Aécio presidente: Minas se une em torno do senador

Aécio Neves agradeceu à população de Belo Horizonte pela eleição de Marcio Lacerda.

Aécio, que vem se configurando como presidenciável, pregou a união de Minas em torno de um projeto que é de interesse dos mineiros.

Publicado por: Redatores da Turma do Chapéu

Marcio Lacerda, Aécio Neves e Antonio Anastasia

De olho em 2014, Aécio alardeia ‘união de Minas’

Folha de São Paulo, 08/10/2012

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que a reeleição de Marcio Lacerda faz parte de um “projeto de Minas”.

“Quero agradecer por cada voto, por cada eleitor que foi à urna votar em Marcio, porque está votando num projeto que é de Minas Gerais, obviamente para atender aos interesses dos mineiros.”

O projeto a que Aécio se refere é o da “união de Minas”, tendo em vista a disputa presidencial de 2014.

Ele busca repetir o seu avô Tancredo Neves (1910-1985), que pregava um Estado unido politicamente para pavimentar o caminho rumo à corrida presidencial -Minas é o 2º colégio eleitoral do país.

Aécio prevê vencer em 80% dos municípios mineiros com o PSDB e os partidos aliados. BH será a principal vitrine da marca que o senador tucano tentava fixar antes mesmo da abertura das urnas.

Mas nem tudo são flores. Em cidades-polo importantes, Aécio e o governo de Minas perderão, como Uberlândia (Triângulo Mineiro). Lá, o PT deve prosperar pela primeira vez.

O PT também venceu em Poços de Caldas e Pouso Alegre, no sul do Estado.

Em Juiz de Fora, na zona da mata, o PSDB, que governa a cidade, ficou de fora do segundo turno, que será disputado por PMDB e PT. Em Ipatinga, no Vale do Aço, o PT retomou a prefeitura.

Na região metropolitana de BH, Aécio também perdeu em Contagem, onde o PSDB ficou de fora do segundo turno. Passaram PC do B e PT.

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“Aécio presidente”: Tasso cogita voltar à vida pública pelo senador

Após as eleições municipais, Aécio Neves sai fortalecido para 2014.

Aécio Presidente: 2014



O ex-governador e ex-senador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), disse neste domingo (7) que cogita voltar à vida pública para apoiar uma provável candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. Em 2010, derrotado na corrida pelo Senado Federal, o tucano declarou que estava se aposentando da política para se dedicar aos netos.

Após votar em um colégio particular da capital cearense durante a manhã, Tasso admitiu voltar atrás em sua decisão pelo senador Aécio Neves Ele afirmou à imprensa que se “empolgaria” e se “engajaria” por acreditar “ser uma candidatura de renovação não só de geração, mas de ideias”.

Fonte: Portal iG

“Aécio presidente”: Tasso cogita voltar à vida pública pelo senador

Após as eleições municipais, Aécio Neves sai fortalecido para 2014.

Aécio Presidente: 2014



O ex-governador e ex-senador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), disse neste domingo (7) que cogita voltar à vida pública para apoiar uma provável candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. Em 2010, derrotado na corrida pelo Senado Federal, o tucano declarou que estava se aposentando da política para se dedicar aos netos.

Após votar em um colégio particular da capital cearense durante a manhã, Tasso admitiu voltar atrás em sua decisão pelo senador Aécio Neves Ele afirmou à imprensa que se “empolgaria” e se “engajaria” por acreditar “ser uma candidatura de renovação não só de geração, mas de ideias”.

Fonte: Portal iG

Aécio: em artigo senador fala sobre eleições e o desempenho da economia

Aécio: Com o esgotamento das medidas emergenciais – não funcionou a oferta de crédito, queda das taxas de juros e benemerências fiscais.

Aécio: eleições 2012 e economia

 Aécio: as eleições e o desempenho da economia

Aécio: eleições e economia – hora das reformas. Foto G1

Fonte: Folha de S.Paulo

AÉCIO NEVES

Eleições e economia

As eleições realizadas ontem, em primeiro turno, e as últimas notícias sobre o desempenho da economia dominam, neste momento, o interesse dos brasileiros em razão das repercussões que têm sobre a vida nacional.

Pelo voto livre e soberano, o pleito reafirma a força da nossa democracia, expressa no encontro de milhares de candidatos e de milhões de eleitores nas urnas dos mais de 5.000 municípios brasileiros e no amplo debate sobre os problemas nacionais que incidem de forma aguda na realidade das nossas cidades: corrupção, gestão precária, saúde ruim, educação sem qualidade, o avanço da violência e os crescentes desafios na área da mobilidade urbana.

Na economia, relatório divulgado pela Cepal aponta que o Brasil crescerá apenas 1,6% neste ano. É o segundo pior resultado entre os 20 países analisados da América Latina e do Caribe, superior apenas ao do Paraguai e atrás de Panamá, Haiti, Peru, México, Costa Rica e Bolívia.

Referendado também por órgãos do próprio governo, como o Banco Central, o resultado desmente as previsões fantasiosas com as quais o governo tentou falsear a realidade.

O número da Cepal já havia sido antecipado por instituições financeiras internacionais e, à época, foi classificado como “piada” por nossas autoridades econômicas, que passaram o ano anunciando crescimento em patamar muito superior. Vê-se agora, de fato, com quem estava a realidade, neste lamentável espetáculo do PIB em queda livre.

Mesmo com tantas evidências, o governo insiste em debitar na conta de outros países a responsabilidade exclusiva sobre o problema, em vez de fazer o seu próprio dever de casa. Ao agir assim, cumpre agenda que atende outros interesses, sem se preocupar com os efeitos deletérios dessa estratégia, que condena o país a um crescimento medíocre, como nos dois últimos anos, e põe em risco a perspectiva brasileira como nação emergente.

Com o esgotamento das medidas emergenciais para tentar salvar o ano eleitoral – e a constatação de que não funcionou, como antes, o tripé oferta de crédito, queda das taxas de juros e benemerências fiscais a setores produtivos-, resta-nos voltar à cobrança das reformas ainda por fazer, único caminho para assegurar competitividade à economia e recolocar o país no rumo de um crescimento sustentado e duradouro.

Ao fim do ano eleitoral, o governo terá de se haver com os antigos desafios que se agravaram sem resposta: o peso dos impostos, o excesso de burocracia, juros ainda nas alturas, legislação trabalhista do século passado, inércia e incompetência para desatar o nó da infraestrutura, entre tantos outros que entravam o desenvolvimento nacional.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio: eleições 2012 e economia – Link do artigo: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/70774-eleicoes-e-economia.shtml

Aécio presidente: eleições 2012 deixam senador mais forte em 2014

Aécio fica forte em 2014. “Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar!” – discursou Anastasia.

Aécio presidente: Eleições 2012

Fonte:O Globo

Vitória fortalece Aécio na disputa presidencial

 Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014

Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014.

Senador tem nome lançado ao Planalto na festa da reeleição de Lacerda

BELO HORIZONTE Padrinho “pé quente” da reeleição de Márcio Lacerda para a prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB) teve seu nome lançado para disputar a Presidência da República na festa de comemoração que agitou ontem à noite a Avenida Rajagabaglia, no centro da capital mineira. Ele chegou na festa como a grande estrela, chamado por Lacerda como uma das duas maiores lideranças do Brasil, junto com o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia.

– Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar! – discursou Anastasia, lançando o grito de guerra acompanhado pela multidão.

– Passamos momentos difíceis esses dias. Agora é trabalhar para eleger Aécio Neves o próximo presidente do Brasil! – emendou o vice de Márcio, Délio Malheiros.

Quem conhece bem Aécio diz que ele segue à risca a cartilha do avô, o ex-presidente Tancredo Neves, que sabia como ninguém aproveitar o momento político e entrar na arena na hora certa. Apagado no cenário político até então, Aécio evitou entrar em bola dividida com o governo federal, mas pulou no colo do prefeito Márcio Lacerda e ocupou o espaço deixado pelo PT, que, no último minuto, rompeu a aliança de anos e lançou a candidatura de Patrus Ananias em Belo Horizonte. Agora, é apontado como o responsável pela segunda vitória do afilhado.

Aécio abraçou a campanha junto com Anastasia e usou o palco político da eleição da capital mineira para abrir uma outra frente com vistas a 2014: a polarização com a presidente Dilma Rousseff, com quem travou um duelo verbal nas últimas semanas.

Com a eleição de Lacerda no primeiro turno, Aécio demarca seu território e sai como uma liderança forte para 2014, não só em Minas, mas também dentro do PSDB, que terá de decidir entre ele e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin quem concorrerá ao Palácio do Planalto. Dependendo da eleição em São Paulo, José Serra entra nesta disputa interna.

Aécio: “só reagi a ataques”

Tanto Aécio quanto o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) saem fortalecidos para 2014, ao eleger seus afilhados no primeiro turno. Dilma e Lula perdem neste primeiro momento. A presidente se desgastou e sai como derrotada em Minas Gerais. Não elegeu Patrus e ainda ajudou a fortalecer Aécio. Próxima batalha: Palácio do Planalto.

Minas Gerais jamais se curva. Pelo contrário, se engrandece no combate – discursou Aécio, comemorando a vitória sobre Dilma, Patrus e o PT.

Ao votar no colégio Milton Campos, onde a presidente estudou no ensino médio, ele não quis continuar o duelo engrossado durante a semana:

– Eu tenho muito apreço pela presidente Dilma. Eu só reagi a ataques. Agora vamos em frente, com paz e amor.

Negou que, por seu embate com Dilma, tenha se transformado em protagonista na eleição de Belo Horizonte.

– De forma alguma! Estou orgulhoso da campanha até agora ao lado de Lacerda. Política não é uma ação solitária, é solidária. É preciso estar sempre bem acompanhado – disse Aécio. – O mineiro não coloca o carro na frente dos bois. Estamos em 2012 e não vamos falar em 2014.

Eleições 2012: Aécio presidente – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/eleito-no-1o-turno-marcio-lacerda-prega-distensao-com-pt-6326925

Aécio presidente: senador ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Aécio ganha vantagem: senador e possível “presidenciável” Aécio Neves disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições no Nordeste.

Aécio presidente: eleições 2012

Fonte: Brasil Econômico

Presidenciáveis saem fortalecidos no primeiro turno das eleições

Segundo lugar do PT em São Paulo e vitória de Lacerda em BH dão fôlego a Dilma, Aécio e Campos para 2014

 Aécio ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Eleições 2012: Senador e possível “presidenciável” Aécio Neves(PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste

O resultado final da apuração nas capitais brasileiras revela um quadro de polarização entre PT e PSDB e consolidação do PSB como potência política emergente. Apesar da repercussão do julgamento do mensalão na mídia, os petistas comemoraram muito ontem. A sigla do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff venceu no primeiro turno em Goiânia e chegou ao segundo em cinco capitais: São Paulo, Salvador, Fortaleza, João Pessoa e Rio Branco.

Além disso, a legenda foi bem sucedida em cidades consideradas estratégicas, como Osasco, em São Paulo, que é o berço político e João Paulo Cunha, réu no mensalão. Mas em comparação às eleições de 2008, o PT retrocedeu. Há quatro anos os petistas venceram no primeiro turno em seis capitais: Vitória, Rio Branco, Recife, Palmas, Porto Velho e Fortaleza. Dois resultados foram especialmente amargos para os petistas no domingo. Em Recife, o senador Humberto Costa foi atropelado por Geraldo Julio, do PSB, que venceu no primeiro turno.

E em Belo Horizonte o petista Patrus Ananias viu seu adversário, Márcio Lacerda (PSB), ser reeleito. Esses dois resultados fortalecem os projetos de dois presidenciáveis para 2014: o senador Aécio Neves (PSDB), padrinho político de Márcio Lacerda, e o governador Eduardo Campos (PSB). Depois de vencer no primeiro turno em duas capitais em 2008 – Teresina e Curitiba -, o PSDB emplacou apenas uma agora: Maceió. Por outro lado, o partido de Fernando Henrique Cardoso levou oito postulantes ao segundo turno e lidera esse ranking.

O PSB repetiu o desempenho da eleição anterior e elegeu dois prefeitos no primeiro turno. “Nenhum partido saiu da eleição como força hegemônica. O PT reagiu na reta final e ficou claro que o efeito do mensalão foi residual. O PSDB foi bem em capitais menores”, opina o cientista político Aldo Fornazieri, diretor da Escola de Sociologia Política de São Paulo.

Apesar do revés em São Paulo e Salvador, o PMDB de Michel Temer venceu com tranquilidade no Rio de Janeiro e também saiu fortalecido do pleito. Numericamente, os tucanos lideram o ranking de candidatos que chegaram ao segundo turno. Nove nomes da legenda avançaram. Mais contundente partido da oposição, o DEM venceu ontem em Aracaju com João Alves Filho, que obteve 52,72% dos votos. Além de São Paulo, os rivais PSDB e PT se enfrentarão em outras duas capitais: João Pessoa e Rio Branco. Já o “aliado” PSB enfrentará o PT em Fortaleza. No quadro geral, o resultado foi bom para a presidente Dilma. Partidos da base aliada venceram na maioria das capitais.

“PSB entrou na vida adulta”, diz Campos
Partido venceu eleição já no primeiro turno em Belo Horizonte e no Recife>Das seis capitais brasileiras que decidiram o pleito no primeiro turno das eleições municipais, realizado ontem em todo o país, o PSB conquistou duas de peso: Belo Horizonte e Recife.Na capital mineira, Marcio Lacerda (PSB) conseguiu evitar um embate mais acirrado com o antigo aliado do PT, Patrus Ananias, ao garantir a reeleição ontem.

Lacerda, que se elegeu em 2008 com o apoio do PT, rompeu com o partido da presidente Dilma na reta final da amarração das alianças, e manteve a parceria com o PSDB, do senador Aécio Neves (PSDB), principal força política no estado e provável candidato tucano à Presidência daqui a dois anos.A outra vitória do partido foi em Recife. Geraldo Julio foi eleito com 51,14% dos votos. Em segundo lugar ficou Daniel Coelho, do PSDB, com cerca de 27% dos votos. Humberto Costa (PT) ficou em terceiro, com 17,4%.

O presidente nacional da legenda e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou ontem, antes dos resultados das urnas, que o PSB saiu “da adolescência para entrar na vida adulta”. De acordo com ele, ninguém vinha percebendo o crescimento do partido. Ele lembrou que na disputa de 2008 o PSB fez 306 prefeitos no país.O governador voltou a negar que a eleição deste ano seja um trampolim para uma possível disputa presidencial em 2014.”Essa coisa de projetar uma eleição sobre a outra nem sempre é verdadeira”, desconversou Campos, tido como um dos principais nomes para a sucessão presidencial.Entre as capitais, a legenda vai disputar ainda o segundo turno em Fortaleza, no Ceará, e em Porto Velho, em Rondônia. I.P. com Reuters

Contornos presidenciais na reeleição de Lacerda
Apoiado pelo senador Aécio Neves, prefeito do PSB derrota candidato de DilmaA eleição em Belo Horizonte ganhou contornos de disputa presidencial. Ao apoiar o candidato à reeleição, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), o senador e possível “presidenciável” Aécio Neves (PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste, tradicional reduto petista.

“Mineiro não gosta de colocar o carro na frente dos bois, mas acredito que nós estamos muito bem e com grandes chances de vitória”, disse Aécio, que acompanhou Lacerda durante a votação..Lacerda foi reeleito prefeito de Belo Horizonte com 52,69% dos votos válidos. O ex-prefeito e ex-ministro Patrus Ananias, do PT, ficou com 40,80% da preferência do eleitor da capital mineira.
O candidato petista contou com a presença da presidente Dilma Rousseff no palanque, para tentar levar a disputa para o segundo turno.O prefeito disse que acreditava na vitória já no primeiro turno, mas, caso a disputa se arrastasse por mais um período, estaria “preparado”. “É a aprovação do trabalho que estamos fazendo para levar a capital ao ranking das melhores cidades para se viver no país”, afirmou o candidato, que chegou às 11h ao local de votação.

Ele estava acompanhado do senador Aécio Neves, do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e do candidato a vice na chapa, Délio Malheiros. No meio da confusão de repórteres, Lacerda esqueceu-se de assinar a ata de votação. Após perceber a falha, o mesário precisou ir atrás do candidato do lado de fora da instituição e a assinatura foi feita no capô de um carro.

Capital mineira foi palco de aliança inédita
HISTÓRICO
Tucanos e petistas se uniram em 2008 em torno da candidatura de Marcio Lacerda
A história política de Belo Horizonte no período pós – ditadura é marcada pela polarização entre petistas e tucanos desde 1988.Em 1985, o PMDB surfou na onda da oposição e emplacou a maioria dos prefeitos do país. Em 1992, foi a vez do recém criado PSDB ganhar a prefeitura com Pimenta da Veiga. Na eleição seguinte, o PT tornou-se uma potência na cidade ao eleger Patrus Ananias. Seu sucessor foi Célio de Castro, que era vice de Patrus mas disputou a eleição pelo PSB e contra o Partido dos Trabalhores, que lançou naquele ano Virgílio Guimarães.

Em 2000 Célio conseguiu um segundo mandato que durou pouco. No ano seguinte, ele sofreu um AVC e teve que se afastar do cargo. Quem assumiu foi seu vice, Fernando Pimentel, que seria reeleito em 2004. Em 2008, os rivais PT (que governava a cidade) e PSDB (que comandava o estado) fizeram um acordo que surpreendeu o Brasil. As duas legendas se uniram em torno da candidatura do empresário Marcio Lacerda, do PSB.

Depois de uma campanha fortemente influenciada pelo então governador mineiro Aécio Neves, que foi chefe de Lacerda no governo, o socialista conseguiu uma vitória tranquila. As duas siglas conviveram juntas até o começo de 2012. Quando tudo indicava que o acordo seria reeditado e a eleição, previsível, tucanos e petistas implodiram o acordo e saíram separados na disputa municipal.

Os dois lados se acusam mutuamente pela responsabilidade do fim da aliança. Para garantir folêgo ao PT na capital, até Dilma Rousseff entrou em cena.

Aécio: Presidente 2014 – Link da matéria: http://www.brasileconomico.ig.com.br/assinaturas/epapers.html

Aécio presidente: candidatura cresce com vitória em BH

Aécio fica forte em 2014. “Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar!” – discursou Anastasia.

Aécio presidente: Eleições 2012

Fonte:O Globo

Vitória fortalece Aécio na disputa presidencial

 Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014

Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014.

Senador tem nome lançado ao Planalto na festa da reeleição de Lacerda

BELO HORIZONTE Padrinho “pé quente” da reeleição de Márcio Lacerda para a prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB) teve seu nome lançado para disputar a Presidência da República na festa de comemoração que agitou ontem à noite a Avenida Rajagabaglia, no centro da capital mineira. Ele chegou na festa como a grande estrela, chamado por Lacerda como uma das duas maiores lideranças do Brasil, junto com o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia.

– Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar! – discursou Anastasia, lançando o grito de guerra acompanhado pela multidão.

– Passamos momentos difíceis esses dias. Agora é trabalhar para eleger Aécio Neves o próximo presidente do Brasil! – emendou o vice de Márcio, Délio Malheiros.

Quem conhece bem Aécio diz que ele segue à risca a cartilha do avô, o ex-presidente Tancredo Neves, que sabia como ninguém aproveitar o momento político e entrar na arena na hora certa. Apagado no cenário político até então, Aécio evitou entrar em bola dividida com o governo federal, mas pulou no colo do prefeito Márcio Lacerda e ocupou o espaço deixado pelo PT, que, no último minuto, rompeu a aliança de anos e lançou a candidatura de Patrus Ananias em Belo Horizonte. Agora, é apontado como o responsável pela segunda vitória do afilhado.

Aécio abraçou a campanha junto com Anastasia e usou o palco político da eleição da capital mineira para abrir uma outra frente com vistas a 2014: a polarização com a presidente Dilma Rousseff, com quem travou um duelo verbal nas últimas semanas.

Com a eleição de Lacerda no primeiro turno, Aécio demarca seu território e sai como uma liderança forte para 2014, não só em Minas, mas também dentro do PSDB, que terá de decidir entre ele e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin quem concorrerá ao Palácio do Planalto. Dependendo da eleição em São Paulo, José Serra entra nesta disputa interna.

Aécio: “só reagi a ataques”

Tanto Aécio quanto o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) saem fortalecidos para 2014, ao eleger seus afilhados no primeiro turno. Dilma e Lula perdem neste primeiro momento. A presidente se desgastou e sai como derrotada em Minas Gerais. Não elegeu Patrus e ainda ajudou a fortalecer Aécio. Próxima batalha: Palácio do Planalto.

Minas Gerais jamais se curva. Pelo contrário, se engrandece no combate – discursou Aécio, comemorando a vitória sobre Dilma, Patrus e o PT.

Ao votar no colégio Milton Campos, onde a presidente estudou no ensino médio, ele não quis continuar o duelo engrossado durante a semana:

– Eu tenho muito apreço pela presidente Dilma. Eu só reagi a ataques. Agora vamos em frente, com paz e amor.

Negou que, por seu embate com Dilma, tenha se transformado em protagonista na eleição de Belo Horizonte.

– De forma alguma! Estou orgulhoso da campanha até agora ao lado de Lacerda. Política não é uma ação solitária, é solidária. É preciso estar sempre bem acompanhado – disse Aécio. – O mineiro não coloca o carro na frente dos bois. Estamos em 2012 e não vamos falar em 2014.

Eleições 2012: Aécio presidente – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/eleito-no-1o-turno-marcio-lacerda-prega-distensao-com-pt-6326925