Antonio Anastasia visita Festival do Japão em Minas 2012

O governador de Minas participou da cerimônia de encerramento do Painel Econômico Minas-Japão 2012 e da posse do novo cônsul-geral honorário do Japão em Belo Horizonte, Wilson Brumer
Gil Leonardi/Imprensa MG
O governador degustou comidas típicas e visitou estandes no Pavilhão I do Expominas
O governador degustou comidas típicas e visitou estandes no Pavilhão I do Expominas

O governador Antonio Anastasia participou, nesta sexta-feira (3), da cerimônia de encerramento do Painel Econômico Minas-Japão 2012, seminário econômico que integra a programação do Festival do Japão em Minas 2012. O evento, no Expominas, é promovido pela Associação Mineira de Cultura Nipo-Brasileira e Consulado Geral Honorário do Japão em Belo Horizonte. Na ocasião, o ex-presidente da Usiminas e ex-secretário de Desenvolvimento Econômico em Minas, Wilson Brumer, assumiu o posto de cônsul-geral honorário do Japão em Belo Horizonte.

O governador, acompanhado do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, do embaixador do Japão no Brasil, Akira Miwa, do cônsul-geral do Japão no Rio de Janeiro, Masaru Watabane, dentre outras autoridades, participou da cerimônia do Kagami Wari, tradicional em festividades no Japão, na qual se quebra o tampo de um barril de sakê, o que significa na cultura nipônica a abertura de caminhos e a busca de paz.

Anastasia também assistiu a uma apresentação artística japonesa, degustou comidas típicas e visitou estandes instalados no Pavilhão I do Expominas. Ao destacar as relações culturais e econômicas entre o Japão e Minas Gerais, Antonio Anastasia ressaltou que a presença do país asiático em Minas foi fundamental para o desenvolvimento do Estado.

“Apesar da presença mais numerosa da colônia japonesa, por exemplo, em São Paulo e no Paraná, a presença econômica do Japão em Minas Gerais foi decisiva para o nosso desenvolvimento, em diversos setores e, o mais importante, na tecnologia, tanto industrial como no campo rural”, disse o governador, em pronunciamento.

Anastasia aproveitou o momento para desejar sorte ao novo cônsul-geral honorário do Japão em Belo Horizonte, Wilson Brumer. Ele substitui Rinaldo Soares, falecido no ano passado. “Com a posse de Wilson Brumer, vamos adensar ainda mais as relações culturais entre Japão e o nosso Estado”, completou.

Relações comerciais

O Japão é o segundo principal parceiro comercial de Minas,considerando o valor das exportações em 2011. No ranking das importações feitas pelo Estado, o Japão é o sexto país. No ranking de estados brasileiros, Minas é o que mais exporta para o Japão e o quarto que mais importa.

A corrente de comércio em 2011 foi de US$ 3,75 bilhões, um aumento de 30,9% em relação a 2010. No ano passado, Minas Gerais exportou cerca de US$ 3,28 bilhões e importou US$ 474 milhões. O superávit comercial foi da ordem de US$ 2,8 bilhões.

No total, 200 empresas exportaram para o Japão em 2011. As principais foram a Vale, CBMM e Cenibra. Na outra ponta, 436 empresas importaram produtos japoneses com destaque para Usiminas, Fiat Automóveis, Vale e Sumidenso do Brasil.

Festival

Inédito em Belo Horizonte, o Festival do Japão em Minas, realizado até domingo (5), tem o objetivo de preservar, fomentar e divulgar a cultura japonesa para os mineiros, nipo-brasileiros e turistas. Em sua programação, concentrada no Pavilhão I do Expominas, será dada ênfase à diversidade cultural envolvendo apresentações de músicas instrumentais, danças e comidas típicas, exposições e oficinas de arte.

O evento conta com 24 apresentações culturais, incluindo grupos de Minas e São Paulo. O destaque são as atrações de músicas instrumentais, como o Taiko de Okinawa (tambores japoneses). O público terá oportunidade de visitar a exposição de calendários do Japão, preparada pelo Consulado Geral do Japão do Rio de Janeiro, e também de participar da tradicional arte da “Cerimonia do Chá”, promovida pelo Centro de Chado Urasenke do Brasil.

A área de artesanato reunirá 18 expositores com produtos típicos japoneses. O setor de gastronomia também será outra grande atração, oferecendo pratos tradicionais da culinária japonesa, tais como sushi, e os populares yakisoba e harumaki. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada para menores de 21 anos, estudantes e idosos).

Participaram da solenidade os secretários de Estado Elmiro Nascimento (Agricultura e Pecuária), Adriano Magalhães (Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), Dorothea Werneck (Desenvolvimento Econômico), Eliane Parreiras (Cultura), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, o presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior, e o presidente da Usiminas, Julian Eguren.

Governador Antonio Anastasia anuncia alterações no secretariado

Wander Borges assume a Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária e o deputado estadual Cássio Soares vai para a de Desenvolvimento Social.
Divulgação/Agência Minas
Cássio Soares e Wander Borges
Cássio Soares e Wander Borges

O governador Antonio Anastasia anunciou, nesta sexta-feira (3), o deslocamento do deputado Wander Borges (PSB) da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) para a Secretaria Extraordinária de Regularização Fundiária (Seerf). O deputado estadual Cássio Soares (PSD) será o novo secretário de Estado de Desenvolvimento Social.

Cássio Soares

O deputado Cássio Soares (PSD) nasceu em Passos, no Sul de Minas, em 7 de junho de 1981. Está em seu primeiro mandato como deputado estadual, tendo sido eleito com mais de 36 mil votos. Vice-líder do bloco Transparência e Resultado de apoio ao Governo do Estado, integra as comissões de Constituição e Justiça e Segurança Pública e é suplente da comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Cássio é formado em Economia pelo Centro Universitário Unifacef de Franca (SP). Cursou também o Programa de Desenvolvimento de Gestores Públicos na Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte. Seu engajamento político começou em Passos em grupos de jovens, clubes de serviços e voluntariados e movimentos sociais.

Em 2005, trabalhou como assessor parlamentar na Câmara Municipal de Passos. Em 2007, foi chefe de gabinete do então secretário de Defesa Social, Maurício Campos Júnior, quando conheceu de perto a dinâmica da gestão pública implementada pelo Governo de Minas. Por sua atuação dinâmica, em 2009 foi nomeado pelo então governador Aécio Neves como subsecretário de Inovação e Logística da Secretaria de Estado de Defesa Social, cargo em que permaneceu até 2010, quando se desincompatibilizou para se candidatar a deputado.

Wander Borges

Wander Borges (PSB) nasceu em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 19 de março de 1959. Deputado estadual, eleito com mais de 62 mil votos, exerceu os cargos de subsecretário estadual do Trabalho e Ação Social no primeiro mandato do governador Aécio Neves (2003-2006) e de presidente do Conselho Estadual de Assistência Social. Iniciou na vida pública como vereador mais votado em Sabará (1993/1996). Em 1996, foi eleito prefeito do município e reeleito em 2000. Foi eleito em 2006 para o primeiro mandato como deputado estadual e reeleito em 2010.

Wander Borges é autor da Lei 18.315, de 2009, que estabelece a Política Estadual Habitacional de Interesse Social. O secretário é contador e administrador, além de servidor público. É pós-graduado em Auditoria e Controle Externo, técnico mecânico, técnico metalúrgico e ex-funcionário do Banco Credireal. É inspetor do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas investe R$ 82,7 milhões em hospitais da Macro Sul

Hospitais de 17 municípios da região foram beneficiados pelo Pro-Hosp

André Brant
Ampliação da UTI Neonatal do hospital Vaz Monteiro, em Lavras, foi uma das obras realizadas pelo Pro-Hosp no Sul de Minas
Ampliação da UTI Neonatal do hospital Vaz Monteiro, em Lavras, foi uma das obras realizadas pelo Pro-Hosp no Sul de Minas

Desde 2003, o Governo de Minas investiu cerca de R$ 700 milhões em 132 hospitais, com recursos provenientes do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp). Do total, R$ 82,7 milhões foram destinados a 20 hospitais de 17 municípios da Macro Sul. Com a ação, foram beneficiados moradores de Alfenas, Guaxupé, Machado, Passos, Piumhi, São Sebastião do Paraíso, Andradas, Itajubá, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Baependi, Lavras, São Lourenço, Três Corações, Três Pontas e Varginha.

Apenas em 2011 foram aplicados R$ 115 milhões no programa. Para 2012, a previsão de investimentos do Pro-Hosp é da ordem de R$ 130 milhões. De acordo com o coordenador do programa, Tiago Lucas, a expansão da rede se deu por meio da inclusão de hospitais que exercem papel regional e inter-regional relevante para o Sistema Único de Saúde (SUS), por sua participação imprescindível na resolubilidade de clínicas de especialidades estratégicas, tais como cirurgia neurológica, cirurgia e tratamento em oncologia, cirurgia ortopédica e cirurgia cardiovascular.

Segundo ele, o Pro-Hosp possibilita aos cidadãos mineiros atendimento hospitalar de qualidade e com resolutividade, o mais próximo possível das suas residências. “O objetivo é que o paciente se desloque o mínimo possível de seu município para receber assistência médica necessária, evitando ter que viajar ou ser transportado para os grandes centros ou para Belo Horizonte”, explica Tiago Lucas.

Macro Sul

Situado em Lavras, o Hospital Vaz Monteiro foi uma das unidades a receber recursos do Pro-Hosp. Dentre as melhorias realizadas no hospital está a ampliação da UTI Neonatal e do centro cirúrgico, que passou de quatro para seis salas. Além disso, foram adquiridos materiais e equipamentos para unidade de internação do SUS disponível para recém-nascidos.

Dentre as benfeitorias realizadas pelo Pro-Hosp no hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre, estão a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com mais nove leitos adulto, e a construção de um banco de leite e de uma nova área de maternidade, contemplando o Programa Viva Vida, dentre outras melhorias na unidade.

Critérios para o repasse de recursos

A transferência de recursos do Tesouro Estadual para os  hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp leva em conta a população das macro e microrregiões (base de cálculo per capita) e também a realidade socioeconômica de cada uma, buscando atender ao princípio da equidade.

Assim, nas áreas mais carentes, como nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce, e nas regiões Nordeste e Norte de Minas, as unidades hospitalares recebem um valor per capita diferenciado, o que, ao final, representa um maior volume de investimentos.

O Pro-Hosp se fundamenta em uma parceria entre o Estado e os hospitais públicos e filantrópicos que integram o programa, com a participação dos gestores municipais, Colegiados dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-MG) e Conselhos de Saúde Municipal e Estadual. Por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Governo de Minas faz o repasse dos recursos. E as instituições, por sua vez, se comprometem a cumprir metas assistenciais e gerenciais.

Confira os 20 hospitais beneficiados na Macro Sul, por meio Pro-Hosp:

Alfenas: Casa de Caridade e Hospital Universitário Alzira Velano; Guaxupé: Irmandade de Misericórdia; Machado: Santa Casa de Caridade; Passos: Santa Casa de Misericórdia; Piumhi: Santa Casa de Misericórdia; São Sebastião do Paraíso: Santa Casa de Misericórdia: Andradas: Santa Casa de Misericórdia; Itajubá: Hospital Escola; Ouro Fino: Casa de Caridade; Poços de Caldas: Santa Casa de Misericórdia; Pouso Alegre: Hospital das Clínicas Samuel Libânio; Baependi: Sociedade Caritativa Sagrado Coração de Jesus; Lavras: Hospital Vaz Monteiro e Santa Casa de Misericórdia; São Lourenço: Casa de Caridade; Três Corações: Fundação Hospitalar São Sebastião; Três Pontas: Santa Casa de Misericórdia; Varginha: Hospital Bom Pastor e Hospital Regional do Sul de Minas.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Conselho Mineiro em Resíduos oferece oficinas gratuitas em Belo Horizonte

Na Cozinha Experimental, as oficinas serão de sabão caseiro e aproveitamento integral dos alimentos

O Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) oferece, na próxima semana, oficinas gratuitas por meio dos programas Cozinha Experimental e Portas Abertas. Na Cozinha Experimental, as oficinas serão de sabão caseiro e aproveitamento integral dos alimentos. Na quarta-feira (8), a oficina sabão caseiro a partir do óleo de cozinha será das 14h às 15h. Já na sexta-feira (10), a de aproveitamento dos alimentos para reduzir o desperdício e obter uma alimentação de alto valor nutritivo e de baixo custo será das 9h às 11h.

No Programa Portas Abertas as oficinas serão com materiais recicláveis. Na terça-feira (7), acontece a Oficina de Embalagem Pet, das 14h30 às 16h30 e, na quinta-feira (9), é a vez da oficina de caixa de presente, das 9h30 às 11h30. O objetivo é sensibilizar e conscientizar crianças, jovens e adultos para os conceitos do consumo consciente por meio de atividades práticas de educação ambiental, através de palestras lúdicas, artes sustentáveis e na prática dentro das oficinas.

Para participar os interessados devem ter no mínimo 18 anos. As inscrições podem ser feitas no site http://www.cmrr.mg.gov.br. Outras informações no telefone (31) 3465-1206. O CMRR fica na Avenida Belém, 40, bairro Esplanada, Belo Horizonte (esquina com a Av. Andradas).

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: começa implantação da cobrança pelo uso da água na bacia do rio Doce

O recurso arrecadado será repassado integralmente à bacia para ser aplicado em melhorias na qualidade da água

Os seis comitês de bacia hidrográfica (CBHs) da parte mineira e o Instituto BioAtlântica (Ibio), que será a Agência de Bacia do Rio Doce, com interveniência do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) firmaram, em janeiro, o contrato de gestão para a bacia hidrográfica do rio Doce. Com a assinatura, terá início a implantação da cobrança pelo uso da água nesta bacia.

A cobrança é um instrumento de gestão dos recursos hídricos e incide sobre usuário outorgados e outorgáveis. Ou seja, irá pagar quem já tem autorização para uso da água, bem como quem é passível desta autorização, que é concedida pelos órgãos gestores de recursos hídricos como o Igam, entidade que integra o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), e a Agência Nacional de Águas (Ana).

O pagamento é anual, os boletos para os usuários da bacia do rio Doce serão emitidos e cobrados já em abril de 2012. As cobranças superiores a 120 reais serão parceladas automaticamente em três parcelas trimestrais.

Os valores serão definidos pelo Plano Integrado de Recursos Hídricos e pelos Planos de Ações de cada bacia, após aprovados pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) e pelos Comitês de Bacia. Os cálculos são feitos pelos órgãos gestores, Agencia Nacional de Águas (Ana), Igam e Instituto Estadual de Meio Ambiente do Espírito Santo (Iema), com base nos valores aprovados.

Bacia do rio Doce

A bacia do rio Doce possui 86.711 Km², destes 86% em território mineiro e o restante no Espírito Santo. Para ajudar na definição de diretrizes para a gestão da água nesta bacia foi elaborado o Plano Integrado de Recursos Hídricos, que é um plano diretor com objetivo de fundamentar e orientar a implementação das Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos.

Além do plano integrado, cada bacia tem seus planos individuais. As bacias dos afluentes mineiros que compõem a bacia do rio Doce são as seguintes: do rio Piranga, rio Santo Antônio, Suaçuí, Caratinga, Piracicaba e Manhuaçu.

Cobrança

A Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos é um instrumento econômico de gestão das águas previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei Federal N.º 9.433/1997, e na Política Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais, instituída pela Lei Estadual 13.199/1999, tendo sido regulamentada em Minas pelo Decreto 44.046/2005.

A cobrança não é uma taxa ou imposto, mas sim um preço público, isto é, uma compensação a ser paga pelos usuários de água visando à garantia dos padrões de quantidade, qualidade e regime estabelecidos para as águas da bacia, sendo proporcional à interferência de seus usos no estado antecedente desses atributos.

A implementação da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos em Minas Gerais ocorrerá por bacia hidrográfica, de forma gradativa, competindo ao respectivo Comitê de Bacia Hidrográfica definir a metodologia de cálculo e os valores a serem cobrados pelos usos da água em sua região.

O recurso arrecadado é repassado integralmente à bacia para ser aplicado em melhorias na qualidade da água. Como os CBHs não possuem personalidade jurídica, as Agências de Bacia são as entidades responsáveis por executar as decisões tomadas pelos comitês.

Plano Plurianual de Aplicação dos Recursos da Cobrança (PAP)

Tendo em vista a o processo de implementação da cobrança na bacia do rio Doce, os comitês dos rios Piranga, Piracicaba, Santo Antônio, Suaçuí, Caratinga e Manhuaçu pactuaram plenárias para discussão do Plano Plurianual de Aplicação (PAP) dos recursos arrecadados.

O PAP é um projeto pioneiro no Brasil, tornando assim a discussão ainda mais importante, já que os instrumentos de aplicação atuais são anuais. Ele facilitará a aplicação eficaz dos recursos da cobrança e terá um prazo maior para estudar como serão investidos os recursos.

Além das plenárias mineiras, também haverão discussões integradas entre os 10 comitês de rios afluentes do rio Doce, a entidade equiparada às funções de agência de bacia, Instituto BioAtlântica, incluindo também os órgãos gestores de recursos hídricos, capixaba, federal e mineiro na Câmara Técnica de Integração do Doce (CTI Doce) para consolidação das discussões realizadas nas plenárias dos comitês.

As rodadas de discussões da CTI-Doce, previstas para 28 e 29 de fevereiro, com três representantes dos comitês mineiros, capixabas e da União, discutirão as ações previstas no Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) e no Plano de Ação de Recursos Hídricos (PARH’S) para aplicação dos recursos da cobrança a nível estadual e também federal.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: teste que torna a transfusão de sangue mais segura é lançado na Fundação Hemominas

O teste objetiva diminuir o risco transfusional causado pelos vírus da Hepatite C e do HIV.
Adair Gomez
A Hemominas é a primeira rede brasileira a utilizar o NAT em 100% do sangue coletado
A Hemominas é a primeira rede brasileira a utilizar o NAT em 100% do sangue coletado

Nesta sexta-feira (3), foi lançado, na Fundação Hemominas, o Projeto NAT – Teste Ácido Nucleico – na hemorrede pública nacional. O NAT é utilizado para detecção de Ácido Nucleico para o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) e HCV (Vírus da Hepatite C), e objetiva diminuir o risco transfusional causado por esses vírus. A Hemominas é a primeira rede brasileira a utilizar o NAT em 100% do sangue coletado.

Para o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, Minas tem o compromisso com a transferência de tecnologia no âmbito da saúde. “Hoje é mais uma etapa vitoriosa, um passo importante na nossa independência tecnológica. A Hemominas já realiza o teste em todo o seu sangue coletado. Esperamos que todo o país tenha a segurança transfusional que Minas Gerais conquistou”, afirmou.

Com a implantação do NAT, o período de janela imunológica – que é o tempo em que o vírus permanece indetectável no organismo pelos testes convencionais, mas existe a possibilidade de transmissão de doenças – é reduzido de 22 para dez dias, no caso do HIV, e de 35 para 12 dias, no caso do HCV. O NAT investiga a presença do material genético do vírus e não a de anticorpos contra o vírus.

A presidente da Hemominas, Júnia Mourão Cioffi, lembrou que a discussão na hemorrede nacional sobre o NAT está acontecendo desde o início da década passada. “A ideia ousada de se fazer uma metodologia nacional para a redução da janela imunológica para os vírus HIV e Hepatite C representa um avanço. A Hemominas foi escolhida para ser a primeira rede hemoterápica pela qualidade da sua equipe, padronização, organização e logística”, concluiu.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, anunciou que, até o final de abril, o NAT estará instalado em toda a hemorrede pública do país. “O lançamento do NAT é simbólico. A Constituição de 1988 estava correta em tratar o sangue como um patrimônio nacional”. Ainda segundo Helvécio Miranda, a Fundação Hemominas é referência e se destaca em particular pela sua excelência.

O teste

A farmacêutica bioquímica Milena Batista de Oliveira, responsável pelo laboratório NAT da Hemominas, informa que a triagem do NAT é realizada em todas as doações. Para cada doador é coletado um tubo adicional (5ml). Com a amostra, é feita a pesquisa do ácido nucleico (RNA) dos vírus HIV e HCV. “No Hemocentro de Belo Horizonte são coletadas cerca de 300 amostras/dia e em toda a Rede Hemominas cerca de mil amostras/dia. Diariamente, são realizadas duas rotinas, com processamento de 552 amostras por rotina. Todo o processo é automatizado”, explica.

Após o término e a análise da rotina, os resultados são interfaceados para todas as unidades da Rede Hemominas. No laboratório NAT são feitas as análises das curvas (gráficos) geradas para cada amostra e o resultado é liberado como ‘Detectável’ ou ‘Não Detectável’ para HIV e HCV. No processo são utilizados três equipamentos: Janus, um pipetador; o MDx, que faz a extração e purificação da amostra do ácido nucleico; e o ABI 7500, para a amplificação do ácido nucleico.

Milena ressalta, ainda, que “apesar da introdução dessa nova tecnologia de última geração, haverá sempre um risco residual na transfusão que, para o vírus HIV, é de cerca de uma bolsa para cada 1,9 milhão de bolsas transfundidas e, para o HCV, de uma bolsa para cada 1 milhão”.

Implantação

Os equipamentos e o material para a análise das amostras do teste NAT, fornecidos pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz/Bio-Manguinhos (Fiocruz/Bio-Manguinhos), estão instalados no laboratório NAT no Hemocentro de Belo Horizonte, onde está centralizada a triagem molecular de toda a Rede Hemominas.

O processo foi iniciado em maio de 2011, com a montagem e validação dos equipamentos. Em junho e dezembro, foi realizado pela Fiocruz/Bio-Manguinhos o treinamento da equipe. A partir de julho foi iniciada, de forma escalonada nas 20 unidades que fazem coleta de sangue da Rede Hemominas, a triagem dos doadores pelo NAT.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Hospital Hélio Angotti, de Uberaba, passa a integrar rede Pro-Hosp

Desde 2003, o programa já investiu R$ 45,5 milhões no Triângulo Mineiro, em hospitais de Uberaba e nas cidades de Uberlândia, Frutal, Ituiutaba e Araguari
Divulgação/Secom MG
Rede de hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp inclui 132 unidades, localizadas em 105 municípios de todas as regiões de Minas
Rede de hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp inclui 132 unidades, localizadas em 105 municípios de todas as regiões de Minas

O Hospital Hélio Angotti, em Uberaba, Triângulo Mineiro, já recebeu os primeiros repasses do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp), do Governo de Minas. A instituição é uma das quatro em todo o estado que passaram a fazer parte do Programa neste ano. Assim, a rede de hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp inclui 132 unidades, localizadas em 105 municípios de todas as regiões de Minas.

Todos os hospitais da rede Pro-Hosp são contemplados com recursos para melhorar a qualidade da assistência, ampliar a capacidade de atendimento, reforma da infraestrutura, compra de equipamentos, modernização gerencial e custeio hospitalar.

Com média de 11,5 mil atendimentos por mês, o Hospital Hélio Angotti (HHA) é  referência no tratamento oncológico na região, sendo que cerca de 90% dos pacientes são atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “O Pro-Hosp é de fundamental importância para a consolidação da instituição como centro de tratamento oncológico no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas”, diz o presidente do HHA,  Délcio Scandiuzzi.

Com os recursos do Pro-Hosp, o atendimento do Hospital Hélio Angotti será ampliado, evitando assim que muitos moradores precisem se deslocar para cidades do interior de São Paulo para buscar um tratamento mais especializado. “Já adquirimos equipamentos e medicamentos importantes e novos estão sendo viabilizados com os recursos já remetidos pelo Governo do Estado”, destaca o doutor Scandiuzzi.

Expansão

Além do Hélio Angotti, foram incluídos também na rede Pro-Hosp, em 2012, os hospitais Odilon Behrens e Mário Penna, em Belo Horizonte, e o Cristiano Varella, em Muriaé, na Zona da Mata. As quatro instituições já receberam, juntas, um total de R$ 6,5 milhões.

De acordo com o coordenador do Programa, Tiago Lucas, a expansão da Rede se deu por meio da inclusão de hospitais que exercem papel regional e inter-regional relevante para o SUS, por sua participação imprescindível na resolubilidade de clínicas de especialidades estratégicas, tais como cirurgia neurológica, cirurgia e tratamento em oncologia, cirurgia ortopédica e cirurgia cardiovascular.

Segundo ele, o Pro-Hosp possibilita à população mineira atendimento hospitalar de qualidade e com resolutividade o mais próximo possível das residências dos cidadãos. “O objetivo é que o paciente se desloque o mínimo possível de seu município para receber assistência médica necessária, evitando ter que viajar ou ser transportado para os grandes centros ou para Belo Horizonte”, explica Tiago Lucas.

Desde 2003, o Governo de Minas liberou cerca de R$ 700 milhões para unidades hospitalares, com recursos provenientes da Tesouro estadual. Apenas em 2011, foram aplicados R$ 115 milhões. Para 2012, a previsão de investimentos do Pro-Hosp é da ordem de R$ 130 milhões. Na região do Triângulo Mineiro, o programa já investiu, desde 2003, cerca de R$ 45,5 milhões em hospitais da própria Uberaba e nas cidades de Uberlândia, Frutal, Ituiutaba e Araguari.

Critérios para o repasse de recursos

A transferência de recursos do Tesouro estadual para os  hospitais beneficiados pelo Pro-Hosp leva em conta a população das macrorregiões e microrregiões (base de cálculo per capita) e também a realidade socioeconômica de cada uma, buscando atender ao princípio da equidade. Assim, nas áreas mais carentes – como nos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce e nas regiões Nordeste e Norte de Minas – as unidades hospitalares recebem um valor per capita diferenciado, o quê, ao final, representa um maior volume de investimentos.

O Pro-Hosp se fundamenta em uma parceria entre o Estado e os hospitais públicos e filantrópicos que integram o Programa, com a participação dos gestores municipais, Colegiados dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-MG) e Conselhos de Saúde Municipal e Estadual. Por meio da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, o Governo de Minas faz o repasse dos recursos, e as instituições se comprometem a cumprir metas assistenciais e gerenciais.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Museu Ana Maria Casasanta e Biblioteca Bartolomeu Campos Queirós já recebem o público na Magistra

Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores tornou-se espaço de resgate da história da educação mineira
Divulgação/SEE
Escola Magistra faz o resgate da história da educação em Minas Gerais
Escola Magistra faz o resgate da história da educação em Minas Gerais

Mais do que um espaço para capacitação de profissionais ligados à educação em Minas Gerais, a Magistra, Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores, instalada no bairro Gameleira, em Belo Horizonte, tornou-se um espaço de resgate da história da educação. Inaugurada na última quinta-feira (2), a Magistra abriga o Museu Ana Maria Casasanta Peixoto, com um acervo de seis mil peças, e a Biblioteca Bartolomeu Campos Queirós, que conta com cerca de 50 mil títulos. Os dois espaços já estão disponíveis para visitação.

O passeio pela história da educação mineira começa por entre as peças do museu. Com reproduções de salas de aula que contam diferentes momentos da educação em Minas, o visitante se depara com objetos que remontam diversos períodos. No fim do século XIX até o início da década de 1930, por exemplo, vigorou no Estado o modelo da escola tradicional. E algumas peças são simbólicas desse período. As carteiras eram fixadas no chão e a mesa do professor ficava em cima de um tablado, para reafirmar a posição de autoridade em relação aos alunos.

Entre as demais peças do acervo em exposição, o visitante encontra cartilhas de leitura e livros didáticos históricos, uniformes, aparelhos de todos os tipos, como os primeiros modelos de computadores, entre outras peças do cotidiano da educação em diferentes épocas. De palmatórias e mata borrões, os objetos remetem a tempos em que alunos e estudantes nem sonhavam com laboratórios.

“Há no museu, por exemplo, uma pequena lousa que era usada pelos estudantes no início do século XX. Naquela época, o papel era muito caro e, antes de escrever no papel, os estudantes tinham de treinar na lousa”, conta Nelma Marçal, pedagoga do Museu Ana Maria Casasanta Peixoto. As visitas ao museu já estão abertas. Basta, para tanto, fazer o agendamento pelo telefone 3379-8431.

O acervo da biblioteca que hoje leva o nome do escritor Bartolomeu Campos Queirós conta com os mais variados tipos de livros, entre literários e didáticos, de diferentes décadas. Em sua maioria, o acervo de 50 mil exemplares agregou títulos que estavam no extinto Centro de Referência do Professor, que funcionava na Praça da Liberdade, e o acervo do Instituto de Recursos Humanos João Pinheiro, além de doações.

Com publicações que datam do início do século passado, a biblioteca reúne títulos que marcaram a vida estudantil de várias personalidades mineiras. Tanto que, no dia da inauguração (02/02), o governador Antonio Anastasia chegou a fazer menção a uma coleção que usou nos seus estudos. “Essa coleção aqui eu estudei muito. Devo ainda saber tudo de cor”, brincou o governador, elogiando a coleção do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, da Fundação Getúlio Vargas, disponível na biblioteca.

O acervo conta ainda com livros antigos. Um exemplo é o livro “Reforma de Ensino Público Primário e Normal em Minas”, de Estevam Oliveira. Esse exemplar é um relatório finalizado em 3 de agosto de 1902 e apresentado ao então secretário do Interior de Minas Gerais. Há também obras que continham todos os hinos, marchas e canções escolares que eram executadas na década de 1920. O chamado “hinário”, ou “hymnario”, eram publicações que os estudantes usavam para decorar os hinos que executavam nas escolas.

Salas especiais

Os visitantes da biblioteca poderão procurar os títulos de interesse por entre as várias estantes ou fazer buscas mais específicas nas salas especiais. As salas homenageiam intelectuais e educadores mineiros, entre eles o escritor Bartolomeu Campos Queirós, que dá nome ao espaço.

A família do escritor, que faleceu em janeiro deste ano, doou à biblioteca os móveis e o acervo que Bartolomeu utilizava em seu escritório. A transferência das peças ainda está sendo feita, mas segundo a organização da biblioteca, a sala especial em homenagem ao escritor vai reproduzir o ambiente no qual ele estudava e escrevia. Autor de mais de 40 livros, Bartolomeu Queirós recebeu diversos prêmios literários, entre eles o Prêmio Jabuti, e ajudou na concepção do Museu na Magistra.

As educadoras Alda Lodi e Ana Maria Casasanta também são homenageadas com salas especiais na biblioteca. A primeira já teve seu acervo, com cerca de três mil livros, doado à biblioteca e já está disponível para consulta. A coleção da professora e historiadora Ana Maria Casasanta já está em fase de transferência para o espaço da biblioteca.

Exposição homenageia trabalho de educadoras mineiras

Além de capacitar servidores que atuam na educação, a Magistra também será um espaço para homenagear personalidades que contribuíram para a educação mineira. A escola abriga a exposição ‘Educadoras de Minas’, iniciativa que, por meio de textos e fotografias, apresenta a trajetória de profissionais que colaboraram para o desenvolvimento do ensino no Estado. As primeiras educadoras homenageadas são Alda Lodi e Alaíde Lisboa.

Alda Lodi nasceu em Belo Horizonte, em 17 de dezembro de 1898, filha de Luiz Lodi e Annunciata Mora Lodi, imigrantes italianos. Em 1912, aos 13 anos, foi matriculada na Escola Normal Modelo da Capital. Em 1916, iniciou sua carreira na mesma instituição como professora da primeira classe mista anexa à Escola Normal.

Já em 1927, selecionada pelo governo do Presidente Antônio Carlos Ribeiro de Andrada (1926-1930), integrou a equipe enviada à Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque/EUA, para cursar dois anos de especialização no Teacher´s College. Ao retornar a Minas, constituiu o núcleo fundador da Escola de Aperfeiçoamento, instituição criada na Reforma Educacional Francisco Campos, um marco na história da educação de Minas Gerais. Alda Lodi contribuiu no processo de formação de várias gerações de educadores em Minas Gerais, atuando na docência e na administração do ensino mineiro.

Já a escritora, educadora, ex-vereadora e professora aposentada da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Alaíde Lisboa, foi uma das grandes personalidades brasileiras nas áreas da educação e literatura infantil. Natural de Lambari, município mineiro onde passou a infância e a adolescência, a professora, integrante da Academia Mineira de Letras, tornou-se, em 1950, a primeira vereadora da capital mineira. Tanto na infância em Lambari, onde estudou no Grupo Escolar Dr. João Bráulio Júnior, quanto na adolescência em Campanha (MG), Alaíde Lisboa revelava grande gosto pelo estudo.

Após anos de estudo, a educadora aproximou-se da UFMG, onde lecionou Didática Geral e Especial. Foi também diretora do Colégio de Aplicação da Universidade e vice-diretora da Faculdade de Educação (FaE), onde organizou o mestrado da área. Atuou como professora da pós-graduação na FaE e na Faculdade de Medicina, dedicando-se à disciplina metodologia do ensino superior.

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: município de Ipatinga recebe Força Tarefa de combate à dengue recebe Força Tarefa de combate à dengue

Os mobilizadores vão percorrer casas, lojas comerciais e lotes baldios para eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti

Na próxima semana, entre os dias 7 e 14 de fevereiro, é a vez da cidade de Ipatinga, no Leste de Minas, receber a equipe da Força Tarefa de combate à dengue. Para reforçar a luta contra a doença, será feita uma vistoria nas áreas consideradas de risco, e os mobilizadores vão percorrer casas, lojas comerciais e lotes baldios para eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti.

Nos dias 10, 11 e 13, o município vai receber o Dengue Móvel, onde as pessoas poderão trocar objetos que acumulam água por material escolar. Haverá também, no dia 12, uma blitz educativa para conscientizar a população sobre a importância de se combater os focos do mosquito diariamente.

Programação

Dia 10 (sexta-feira) – Dengue Móvel

Hora: 8h às 14h

Local: Praça Principal – Avenida Esperança / Bairro: Esperança (próximo à Drogaria Itacolomy).

Dia 11 (sábado) – Dengue Móvel

Hora: 9h às 12h – Evento Minha cidade sem dengue

Local: Praça 1º de Maio – Avenida João Valentim Pascoal / Bairro Centro

Dia 12 (domingo) – Blitz educativa e panfletagem

Hora: 8h às 11h

Local: Avenida Selim José de Sales / Bairro: Canãa (perto do Banco do Brasil)

Dia 13 (segunda-feira) – Dengue Móvel

Hora: 8h às 11h

Local: Campo do Bigode – Rua: Mangaratiba / Bairro: Veneza (perto da UBS do Veneza II)

Hora: 13h às 16h

Local: Praça Principal – Avenida das Flores / Bairro: Bom Jardim

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: sede da Metropolitana B será transferida temporariamente para o bairro Gameleira

Atendimento foi interrompido por conta da mudança, mas será retomado já na próxima semana

A Superintendência Regional de Ensino Metropolitana B, que tem sede na Avenida Pedro II, nº 990, iniciou nesta sexta-feira (3) um processo de mudança. Cerca de 150 servidores que trabalham no local começam a ser transferidos para o bairro Gameleira, na Avenida Amazonas, 5855, onde funciona a Magistra, Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional do Educador. As atividades da superintendência foram suspensas nesta sexta, mas serão retomadas tão logo o material de apoio seja transferido, ainda no início da próxima semana.

A mudança tem caráter preventivo, pois engenheiros e técnicos da Metropolitana identificaram pontos na edificação que vão demandar intervenções de infraestrutura. Engenheiros do Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop) farão, ainda nesta sexta, uma visita ao local para elaborar um laudo e determinar quais serão as intervenções necessárias. Segundo a diretora da Metropolitana B, Maria de Lourdes Fassy, a mudança foi necessária para evitar problemas no atendimento. “Iniciar um processo de obra no prédio da Superintendência sem interromper as atividades poderia causar problemas no atendimento, já que é grande o fluxo de pessoas no local. Por isso, optamos pela mudança”, explica.

Os primeiros setores a serem transferidos, a partir da manhã de sábado (4), serão os de pagamento e pessoal, que recebem o maior número de demandas no início do ano. Toda documentação referente a esses setores já está sendo embalada e preparada para a mudança. Segundo Maria de Lourdes Fassy, nenhum servidor ficará prejudicado. “A mudança vai acontecer muito rapidamente. Logo no início da próxima semana já estaremos finalizando o processo e todos os servidores poderão recorrer à superintendência normalmente”, afirma.

Designação

Por causa da mudança, um processo de designação de inspetores que deveria ter acontecido nesta sexta-feira (3) foi suspenso. A previsão era de que 30 servidores fossem selecionados para atuar na inspetoria como designados. A seleção dos candidatos, contudo, vai acontecer na segunda-feira (6), no prédio anexo da Metropolitana B, situado na rua Tremedal, nº 280, bairro Carlos Prates. Os processos de designação de professores, comuns no início do ano, não serão prejudicados, pois acontecem nas próprias escolas.

A retomada das atividades da Metropolitana B está prevista para terça-feira (7), a partir das 14 horas, no Bloco C, do espaço da Magistra. O endereço é Av. Amazonas, 5855, bairro Gameleira. A superintendência informa que os servidores podem continuar enviando suas demandas por e-mail sre.metropb.gab@educacao.mg.gov.br .

Fonte: Agência Minas