Censura em Minas: Rogério Correia intimida Noblat

Censura em Minas: Rogério Correia intimida Noblat – deputado do PT ameaça jornalista de O Globo pelo Twitter e incita à violência.

Censura em Minas: Rogério Correia

Deputado petista confunde democracia com ditadura, intimida jornalista e ameaça a população

Censura em Minas: Rogério Correia processa twitteiro

Censura em Minas: Rogério Correia processa twitteiro

Censura em Minas – Detalhe perigoso – Quando Luiz Inácio da Silva assumiu o poder central, em janeiro de 2003, o ucho.info alertou para o perigo do projeto totalitarista de poder que iniciava sua marcha. Na ocasião, muitos foram os nossos críticos, pois a extensa maioria estava ensandecida com a chegada de um trabalhador à Presidência, mas as provas desse golpe lento e continuado surgem até hoje.

Como se o Brasil fosse uma versão agigantada da Venezuela, onde a liberdade de expressão dos cidadãos depende do interesse e do humor do tiranete Hugo Chávez, um deputado petista ameaçou com rebelião generalizada caso a CPI do Cachoeira convocasse o ex-presidente Lula para depor sobre a tentativa fracassada de intimidar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Como um amestrado integrante da claque do apedeuta Lula, o deputado estadual Rogério Correia postou mensagem no microblog que mantém no Twitter intimidando o jornalista Ricardo Noblat e incitando a violência. “Se colocarem a mão no Lula aposto em rebelião. Este golpe de vocês, Noblat, não tem o menor respaldo popular. Cuidado!”, escreveu o abusado Correia em seu microblog.

Rogério Correia por certo acredita que o processo de “cubanização” do Brasil está concretizado e que o País deixou de ser uma democracia. Esse comportamento de incitação à violência é muito bem definido como crime pela legislação vigente e cabe à Assembleia Legislativa de Minas Gerais abrir um processo pro quebra de decoro parlamentar.

Para não passar por vexames e nem mesmo enfrentar situações de constrangimento por seu total desconhecimento do conjunto legal brasileiro, o deputado petista precisa ser avisado de que Luiz Inácio da Silva, responsável pelo período mais corrupto da história nacional, é um cidadão comum e que não está acima da lei. Por respeito ao Estado democrático de direito, Lula pode ser preso como qualquer cidadão que comete um crime. Por sorte o ministro Gilmar Mendes, como noticiou o ucho.info, desrespeitou a lei ao não dar voz de prisão ao ex-presidente por causa da chantagem velada.

Rogério Correia por ter se acostumado com o banditismo que marca a trajetória de alguns “companheiros”, mas não será na base da intimidação que o parlamentar petista conseguirá blindar o ex-presidente, caso isso seja possível em algum momento. Lula ganhou fama por abafar escândalos de corrupção protagonizados por aliados, mas no mais recente caso o tiro saiu pela culatra. Por conta disso, Rogério Correia deveria se recolher à própria insignificância.

Censura em Minas: Rogério Correia – Link do post: http://ucho.info/deputado-petista-confunde-democracia-com-ditadura-intimida-jornalista-e-ameaca-a-populacao-com-rebeliao

Lula: Suprema indecência, critica editorial

Lula e o STF: escândalo do mensalão não tem precedentes, assim como a notícia de um ex-presidente da República procurar membro do Supremo.

Lula contra Gilmar

Nelson Jobim, Lula e Gilmar Mendes- rede de intrigas no STF

Nelson Jobim, Lula e Gilmar Mendes- rede de intrigas no STF - Foto: Reprodução Brasil247

Fonte:  Editorial – O Estado de S.Paulo

Suprema indecência

 

Lula – Ainda que se compre pelo valor de face a inverossímil alegação do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim, de que promoveu o encontro do ministro e ex-presidente da Corte Gilmar Mendes com o ex-presidente Lula, a pedido deste, porque “gostava muito dele e o ministro sempre o havia tratado muito bem”, o acatamento da solicitação foi um grave lapso moral. O seu ex-chefe (Jobim foi ministro da Defesa entre 2007 e 2011) que encontrasse outra via para transmitir a tardia gratidão ao magistrado.

Gilmar, por sua vez, errou ao aceitar a reunião. Ministros da Suprema Corte, tendo numerosos compromissos derivados de sua condição, não raro se encontram com outras autoridades, políticos, empresários e figurões em geral. Nada haveria de repreensível se, numa dessas ocasiões, Lula o abordasse para lhe dizer o que, segundo Jobim, teria querido dizer. Mas se então ouvisse do ex-presidente as palavras que lhe foram atribuídas pela revista Veja na reunião de 26 de abril no escritório de Jobim, teria de se retirar imediatamente.

Afinal, mesmo que o seu ex-colega não lhe tivesse adiantado o assunto sobre o qual Lula queria conversar, o ministro tinha tudo para adivinhar que se trataria do julgamento do mensalão, previsto para começar em agosto. Em qualquer país, raros são os que recusam convites para um tête-à-tête com um ex-chefe de Estado. Mas, por todos os motivos concebíveis, Mendes deveria ter sido uma daquelas exceções. Depois, tendo sido como foi noticiado o diálogo entre eles, não se entende por que o ministro levou tanto tempo para fazer chegar a história à imprensa.

Se ficou perplexo “com o comportamento e as insinuações despropositadas” de Lula, como afirma, deveria dar-lhes sem demora a merecida resposta pública. Bastaria a enormidade do acontecido. Se o escândalo do mensalão não tem precedentes, tampouco se tem notícia de um ex-presidente da República procurar um membro do Supremo Tribunal para dizer-lhe que considera “inconveniente” o julgamento próximo de uma ação que o alcança politicamente. A inoportunidade – teria alegado Lula – viria da coincidência com a campanha para as eleições municipais deste ano.

Não podendo remeter às calendas o julgamento de um processo aberto há sete anos contra a cúpula do PT, além de outros companheiros e seus sócios na “organização criminosa” de que fala a denúncia do Ministério Público, Lula quer empurrar o desfecho para depois da aposentadoria de dois ministros, o atual presidente Carlos Ayres Britto e Cezar Peluso, que tenderiam a votar pela condenação dos réus mais notórios. Tivesse Lula ficado nisso, já teria superado as próprias façanhas em matéria de indecências políticas.

Mas, além disso, ele não só teria ofendido o relator Joaquim Barbosa, chamando-o de “complexado”; teria avisado que incumbiria o ex-ministro Sepúlveda Pertence de “cuidar” da ministra Carmem Lúcia para que ajude no adiamento; e contado que pediu ao ministro José Dias Toffoli que não se declarasse impedido por ter sido assessor jurídico da Casa Civil, ao tempo de José Dirceu; como praticamente chantageou o interlocutor, ao oferecer-lhe proteção na CPI do Cachoeira, que teria se gabado de controlar. Proteção, no caso, contra alguma tentativa de convocá-lo a explicar as suas relações com o senador Demóstenes Torres, parceiro do contraventor.

Quando Mendes disse que elas sempre se deram nos limites institucionais, Lula teria perguntado algo como: “E a viagem a Berlim?”. Os dois, de fato estiveram na capital alemã, onde mora a filha do ministro, e a viagem teria sido paga por Cachoeira – o que Mendes negou veementemente, e batendo na perna de Lula desafiou: “Vá fundo na CPI!”. A revelação do ultraje levou os ministros Marco Aurélio Mello e Celso de Mello a condenar o ex-presidente da República nos termos mais duros, compatíveis com o extremo a que levou o seu despudor – algo “inimaginável”, estarreceu-se Marco Aurélio. O seu colega, decano da Corte, criticou o “grave desconhecimento (de Lula) das instituições republicanas“. Se ele ainda fosse presidente, resumiu com exatidão, “esse comportamento seria passível de impeachment”.

Lula – Suprema indecência – Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,suprema-indecencia-,879327,0.htm

Lula teria feito ligação de Gilmar com Cachoeira

Lula em encontro com Gilmar teria dito que Cachoeira pagou ida do ministro do STF a Berlim. Jornal Nacional repercute reportagem da Veja.

Lula contra Gilmar

Fonte: Jornal Nacional

Lula nega que tenha sugerido adiar julgamento do mensalão

Uma reportagem publicada no fim de semana elevou a temperatura política em Brasília. A oposição pediu investigação.

Lula – Uma reportagem publicada no fim de semana elevou a temperatura política em Brasília. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o ex-presidente Lula sugeriu que o mensalão fosse julgado só depois das eleições. O ex-presidente disse que está indignado. A oposição foi à procuradoria-geral da República pedir investigação.

Segundo a reportagem, no dia 26 de abril, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teve um encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no escritório de Nelson Jobim, que foi presidente do Supremo e ministro do governo Lula.

Segundo a revista, Lula disse a Gilmar Mendes que o julgamento do processo do mensalão, antes das eleições de outubro, seria inconveniente. Ainda de acordo com a revista, Lula estaria tentando influenciar os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.

De acordo com a Veja, Lula afirmou ainda que teria o controle político da CPI do Cachoeira e, em troca do apoio de Gilmar Mendes para atrasar o julgamento do mensalão, o ex-presidente teria oferecido blindagem ao ministro nas investigações do Congresso.

Lula perguntou a Gilmar sobre viagem a Berlim junto com o senador Demóstenes Torres. De acordo com a reportagem, há boatos de que a viagem teria sido paga por Carlinhos Cachoeira. Gilmar teria dito que vai com frequência a Berlim porque tem uma filha morando lá, e que tinha pago a viagem com recursos próprios.

Nesta segunda-feira (28), em Manaus, o ministro Gilmar Mendes confirmou o encontro com o ex-presidente.

“O presidente tocou várias vezes na questão da CPMI. Desenvolvimento da CPMI, o domínio que o governo tinha sobre a CPMI e tudo mais. Então eu disse a ele com toda franqueza: ‘Presidente, deixa eu lhe dizer uma coisa, parece que o senhor está com alguma informação confusa. Ou o senhor não está devidamente informado. Eu não tenho nenhuma relação, a não ser relação de conhecimento e trabalho funcional, com o senador Demóstenes’. E aí ele, um pouco, ficou assustado. E disse: ‘Mas não tem? E essa viagem de Berlim?’”, afirmou Gilmar Mendes.

O ministro confirmou também que Lula considerava inconveniente o julgamento do mensalão agora, mas que não houve um pedido explícito do ex-presidente para um adiamento:

“Não houve nenhum pedido específico do presidente em relação ao mensalão. Manifestou um desejo, eu disse da dificuldade que o tribunal teria. Ele não pediu a mim diretamente. Disse: ‘O ideal era que isso não fosse julgado’. Então eu disse: ‘Não, vamos torcer para que haja um julgamento, e é tudo que o tribunal quer, e essa é a minha posição em matéria penal, é muito conhecida.”

O ministro disse que ficou constrangido com o tom da conversa. “Nunca nós tivemos conversa desse tipo, e me pareceu realmente uma colocação absolutamente imprópria e indevida em todos os seus termos.”

O Instituto Lula confirmou, em nota, que a reunião existiu, mas que a versão dada por Veja sobre o teor da conversa é inverídica. “Meu sentimento é de indignação”, disse o ex-presidente sobre a reportagem. A nota segue afirmando que Lula jamais tentou interferir nas decisões do Supremo em relação ao mensalão e que nenhum dos oito ministros indicados por ele pode registrar qualquer tipo de pressão. Lula encerra dizendo que a autonomia e a independência do judiciário sempre foram rigorosamente respeitadas nos seus dois mandatos.

Na manhã desta segunda, quando esteve no Congresso, Nelson Jobim não quis comentar a reportagem. “Eu não vou falar mais sobre esse assunto, já está tudo certo, ponto”, disse.

No sábado, em entrevista ao blog do jornalista Jorge Bastos Moreno, do jornal O Globo, ele também negou que o conteúdo da conversa entre Gilmar e Lula tenha sido o que foi publicado por Veja e confirmado em parte por Gilmar Mendes.

No plenário do Senado, a reportagem virou tema dos discursos.

“Na verdade, houve uma tentativa patética de chantagear e cooptar um ministro do Supremo Tribunal Federal, valendo-se de uma suposta autoridade sobre uma Comissão Parlamentar de Inquérito instalada no Congresso Nacional”, declarou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), líder do partido.

O líder do PT na Câmara, o deputado Jilmar Tatto (SP), criticou a oposição. “Quando foi presidente da República, nunca fez isso. Por que faria agora? Quando teve poder, quando teve condições, nunca fez. Por que faria agora? Não tem sentido. Então, é totalmente descabido esse tipo de diálogo. Não faz parte da história do presidente Lula.”

Partidos da oposição e parlamentares considerados independentes assinaram uma representação pedindo que a procuradoria-geral da República investigue o caso. Os integrantes da CPI, no entanto, concordaram que o assunto não deve virar tema da comissão. O presidente da CPI, Vital do Rêgo, confirmou que vai seguir a agenda e colocar em votação nesta terça os requerimentos que pedem a convocação de governadores e a quebra do sigilo da Delta nacional.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski confirmaram que tiveram encontros com o ex-presidente Lula, mas negaram ter sofrido qualquer tipo pressão por parte dele.

Lula contra Gilmar -Link da matéria: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/05/lula-nega-que-tenha-sugerido-adiar-julgamento-do-mensalao.html

Lula contra Gilmar: editorial da Folha

Lula contra Gilmar: editorial do Folha – jornal classifica como grave encontro que reuniu ex-presidente da República e ex-presidentes STF.

Lula contra Gilmar: editorial do Folha

Lula contra Gilmar

Lula contra Gilmar

Fonte: Folha de S.Paulo

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Choque de versões quanto a encontro do ex-presidente com ministro do STF eleva temperatura e ansiedade com o julgamento do mensalão

O mais acabrunhante no episódio da estranha reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes relatada na revista “Veja” está no fato de ela soar absolutamente plausível.

Revela-se, de pronto, o abismo que separa a opinião pública dos operadores políticos no Brasil. Estes hão de considerar trivial o encontro. Àquela fica patente sua total impropriedade, quando se sabe que Lula está em campanha frenética para negar o mensalão -o mesmo escândalo cujas provas o procurador-geral da República e o Supremo consideraram suficientes para levar 38 réus a julgamento.

Por certo falta esclarecer o real teor da conversa, mas ninguém negou que a reunião tenha ocorrido. No contexto da CPI exigida do Congresso por um Lula sequioso de produzir ali o antídoto ao iminente processo do mensalão, o encontro de abril arranjado à socapa pelo onipresente Nelson Jobim já pareceria suspeito; que Lula o tenha usado para fazer pressão -ou até chantagem- sobre Gilmar o colocaria definitivamente na categoria do intolerável.

O ex-presidente mandou negar, por certo, a proposta de barganhar proteção a Gilmar na CPI pela protelação do julgamento. Não se concebe, porém, quais motivos teria o ministro do STF para dar versão tão peremptória e comprometedora do encontro, que só agora, decorrido quase um mês, veio a público.

A confirmar-se na sua inteireza o relato de Gilmar (em parte desautorizado por Jobim, mencione-se, ainda que sem acréscimo de veracidade), Lula se revelará quase irreconhecível: tomado pela ansiedade com o exame do maior escândalo político desde o Collorgate e entregue à retaliação contra demistas, tucanos e a imprensa independente, em franca contradição com a lendária intuição política que conduziu o líder operário à Presidência da República.

A soberba do ex-mandatário talvez não lhe permita perceber, como a todos parece, que terá dado um passo temerário, no encontro tal como narrado, ao tentar comprometer a independência de um ministro do STF. Que dê ouvidos então a outro, Celso de Mello (em declaração ao portal Consultor Jurídico): “Se ainda fosse presidente da República, esse comportamento seria passível de impeachment por configurar infração político-administrativa, em que um chefe de Poder tenta interferir em outro”.

Tal é a gravidade do evento que reuniu um ex-presidente da República e dois ex-presidentes do Supremo (um deles ainda ministro da corte): se um dia for elucidado, ficará evidente que um (ou dois) dos três próceres faltou com a prudência, se não com a verdade.

Lula contra Gilmar

Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/45565-lula-contra-gilmar.shtml

STF: ministro condena comportamento de Lula

STF: ministro condena tentativa de Lula de abafar mensalão. Celso de Melo disse que comportamento do ex-presidente foi eticamente censurável

STF: ministro censura Lula

STF: ministro condena comportamento de Lula

STF: ministro condena comportamento de Lula

Fonte: Folha de S.Paulo

Interferência é ‘ilegítima’, diz decano do Supremo

Celso de Mello afirma que pressão ao STF seria motivo de impeachment

Para ministro, ação de Lula, se confirmada, demonstra grave desconhecimento das instituições 

O ministro Celso de Mello, o magistrado mais antigo do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ontem à Folha que a conduta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso seja confirmada, revelaria um “comportamento eticamente censurável, politicamente atrevido e juridicamente ilegítimo”.

Segundo o ministro Gilmar Mendes, colega de Celso de Mello no STF, Lula teria sugerido a ele o adiamento do julgamento do mensalão no STF em troca de uma blindagem a Mendes na CPI que investiga atividades do empresário Carlinhos Cachoeira.

Celso de Mello disse ainda que uma iniciativa desse tipo por parte de Lula significaria “lamentável expressão de grave desconhecimento das instituições republicanas e de seu regular funcionamento no âmbito do Estado democrático de direito.”

A conversa de Lula com Gilmar Mendes ocorreu em abril, em Brasília, na casa de Nelson Jobim, ex-ministro do governo Lula e do STF. Lula e Jobim, no entanto, negam o teor descrito por Mendes.

“Não houve essa conversa. Foi uma visita de cordialidade”, disse Jobim, que garantiu ter ficado ao lado dos dois durante todo o período em que estiveram juntos.

Celso de Mello sempre foi conhecido como um dos mais discretos do Supremo. No domingo, porém, em entrevista ao site da revista “Consultor Jurídico“, especializada em assuntos do judiciário, ele já havia manifestado sua contrariedade com o assunto.

“Se (Lula) ainda fosse presidente da República, esse comportamento seria passível de impeachment por configurar infração político-administrativa, em que um chefe de poder tenta interferir em outro”, afirmou.

Em outro trecho da entrevista ao site da revista, Mello disse que “tentar interferir dessa maneira em um julgamento do STF é inaceitável e indecoroso. Rompe todos os limites da ética. Seria assim para qualquer cidadão, mas mais grave quando se trata da figura de um presidente da República“.

STF condena atitude de Lula – Link da matéria:  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/45651-interferencia-e-ilegitima-diz-decano-do-supremo.shtml

Lula desmente tentativa de controle do STF

Lula desmente tentativa de controle do STF. Gilmar Mendes reafirma que ex-presidente tentou interferir no julgamento do mensalão.

Lula: controle do STF

Fonte: Folha de S.Paulo

Lula contesta ministro e diz que não pressionou Supremo

Ex-presidente se diz indignado com relato de Gilmar Mendes sobre mensalão

Ministro reafirma que petista tentou interferir no caso e fala que atraso no julgamento abre espaço a ‘oportunistas’ 

 

Lula desmente tentativa de controle do STF

Lula desmente tentativa de controle do STF

O ex-presidente Lula negou ontem ter tentado pressionar o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a adiar o julgamento do mensalão.

Em nota, ele se disse indignado com o ministro e afirmou que o seu relato sobre a conversa que os dois mantiveram em abril, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim em Brasília, é “inverídico”.

Segundo reportagem de sábado da revista “Veja”, Lula teria dito a Mendes que seria “inconveniente” julgar o caso antes das eleições.

Em troca do apoio ao adiamento, ele teria oferecido proteção na CPI do Cachoeira, que poderia vir a investigar as relações de Mendes com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO).

“A reunião existiu, mas a versão da ‘Veja’ sobre o teor da conversa é inverídica”, diz texto da assessoria de Lula.

A nota afirma que o ex-presidente “jamais interferiu ou tentou interferir nas decisões do Supremo ou da Procuradoria-Geral da República em relação à ação penal do chamado mensalão“.

“Meu sentimento é de indignação”, diz Lula no texto.

Lula quebrou o silêncio à noite, cerca de duas horas após o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, fazer uma cobrança pública para que ele se manifestasse sobre o caso.

“O diálogo foi protagonizado por três pessoas. Dois já explicitaram sua interpretação dos fatos. Falta o terceiro”, disse Ayres Britto.

À noite, o presidente do STF disse que irá conversar com os outros ministros “olho no olho” para “fazer um levantamento da situação.” “Sigo observando”.

Jobim, que já havia contestado o relato de Mendes no fim de semana, manteve a negativa em entrevista ao jornal “Zero Hora”. “Foi uma conversa institucional, não teve nada nesses termos que a ‘Veja’ está se referindo.”

 

BLINDAGEM
Também ao “Zero Hora”, Mendes reafirmou seu relato, dizendo que Lula falou várias vezes sobre o tema mensalão, insinuando que poderia acionar congressistas aliados para blindá-lo. “Percebi que havia um tipo de insinuação.”

À noite, em Manaus, o ministro disse que o próprio Lula pode estar sob pressão.

“Tive ao longo dos anos dezenas de conversas com o presidente, nunca tinha experimentado sensação igual a essa, me parece que ele próprio esteja sobre pressão.”

Ele disse que o que o motivou a relatar o encontro com Lula foi quando recebeu informação “de pessoas confiáveis” de que notícias contra ele estavam “sendo plantadas e divulgadas, inclusive com participação do presidente”. Aí me preocupou.”

Mendes se recusou a comentar o comunicado de Lula, mas disse que o STF está “demorando muito” para julgar o processo do mensalão. “Como nós estamos demorando muito nessa definição, surgem essas infecções oportunistas. E aproveitadores de toda a sorte que vem conturbar o ambiente do tribunal.”

Segundo ele, o tribunal passa por uma fase “muito delicada” por ter três ministros recém-nomeados (Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli) e por outros dois estarem próximos da aposentadoria (Ayres Britto e Cezar Peluso).

 

Lula e o STF – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/45648-lula-contesta-ministro-e-diz-que-nao-pressionou-supremo.shtml

Censura em Minas: deputado do PT processa twitteiro

Censura em Minas: deputado do PT Rogério Correia é contra liberdade de expressão e processa twitteiro por fazer críticas à ação parlamentar.

Censura em Minas

O deputado estadual Rogério Correia (PT), “paladino” da liberdade e um dos mais agressivos tuiteiros da política, não tolera a liberdade alheia e nem que lhe sejam feitas críticas. Rogério Correia quer censurar e calar um tuiteiro, alegando que ele publica textos ofensivos a sua honra.

E isso depois de processar o jornal Estado de Minas por ter publicado reportagens sobre suas notórias relações com o falsário Nilton Monteiro, aquele da farsa da Lista de Furnas. Leia abaixo.

Fonte: Turma do Chapéu e Juventude do PSDB Minas

Deputado Rogério Correia do PT censura a internet!

Censura em Minas: Rogério Correia

Censura em Minas: Rogério Correia contra a liberdade de expressão

Censura em Minas – Deputado estadual pelo PT de Minas, Rogério Correia recorreu à policia para processar um twitteiro que faz criticas à sua atuação politica.

É inaceitável, mas é verdade.

O deputado que é conhecido pala agressividade que usa na internet  atacando de forma sistemática a honra de seus adversários   recorreu a polícia para tentar calar um critico, no caso o twitterio João Paulo Medrado.

Veja aqui alguns dos comentários que o deputado considerou ofensivos à sua honra:

“Dilma desiste de privatização de confins e não vai liberar recursos pro metro de BHte. Oq. o PT –MG do dep. Rogeriocorreia diz sobre o assunto!”.

Ainda na denúncia que fez o deputado petista cita o que seria outra grave acusação:

“Maria-fro. Pessoas como você q. se unem a Helicosta – Rogério correia e Lucasfigueiredo p. atacar Minas n. tem minha consideração” 

 Ou esse outro comentário: 

 “O MST acaba de chegar na Pça da Liberdade. Gde. Festa popular. Ferrando o Transito. Vai trabalhar petista a toa”.

Esse outro comentário também foi listado entre os ofensivos à imaculada honra do deputado:

“O dep.Rogeriocorreia está comemorando a volta do Delúbio ao PT na Pça da Liberdade. Pode.”

 Outras mensagem  remetem a atos amplamente divulgados pela imprensa como o fato do deputado  ter casa própria em Belo Horizonte e  ainda assim receber auxilio-moradia  e o fato dele ter sacado dinheiro no cartão corporativo da Delegacia Regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde trabalhava.

A ação de deputado Rogério Correia contra o twitteiro gera perplexidade tanto pela tentativa autoritária de calar seus críticos, mas também por ser ele justamente um dos usuários do Twitter que tem no ataque à honra de seus adversários políticos a sua principal linha de ação.

O deputado já tentou censurar a imprensa:

No discurso, o deputado finge defender a liberdade de imprensa e de opinião, mas na prática defende a censura de todos que o criticam.

Há poucos meses, o deputado foi à Justiça contra o jornal do Estado de Minas que publicou matérias revelando a relação do parlamentar com o falsário Nilton Monteiro, acusado de fraudar a chamada “Lista de Furnas” e papéis de cobrança de mais de 300 milhões de reais.

O jornal venceu na Justiça todas as vezes que o mérito do assunto foi examinado.

E agora o que dizem os blogueiros progressistas?

A rede de blogueiros ligada ao PT que atua de forma organizada na rede diz ser contra toda tentativa de controle da internet.  Diz defender a absoluta liberdade de opinião. Qual a posição do grupo agora?

Defende o deputado petista, e assim, por coerência, defende todos os outros políticos que lançarem mão da polícia e da Justiça contra seus críticos ou condena publicamente a iniciativa do deputado? Vamos aguardar!

PS: POR UMA MINAS SEM CENSURA, SEMPRE

Censura em Minas – Link do artigo: http://turmadochapeu.com.br/censura-minas-rogerio-correia/