, comentou sobre proposta do PSDB.

Aécio: MP 579 e a redução da conta de luz

Fonte: PSDB

PSDB quer redução da conta de luz com diminuição de impostos

 Aécio defende redução da conta com queda de impostos

Senador Aécio Neves comentou que:governo pode retirar a Taxa de Fiscalização da Anee que é utilizada para fazer superávit primário.

Brasília – Desde a promessa do governo, em cadeia de rádio e televisão, em reduzir em 20% a conta da energia elétrica, o PSDB tomou para si a responsabilidade de discutir a questão sem a demagogia de promessas populistas.

Em seu artigo no jornal Folha de São Paulo, em 12 de novembro, o senador Aécio Neves (PSDB –MG) já anunciava que “ninguém questiona a necessidade de redução do custo da energia elétrica no Brasil”, mas que era preciso discutir com o setor elétrico, que irá perder a competitividade e a qualidade dos serviços. Especialistas da área também discordam da posição do governo. Para o ex-presidente da Eletrobras no governo Lula e professor do Coppe-UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa, a proposta do governo não levou em conta “o valor necessário para as empresas manterem a qualidade do sistema” e continuarem a investir na geração de energia.

É um alerta. Nos últimos 12 anos do governo do PT não se investiu no setor elétrico no Brasil. O cenário para o futuro não é dos melhores: a energia será escassa e cara.

“Hoje o país está ameaçado de viver uma crise de abastecimento que poderia ser evitada se pudéssemos contar com mais 3,3 mil MW, caso as termoelétricas, vencedoras dos leilões de 2005, estivessem aptas a entrar em operação, mas esses projetos ou foram cancelados ou estão atrasados”, explicou o senador Aécio Neves.

A proposta do PSDB é dialogar com o setor e de reduzir o valor das contas de luz, diminuindo os impostos que estão embutidos na conta e mantendo a oferta de energia. “Basta o governo isentar o PIS/Cofins da conta de luz que ela será reduzida em cerca de 9%. Basta o governo retirar a Taxa de Fiscalização da Aneel, que não é repassada à Aneel porque fica no tesouro para constituição do superávit primário, para que essa redução possa aumentar mais ainda”, disse Aécio Neves.

O PSDB também protesta sobre a tentativa que vem sendo feita pelo governo federal de transferir para a legenda a responsabilidade do não cumprimento da promessa da presidente e de politizar sobre uma questão tão séria e estratégica para o Brasil. “Ao invés de estimular o debate em torno de tema de tamanha importância para o País, convocar o Congresso a participar dessa discussão e ouvir as ponderações feitas por especialistas, a Presidência da República age de forma autoritária e confunde discordância com desafio”, disse o presidente nacional, o deputado Sérgio Guerra.

Aécio: redução da conta de luz – Link da matéria: http://www.psdb.org.br/psdb-quer-reducao-da-conta-de-luz-mas-com-diminuicao-de-impostos/

MP do setor elétrico: Grupo que assessorou Lula na Eletrobras é contra Dilma

MP 579: especialistas liderados por Luiz Pinguelli Rosa pediram revogação da MP e a proposição de um projeto de lei.

MP 579: gestão pública deficiente

Fonte: Folha de S.Paulo

Elétricas previam perda de ao menos R$ 8 bi

Cálculo leva em conta indenizações menores e perda de receita com tarifas; especialistas viam risco de apagão

Estados de todo o país também devem ter queda na arrecadação do ICMS, de cerca de R$ 5,5 bilhões

A renovação das concessões pelas regras estabelecidas pelo governo trariam perdas de pelo menos R$ 8 bilhões às elétricas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. As quatro elétricas estatais recusaram total ou parcialmente a proposta do governo.

O cálculo inclui perdas com indenizações – as oferecidas ficaram abaixo das calculadas pelas empresas- e receita de tarifas -que, pelo plano da presidente Dilma, teriam que ser obrigatoriamente reduzidas.

Não estão incluídas as perdas que as empresas tiveram em valor de mercado após o anúncio da MP, nem os números da Cemig. A estimativa do mercado é que a indenização deveria ser superior a R$ 6 bilhões, mas a empresa não revela seus números.

Segundo a Cemig, o acordo foi recusado porque não garantia a gestão das hidrelétricas sem riscos ambientais e operacionais.

“Com os contratos atuais, temos condições de assumir esses riscos”, disse ontem Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa.

Já no caso da Cesp, da Copel e da Celesc, os motivos para a não adesão foram os prejuízos implicados. Com exceção da Celesc, as três estatais são controladas por tucanos.

A única grande geradora a aceitar as condições de Dilma foi a Eletrobras, que é controlada pela União.

Embora o governo petista tenha atribuído as recusas a um propósito político, a Cemig e a Copel desistiram de renovar a concessão de geradoras, mas aceitaram os contratos de transmissão.

A Cemig disse ontem que terá de cortar em 20% o custo da operação dos 5.000 km de linhas de transmissão em razão do corte tarifário que foi obrigada a aceitar.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), potencial candidato à Presidência em 2014, disse que o governo quer “reduzir o preço da energia às custas da insolvência do setor elétrico“.

O governador do Paraná, Beto Richa, acusou o governo federal de fazer “cortesia com o chapéu alheio”. “Estou defendendo interesses do meu Estado. Não dá mais para perder receita”, afirmou.

A Cesp, que não tem transmissão, considerou que a oferta do governo federal representava prejuízo para o Estado e os acionistas.

“Se aceitássemos as condições da MP teríamos de assumir um prejuízo de de R$ 5,3 bilhões”, disse Mauro Arce, presidente da Cesp. “A receita que teríamos em 30 anos não permitia pagar a dívida. Com os dois anos sem a renovação, pagamos com folga.”

APAGÕES
Não só as elétricas reagiram mal à proposta do governo. Um grupo de especialistas e acadêmicos ligados ao setor elétrico, representados pelo ex-presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, encaminhou carta à presidente Dilma Rousseff pedindo ao governo o recuo em relação às mudanças previstas.

“Vimos manifestar nossa grande apreensão sobre as consequências que, com grande probabilidade, podem decorrer das alterações.”

Dentre elas estão riscos regulatórios (contratos poderiam ser contestados) e sistêmicos (apagões, por exemplo). “Todos nós sabemos, a duras penas, que não existe plano B para energia elétrica. Eletricidade não tem substituto e pior que kWh caro é a falta de energia que poderá ocorrer no futuro.”

O grupo, que assessorou o governo Lula, pede a revogação da MP e a proposição de um projeto de lei a partir do qual seja possível uma discussão ampla.

ARRECADAÇÃO
Todos os Estados do país perderão arrecadação, uma vez que os tributos são calculados sobre o preço da energia, que será reduzido. O presidente do Fórum dos Secretários de Energia, José Aníbal, disse que a perda vai chegar a R$ 5,5 bilhões em ICMS. São Paulo e Rio já pensam em cobrar compensações.

MP 579 : gestão pública deficiente – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/82124-eletricas-previam-perda-de-ao-menos-r-8-bi.shtml