Rogério Correia e a Censura em Minas

Rogério Correia e a Censura em Minas – deputado mente sobre ação contra o Estado de Minas e age contra a liberdade de expressão.

Rogério Correia: Censura em Minas

Mais lorotas de Rogério Correia sobre processo contra Estado de Minas

Fonte: Alberto Lage Turma do Chapéu
Rogério Correia: Censura em Minas e atua contra liberdade de expressão
Rogério Correia continua sem explicar suas relações com Nilton Monteiro

Rogério Correia, mais uma vez, mostra que adora adaptar os fatos para que eles fiquem mais convenientes. A nova estratégia do deputado é sair por aí afirmando que venceu o Estado de Minas no processo de nº 0342159-28.2012.8.13.0000, que ele moveu contra o jornal, devido a uma matéria que expôs a relação do petista com o falsário Nilton Monteiro, preso por fraudes e suspeito de ter fabricado a farsa da Lista de Furnas.

O que Rogério não explica é a verdade por trás dessa ação: o deputado, inicialmente, entrou com processo contra o jornal, questionando o conteúdo das matérias. Perdeu. Recorreu na Justiça. Perdeu. Recorreu de novo e aí a notificação foi extraviada pelo jornal e, por problemas internos, o jornal não compareceu à audiência marcada. Conforme determina a lei, no caso de falta de uma parte, a outra vence.

Toda a “vitória” de Correia foi baseada na ausência na audiência. Quando o conteúdo da matéria foi questionado, na primeira instância, o deputado perdeu. Mas para ele não importa: ele não conta a verdade na internet, e sai dizendo que ganhou a ação e que o conteúdo da matéria era falso. Rogério só não pode sair dizendo que ganhou a causa, uma vez que o mérito da ação não influenciou no resultado, mas sim os prazos perdidos pelo jornal. Muito oportuno defender a liberdade de imprensa quando é conveniente e atacar um jornal que revela seus esquemas. Se você preza tanto pela liberdade de expressão, deputado, expresse-se sobre as provas que ligam você ao Nilton Monteiro!

Rogerio Correia – Censura em Minas – Link do post: http://turmadochapeu.com.br/author/admin-master/

Senador Aécio Neves diz que falta gestão ao governo

Senador Aécio Neves diz que o governo do PT não é um bom exemplo quando se fala de gestão pública de qualidade e de política fiscal. 

Senador Aécio Neves: líder da oposição

Aécio Neves: “O governo gasta mal e planeja pouco” 

Fonte: Denise Rothenburg – Diário de Pernambuco

senador Aécio Neves (PSDB‐MG) desembarca hoje na capital pernambucana tendo como ancho uma reunião do PSDB Mulher com vistas às eleições municipais. Mas, na verdade, a visita é bem mais que isso. Nesta entrevista exclusiva, concedida ontem em Brasília, Aécio joga a semente do que pretende semear no Nordeste, sem deixar de soltar uma ironia em relação ao Brasil Carinhoso, lançado no início da semana pela presidente Dilma.

“Isso seria um gesto carinhoso para o Brasil, principalmente, com as crianças brasileiras, em especial do Nordeste. Desonerar as empresas para que elas possam investir em saneamento básico”, diz ele.

Sua fala no encontro das mulheres promete soar ainda como música para os prefeitos de todos os recantos do Brasil que vaiaram Dilma na última terça‐feira: “Nossa proposta terá sempre como base o fortalecimento de estados e municípios, uma distribuição mais justa do bolo tributário. O Brasil vive um processo crescente e perverso de concentração de receitas nas mãos da União, nos transformando quase que num estado unitário. Queremos é tirar da paisagem nacional as marchas constantes de prefeitos pedintes em Brasília”, diz. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O que o senhor leva de projeto para o Nordeste nesta viagem?
O PSDB vive um processo de reorganização das suas forças. Tivemos reuniões nos últimos meses do movimento jovem, em São Paulo, do movimento sindical do partido, em Goiás, Fizemos alguns seminários importantes sobre economia no Rio de Janeiro e faremos agora o grande encontro das mulheres no Recife. É a oportunidade de mobilizarmos as mulheres do PSDB especialmente com foco nas eleições municipais deste ano. Estamos estimulando uma participação cada vez mais profunda das mulheres, tanto na formulação dos projetos do PSDB, sobretudo no campo social, quanto a presença efetiva das mulheres como candidatas aos vários cargos que vão estar em disputa este ano. Terei também nesta sexta‐feira uma reunião com o governador Eduardo Campos, com quem tenho uma relação pessoal antiga. Tenho um orgulho muito grande de ouvir sempre do governador Eduardo que muitos dos projetos hoje desenvolvidos em Pernambuco, principalmente na área de segurança pública, foram inspirados em nossa gestão em Minas Gerais, no projeto Fica Vivo. Pernambuco tem alcançado índices importantes na diminuição da criminalidade, em parte, pela boa aplicação desses projetos cuja origem e inspiração se deram em Minas Gerais.

Nesse encontro com o governador, existe aí alguma conversa política para o futuro?
Converso permanentemente com o governador. Temos uma aliança com o PSB em vários estados brasileiros, a começar por Minas Gerais. Lá, desde a minha primeira eleição o PSB participa do nosso governo e das nossas campanhas. Apoiamos há quatro anos um nome do PSB para prefeitura da capital do estado. Obviamente, tenho que respeitar e reconhecer hoje o alinhamento do PSB com o governo federal, mas o futuro a Deus pertence. Jamais deixarei de ter uma interlocução muito qualificada com o governador Eduardo Campos. Até porque nós temos, em várias questões e vários temas, uma visão comum. A identidade é muito grande.

O senhor então, por conta dessa identidade, não descarta a possibilidade de uma aliança entre PSDB e PSB? O senhor acredita que o PSB é capaz de deixar o PT e toda a força que Lula tem no Nordeste por uma aliança com o PSDB?
Hoje, o alinhamento natural do PSB é com o governo federal. Não obstante, instâncias regionais do PSB estarão próximas a nós naturalmente. Não cometeria a indelicadeza de, ao fazer uma visita ao governador Eduardo Campos, falar de alianças futuras. Mas acredito muito nas coisas naturais na política: sempre que existe identidade de propósitos, de visão de país e de mundo, as conversas avançam com muito mais celeridade. Mas repito: respeito o alinhamento hoje do PSB com o governo federal, mas vamos continuar sempre conversando e fazendo parcerias em favor do Brasil. Já fizemos parcerias lá atrás, no momento em que eu era governador, e recebi o governador Eduardo Campos por várias vezes em Minas Gerais e vamos continuar fazendo no futuro. Acho que administração pública eficiente é aquela que sabe aproveitar os bons exemplos e adaptá‐los à sua realidade local. O governador Eduardo faz isso com maestria. Ele é sem dúvida um dos mais talentosos gestores públicos da nossa geração.

Por falar em gestão pública, comenta‐se que o governo federal nunca investiu tanto no Nordeste. Como o senhor avalia a atuação do governo federal na região?
Há muito por fazer. Quando se fala em gestão pública, os exemplos do governo federal não são os bons exemplos. Ao contrário, nós estamos vendo aí as obras do PAC em grande parte atrasadas. Eu citaria uma emblemática que é a transposição do São Francisco. Poderia citar outras, como a Transnordestina. Há uma paralisia grande no PAC pelo gigantismo da estrutura do estado. O PT, infelizmente, não investe em novos instrumentos de gestão qualificada. O governo federal não é um bom exemplo quando se fala de gestão pública de qualidade. O gasto excessivo do governo federal com a sua própria estrutura é que não deixa um espaço fiscal adequado até para que pudéssemos avançar na diminuição da carga tributária que é a grande mazela, o grande desafio que o Brasil tem a enfrentar hoje. No momento em que os gastos correntes do governo avançam numa velocidade maior que o próprio crescimento do PIB, da nossa economia, não sobra espaço fiscal para uma ação mais ousada na diminuição da carga tributária, que é o grande desafio que todos nós, juntos, temos que enfrentar. Repito: o governo federal gasta mal, de forma pouco planejada, e nesse quadro, por mais que haja boa intenção dos gestores do Nordeste, os dados ainda estão muito aquém das necessidades dessa região. Minas Gerais tem o seu Nordeste, por isso, temos uma familiaridade grande com o Nordeste brasileiro. Temos uma região do estado, Vale do Jequitinhonha, do Mucuri, que tem o mesmo índice de desenvolvimento humano, mesmo IDH do Nordeste brasileiro. Cito como exemplo o que fizemos lá: ao final do meu mandato, último ano, gastávamos três vezes mais per capita na região Nordeste do estado do que nas demais regiões. Esse era um bom exemplo a ser seguido pelo governo federal. Infelizmente, ainda não ocorre. A cada R$ 1 investido nas demais regiões, R$ 3 eram aplicados no Nordeste, em saúde, educação, segurança, saneamento. Esse é o grande desafio prioritário para enfrentarmos no Nordeste brasileiro: 50% dos domicílios ainda não têm saneamento. E o governo da presidente Dilma, infelizmente, não toma as medidas necessárias para que esses investimentos avancem. Na campanha eleitoral, ela se comprometeu em zerar as alíquotas de PIS/Cofins para dar mais fôlego para fazer investimentos e infelizmente isso não vem ocorrendo. Tenho uma Proposta de Emenda Constitucional tramitando no Congresso para zerar essas alíquotas. Mas, sem o apoio do governo federal. No último ano, as empresas de saneamento básico no Brasil inteiro pagaram mais impostos do que fizeram em investimentos. Isso não se justifica. Isso seria um gesto carinhoso para o Brasil, principalmente, com as crianças brasileiras, em especial do Nordeste. Desonerar as empresas para que elas possam investir em saneamento básico.

O senhor é visto como um pré‐candidato a presidente da República. Pretende levar já nesta viagem algum projeto específico para o Nordeste, além desta emenda que tramita non Congresso?
Certamente, teremos oportunidade de falar de alguns projetos e, principalmente, ouvir também algumas lideranças do Nordeste. Mas, certamente, vamos apresentar uma proposta que será discutida já nesse processo eleitoral de descentralização. Da refundação da Federação.  Estamos assistindo a um processo de aniquilamento dos municípios, que não têm mais condições eles próprios de enfrentar as suas dificuldades, as suas necessidades mínimas. Para se ter uma ideia, de tudo o que se gasta com segurança pública hoje no Brasil, 83% vêm do esforço de estados e municípios. Na saúde pública, há dez anos, o governo federal participava com 46% do total de investimentos. Hoje, participa apenas com 30%. E 70% são de estados e municípios. Isso apenas para citar dois números marcantes em áreas estratégicas para a vida das pessoas. Então, a nossa proposta terá sempre como base o fortalecimento de estados e municípios, uma distribuição mais justa do bolo tributário. O Brasil vive um processo crescente e perverso de concentração de receitas nas mãos da União, nos transformando quase que num estado unitário. Queremos é tirar da paisagem nacional as marchas constantes de prefeitos pedintes em Brasília, dando a eles condição de enfrentar eles próprios as suas necessidades. O governo, infelizmente, parece caminhar na direção oposta, fazendo com que essa concentração dê a ele o poder absoluto de definir a quem atender.

Senador Aécio NevesLink da entrevista – http://www.diariodepernambuco.com.br/2012/05/18/politica4_0.asp

Senador Aécio Neves encontra Eduardo Campos

Senador Aécio Neves vai a Recife e tem encontro com governador de Pernambuco no Palácio do Campo das Princesas.

Senador Aécio Neves: líder da oposição

Costuras políticas na pauta do encontro

Fonte: Diário de Pernambuco
Senador Aécio Neves: líder da oposição

Governador de Pernambuco Eduardo Campos e o

Senador Aécio Neves vem ao Recife para participar de evento do PSDB e se reunir com governador.
senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) desembarca hoje no Recife com uma agenda recheada de compromissos políticos. De um lado, como liderança partidária, é aguardado por pré-candidatos tucanos, que vão participar do Congresso Nacional do PSDB-Mulher, em Boa Viagem. Do outro e o mais esperado, um encontro com o governador Eduardo Campos (PSB), tendo como pano de fundo possíveis alianças para as eleições municipais e, quem sabe, 2014, quando pretende disputar a Presidência.O encontro entre Aécio e Eduardo vai ocorrer no Palácio do Campo das Princesase contará com a participação do deputado federal pernambucano, Sérgio Guerra, que preside nacionalmente a legenda tucana. A pauta da conversa não foi divulgada, mas não faltam militantes do PSDB para analisar o ato como mais um em direção a uma aproximação para 2014. Em reserva, um deputado tucano explicou que o senador estaria buscando o apoio do governador para a disputa à Presidência. Em troca, o partido teria o direito de indicar o vice.Atualmente, os socialistas integram o leque de apoio ao atual governo de Minas, Antônio Anastasia (PSDB). Em contrapartida, os tucanos apoiam a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB). Uma dobradinha presente em vários outros estados, a exemplo da Paraíba, onde o governador socialista Ricardo Coutinho teve o apoio tucano no pleito.Os tucanos disputam com os petistas o apoio dos socialistas em São Paulo, onde José Serra (PSDB) se prepara para enfrentar o ex-ministro Fernando Haddad (PT). Essa questão, de acordo com as informações de bastidores, está sendo conduzida por Sérgio Guerra, que traça um caminho de aproximação com Eduardo desde a eleição de 2010, quando o socialista foi reeleito. O maior empecilho ao fechamento do acordo é a proximidade entre Eduardo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, padrinho político de Haddad.Presidência
O encontro de hoje faz parte do leque de articulações que o tucano tem encabeçado para viabilizar o projeto de disputa da eleição, em 2014. O partido saiu do último pleito com a terceira derrota seguida para o PT (duas para Lula e uma para Dilma). Essa versão, no entanto, é contestada pela ex-deputada estadual Terezinha Nunes. Para ela, a vinda do senador Aécio Neves tem o intuito de fortalecer, mobilizar e levar a mensagem para o partido. “Não acho que tenha nada de política, porque ele vai para todos os encontros mesmo. Nos que eu participei, ele sempre estava presente”, disse Nunes.
Senador Aécio Neves – Link da matéria: http://www.diariodepernambuco.com.br/assinantes/acesso_dp.asp

CPI do Cachoeira: Sergio Guerra diz que vai dar em pizza

CPI do Cachoeira: Para Sérgio Guerra, presidente do PSDB nacional,falta vontade e consistência para que a investigação avance.

CPI do Cachoeira

Tucano sente cheiro de pizza

Para o presidente do PSDB, conteúdo da CPI mista que investiga relações do bicheiro com políticos é irrelevante e o envolvimento dos partidos impede que as apurações avancem
– Fonte: Juliana Cipriani – Estado de Minas

CPI do Cachoeira – presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, afirmou ontem que a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investiga as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos e empresas públicas e privadas “não tem conteúdo relevante para o país” e está fadada ao fracasso. Segundo o dirigente, os partidos não têm interesse em avançar na pauta, já que os principais deles têm nomes envolvidos. “Não há a menor chance de essa CPI avançar, nenhuma chance”, afirmou. Durante encontro com empresários mineiros e integrantes do PSDB em Belo Horizonte, Guerra negou que haja acordo entre oposição e situação para não convocar os governadores citados nas gravações em inquérito da Polícia Federal.

“Tem muita ficção na falta de notícia. O que há, de fato, é que é provável que o PMDB não deseje que o Sérgio Cabral (Rio de Janeiro) seja ouvido. É muito provável que o PT não tenha interesse em ouvir o governador de Brasília (o petista Agnelo Queiroz). No nosso caso, essa questão não está sendo tratada porque o nosso governador quer ir depor”, afirmou, referindo-se ao chefe do Executivo de Goiás, Marconi Perillo. Guerra disse que ouviu as explicações dos tucanos envolvidos e que não há possibilidade de a CPI atingi-lo.

Em Brasília, o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), e outros parlamentares do PT e do PMDB se esforçaram ontem para negar um acordão para poupar alguns políticos das investigações, depois de a comissão ter deixado para a próxima sessão administrativa a avaliação dos requerimentos de convocação dos governadores. “Não vamos resumir nossos trabalhos em apenas uma reunião”, disse Odair Cunha.

Para o presidente do PSDB, o caso Cachoeira não valia uma CPI. “O Cachoeira é muito menos do que uma CPI. Ele não tem esse tamanho. É provinciano, fala coisas e não tem como provar”, afirmou. No caso do PSDB, Guerra disse ter avaliado que nada atingirá o partido. Segundo ele, a sigla, assim como o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, está sendo alvo de especulações.

O tucano afirmou que a comissão instalada no Congresso faz o caminho contrário do tradicional, pois em outros momentos a investigação dos parlamentares antecedeu a da Polícia Federal. Ainda de acordo com ele, o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) “já foi condenado” pelo julgamento público que o levou a se desfiliar do DEM.

Instalada em abril, a CPI está esvaziada, na visão do PSDB. Para Sérgio Guerra, falta vontade e consistência para que a investigação avance. “Não estou acusando partidos, mas não vejo muita gente interessada em levar isso (CPI) adiante. Porque atinge governos de vários partidos. O Executivo no plural – o governo federal e governos estaduais – não querem deixar ir adiante. Não é porque não tem coisa por trás. É porque tem”, disparou Guerra, que não vê “vontade política, orientação, processo, método para levar isso adiante com vistas a um resultado”. “Os líderes não estão nem indo lá”, completou.

Apesar de desdenhar da CPI, o presidente tucano disse que seu partido é favorável à investigação “onde ela se justificar” e nunca obstruiu os trabalhos da comissão. Segundo ele, Perillo e o deputado federal Carlos Alberto Lereia (GO) não serão encaminhados à comissão de ética do partido por já terem convencido a todos de que não têm participação no esquema de corrupção do bicheiro. (Com agências)

CPI do Cachoeira – Link da matéria: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2012/05/18/interna_politica,36257/tucano-sente-cheiro-de-pizza.shtml