Governo de Minas busca estratégias para ampliar a oferta de educação profissional

Unidade do Brasil Profissionalizado, em Ibirité, terá como objetivo refletir sobre novas possibilidades para enfrentar os desafios da educação
Divulgação/SEE
Secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla, durante reunião em Ibirité
Secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla, durante reunião em Ibirité

O Governo de Minas, por meio das secretarias de Estado de Educação (SEE) e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), estuda alternativas para ampliar as possibilidades de cursos técnicos para os profissionais da educação. A iniciativa se soma ao recente lançamento da Magistra, escola de formação e desenvolvimento profissional de educadores, inaugurada no dia 2 de fevereiro de 2012.

O projeto, que está em fase de elaboração, contará com o apoio da Fundação Helena Antipoff (FHA) e da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). Em reunião, realizada nesta sexta-feira (10), no campus da fundação, em Ibirité, foram definidos os coordenadores do grupo de trabalho que vai elaborar o plano de ações. A proposta é que a unidade se torne um centro de referência para profissionais da educação, capacitando e criando métodos inovadores para o novo cenário que se estabelece na educação.

A expectativa é de que a implantação da unidade em Ibirité se dê em sintonia com o Programa Brasil Profissionalizado. Esta iniciativa, do governo federal, possibilita a modernização e a expansão das redes públicas de ensino médio integradas à educação profissional, e os recursos repassados podem ser empregados em obras de infraestrutura, desenvolvimento de gestão, práticas pedagógicas e formação de professores.

“A ideia é que o ‘Brasil Profissionalizado’, aqui em Ibirité, seja parte de um sistema integrado entre as duas secretarias, a Fundação Helena Antipoff e a Universidade do Estado de Minas Gerais”, explicou a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola. “O nosso objeto aqui será a escola, desde o ponto de vista da gestão até a capacitação técnica dos vários profissionais até a produção de material a ser usado com as tecnologias de informação hoje disponíveis para melhorar cada vez mais a qualidade do ensino e criar a oportunidade de emprego para os nossos jovens”, completou.

Para o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, o projeto, que ainda está em fase embrionária, promete ser um grande passo para que a educação em Minas se desenvolva ainda mais. “Tenho certeza de que nós estamos dando um passo muito importante para fortalecer todas as instituições que estão envolvidas neste processo, começando pela fundação e indo até à Uemg e a Magistra. É um esforço gigantesco para que Minas crie condições de ter uma qualidade ainda maior no ensino”, destacou.

O que está sendo proposto é algo extremamente inovador, ou seja, que a unidade de Ibirité seja parte de um sistema integrado entre a Sectes, a SEE, a Uemg e a própria FHA, onde o campus para licenciaturas capacite em nível técnico os profissionais de educação. Haverá uma diferença das outras 12 unidades do Brasil Profissionalizado a serem implantadas em Minas Gerais, priorizando o desenvolvimento de metodologias, tecnologias sociais e pedagógicas, como aplicativos para smartphones e tablets e materiais didáticos.  O projeto entra em consonância com a proposta do Governo de Minas de expansão e fortalecimento do ensino, em todos os níveis, para melhorar cada vez mais a qualidade.

Fonte: Agência Minas

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