Instituto Lula omite foto com Maluf

Instituto Lula omite foto com Maluf – site que publica informações sobre o ex-presidente ignora acordo entre Lula e Maluf.

Instituto Lula e a foto de Maluf

Instituto Lula omite foto com Lula

Instituto Lula omite foto com Lula – Charge do Amarildo

Instituto Lula omite foto com Lula

Instituto Lula omite foto com Lula

 

Fonte: Maíra Teixeira – Folha Online

Site do Instituto Lula não exibe imagem de Maluf com petista

O Instituto Lula mudou a rotina de atualização de sua página na internet e deixou de publicar as imagens do encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) na segunda-feira, em São Paulo.

Eles se encontraram na casa de Maluf, no Jardim América, para selar o apoio do PP à candidatura petista de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo.

O site do Instituto Lula faz atualizações constantes das notícias e publica as fotos do líder petista em eventos que vão de vacinação contra gripe, visitas de amigos no hospital até atos de apoio a pré-candidatos em eleições.

O fotógrafo oficial do instituto, Ricardo Stuckert, esteve no local e ajudou na organização das fotos do evento. No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa do instituto, as imagens do encontro de Lula com Maluf não serão colocadas na página na internet nem tampouco o fato será divulgado no espaço “Notícias” porque já “está na Folha e em todo o lugar”.

JUSTIFICATIVA

A assessoria informou ainda que só divulgam no site imagens quando não há outros fotógrafos nos eventos.

No calendário do Instituto Lula, pela busca no dia 18 de junho de 2012, também não há registro de eventos.

Segundo o relato de um petista que participou do encontro, Maluf exigiu a presença de Lula em sua casa para selar o acordo: “Ele disse que a foto fazia parte do pacote”.

O ex-presidente ficou contrariado, mas decidiu ir. Posou para as fotos, mas saiu do local sem dar entrevista. Fernando Haddad ficou para o almoço com o ex-prefeito.

Instituto Lula – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/49877-site-do-instituto-lula-nao-exibe-imagem-de-maluf-com-petista.shtml

Erundina abandona Maluf e critica Lula

Erundina: ex-prefeita de São Paulo diz que ação de Lula vai enfraquecer  a campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo.

Erundina, Lula e Maluf

Fonte: O Globo

Erundina: Lula passou dos limites ao formar aliança com Maluf

Deputada diz que atendeu aos apelos da sociedade ao deixar a chapa de Haddad

Erundina abandona Maluf e critica Lula

Erundina abandona Maluf e critica Lula

A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) disse nesta quarta-feira que recebeu muitos elogios por ter desistido da chapa com o petista Fernando Haddad para a prefeitura de São Paulo, devido à aliança do PT com o PP de Paulo Maluf. Indagada se Lula passou dos limites ao articular o acordo para ampliar o tempo de TV, ela respondeu:

Erundina não aprovou a superexposição da fotografia feita com Haddad, Maluf e o ex-presidente Lula. Hoje, ao chegar na Câmara, ela disse que, ao deixar a chapa do PT, atendeu aos apelos da sociedade.

– Nós precisamos estar atentos ao que a sociedade sinaliza, ao que a sociedade acha das atitudes de seus representantes – disse Erundina, completando:

– A militância estava muito empolgada, mobilizada, muito a fim de levar a campanha. Foi uma pena, mas em todo caso vamos levar em frente. Temos que fazer do limão uma limonada.

Na opinião da deputada, a decisão pode enfraquecer a candidatura de Haddad.

– Poderá enfraquecer. Criou-se um clima de perplexidade entre a militância, um desconforto. A militância petista tem exigências, não são indiferentes ao que seus dirigentes decidem.

decisão de Erundina foi anunciada ontem no final da tarde. O anuncio foi feito pelo presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, após uma reunião dos dirigentes do partido com Erundina.

Link da matéria: http://oglobo.globo.com/topico-eleicoes-2012/erundina-lula-passou-dos-limites-ao-formar-alianca-com-maluf-5263613#ixzz1yMBS6hge

Luiza Erundina não será mais vice de Fernando Haddad em SP

Presidente nacional do partido oficializou a decisão sem indicar novo nome

O presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos, anunciou nesta terça-feira, na sede do PSB em Brasília, que a deputada Luiza Erundina (SP) não será mais candidata a vice na chapa de Fernando Haddad para a Prefeitura de São Paulo. O partido garantiu, no entanto, que continuará a apoiar Haddad

– A Erundina só não vai estar na chapa. A avaliação é que ela ajuda mais na campanha fora para não ter que fazer deste episódio, a coligação do PT (com Maluf), com crise durante toda a campanha. Ela vai participar 24 horas da campanha – disse Campos.

Segundo ele, o PSB não reivindica a vice mas estaria disposto a continuar participando caso o PT assim escolha. No entanto, ele admite que não tem um nome a altura da ex-prefeita em São Paulo.

– Uma expressão como Erundina no PSB de São Paulo só tem uma. Eu gostaria de ter várias Erundinas no partido, mas não tenho.

A reunião dos dirigentes do PSB com Erundina durou cerca de 20 minutos, e ela chegou ao encontro dizendo que não seria mais candidata. Segundo relatos, Erundina afirmou que ficou mais chateada por causa da foto de Lula com Maluf, o que ela considerou ser muita exposição.

Eduardo Campos telefonou para os dirigentes do partido assim que Erundina terminou de falar, para informá-los da decisão. O segundo a receber a notícia foi Haddad. Campos garantiu que o partido continuará apoiando sua candidatura, mas que o petista pode escolher um novo vice.

Haddad, tão logo soube da decisão, lamentou a saída da ex-vice:

– Particularmente, não gostei da decisão. Não tenho plano B – disse ao adiantar que ainda não sabe quem será seu vice. A decisão de Erundina fez o o candidato petista cancelar seu último compromisso de agenda – uma plenária na Zona Leste de São Paulo. Ele disse aos militantes presentes que teria que se reunir com a cúpula do partido para discutir uma solução para a saída de Erundina.

Já o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse ao final da tarde desta terça-feira que foi comunicado pelo vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, da saída de Erundina da chapa de Haddad. Amaral disse que o PSB continuará apoiando Haddad e que Erundina fará campanha para o candidato petista, mas não indicará outro vice.

– Eu lamento. Ela seria uma pessoa importante para a campanha, mas respeito a decisão dela – disse Rui Falcão.

A deputada não chegou a recuar da decisão de desistir de ser vice de Haddad, conforme publicado pelo site do GLOBO no início da tarde. Após a divulgação de uma entrevista concedida à Rádio Brasil Atual na manhã desta terça-feira, ela garantia que seguiria junto com o petista, apesar do descontentamento com a aliança feita com o PP, de Paulo Maluf. O detalhe é que essa entrevista foi realizada às 16h de segunda-feira. Às 17h de ontem, ela disse ao GLOBO que não aceitava a união com Maluf e iria discutir com o partido a sua desistência.

A Rádio Brasil Atual chegou a informar que a entrevista havia sido feita às 21h de segunda-feira. Mas o diretor da emissora, Oswaldo Luiz Vitta, confirmou que Erundina falou a rádio às 16h, portanto antes de dizer ao GLOBO que iria desistir.

Nesse horário, Erundina já sabia da união com Maluf, mas ainda não teria visto as fotos que mostram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad e o líder abraçados. O encontro aconteceu na casa de Maluf, no bairro dos Jardins, em São Paulo. Foi a primeira vez que Lula esteve no local.

Link da matéria:  http://oglobo.globo.com/pais/luiza-erundina-nao-sera-mais-vice-de-fernando-haddad-em-sp-5255473#ixzz1yMDWvYFC

Veja mais:

Aécio e a gestão, Lula e o constrangimento histórico

Aécio e a gestão, Lula e o constrangimento histórico. Enquanto senador atua pela transparência, Lula em acordo com Maluf loteia cargos públicos.

Aécio: gestão pública

Aécio e a gestão, Lula e o constrangimento histórico

Aécio e a gestão, Lula e o constrangimento histórico

Fonte: Artigo Jogo do Poder

Dois apertos de mão, um constrangimento histórico e uma esperança

Enquanto Lula e Maluf apertam as mãos para selar troca de cargos públicos por favores eleitorais, em Brasília, várias outras mãos se apertam em prol da gestão pública

Dois apertos de mãos que dominarão o noticiário até o final da semana. Um deles em São Paulo e outro em Brasília. Se um marcará o fim de um discurso defendido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante toda a sua trajetória na vida pública, o outro foi dado em Brasília, ontem, durante a criação da Frente Parlamentar Mista do Fortalecimento da Gestão Pública. Um movimento suprapartidário que busca a adoção e vida longa em nível nacional de um modelo de governança inovador como, por exemplo, Minas Gerais implantou com Aécio Neves em 2003 e que se tornou exemplo mundial de gestão eficiente.

O momento para os petistas é de constrangimento histórico com seu maior líder, que sela uma aliança política-eleitoral em São Paulo calçada na troca de cargos públicos no governo federal. Mas, por outro lado, existem lideranças do mesmo partido que ainda acreditam na transparência, ética e verdadeira “faxina” dentro dos órgãos públicos.

E este grupo de pessoas que ainda acreditam no asseio da máquina pública, dos governantes e, consequentemente, dos servidores públicos, pode encarar a Frente Parlamentar de Gestão Pública como um suspiro de esperança de que no Brasil existe espaço para mudança.

Para estes militantes da restauração da ética, da transparência e da moral no país, o segundo aperto de mão – o de Brasília – surge como alento. O movimento pela profissionalização da gestão pública nasceu da batalha do senador Aécio Neves, mas também é fruto do desejo de diversas lideranças nacionais – petistas, tucanas, verdes, socialistas ou simplesmente brasileiras – que querem ver os princípios da eficiência do serviço público, existentes no modelo de gestão criado pelo Governo de Minas Gerais, adotados em Brasília e nos quatro cantos do país.

Dentro desta Frente de Fortalecimento da Gestão Pública, cabem todos os partidos ou militantes que acreditam na necessidade de transparência, eficiência no uso de recursos públicos e na importância da profissionalização da gestão para levar o Brasil ao patamar de um país não apenas competitivo economicamente, mas também com um crescimento justo e igualitário.

Quando lançou o Choque de Gestão em Minas Gerais, em 2003, Aécio já evocava a necessidade de que a transformação que começaria em seu estado deveria, em poucos anos, ganhar espaço na Agenda Nacional. E no lançamento da frente suprapartidária, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Brito, sintetizou o sentimento de Aécio ao dizer que é dever de todos fazer com que o servidor público seja, na realidade, um “servidor do público”.

E aos constrangidos e estarrecidos com o aperto de mão de Lula em São Paulo, vale uma reflexão sobre a fala do ministro-chefe da Controladoria Geral da União durante o lançamento da Frente Mista da Gestão Pública: “gestão eficiente é gestão proba. São faces da mesma moeda. A transparência não é apenas a melhor vacina contra a corrupção, mas requisito para melhor eficiência na gestão pública.

 

Lula: Merval comenta farsa histórica do PT

Lula: “O símbolo da pouca-vergonha nacional está dizendo que quer ser presidente da República”, comentou sobre Maluf nas Diretas Já.

Lula, o PT e a aliança com Maluf

Lula, o PT a aliança com Paulo Maluf – Charge do Nani – site Humor Político

Fonte: artigo Merval Pereira – O Globo

Farsa histórica

A foto que incomodou Luiza Erundina e chocou o país, do ex-presidente Lula ao lado de Paulo Maluf para fechar um acordo político de apoio ao candidato petista à prefeitura paulistana (o nome dele pouco importa a essa altura), é simbólica de um momento muito especial da infalibilidade política de Lula.

Sua obsessão pela vitória em São Paulo é tamanha que ele não está mais evitando riscos de contaminação como o que está assumindo com o malufismo, certo de que tudo pode para manter ou ampliar o seu poder político.

O choque causado por esse movimento radical pouco importará se a vitória vier em outubro. Mas se sobrevier uma derrota, a foto nos jardins da mansão daquele que não pode sair do país porque está na lista dos mais procurados pela Interpol será a marca da decadência política de Lula, que estará então encerrando um largo ciclo político em que foi considerado insuperável na estratégia eleitoral.

Até o momento, as alianças políticas com Maluf eram feitas por baixo dos panos, de maneira envergonhada, como a negociação em que o PSDB paulista fechava um acordo com o PP em busca de seu 1m30s de tempo de propaganda eleitoral.

A própria Erundina disse, candidamente, que o que a incomodara foi o excesso de exposição do acordo partidário.

Maluf, do seu ponto de vista, agiu com a esperteza que sempre o caracterizou, mas com requintes de crueldade.

Ao exigir que Lula fosse à sua casa para selar o acordo, e chamar a imprensa para registrar o momento glorioso para ele e infame para grande parte dos petistas, ele estava se aproveitando da fragilidade momentânea do PT, que tem um candidato desconhecido que precisa ser exposto ao eleitorado para tentar se eleger.

Lula, como se esse fosse o último reduto eleitoral que lhe falta controlar, está fazendo qualquer negócio para viabilizar a candidatura que inventou.

Já se entregara ao PSD do prefeito Gilberto Kassab, provocando um racha no PT talvez tão grande quanto o de agora, e acabou levando uma rasteira que já prenunciava que talvez o rei estivesse nu.

Agora, quem lhe deu a rasteira foi uma dupla irreconciliável, que Lula tentou colocar no mesmo saco sem nem ao menos ter se dado ao trabalho de conversar antes: Luiza Erundina, que um dia foi afastada do PT por ter aceitado um ministério no governo de coalizão nacional de Itamar Franco, agora se afasta do PT malufista.

E Maluf, que vinha minguando como força política, viu a possibilidade de recuperar a importância estratégica em São Paulo no pouco mais de um minuto de televisão que o PP detém por força de lei.

A sucessão de erros políticos que Lula parece vir cometendo nos últimos meses – a escolha de Haddad, o encontro com Gilmar Mendes, a CPI do Cachoeira, o acordo com Maluf – só será superada se acontecer o que hoje parece improvável, uma vitória de Fernando Haddad.

No resto do país, o PT está submetendo os aliados a seus interesses paulistas, fazendo acordos diversos para garantir em São Paulo uma aliança viável.

A foto de Lula confraternizando com Maluf tem mais um aspecto terrível para a biografia do ex-presidente: ela explicita uma maneira de fazer política que não tem barreiras morais e contagiou toda a política partidária, deteriorando o que já era podre.

As alianças políticas entre Lula, José Sarney, Fernando Collor e Maluf colocam no mesmo barco políticos que já estiveram em posições antagônicas fazendo a História do Brasil, e hoje fazem uma farsa histórica.

Em 1989, José Sarney era presidente da República depois de ter enfrentado Paulo Maluf no PDS. Ante uma previsível vitória do grupo de Maluf derrotando o de Mario Andreazza, Sarney rompeu com partido que presidia, ajudou a fundar a Frente Liberal (PFL) e foi vice de chapa de Tancredo.

Na campanha presidencial da sucessão de Sarney, Lula disse o seguinte dos hoje aliados Sarney e Maluf: “A Nova República é pior do que a velha, porque antigamente era o militar que vinha na TV e falava, e hoje o militar não precisa mais falar porque o Sarney fala pelos militares e os militares falam pelo Sarney. Nós sabemos que antigamente se dizia que o Adhemar de Barros era ladrão, que o Maluf era ladrão. Pois bem: Adhemar de Barros e Maluf poderiam ser ladrão (sic), mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República, perto dos assaltos que se faz”.

Na mesma campanha, Collor não deixou por menos: chamou o então presidente Sarney de “corrupto, incompetente e safado”.

Durante a campanha das Diretas Já, Lula se referiu assim a Maluf: “O símbolo da pouca-vergonha nacional está dizendo que quer ser presidente da República. Daremos a nossa própria vida para impedir que Paulo Maluf seja presidente”.

Maluf e Collor tinham a mesma opinião sobre o PT até recentemente. Em 2005, quando Maluf foi preso e Lula festejou, e recebeu a seguinte resposta: “(..) se ele quiser realmente começar a prender os culpados comece por Brasília. Tenho certeza de que o número de presos dá a volta no quarteirão, e a maioria é do partido dele, do PT”.

Já em 2006, em plena campanha presidencial marcada pelo mensalão, Collor disse que foi vítima de um “golpe parlamentar”, do qual teriam participado José Genoino e José Dirceu, “enterrados até o pescoço no maior assalto aos cofres públicos já praticado nessa nação”.

E garantiu: “Quadrilha quem montou foi ele (Lula)”, citando ainda Luiz Gushiken, Antonio Palocci, Paulo Okamotto, Duda Mendonça, Jorge Mattoso e Fábio Luiz Lula da Silva, o filho do presidente.

São muitas histórias e muita História para serem esquecidas simplesmente porque Lula assim decidiu.

Lula e a farsa do PT – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/blogs/blogdomerval/posts/2012/06/20/farsa-historica-451350.asp

 

Aécio defende gestão pública eficiente no Congresso

Aécio no lançamento da Frente Parlamentar para Fortalecimento da Gestão Pública pregou eficiência e transparência na administração pública.

Aécio e a Gestão Pública Eficiente

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves participa de lançamento da Frente Nacional de Gestão Pública

Aécio Neves: gestão pública eficiente e a frente parlamentar

O senador Aécio Neves é um dos idealizadores da Frente Parlamentar que pretende agilizar a criação de novos parâmetros para a eficiência e transparência na gestão pública. Choque de Gestão de Minas será o modelo de referência.

“Não há nada mais urgente na agenda do Brasil do que a gestão pública de qualidade”, diz senador

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou, nesta terça-feira (19/06), do lançamento da Frente Parlamentar para o Fortalecimento da Gestão Pública, em Brasília. Ao lado do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres de Britto, do ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage e do presidente do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zymler, Aécio Neves disse que a oferta de serviços públicos de qualidade deve ser uma prioridade no país.

“Não há nada mais urgente na agenda do Brasil moderno, que queremos construir, do que a gestão pública de qualidade. Não há nenhuma outra medida de maior alcance social do que a boa aplicação do dinheiro público, com eficiência e transparência. E isso infelizmente ainda não vem ocorrendo no Brasil. Temos que ter generosidade e grandeza para construir consensos em torno daquilo que interessa ao Brasil. Os governos passam, todos nós passamos. Mas é importante que tenhamos no Brasil administração de qualidade, administração que apresente resultados, que respeite o dinheiro público, que tenha transparência”, afirmou o senador Aécio Neves e vice-presidente da frente parlamentar.

Os trabalhos dos senadores e deputados terão a colaboração de representantes do Poder Judiciário e de órgãos e entidades da sociedade civil. Presidida pelo deputado federal Luiz Pittman (PMDB-DF), a frente promoverá debates e estudos sobre gestão pública, e fará o encaminhamento de propostas de melhoria na legislação e de políticas públicas. Cerca de 240 parlamentares já a integram.

No lançamento, Aécio Neves recebeu cumprimentos do empresário e conselheiro da Casa Civil da Presidência da República, Jorge Gerdau, pelo conjunto de medidas adotadas por ele como governador de Minas Gerais, conhecido como “Choque de Gestão”. Implantadas em 2003, as medidas tornaram o Estado referência internacional em qualidade na gestão da saúde, educação e segurança.

Dinheiro Público
O senador Aécio Neves ressaltou que as administrações de qualidade são pautadas pelo zelo com dinheiro público e disse esperar que os bons exemplos ocorridos em estados e municípios possam inspirar o governo federal.

“O Brasil avançou ao longo das últimas décadas. Do ponto de vista institucional, temos uma democracia sólida. A partir da estabilidade da moeda, avançamos também do ponto de vista econômico, somos uma nação inserida hoje no contexto internacional de forma extremamente positiva. Do ponto de vista social, os avanços também têm ocorrido. Mas, no campo da gestão pública, andamos a passos de cágados. Os exemplos dos estados brasileiros são muitos e podem, quem sabe, a partir da ação dessa Frente, chegar a inspirar o governo federal. É preciso que reconheçamos os gargalos existentes, para que possamos avançar de forma consistente, em um movimento que vai muito além dos interesses partidários.”, afirmou Aécio Neves.

O lançamento dos trabalhos, realizado no Senado, teve também as presenças da vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputada Rose de Freitas, e da Secretária de Gestão Pública do Ministério do Planejamento, Ana Amorim, entre outras lideranças e gestores públicos.

Aécio Neves: gestão pública eficiente – Link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/06/aecio-neves-participa-de-lancamento-da-frente-nacional-de-gestao-publica/

Aécio Neves e Eduardo Campos no xadrez de 2014

Aécio Neves e Eduardo Campos no xadrez de 2014 – Eles observam desempenho da economia para definir estratégias nas eleições presidenciais.

 Aécio Neves e Educardo Campos: Eleições 2014

Eleições 2104: Aécio Neves e Eduardo Campos em encontro realizado em maio

Eleições 2104: Aécio Neves e Eduardo Campos em encontro realizado em maio

Fonte: Artigo de Raymundo Costa – Valor Econômico

Disputa de 2014 entra no jogo dos aliados

Aécio Neves e Eduardo Campos – A saída de Luiza Erundina (PSB) da chapa de Fernando Haddad (PT) a prefeito de São Paulo é uma verdadeira denúncia do acordo entre Paulo Maluf (PP) e Luiz Inácio Lula da Silva, uma aliança política que até bem pouco tempo seria considerada esdrúxula – como de fato foi por grande parte da militância petista – na maior capital do país. Mas é também a ponta de um iceberg grande o bastante para ter efeitos já nas eleições presidenciais de 2014.

PT e PSB mal cabem já numa sucessão municipal, a de outubro. A relação é altamente conflituosa, só amenizada pelas boas relações pessoais entre o ex-presidente Lula e o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos. Na pré-campanha em curso, as duas siglas já tiveram conflitos em Pernambuco, Sergipe e Ceará.

O curioso é que nesses três casos Lula sempre mediou em favor de Campos, deixando furioso o PT: a contradição é a matriz dessa relação partidária, como deixa exposto o episódio Erundina.

Recentemente, Campos e o senador Aécio Neves (PSDB-MG)nome presidenciável dos tucanos, tiveram uma longa conversa sobre a sucessão presidencial de 2014. Pelo pouco que vazou do encontro, e o Palácio do Planalto tomou conhecimento, CamposAécio teriam concluído que suas candidaturas, já nas próximas eleições, podem ser inevitáveis. Isso ocorreria, especialmente, num cenário de agravamento do  quadro econômico.

Com Dilma, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,7% em 2011 e o primeiro trimestre de 2012 foi simplesmente lastimável, com 0,2% em relação ao último trimestre do ano anterior. Os dois jovens herdeiros políticos – Eduardo Campos é neto de Miguel Arraes, uma legenda em Pernambuco, e Aécio Neves, neto do mineiro Tancredo Neves – também analisaram a crise mundial e convergiram no sentimento de que ela pode atingir sim o país com a força maior que a de uma “marolinha”.

Num cenário como esses, eles não apenas deveriam, mas teriam a obrigação de sair candidatos a presidente contra a reeleição de Dilma. Separadamente, cada qual por seu partido: Eduardo Campos pelo PSBAécio Neves pelo PSDB. Um cenário típico de segundo turno, quando então o que ficasse atrás apoiaria o candidato que saísse à frente. Como se observa, não tem a estrela do PT nesse caso. Na verdade, os petistas seriam os adversários a bater.

O PT, acredita-se tanto no PSB de Campos como no PSDB de Aécio, jamais abrirá mão do projeto de se tornar um partido hegemônico, capaz de qualquer acordo que lhe permita manter o poder real nas mãos. A oportunidade para abortar esse plano seria, portanto, as eleições de 2014.

Aécio já é mesmo o nome favorito do PSDB para disputar a Presidência da República em 2014, mas diante do sucesso da dupla Dilma-Lula parecia hesitar até com seus companheiros. Antes de tudo ele precisa manter sob controle o segundo maior colégio eleitoral do país, que também estará em jogo em 2014.O projeto do PSB para Campos é de mais longo prazo: nas próximas eleições o partido manteria o apoio a Dilma Rousseff e ainda tentaria deslocar o PMDB como partido preferencial da aliança governista. Campos poderia ser candidato a vice de Dilma ou de Lula. Em 2018, então, disputaria o Planalto.

Mas o que tanto um como o outro hoje sabem é que o PT, enquanto controlar a máquina pública federal vai trabalhar, nem que seja em três turnos, para fabricar outro candidato a fim de manter a hegemonia.

Aécio Neves e Eduardo Campos – Link da matéria:  http://www.valor.com.br/politica/2720854/disputa-de-2014-entra-no-jogo-dos-aliados